Capítulo 03
ᥫ᭡. Capítulo 03
Provocar garotos era sempre divertido, e Dojin estava genuinamente se divertindo. Ele também estava contente por o encargo de guarda-costas, que parecia não passar de um pirralho, ser um estudante mais fofo do que ele havia imaginado. Yoon-young, que estivera encarando o sorridente Dojin, virou a cabeça bruscamente e deu um passo para trás.
— Não fique agindo com toda essa intimidade. Se afasta de mim.
— Sim, sim, Sayoon-nim.
Assim que Yoon-young deu um passo para trás, Dojin se moveu astutamente para a frente dele, bloqueando as bebidas. Então, pegou aleatoriamente uma braçada de latas de cerveja e fechou a porta. Ao observar a cena, Yoon-young o repreendeu:
— Vivemos num mundo em que até estudantes do ensino fundamental bebem hoje em dia. Qual é o motivo de todo esse alarde? Você provavelmente também começou a beber no ensino médio, moço.
Ele acertou na mosca. A primeira coisa que os atletas faziam depois do treino intenso era seguir os veteranos para beber. Por isso, Dojin também havia sido arrastado para esse tipo de encontro desde muito novo. Ainda assim, ele sabia que aquilo era ilegal e não havia do que se orgulhar. Não era algo para se gabar.
— Ainda assim, o que é errado é errado.
Dojin espiou para fora. Mesmo com um cliente lá dentro, a velhinha olhava tranquilamente suas cartas no banco.
O som de gargalhadas ecoou do lado de fora, e uma brisa suave entrou pela porta aberta. O sol havia se posto completamente a essa altura, e os arredores estavam escuros. O calor escaldante do dia deu lugar a uma noite tão fresca que até parecia que tudo aquilo não havia passado de uma mentira.
Imerso na atmosfera tranquila, Dojin esqueceu de se apressar e parou para apreciar a cena. Yoon-young também parecia fascinado pelo mercadinho. Ele mantinha a cabeça baixa enquanto olhava atentamente ao redor. Enquanto estava absorto observando, sua nuca era tão clara quanto a de alguém que nunca havia visto o sol.
— Vinte e seis.
— Hã?
— Sua idade. Não são vinte e seis?
As palavras vieram inesperadamente de Yoon-young, que mantinha o olhar fixo nos petiscos.
“Hmm, vinte e seis. Então é por isso que ele me chamou de moço.”
Dojin ficou levemente magoado com o título, embora bem justificado. Não era a primeira vez que o confundiam com alguém mais velho, mas, ainda assim, a diferença entre vinte e três e vinte e seis era significativa. Sentindo uma autopiedade, Dojin murmurou para si mesmo:
— Eu pareço tão velho assim?
— …Quantos anos você tem?
— Vinte e três.
Talvez mais novo do que ele havia imaginado, Yoon-young, que estivera olhando os petiscos, teve um sobressalto e se virou para observá-lo. A forma como estudava a expressão de Dojin não parecia a de um jovem senhor rico e arrogante. Porém, se ele fosse esse tipo de garoto, teria tentado dar ordens a um guarda-costas em vez de ser influenciado por um.
— Aquilo… — O olhar de Yoon-young caiu sobre os próprios sapatos, enquanto ele murmurava. — Eu estava errado. Desculpe.
A ponta de seu tênis, manchado de terra, raspou o chão de forma desajeitada. Como Yoon-young não havia demonstrado o menor sinal de arrependimento pelos incidentes anteriores, Dojin foi quem ficou mais surpreso.
“Ele é surpreendentemente mole de formas inesperadas.”
Sua irmã mais nova, Doyeon, também agia de forma espinhosa, mas ficava atrapalhada se fosse provocada, mesmo que só um pouquinho. A imagem de sua irmã agarrada a ele, chamando-o de “oppa¹”, se sobrepôs a Yoon-young.
— Então, em vez de moço, você não pode me chamar de hyung?
Talvez por ter visto Doyeon nele por um breve momento, o coração de Dojin amoleceu um pouco. Independentemente de tudo, ser chamado de “moço” aos vinte e três anos era bem desagradável. Então, Dojin perguntou a Yoon-young de forma brincalhona.
Mas não esperava que ele realmente fosse fazê-lo. Eles não se veriam com frequência e Yoon-young não parecia ser sociável o suficiente para isso.
Yoon-young ficou em silêncio por um momento. Encarando o chão, ergueu levemente a cabeça e observou Dojin, como uma criança testando o terreno. Seu rosto, que estivera avaliando se aquilo era brincadeira ou algo sério, se iluminou levemente.
Dojin, que esperava que ele recusasse com desgosto, ficou atrapalhado com a mudança em sua expressão. No momento em que pensava, surpreso, “Não pode ser”, os lábios, da cor de uma flor de pêssego, se entreabriram levemente.
— Não quero. Por que você seria meu hyung? Nossa diferença de idade nem é tão grande.
No entanto, ao contrário de sua expressão, Yoon-young acabou erguendo uma barreira. O toque de gentileza que havia demonstrado desapareceu e ele, imediatamente, criou uma distância, enquanto se virava bufando.
— A diferença entre um estudante do ensino médio e alguém da minha idade não é tipo céu e terra?
— Não vou te chamar de hyung.
— Então você vai continuar me chamando de moço?
— Sim.
“Nada fácil, nada fácil mesmo.” Dojin murmurou deliberadamente de forma exagerada para descontrair o clima.
Mas, por dentro, ele estava aliviado. Estava feliz por ter evitado a situação constrangedora da brincadeira ter sido levada a sério. Ao se lembrar de que era hora de ir, Dojin voltou a si.
Colocou as cervejas que havia escolhido no balcão. Em seguida, ele procurou e pegou as castanhas assadas que Sang-hyun havia pedido. Enquanto se perguntava quais outros petiscos deveria pegar, fez uma sugestão a Yoon-young. Era também sua forma de se desculpar. Ele se sentia mal por Yoon-young ter levado sua sugestão anterior tão a sério.
— Então me ajude a escolher uns petiscos. Não costumo comer isso, então não sei o que é bom.
O comentário de Sang-hyun de que ele era pão-duro não era mentira. Dojin só abria a carteira se fosse absolutamente necessário.
Ele considerava comer petiscos um ato desnecessário e não conseguia se lembrar de alguma vez ter comprado aquilo com o próprio dinheiro. Sua família nunca foi abastada, nem mesmo quando o pai estava vivo. Depois disso, ele passou a viver às custas dos outros. Para Dojin, aquilo não passava de desperdício.
Ainda assim, nunca viveu endividado. Ele não vivia às custas dos outros, nem gastava desnecessariamente, então não ficava incomodando ninguém. Dojin não se envergonhava da sua vida.
Yoon-young não pareceu desgostar dessa sugestão, pois começou a examinar os petiscos. O garoto, que já era quieto, ficou em silêncio, escolhendo com tanto cuidado como se lhe tivessem confiado um dever importante. A cena era um espetáculo e tanto, e capturou sua atenção.
Depois de algum tempo,Yoon-young escolheu um salgadinho de milho estufado chamado Ppongiyo, que tinha uma imagem de milho frito na embalagem.
Diante da escolha nada infantil, Dojin mal conseguiu conter o riso. Justo quando ele ouviu o som de ar escapando e o rosto de Yoon-young estava prestes a ficar espinhoso, a moça do mercadinho entrou, felizmente. Ela devia ter ficado curiosa, já que estavam demorando tanto.
— Oi, escolheram tudo? O clima tá dos infernos, então é melhor irem logo. Vocês são daquela casa grande ali, né? A estrada pra lá não tem poste de luz, então é escuro. Não voltem muito tarde, viu?
A moça misturava o dialeto com o coreano padrão. Embora o sotaque fosse carregado, não era tão forte quanto o dos idosos no banco. Parecia que ela não havia morado ali a vida toda.
— Ah, já está tão tarde assim? Já escolhemos tudo.
Após pegar o petisco de Yoon-young, Dojin terminou de pagar. Os preços do interior eram de fato baratos, pois ele recebeu três mil wones de troco.
Com as sacolas cheias de petiscos e álcool, os dois saíram do mercadinho. Os idosos no banco, satisfeitos por ver a rara cena de jovens rapazes, pararam Yoon-young na saída e enfiaram vários petiscos em suas mãos. Yoon-young, que de repente teve as mãos cheias de yakgwa² e biscoitos de arroz estufado³, seguiu Dojin de forma desajeitada.
— Agora vejo que você tem o gosto de um vovô, Sayoon-nim. Pegando arroz estufado e yakgwa também.
Yoon-young não caiu facilmente na provocação. Ele não se deixou levar pelas brincadeiras de Dojin e apenas examinou o que tinha nas mãos. Dojin, que sorria enquanto o observava como uma criança que havia descoberto algo fascinante, de repente se lembrou de algo.
— Você não disse que estava doente, Sayoon-nim? É seguro andar tudo isso? Você pode subir nas minhas costas de novo; é só me dizer, sem cerimônia.
A distância da casa de campo até o mercadinho era de aproximadamente uma hora de ida e volta. Como ele sabia que Yoon-young estava ali para se recuperar, caminhar por tanto tempo provavelmente não era bom para sua saúde.
— Fiquei em casa tempo o bastante para enjoar, então caminhar tudo isso está de boa. De qualquer forma, vou acabar trancado no meu quarto quando voltar.
Aquela voz seca de novo. Dojin se sentiu desconfortável com o tom, carregado de irritação, como se explicasse algo cansativo, mas ao mesmo tempo tão familiar que era desprovido de emoção. Era estranho ver uma atitude tão cínica, geralmente vista em adultos, num garoto tão jovem.
— E eu provavelmente tenho mais resistência que você, moço. — Acrescentou secamente.
Mesmo depois de dizer aquilo, ele pareceu não querer mais falar sobre o assunto, então Dojin seguiu sua deixa.
— Isso pode ser um pouco difícil. Entre os Alfas, sou considerado excepcional tanto em força quanto em resistência.
Embora existissem inúmeros atletas talentosos por aí, Dojin realmente tinha um dom. Só havia desistido de se preparar para ser atleta porque não podia mais arcar com o custo de aprender o esporte depois que o pai faleceu, mas houve uma época em que ele tinha confiança de que podia alcançar um certo nível de sucesso.
— …Ainda assim, eu sou mais forte. Me disseram que seria assim.
— Como?
— …Não é nada.
Yoon-young disse algo incompreensível e então encerrou a conversa. Seu rosto estava profundamente pensativo e sério, por isso Dojin não insistiu mais e apenas apressou o passo.
Como a moça do mercadinho havia dito, a estrada estava muito escura. Por isso, eles caminhavam com as lanternas dos celulares acesas, até verem faróis brilharem ao longe.
— Ah, acho que vieram nos procurar.
Dojin ergueu o celular e o balançou. Ele não tinha certeza se devia dizer que estavam atrasados, ou se devia ficar contente por terem ao menos notado. Reprimindo um pressentimento ruim que surgia tardiamente, fez o que tinha que fazer.
O carro, que avançava ferozmente na direção deles, foi gradualmente desacelerando ao avistar a luz. O som dos pneus na estrada de terra rangeu e, então, o carro parou diante deles.
— Sayoon-nim!
Assim que o carro parou, pessoas saíram apressadamente de dentro do veículo. Do banco do motorista, saiu o Gerente Song, e do banco de trás, o homem que havia vindo com o jovem mestre durante o dia. Com o rosto pálido refletido nos faróis, Yoon-young contorceu-se de desconforto.
— Você está bem? Por que diabos saiu de casa? É perigoso!
O homem que saiu do banco de trás correu direto para Yoon-young e o repreendeu. O Gerente Song, com o rosto mortalmente pálido, franziu a testa ao ver Dojin parado ao lado dele. Justo quando estava prestes a abrir a boca, a porta do carona se abriu com força, e um homem grande saiu disparado.
“Ah. Aquela pessoa. Eu o vi de manhã, assim que cheguei à propriedade.” Embora não tivesse ouvido o nome dele, o gerente Song havia dito que se tratava de um guarda-costas trazido pela família de Yoon-young. Como não era funcionário, como Dojin ou o gerente Song, ele havia ficado dentro da propriedade e, portanto, não houve chance de vê-lo direito.
Estava prestes a cumprimentá-lo rapidamente quando um Feromônio raivoso investiu contra ele de forma ameaçadora. Foi uma ação inesperada, mas Dojin parou por ora. O homem que se aproximava o agarrou pelo colarinho, sem dizer uma palavra.
— Você, seu desgraçado! Foi você quem tirou o Sayoon-nim daqui?
O desprazer engasgou em sua garganta. Sorrir numa situação daquelas seria uma provocação, então Dojin acalmou a expressão e abriu a boca.
— Não, eu esbarrei com ele enquanto estava fora fazendo um favor.
— O quê? Você acha que fez algo certo, respondendo assim pra mim? Se você o encontrou, então devia tê-lo trazido de volta imediatamente, seu filho da mãe!
A sacola caiu no chão, enquanto o homem o sacudia pelo colarinho. Dojin olhou para os petiscos rolando pelo chão e sentiu uma onda de raiva. Para ser honesto, a culpa não era sua, mas deles.
— Nossa missão é o patrulhamento externo. A proteção do Sayoon-nim não era trabalho da equipe de dentro da propriedade? Você devia estar bravo com a equipe, que nem sabia que um estudante do ensino médio havia escapado. Não entendo por que está fazendo isso comigo.
O rosto do Gerente Song, que estava observando, ficou branco. Após ouvir a resposta de Dojin, o homem ficou em silêncio por alguns segundos e, então, finalmente gritou, com os olhos revirando até mostrar a parte branca.
— Seu filho da puta!
A mão no colarinho recuou. Dojin, pressentindo um mau agouro, debatia se deveria dar um passo para trás, mas, sem lhe dar chance, uma mão como uma tampa de caldeirão estapeou sua bochecha.
Plaft!
Uma força pesada e concentrada atingiu o rosto de Dojin. Sua visão vacilou por um momento, e ele cambaleou. O interior de sua boca devia ter se rompido, pois ele sentiu o gosto azedo do sangue na ponta da língua. Ele não caiu, pois havia meio que antecipado o golpe, mas a força do impacto foi tão grande que até pensou que seu nariz também estava sangrando.
“Ah…”
Dojin piscou por um momento e recuperou o fôlego. Mesmo tendo o pressentimento de que poderia apanhar, a sensação foi horrível. Ele mesmo trouxera aquilo para si por não ter simplesmente ficado de boca fechada, o que teria sido o meio-termo.
Sinceramente, aquilo não era nada do feitio dele. Tudo o que aconteceu naquele dia foi assim. Normalmente, ele deixava as coisas fluírem como bem entendessem e sabia muito bem que, numa sociedade hierárquica como aquela, o jeito de ganhar dinheiro era mantendo a boca fechada.
Mas ele estava de mau humor. A situação mostrava claramente o quão pouco interesse eles tinham em Yoon-young, a ponto de nem saberem que ele havia saído da propriedade. Isso o afetou ainda mais depois de ouvir o garoto dizer com a própria boca que ninguém se preocupava com ele. Se aquela equipe de guarda-costas veio com ele, significava que eram os que originalmente o serviam, mas o fato de terem descoberto que ele havia sumido somente após uma hora…
Os arredores mergulharam num silêncio momentâneo, enquanto a atmosfera se intensificava rapidamente. Dojin cuspiu sangue e deu uma olhada em direção a Yoon-young. Seu rosto, iluminado pelos faróis, estava mortalmente pálido. Não era uma boa cena para um garoto ver, por isso Dojin decidiu parar por ali. De qualquer forma, sua posição não era nada.
— Desculpe. Eu falei o que não devia.
O orgulho não ajuda em nada na vida. Dojin endireitou a postura e se desculpou. Mas, como era de se esperar, o homem não parecia disposto a deixá-lo ir assim tão fácil.
— Seu filho da puta, você acha que dizer “desculpe” agora resolve tudo? Hã? Acha que pode simplesmente abrir a boca e se safar? Ei, você trouxe esse desgraçado pra cá, não foi? Trouxe esse tipo de cara? Está fora de si?
O fogo agora se voltava para o Gerente Song.
— Desculpe. Vou mandá-lo de volta imediatamente.
— Porra! Vocês todos acham que um simples “desculpe” conserta tudo. Esse cara, aquele cara, vocês todos levam a vida numa boa danada.
Como se tentasse aproveitar a oportunidade para descarregar sua raiva, o homem continuava fazendo um escândalo. O homem de meia-idade, parado ao lado de Yoon-young, que claramente havia contratado todos eles, observava a situação com olhos indiferentes. Normalmente, a esta altura, alguém já teria interferido para parar aquilo, mas o fato de ele estar deixando acontecer provava que, exatamente como o veterano Sang-hyun havia dito, aquele não era um lugar normal.
— Eu agi por conta própria. O Gerente Song não tem nada a ver com isso.
Diante disso, o olhar assassino que havia se voltado para o Gerente Song disparou de volta para Dojin. Os olhos do homem faiscaram. Ele não era apenas teimoso e tinha uma personalidade de merda; aqueles eram os olhos de alguém que havia espancado pessoas inúmeras vezes e talvez feito coisas ainda piores.
— Um desgraçado que sabe tanto.
O homem ergueu a mão novamente. Dojin observou a palma se aproximar e, por um breve momento, se perguntou se não deveria simplesmente revidar, já que estava demitido de qualquer forma.
Plaft!
— Onde diabos você pensa que vai, botando a culpa nos outros, seu pedaço de merda? O quê? Não é culpa sua, é nossa, então?
Tec, tec, os sons ecoavam um após o outro. Seu crânio zumbia, e sua cabeça latejava como se o cérebro estivesse rolando lá dentro. Mais do que dor, a sensação em sua pele desaparecia. Sua visão se tornava branca e o gosto azedo da raiva enchia sua boca.
Quanto mais ele apanhava, mais frio seu coração ficava. Justo quando os punhos de Dojin começavam a fechar com força, um grito, como um berro, ressoou.
— Pare com isso! Eu disse: “pare”!
Yoon-young gritou enquanto corria até eles. Seu rosto estava pálido, como se a cena instintiva e brutal tivesse assustado o rapaz.
𑣲⋆ Continua…
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✦ Tradução, revisão e Raws: Belladonna&Flower
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¹Oppa: significa “irmão mais velho” e é usada por mulheres para chamar homens mais velhos com quem têm proximidade, como o próprio irmão, amigos, colegas ou namorados.
²Yakgwa: tradicional biscoito de mel
³Salgadinho de arroz estufado: é um lanche leve e crocante feito a partir de grãos de arroz submetidos a alta pressão e calor, fazendo eles se expandirem e se compactarem no formato de um disco. Muito usado em dietas por ser leve e com poucos ingredientes.
Aviso: Todos os fatos, personagens e situações retratados nesta obra são inteiramente fictícios. Não contendo nenhuma relação com fatos reais.
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