06ª Parte
— Mesmo estando sem camisa, ele parecia tão sólido quanto se estivesse usando armadura. A queimadura em seu ombro havia melhorado o suficiente para não precisar mais de gaze. O toque de Beomjin era áspero enquanto ele tirava os pequenos esparadrapos colados sobre a tatuagem escura. Seojae, que tinha estado observando em silêncio, pegou os esparadrapos que estavam sendo jogados no chão e os colocou na gaveta.
— Posso tirar?
— Sim.
Beomjin arrancou a gaze também e estava prestes a jogá-la no chão. Me dá, Seojae disse, pegando a gaze e colocando em cima dos pedaços de esparadrapo. Foi porque não havia lixeira no quarto. Beomjin tendia a não ter consciência de que as coisas precisavam ser jogadas em algum lugar. Como deixar só sujaria mais o ambiente, Seojae frequentemente intervinha para limpar o lixo ao redor de Beomjin. Esse hábito saiu sem ele perceber, e Seojae também fez uma expressão sem graça.
Beomjin também tirou o curativo das costas.
— Acho que você não deveria tirar esse…
— Ei, hyung-nim. Tudo bem.
Sua expressão se contraiu, sentindo como se a dor estivesse sendo transmitida a ele em vez de ele estar preocupado com Beomjin. A marca, como se tivesse sido esfaqueado com uma faca, ainda estava lá.
— Estou tão grato que você está até se preocupando comigo.
—…
— Só tire sua roupa.
Beomjin parecia uma pessoa negativa às vezes, e em outras, parecia uma pessoa positiva em relação a tudo. Havia muitas vezes como esta em que ele interpretava tudo da maneira que queria ouvir, fazendo Seojae pensar que Beomjin provavelmente nunca teria que lidar com exaustão emocional na vida. Com a ordem de Beomjin para tirar a roupa, Seojae, que estava mexendo no suéter de tricô que vestia, levantou a gola como se não tivesse hesitado quando Beomjin se virou. Ele puxou a cabeça para fora, e a camiseta branca de manga curta que ele usava por baixo saiu junto.
Como Beomjin gostava mais quando ele hesitava ou achava difícil, Seojae sentiu que se fosse fazer de qualquer jeito, mais valia terminar logo.
No entanto, a mão que tocou suas calças se moveu lentamente, e o pensamento de que seus mamilos, que vinham em seu olhar para baixo, eram vergonhosos encheu sua mente. Beomjin os tinha tocado tanto que eles frequentemente saltavam ao menor estímulo. Mesmo agora, talvez porque tivessem roçado em suas roupas, eles já estavam protuberantes em forma redonda. A parte superior do corpo de Seojae se encolheu conscientemente.
Incapaz de se forçar a abaixar as calças, Seojae sentou-se na cama e olhou para Beomjin. Beomjin já tinha tirado tanto as calças quanto a cueca, revelando seu pau meio ereto. Ele estava olhando para Seojae com as sobrancelhas erguidas.
— Devagar, tão devagar…
— O zíper… é separado…
— Você acha que eu não tenho um zíper…
Seojae não queria responder a Beomjin, que estava falando com um sorriso. No officetel, se Beomjin dizia que queria fazer, eles faziam. Mesmo no hospital, ele tinha deixado Beomjin tocá-lo, e no final, eles tinham até feito sexo. Naquela época, Beomjin tinha sido muito cuidadoso, preocupado que seus irmãos mais novos do lado de fora da porta pudessem ouvir a voz de Seojae. Mesmo enquanto ficava com raiva, ele ouvia os pedidos de Seojae e controlava seu ritmo.
— Uau, nesse ritmo, vamos fazer amanhã.
Ele não sabia por que estava hesitando sem motivo.
Não era a primeira nem a segunda vez.
Com esse pensamento, ele colocou a mão na fivela das calças, mas gotas de suor estavam até se formando em sua testa.
O pau de Beomjin estava levantando a cabeça cada vez mais alto.
Beomjin, que tinha estado observando Seojae de frente, coçou a sobrancelha e caminhou até ele.
— O que você está fazendo.
Beomjin olhou para Seojae e começou a esfregar o próprio pau com a mão. Seojae, que estava segurando as calças com a cabeça baixa, devia parecer um acompanhamento saboroso. Enquanto Beomjin avançava sem hesitar e esfregava o pau, Seojae franziu a testa e recuou. Seojae também sentiu o olhar de Beomjin pousar em seus mamilos vermelhos e inchados.
— Parece que seus peitos incharam porque eu os toquei.
—…Ah…
Beomjin não podia esperar um segundo a mais e beliscou o mamilo já exposto de Seojae com os dedos. Devido à estimulação constante, eles geralmente estavam vermelhos, e as aréolas também estavam tensas e levantadas. Sentindo uma sensação estranha naquele momento, Seojae apertou os olhos e agarrou o braço de Beomjin.
— Não. Deixa eu tirar minha roupa primeiro…
— Quanto tempo você espera que eu aguente?
—…
Na verdade, não havia nada para preparar. Seojae sabia disso bem, então não alimentava nenhuma expectativa de que Beomjin esperaria só porque ele não tinha tirado as calças. O toque de Beomjin, enquanto ele chegava bem perto e agarrava ambos os mamilos, torcendo-os, tinha uma qualidade persistente. No final, a cabeça de Seojae, enquanto ele curvava a parte superior do corpo bem para a frente, tocou o pau totalmente ereto de Beomjin. Assustado, ele levantou a cabeça, e novamente seus mamilos foram pegos na mão de Beomjin.
Quando seus mamilos eram apertados como se estivessem sendo pressionados para baixo, doía, e também parecia estranho. Beomjin olhou para o rosto de Seojae, ruborizado de calor, e repetiu a ação várias vezes. Os mamilos, que estavam protuberantes desde o início, se ergueram com a estimulação, sem conhecer limites. Beomjin, com uma expressão satisfeita com os mamilos eriçados, agarrou o braço de Seojae com uma mão.
— Eu tenho que fazer esse serviço todo sozinho?
— Ser, quem… pediu… pediu para… você…
Beomjin guiou a mão de Seojae para seu pau. Algo como uma grande vara de fogo irregular tocou as pontas dos dedos de Seojae. Seojae manteve a cabeça virada para o lado e apenas ficou parado, segurando o que Beomjin colocou em sua mão. Ainda não estava totalmente ereto, então não parecia tão grotesco. Com o pau segurado frouxamente, Beomjin fez cócegas nos mamilos de Seojae como se os torcesse. Ele também os raspou com as pontas dos dedos e deu um puxão suave. Cada vez que fazia, a expressão de Seojae mudava.
— Você é tão barato.
—…
— Se excitando sozinho.
Quem disse que estou me excitando… Mesmo pensando isso, Seojae sentiu sua boca secar. A sensação peculiar e de cócegas parecia queimar sua garganta. Doía quando era apertado de repente com força, mas agora até um aperto forte trazia primeiro a sensação estranha. Quando sua aréola era raspada com a ponta de um dedo, seu lábio inferior era mordido automaticamente.
— Com essa cara… é possível sentir tanto assim só com seus peitos.
Beomjin levantou o queixo de Seojae, fazendo-o olhar para cima. A expressão de Seojae, enquanto ele abria lentamente os olhos, mudava a cada segundo. Beomjin estava deliberadamente alternando a pressão na mão que tocava seu mamilo. Como se quisesse ver com mais detalhes o rosto de Seojae, que agora estava abertamente mordendo o lábio inferior, Beomjin até abaixou a cabeça para observar a mudança.
— Tire-os agora, já.
Ficou desconfortável olhar mais para Beomjin, que estava falando tão perto. Seojae assentiu e, removendo a mão que tocava o pau de Beomjin, tentou tirar as calças primeiro. Ele podia ver o pau ereto levantando seu ângulo cada vez mais. Não seria estranho se explodisse, incapaz de conter sua própria força. Tendo empurrado as calças até os pés, Seojae alcançou sua cueca. De todas as coisas, os lençóis eram cinza, então parecia que manchariam rapidamente mesmo se ele sentasse por um momento. Seojae, com um rosto preocupado, piscou algumas vezes, e sua mão tocou a pele nua dentro da cueca. Enquanto puxava o elástico para baixo, seu rosto se contraiu em uma careta profunda por causa da lubrificação que se esticava em um longo fio.
Foi por isso que você não as tirou, Beomjin perguntou, e as palavras o fizeram se sentir mal.
O lençol logo ficou encharcado como se ele tivesse feito xixi nele. Foi porque sua fenda naturalmente ficou molhada, como ele antecipara que eles fariam sexo desde o momento em que entrou no quarto. Ele sentiu que ficou conscientemente molhado enquanto seus mamilos estavam sendo beliscados e enquanto olhava para o corpo nu de Beomjin. Seojae, com a expressão endurecida, subiu na cama completamente nu. Beomjin também seguiu a bunda de Seojae até a cama.
— Ah!
A mão de Beomjin instantaneamente alcançou entre as nádegas de Seojae enquanto ele engatinhava. Sem lhe dar tempo para pensar, ele passou a mão ao redor do buraco e até realizou uma leve inserção. Beomjin frequentemente verificava se ele podia entrar imediatamente assim. Totalmente assustado, Seojae se virou e de repente estava de frente para o teto. Beomjin não puxou a mão, independentemente de a posição de Seojae ter mudado ou não. Ele se aproximou e levantou uma nádega para o lado.
— Vamos levantar um pouco sua bunda, hyung-nim…
Slap, slap, com a ação de Beomjin de dar tapinhas leves em sua bunda, a testa de Seojae instantaneamente se franziu. Imediatamente depois, dois dedos entraram, e seu abdômen liso tremeu. O próprio pau mole de Seojae também começou lentamente a reagir. Quando Beomjin pressionava e cutucava um ponto que ele mesmo não conhecia, seu pau levantava a cabeça assim. Seojae, agarrando o braço de Beomjin, soltou um som dolorido com os dedos que continuavam entrando por trás. Ele tinha vergonha de seu pau ficar duro com a estimulação por trás. Ele tinha pouco pelo corporal e sua pele era pálida, então em vez de parecer ereto, parecia avermelhado e inchado. Seojae fez um esforço para virar a cabeça. O calor estava subindo lentamente em seu pescoço e peito também.
— Olhe nos meus olhos… olhe nos meus olhos.
—…
Quando ele tinha batido no jovem e avisado, Seojae só sentiu medo, mas as palavras de Beomjin, dizendo para ele fazer contato visual enquanto segurava suavemente seu pescoço, pareciam estranhas. Porque Beomjin estava abraçando a parte superior do corpo, ele estava em uma posição onde era segurado sem jeito com as pernas bem abertas. Se ele olhasse para cima, parecia que os lábios de Beomjin tocariam os seus imediatamente.
Observando o pau de Seojae, que parecia bonito comparado ao seu, Beomjin continuou a empurrar dois dedos no buraco. Quando ele pressionava o nódulo localizado na metade da parede interna, seu pau ficava duro assim. Beomjin, não se esquecendo de inseri-los até o fundo para alargar o caminho, levantou o rosto de Seojae. Ele podia ver que o rosto levantado de baixo dele estava ruborizado de calor. Beomjin imediatamente trouxe sua própria boca para os lábios entreabertos e estendeu a língua profundamente para dentro.
— Devo te foder?
Beomjin, que puxou os lábios para trás, falou devagar enquanto olhava para Seojae, cuja cabeça estava inclinada para trás.
Seojae não conseguia nem responder a essas palavras e rapidamente se encolheu. Foi porque Beomjin relaxou os braços para criar uma distância mínima. Enquanto ele ofegava, Beomjin se aproximou e apresentou seu pau balançando bem na frente dos olhos de Seojae. Então, Beomjin sentou-se e abriu bem as pernas, levantando o queixo de Seojae e gesticulando para ele se aproximar. Vendo o pau escuro totalmente ereto, Seojae também se aproximou lentamente e abriu a boca.
— Ueup…
A cabeça separou a boca pequena e entrou lentamente. A mão de Beomjin também pousou lentamente na parte de trás da cabeça de Seojae. Devagar… O toque gentil de Beomjin assim fez Seojae lacrimejar sem motivo. Ele não sabia por que estava chorando, nem conseguia descobrir que emoção estava sentindo. Seria uma reação reflexa? Talvez porque Beomjin tivesse um histórico de espetar tanto o fundo de sua garganta, as lágrimas vinham automaticamente. Ele podia sentir um pulso forte do pau que enchia sua boca. Enquanto ele levantava a cabeça, Seojae também tensionava as veias do pescoço. Tentar chupar o pau deitado de bruços, só se mover era uma provação. Não muito depois, Seojae, que tinha estado balançando a cabeça vigorosamente, levantou os olhos e olhou para Beomjin.
— O quê.
Beomjin perguntou, aproximando o rosto.
—…Eu não consigo… me mover bem… não consigo fazer isso…
— Depois de me dar só esse pouco?
Seus olhos naturalmente se desviaram ao ver o pau de Beomjin, brilhando com sua própria saliva.
—…
Apenas por precaução, Seojae levantou uma mão e limpou a boca. Ele não tinha notado, mas saliva estava escorrendo. Por um momento, sentindo-se envergonhado, ele tentou se levantar, mas então, Beomjin empurrou o corpo de Seojae de volta, deitando-o. A força com que ele puxou seus quadris e cintura era tão forte. O corpo de Seojae, que tentava se sentar, foi pressionado novamente contra o lençol. Suas pernas logo foram abertas em forma de M. Beomjin sabia melhor que fazer isso tornava o buraco afrouxado claramente visível. O buraco de Seojae gradualmente se alargou novamente, assumindo uma forma como lábios franzidos. Cada vez que o buraco se contraía, um fio fino de fluido transparente escorria.
Seojae, que tinha estado olhando para outro lugar, franziu a testa por um momento. Foi porque Beomjin, que tinha estado esfregando suavemente seu períneo e seu buraco com a ponta da glande, se inseriu imediatamente. Ahh… hck, um som dolorido saiu por si só. Eles tinham feito sexo uma vez no hospital, mas esta era a primeira vez desde que ele foi internado e recebeu alta. Só recebê-lo já era avassalador. As rugas completamente desdobradas eram sugadas junto com o pau de Beomjin cada vez que ele o empurrava para dentro. Não havia mais espaço, então a lubrificação não podia mais escorrer.
—…Ah, ah… dói…
—…Eu já te soltei, do que você está falando.
—…De repente… você só.
Beomjin moveu-se lentamente e inclinou a parte superior do corpo para baixo. Seojae não conseguia esconder sua perplexidade com o rosto de Beomjin se aproximando. Foi porque nunca houve um momento em que ele se inserisse tão lentamente enquanto aproximava o rosto.
Mal se movendo para dentro ou para fora, Beomjin só aproximou o rosto.
— Você está um pouco apertado.
—…Ah…
— Ainda dói?
—…Sim… ngh…
— Estique a língua.
A língua que foi esticada ligeiramente, Beomjin a chupou, fazendo sons altos de sucção.
A posição era desconfortável com a parte superior do corpo de Beomjin pressionando contra ele. Seojae inconscientemente abriu mais as pernas. Ele estava preso de cima e de baixo, incapaz de puxar de volta a língua que tinha dado a Beomjin.
Beomjin chupou sua língua por um bom tempo antes de puxar a boca e olhar para Seojae. Hoje, suas bochechas estavam particularmente coradas em um tom redondo e rosado. Sua testa também estava avermelhada pelo calor, e suas orelhas também estavam vermelhas. Beomjin, que sorriu, moveu os quadris e raspou as paredes internas sensíveis de Seojae em um movimento.
— Ah, hck!
A esse ponto, parecia que seu corpo estava devidamente relaxado. Seojae, que tinha esticado a língua como se em protesto, estava no entanto liberando lubrificação sutilmente de dentro. Beomjin, que sentiu aquela sensação com a ponta do pau, mirou apenas nos pontos profundos e penetrou.
Ah, Seojae disse, torcendo os quadris. Seu abdômen inferior doía com o pau de Beomjin separando suas paredes internas inchadas. Beomjin puxou os quadris para trás e então, thud, ele penetrava fundo de uma só vez, repetindo o movimento. Cada vez, o estômago de Seojae saltava, e agora ele se levantava até mesmo com uma leve inserção. Toda vez que o pau separava as paredes internas e entrava, cada única crista se abria, e até a entrada do útero, localizada mais fundo dentro de seu estômago, estava sendo negligentemente afrouxada.
Ele estava balançando a cabeça e até derramando lágrimas, mas podia sentir suas paredes internas ficando eretas e sensíveis.
Beomjin, que estava olhando para o rosto de Seojae de cima, levantou suas pernas bem abertas para cima.
Enquanto agarrava ambos os tornozelos e os abria, Seojae estendeu a mão, dizendo para ele não fazer. Beomjin olhou para ele, então empurrou seu pau meio inserido todo para dentro, puxou-o até a glânde, e então o enfiou fundo de uma só vez. Seojae se debateu, levantando o estômago para cima. Thud, thud, enquanto ele era penetrado continuamente, ele parecia não estar nem consciente de como suas pernas estavam abertas. Beomjin continuou usando os quadris enquanto segurava seus tornozelos para cima.
— Agh, pare, heuk, hck!
— Porra, tem muitas coisas que você quer que eu pare…
Penetrando com força nas pausas entre cada palavra, a voz de Beomjin não chegava claramente aos ouvidos de Seojae.
Depois de penetrar na posição missionária por um tempo, Beomjin diminuiu a velocidade, puxou o pau para fora e se jogou para deitar ao lado de Seojae.
—…Se acabou…
Seojae falou como se estivesse sem fôlego, mas tateou ao lado dele, procurando sua cueca primeiro.
— Do que você está falando.
Enquanto dizia isso, Beomjin virou Seojae de lado. Beomjin pressionou seu próprio corpo contra a bunda virada de lado. Então ele levantou uma das pernas de Seojae bem alto. Beomjin, apoiando a coxa de Seojae com sua própria perna, reinseriu o pau no buraco afrouxado.
— Ah… assim, eu não, ah!
Com uma perna enganchada na perna de Beomjin, o corpo de Seojae tremeu com o pau que penetrava por trás. Porque ele estava deitado de lado, parecia que o pau estava tocando um lugar estranho. Seojae fez um som de choro com uma perna levantada. Ele sentiu vergonha, estranho, e de qualquer forma, era uma sensação que ele não conseguia colocar em palavras.
A velocidade de penetração não era muito rápida. Beomjin, que estava puxando lentamente para fora e empurrando para dentro, sentindo completamente a forma das paredes internas, levantou o rosto e olhou fixamente para a bochecha vermelha de Seojae.
— Estou fazendo algo legal para você e ainda assim, porra….
— Ahh, heuk…! Agora, pare…
— Originalmente, você sabe, quando você faz assim…
— Ah, ahh, heueu, ahh!
— Quando você está grávida, e sua barriga está estufada, você pode só penetrar assim também então…
O pau que tinha estado penetrando bagunçadamente em Seojae ganhou ainda mais força com essas palavras e cavou mais fundo.
Beomjin começou a agarrar e torcer até mesmo o mamilo que tinha estado ereto o tempo todo. Nesta posição, ele podia fazer qualquer coisa com facilidade. Seojae, que tinha estado rangendo os dentes e segurando os sons, finalmente tinha chegado ao seu limite. O pau, que tinha entrado completamente entre suas nádegas, varreu e esfregou repetidamente cada parte das paredes internas de Seojae, áreas que ninguém nunca tinha tocado. Ahhck, como se engasgasse, a cabeça de Seojae disparou para a frente, e um grito escapou de sua boca.
Um sêmen aquoso também estava escorrendo do pau avermelhado de Seojae. Foi a primeira vez que ele reagiu assim, e mesmo chorando, Seojae não sabia como fazer parar. Quando Beomjin penetrava em um certo ponto, vazava um pouco como se tivesse esperando, e quando ele esfregava continuamente a área sensível de suas paredes internas, escorria, fazendo-o se sentir tão miserável que poderia morrer. Ele nunca tinha sido exposto impotentemente ao prazer em toda a sua vida. Seojae começou a cobrir o rosto e chorar. Na ponta do seu pau, sêmen claro estava se formando e pingando novamente.
— Realmente para… heuu….
— Por quê… você está envergonhado.
—…Heuk, hck.
— Algo tão bonito está fazendo coisas bonitas também.
Beomjin tirou a mão do rosto de Seojae e beijou sua bochecha. Não foi um beijo gentil, mas um beijo áspero, cheio de força. A bochecha manchada de lágrimas foi pressionada com força e depois solta. Todo o tempo, o rosto de Seojae ficava lacrimoso novamente com o pau de Beomjin que continuava entrando nele.
— Euk, heuu….
— O que fizemos para você estar suando…
Fios de cabelo encharcados de suor estavam grudados no rosto de Seojae. Beomjin afastou o cabelo como se o esfregasse com os dedos e então, hoo, soprou um sopro de ar.
O corpo de Seojae, com os olhos franzindo com a brisa, continuou a balançar suavemente. O som úmido também não parava.
Seojae lentamente abria e fechava os olhos, chorando. Só depois que ele seguiu Beomjin, que tinha tomado a posição missionária novamente, e se deitou reto, sua visão turva se clareou. Beomjin se inseriu em um ritmo moderado enquanto examinava meticulosamente o rosto de Seojae. Chegando ao fim, ele mais uma vez levantou as pernas de Seojae bem alto e começou a mover os quadris, atirando seu gozo bem fundo. Seojae, que foi empurrado todo o caminho de volta até o momento da ejaculação, sentou-se com o cabelo parecendo um ninho de pássaro.
Beomjin observou o tempo todo enquanto ele fungava e penteava o cabelo das costas com a mão.
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Era uma casa boa demais para ele.
Seojae gostava da luz do sol que entrava pela janela longa de manhã, e também gostava de pisar no chão de madeira, fazendo um som. O primeiro andar era de mármore, mas o segundo andar era de madeira. Exceto quando comia, Seojae só brincava com a criança no segundo andar. Duas semanas se passaram, mas a criança também parecia achar brincar em casa divertido, e ainda não tinha mencionado querer ver seus amigos.
Ele veio morar em uma casa como essa por causa de Beomjin, mas também pensou que tudo seria perfeito se apenas Beomjin não estivesse lá.
Seojae, com os olhos abertos, estava perdido apenas nesses pensamentos.
Ele tinha o cobertor puxado até as bochechas, então sua visão estava tingida com a cor do cobertor. Mesmo que ele pudesse ver, tudo o que havia para ver era a tatuagem de Beomjin. Se suas costas estavam cheias de uma grande imagem, seu peito tinha muitas tatuagens pequenas. Mesmo que ele olhasse todos os dias, via uma tatuagem nova. Hoje, era um padrão de identidade desconhecida. Parecia uma cobra, e também letras, mas olhando de perto, era mais próximo de um design simples.
…
Já que Beomjin odiava quando ele se afastava, havia muitas manhãs em que ele ficava deitado assim, como uma pessoa sem nada para fazer.
Só depois de dez minutos Seojae olhou de soslaio para verificar o relógio. Era hora de Junhee acordar, então ele tinha que preparar o café da manhã. Cuidadosamente, e devagar, Seojae se levantou e verificou ao lado dele.
Porra, Beomjin disse, abrindo os olhos. Ele não era uma pessoa de sono leve, mas estranhamente, acordava facilmente em momentos assim.
—…Eu tenho que alimentar o bebê.
Ele e Beomjin podiam não comer, mas Junhee tinha que comer. Com esse pensamento, Seojae vinha tendo essa mesma luta toda vez. Oito ou nove horas. Desde que Junhee nasceu, seu corpo tinha se tornado como um despertador, seus olhos simplesmente se abrindo. Era o mesmo quando chegaram a esta casa.
— Isso…
Mesmo que ele deva ouvir isso todos os dias, Beomjin parecia descontente.
Ele eventualmente assentia, mas não se esquecia de chamar Seojae com um movimento dos dedos.
Seojae, que tinha estado olhando para Beomjin, hesitou por um momento.
Então ele deslocou seu centro de gravidade para trás e se deitou ao lado de Beomjin como um bloco de madeira.
Deitado ali, piscando e olhando para o teto, ele realmente se sentia como um bloco de madeira. Seojae frequentemente se sentia assim toda manhã, como se apenas seu corpo permanecesse. Sentindo que hoje não era diferente, ele passou o tempo lentamente olhando para o relógio ou fechando os olhos.
Ele se perguntava se a situação mudaria um pouco se a criança pelo menos chorasse, mas Junhee era do tipo que brincava bem sozinho mesmo depois de acordar. Na verdade, a melodia fraca que ele podia ouvir vinha do quarto de Junhee. Seu brinquedo favorito esses dias, o senhor que toca. Quando você batia na cabeça dele, ding ding, uma melodia tocava.
Hoje, Beomjin, que chegou de madrugada, estava particularmente sem expressão. Ele parecia ter sido encharcado de água, e entrou em casa exalando um cheiro frio de sangue. Houve muitas vezes em que ele parecia estar em más condições, mas ele nunca tinha voltado para casa com a expressão endurecida assim. Um humor pesado e sombrio podia ser detectado em seu rosto. Seojae tinha ficado acordado, lutando contra o sono, porque Beomjin tinha dito para ele esperar até de madrugada, mas ao ver o rosto de Beomjin, ele sentiu seu sono desaparecer completamente.
Seojae olhou de soslaio para o lado e observou o rosto que ainda parecia estar de mau humor.
—…
Por vários minutos, o tempo que parecia ter parado estava de alguma forma passando.
Beomjin não se agasalhava nem no inverno, e quando se sentia abafado lá fora, frequentemente arrancava a camisa. Ele tinha muito calor corporal, então tendia a suar muito. Pelo menos ele está de cueca hoje… Normalmente, ele não estaria usando nada. Se fossem só os dois, ele talvez não se importasse muito com o que Beomjin vestia. Mas como havia uma criança, era demais mostrar um corpo nu. Da perspectiva de Junhee, não era alguém que seria melhor ele não conhecer? Era o mesmo para ele, no entanto. Seojae sorriu amargamente.
Assim, mais trinta minutos.
Seus olhos e sobrancelhas gradualmente se aproximaram. Parecia que sua cintura ia dar cãibra, talvez porque a posição fosse desconfortável. Não importa quão baixo estivesse o humor de Beomjin, ele não se esquecera de fazer sexo. Mesmo naquela atmosfera sombria, ele tinha terminado de transar, então sua pelve estava latejando. Seojae, recordando a aparência de Beomjin como uma fera, fechou os olhos como se para chamar o sono. O quarto estava silencioso, exceto pelo som fraco vindo do quarto da criança.
Seojae, que cochilou por um momento, abriu os olhos.
Do lado de fora da porta, ele ouviu um som, euhng, euhng. Junhee, Junhee, a criança parecia estar andando pelo corredor, chamando seu próprio nome.
Seojae sentou-se e verificou o relógio, que marcava nove e meia.
Quando sentiu uma mão agarrar seu braço, ele se virou. Beomjin estava olhando para ele com o rosto franzido.
— São nove e meia.
—…Você vai voltar?
—…Hã…?…Sim.
Beomjin perguntou com uma voz muito mais composta do que antes. Ele tinha acabado de acordar? Seus olhos estavam fechados, mas seu rosto estava excessivamente sereno. “Você vai voltar.” Ele só falava em um tom de comando, então esse tipo de pergunta soava única. O significado subjacente não era diferente, mas soava um tanto unfamiliar ao ouvido. Sim, Seojae respondeu, também confuso sobre o que ele deveria estar voltando, e saiu do quarto.
— O Junhee dormiu bem?
— Sim…
A criança, que imediatamente estendeu os dois braços, parecia ter estado esperando do lado de fora o tempo todo. Eu só quero mantê-lo ao meu lado e criá-lo assim para sempre… Não sei quanto tempo me será permitido. Junhee também vai crescer um dia e viver sua própria vida. Seojae já estava se preocupando com coisas que nem tinham acontecido. Espero que ele só conheça pessoas boas, e que possa viver feliz. É melhor não se casar se for ser um pouco doloroso. Seojae planejava proteger Junhee se isso acontecesse. Até lá, eu serei algo… algo, certo? Eu realmente espero que sim.
— O que vamos comer?
Seojae ainda estava longe de ser um bom cozinheiro. Para a comida de uma criança, não havia muito problema, pois exigia quase nenhum tempero. Porque ele comia qualquer coisa deliciosamente. Junhee não reclamava da comida e tinha bons hábitos alimentares.
Seojae desceu para a cozinha e primeiro procurou purê de batata e ovos cozidos. Ele tinha o talento de estragar pratos com o menor toque, então pesquisava na internet e seguia as instruções exatamente. Quando a criança acabou de nascer, Changwoo era quem geralmente fazia mingau. Enquanto pensava, ele polvilhou sal, e uma grande quantidade caiu de uma só vez. Ah, Seojae disse, e retirou um pedaço de batata coberto de sal com uma colher.
Não adianta mais. Seojae acendeu o fogo na panela de sopa de algas. Ele também tirou da geladeira kimchi branco e bolinhos de peixe refogados, que Junhee comia bem. Os acompanhamentos e a sopa eram principalmente entregues. Uma vez por semana. Os acompanhamentos entregues toda segunda-feira eram numerosos em variedade e quantidade. Eram também deliciosos. Beomjin disse que sempre foi assim. Por alguma razão, Seojae se sentiu desanimado com essas palavras.
Foi porque ele sentiu que, se você pode pedir assim, deveria ter pedido e comido desde o início. Parecia mesquinho da parte de Beomjin pedir acompanhamentos e comê-los agora, depois de fazê-lo cozinhar como se para zombar dele por não conseguir. Claro, ele nunca tinha mostrado isso. Seojae pegou mais alguns acompanhamentos que a criança podia comer. Ele pegou panquecas de abobrinha amarela e espinafre refogado e até rasgou um pacote de algas do armário.
— Vamos comer?
O rosto da criança, piscando com uma colher pequena na mão, é tão bonito. Houve muitas vezes em que Seojae olhava fixamente para Junhee comendo. Se ele misturasse arroz na sopa, derramava um pouco, mas se esforçava ao máximo para comer direito.
— Está bom?
Quando ele pega um pouco de purê de batata com a colher e a alimenta, ela imediatamente balança a cabeça. Ela não pode ir para a creche novamente, mas ultimamente não reclama muito. Seojae, que limpou um pedaço de alga da boca dela com a mão, amassou o prato de batata colocado na sua frente com mais cuidado.
Cerca de dez minutos se passaram. Com o som de passos na escada, o rosto de Seojae se virou para o lado. Ainda não era hora dele estar acordado… Beomjin, que logo apareceu, estava de cueca preta. A tatuagem em seus ombros largos estava visivelmente distorcida pela queimadura. Já era irregular por causa de cicatrizes e feridas, mas agora sua forma podia ser adivinhada até de longe.
—…Você vai comer?
— Por quê… você não quer me dar nenhuma.
Por que você está arrumando briga logo de manhã… Seojae resmungou internamente e se levantou da cadeira. A maioria dos acompanhamentos colocados na mesa eram os que uma criança podia comer. Beomjin preferia acompanhamentos picantes e estimulantes. Quando ele cozinhava sozinho, não sabia quais eram os gostos de Beomjin. Você é muito lento para aprender a cozinhar, ele só dizia isso, mas ele comia aquelas comidas sem graça.
Na geladeira, a lula temperada favorita de Beomjin e a carne de porco picante refogada estavam arrumadas em recipientes. Seojae colocou apenas a carne de porco picante no micro-ondas e pressionou casualmente o botão de trinta segundos duas vezes. Da última vez, ele só fez por trinta segundos e a carne de porco picante ainda estava fria. Uau, porra, seria melhor se eu mesmo fizesse o aquecimento. Beomjin tinha dito isso e aqueceu por mais trinta segundos. Então você deveria fazer você mesmo… Seojae teve esse pensamento por um momento, mas manteve a boca fechada enquanto olhava para o ombro de Beomjin. Naquela época, sua pele estava descamando e a tatuagem havia desbotado.
—…
— E você, hyung-nim?
— Eu normalmente não como café da manhã…
— O que quer dizer com normalmente?
—…
— Sente-se na minha frente e coma.
Ele pronunciou as palavras como se as mastigasse, então a palavra “coma” não foi ouvida claramente. Seojae permaneceu de pé e limpou o rosto e as mãos de Junhee com uma toalha.
—…
Do micro-ondas, daeng, um som como um sino baixo soou. Seojae tirou o recipiente de carne de porco picante de dentro, apenas abriu a tampa e o colocou no meio da mesa. Um forte cheiro picante subiu.
Seojae rapidamente colocou arroz em uma tigela. Eu deveria pelo menos fingir que vou comer. Ele colocou uma tigela de arroz na frente de Beomjin, e a outra do lado oposto de onde Beomjin estava sentado.
— Não.
—…
— Fique vagando por aí.
—…
Dizer algo assim que ele se senta deve significar que algo está acontecendo. Ele diz coisas assim de vez em quando. Era muito assustador no início, mas agora ele sabe que está tudo bem desde que ele realmente fique em casa. Seojae, inclinando o corpo contra o encosto da cadeira, balançou a cabeça lentamente.
— Não saia para passear também. Eu vou trazer as encomendas.
— Certo.
—…Você responde rápido.
Seojae olhou para os olhos de Beomjin uma vez e depois virou a cabeça em direção a Junhee. Era fofo como ele batia meticulosamente a colher na tigela para sacudir a comida antes de comer. Mas ele ainda se sujava todo. Seojae estendeu a mão e limpou a sopa que tinha escorrido no queixo da criança.
Depois que terminaram de comer, ele colocou um filme de animação para Junhee. Quando a criança começa a assistir algo, ela se concentra a ponto de parecer que está sendo sugada pela tela. Mesmo agora, sua cabecinha pequena projetada para a frente era perceptível. Seojae, que estava sorrindo sem jeito, franziu a testa ao sentir seu braço sendo subitamente agarrado.
Venha aqui, Beomjin disse baixinho, e com a mão ainda segurando o braço de Seojae, ele abriu as pernas com tranquilidade. Thud, uma tigela leve caiu da mão que estava limpando o que Junhee tinha comido. Isso… ele disse, tentando fingir que não era nada, e Beomjin levantou as sobrancelhas o máximo que podia. Você não vai ouvir? Ele adicionou um comentário ameaçador. Sem escolha, Seojae subiu desajeitadamente na coxa de Beomjin e olhou para ele de uma posição desajeitada.
Beomjin deu um tapa na bunda de Seojae, fazendo um som de tapa. Então ele amassou a bunda com as duas mãos como se estivesse lidando com massa de argila.
— Você está aqui agora.
Assim que essas palavras terminaram, a bunda de Seojae foi novamente atingida com um tapa. Não doía, mas era de alguma forma embaraçoso. A boca de Seojae, com uma expressão perplexa, se abriu rapidamente. O braço que Beomjin tinha colocado à força em seu ombro também caiu em um instante.
— Não.
— Por quê, estou tocando o que é meu.
Seojae, com o rosto franzido, deixou seu olhar pousar em qualquer lugar no rosto de Beomjin.
Ele não tinha coragem de não olhar para ele de jeito nenhum.
—…
— Me ouça pelo menos uma vez.
Ele agora estava acostumado com Beomjin falando com uma entonação estranha. Com apenas um ligeiro movimento de Beomjin, as pernas de Seojae balançavam. Fique parado. A cabeça de Seojae, enquanto ele olhava para Beomjin de cima, se movia para cima e para baixo.
Tem algo errado?
Seojae, sentado nas pernas de Beomjin, não prestou atenção ao rosto de Beomjin que se iluminava. O rosto sem expressão de Beomjin que ele viu de madrugada. Era só o que vinha à mente. Mas já que ele disse para tomar cuidado, provavelmente ficaria tudo bem se ele tivesse cuidado de alguma forma. Assim como sempre foi. Viver com Beomjin o tinha acostumado a tudo isso. Para Beomjin, que abaixava a cabeça e depois a levantava como se dissesse para ele vir, Seojae aproximou o rosto. Sua bunda estava repetidamente se abrindo e se juntando. Enquanto suas bocas se encontravam, Beomjin amassava a bunda de Seojae ainda mais bruscamente. Ele estava empinando a bunda em cima de Beomjin, beijando-o. Três minutos, cinco minutos. Esse tipo de tempo passava casualmente.
—…O que você está olhando.
—…Lá fora.
— Perguntei o que você está olhando lá fora.
Ele percebe como um fantasma sempre que ele não está ao lado dele. Seojae, que estava vagando pela janela, se virou rapidamente ao som da voz de Beomjin. Beomjin, com o rosto contraído como se tivesse acabado de acordar, tinha os olhos fixos apenas em Seojae.
—…Eu só estava olhando.
— Por quê, parece bonito?
Era verdade que a paisagem, que parecia ter se aproximado muito do verão, o tinha feito pensar em querer ir a algum lugar para brincar com a criança.
— Sim.
— Há algum lugar onde você queira ir?
—…Não.
— Lá vai você de novo com palavras que não combinam…
Beomjin, que tinha estado agindo como se fosse bater nele, parou de falar abruptamente. Seojae olhou nos olhos de Beomjin e depois virou o corpo de volta para a janela. Ele queria continuar olhando para fora enquanto não fosse mandado vir. Era fascinante como as árvores atrás da casa tinham ficado verdes com a aproximação do verão. Quando ele chegou aqui no início da primavera, os galhos estavam secos.
A voz que se seguiu logo não foi dirigida a ele.
— Seis horas hoje… Faça como achar melhor… Sim.
Qualquer um podia dizer que ele estava sendo superficial. Os ouvidos de Seojae, enquanto ele olhava para fora, também se animaram. Vendo-o ao telefone logo depois de acordar, parecia ser um assunto urgente.
— Hyung-nim.
— Hmm?
Quando ele se virou, Beomjin fez um gesto com o queixo como se tivesse esperando. Um de seus olhos ainda estava contraído. Ele abaixou o queixo, dizendo para ele vir, e parecia que ia morrer de irritação. Ele não sabia por que ele estava assim, mas sabia que Beomjin ficava irritado quando ele não estava por perto. Seojae, que tinha meio fechado as cortinas, subiu na cama e se deitou ao lado de Beomjin.
— Você vai continuar saindo do meu lado?
—…Eu só estava ali.
Seojae, que tinha estado olhando para a janela, logo voltou os olhos para Beomjin.
— Quem mandou você ir até lá?
—…
Por causa de Beomjin que endureceu a voz de repente, Seojae se conteve de dizer mais. No início, ele não queria abrir a boca e tinha medo, mas ultimamente, ele pelo menos dizia coisas como ‘eu não gosto disso’ ou ‘eu gosto’. Enquanto ele se deitava ao lado de Beomjin, Beomjin agarrou o ombro de Seojae com força e o puxou para seu abraço. Seojae fez uma careta como se seu ombro, apertado na mão grande, doesse. No final, ele afastou o ombro, que estava ficando branco de força, e Seojae segurou aquele osso do ombro com sua própria mão.
— Dói… Meu ombro…
— E daí se dói. Isso significa que eu não deveria fazer…
Seojae não respondeu. E ainda assim, Beomjin não agarrou seu ombro novamente. Ele sabia que se dissesse que doía, Beomjin daria um passo atrás, como fizera no passado. Será que ele era surpreendentemente capaz de mostrar magnanimidade em relação à dor dos outros? Seojae queria dizer às pessoas ao redor de Beomjin, especialmente aos jovens, para fingirem estar com dor. Ele tinha visto recentemente ele batendo em outro homem no pequeno jardim em frente à casa. O homem tinha errado o endereço e estava circulando a área, e parecia que estava sendo repreendido por isso. Enquanto era atingido por Beomjin, ele não fingia nenhuma dor. Ocasionalmente, palavras como ‘Eu errei’, ‘Me desculpe’, chegavam a Seojae. Seojae, preocupado que o homem pudesse morrer, entrava no quarto com Junhee e depois voltava rapidamente para verificar.
Apenas diga que dói. Se você disser que dói, ele vai aliviar um pouco.
Ele pensou em dizer isso se visse o rosto dele novamente.
— No que você está pensando.
Beomjin perguntou, batendo a testa na de Seojae. Por um momento, eletricidade estática passou entre eles, e as pálpebras de Seojae tremeram muito.
— Não estou pensando em, nada.
— Eu posso ver tudo o que você está pensando.
Thump novamente. A testa de Beomjin estava mais quente. Seojae levantou os olhos para a testa de Beomjin que tocava a sua. Ele está com febre?
— Por quê.
—…Sua testa está quente.
— Quão quente.
Beomjin bate a testa novamente, thump… mas desta vez ele não se afasta. As testas que se tocam transmitem uma temperatura corporal quente. O corpo inteiro de Beomjin era como uma fornalha. Não era uma fervura silenciosa também; onde quer que qualquer parte de seu corpo tocasse, um throb, throb, pulso era transmitido. Era o mesmo desta vez.
— Pare…
Naquela lacuna, Beomjin deslizou a mão para dentro do pijama de Seojae. Com seus dedos indelicados, ele esfregou o mamilo de Seojae, fingindo apenas roçar. Seojae puxou para trás a testa que se tocava e todo o seu corpo. Era um rosto claramente ruborizado, então Beomjin também olhou para aquele rosto e deixou escapar um sorriso sutil.
— O que eu devo parar.
—…
Beomjin disse isso e puxou a cintura de Seojae com força. Seus corpos ligeiramente separados foram pressionados novamente, como no início.
— Você está protestando, pedindo para eu fazer direito?
—…
Seojae olhou para Beomjin com força nos olhos. Ele queria evitar fazer sexo de manhã, pelo menos. Ele balançou a cabeça, mas Beomjin, como se tivesse esperado, deslizou a mão para dentro de seu pijama.
A mão que entrou novamente teimosamente tocava apenas seu mamilo. Mesmo com um toque descuidado de um dedo, o mamilo de Seojae inchava muito. Era óbvio sem olhar. A gola de suas roupas tremulava por causa do braço de Beomjin se movendo dentro do pijama. Seojae, que mordeu o lábio inferior com força e suportou a estimulação, abriu os olhos com a ordem de Beomjin, ‘Abra os olhos.’ Quando ele levantou a cabeça e olhou para Beomjin, um rosto indiferente apareceu primeiro. Seus olhos estavam cheios de uma energia lasciva. Você gosta, ele disse, atormentando seu mamilo, mas como poderia ser bom. Seojae, que apenas tremeu os olhos com a estimulação inevitável, não deu nenhuma resposta, com o rosto vermelho.
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— Um cachorrinho?
— Não, não vamos ver um cachorrinho…
Seojae balançou a cabeça enquanto trocava as roupas de Junhee. Beomjin, que tinha saído de manhã, apareceu às quatro da tarde. A primeira coisa que ele disse foi para se vestir porque iam comer fora. Seojae se sentiu confuso, pensando por que iam comer fora de repente. Foi porque ele ainda relutava em comer fora em qualquer lugar com Beomjin. Enquanto ele tirava hesitante as roupas de Junhee, ouviu-o ao telefone como se estivesse confirmando, e parecia que era um restaurante que ele já conhecia. Vendo-o dizer seis horas e tal, ele se perguntou se era o lugar para onde ele tinha ligado de manhã.
— Vamos comer, yum yum, lá fora.
— Um cachorrinho?
— Não…
Um sorriso se espalhou pelo rosto de Seojae. Ele sabia que cachorrinho Junhee estava falando. Era um Golden Retriever, e talvez porque fosse criado pela construtora, apenas o cachorro vagava pelo quintal da casa ao lado, que estava desocupada. Devem ser cães gentis, porque quando Junhee ia até o fim da cerca e chamava “Cachorrinho, cachorrinho”, os cães vinham todos juntos, abanando o rabo e olhando para Junhee.
— Se o Junhee quiser ver os cachorrinhos, devemos dar uma olhada rápida no caminho?
— Sim.
Depois de concordar com um aceno, Seojae vestiu Junhee com uma camisa leve de manga curta e shorts. Ultimamente, Beomjin tinha dito para ele não sair de casa, então ele estava extremamente relutante em sair. Ele mesmo estava bem, mas o quanto não deve ser abafado para a criança que não sabe de nada. Ele sentiu pena de Junhee, que começou a falar sobre o cachorrinho assim que se vestiu. Seojae aplicou meticulosamente creme de bebê, que ele tinha separado, no rosto de Junhee.
— Você vai sair vestido assim?
— Uh…
—…Você quer morrer?
— O quê?
— Troque de roupa de novo.
— Por quê.
— Você está louco, cheirando assim.
O movimento de Seojae, que tinha negócios na cozinha do primeiro andar, parou no meio da escada. Os olhos de Beomjin, que estava parado na frente da entrada, rapidamente se tornaram ferozes. Ele examinou sua própria roupa de cima a baixo, e quando chegou bem perto e até o cheirou, seu rosto se contorceu ainda mais. Seojae também examinou sua própria aparência sob o olhar de Beomjin. Beomjin às vezes falava sobre o cheiro único dos ômegas de uma forma que sugeria que era desagradável. Não em casa, mas quando saem, ele diz que o cheiro é mais forte ou algo assim. Era verdade que o cheiro era menos perceptível se ele estivesse agasalhado, mas não parecia que uma camiseta preta grande e shorts de algodão que apenas revelavam levemente seus joelhos tornariam o cheiro mais forte. Qual é o problema, ele se perguntou, mas com o rosto sombrio de Beomjin, Seojae apenas se virou e foi para o quarto do segundo andar.
De trás, a voz de Beomjin, dizendo para ele vestir aquelas calças, ecoava. A expressão de Seojae ficou emburrada enquanto ele subia as escadas pisando forte.
Entrando no quarto principal, Seojae primeiro pegou a calça de moletom que ele tinha colocado no compartimento superior do armário. Ele tinha usado essas calças com frequência no início da primavera, então pensou que poderia estar um pouco quente para usar em um dia abafado como hoje. Fazendo tanto alarde por causa de calças compridas… Lembrando das palavras de Beomjin, Seojae colocou o braço no nariz, só por precaução. Havia um cheiro doce, mas não era num grau problemático. Se ele odiava tanto, ele podia deixá-lo tomar o remédio em vez de fazer sexo. Seojae trocou de roupa, pensando que esse nível de feromônios era toda culpa de Beomjin.
Pouco depois, havia uma pessoa de aparência estranha no espelho.
A camiseta preta que ele estava usando estava espalhada no chão. Beomjin tinha entrado de repente e pessoalmente lhe entregado uma camiseta, dizendo para ele vestir esta. Era uma camiseta de algodão lisa que ficava larga em Beomjin, então era enormemente folgada em seu próprio corpo. O comprimento também era longo, fazendo-o parecer um tolo quando a vestia. Seojae, olhando para seu reflexo na frente do espelho, dobrou as mangas um pouco. Pelo menos a cor era branca, então parecia menos abafada.
— Você vestiu?
—…
— Está perfeito.
Como se ele tivesse que verificar, Beomjin abriu a porta e olhou para dentro. Seojae, que fez contato visual com Beomjin através do espelho, virou ligeiramente o corpo para o lado. Beomjin, que parecia satisfeito e só dizia coisas como ‘Isso é bom’, ‘Legal’, caminhou em direção a Seojae e colocou o braço em volta de seus ombros. Então ele abaixou a cabeça, beijou Seojae, afastou-se e perguntou se ele tinha algum problema com isso.
Mesmo depois de perguntar, se parecia que Seojae estava prestes a reagir, ele pressionava os lábios contra os dele novamente.
— Ah, eup.
— Se tiver, me diga.
Esqueça falar, mesmo que ele abrisse a boca um pouco, os lábios de Beomjin estariam lá. Cada vez que ele era submetido a um beijo profundo indesejado, partes do rosto de Seojae se contraíam. Mesmo quando ele dizia a curta palavra ‘Pare’, sua boca era bloqueada. Durante todo o tempo em que ele se arrastava em direção à porta, Seojae não conseguia nem respirar direito por causa dos lábios de Beomjin. Ele não sabia quantas vezes seus lábios tinham se tocado e se separado.
O lugar onde chegaram depois de dirigir por mais de uma hora era um restaurante de carne de proporções enormes. Estava chegando perto da hora do jantar, mas como era início de verão, os dias eram longos. Estava claro como meio-dia, então as instalações ao redor eram visíveis de relance. Seojae, enquanto olhava pela janela, respondia a cada coisa que Junhee dizia de forma balbuciante.
— Junhee, sujo.
No lago artificial bem ao lado do estacionamento, carpas estavam nadando. Junhee, que apontou para o cardume de carpas assim que saiu do carro, foi para a frente do lago, sentou-se e plop no chão. Seus olhos, enquanto ele inclinava a cabeça para a frente e olhava para as carpas, estavam cheios de curiosidade.
— Vamos ficar de pé e olhar.
Seojae, limpando a sujeira branca dos shorts azuis, tossiu com a poeira de areia que voava. Não muito longe, uma construção estava em andamento para criar outro lago artificial.
Beomjin estava fumando um cigarro a cerca de cinco metros de Seojae e Junhee. Ele às vezes fumava no quarto principal, mas parecia que ele tentava não fumar quando estava com Junhee. Seojae, que o olhou de relance, levantou-se com Junhee e esperou por Beomjin.
— Vamos para casa juntos…
— Isso? O peixe?
— Vamos juntos.
— Não podemos… Os peixes moram aqui.
A inocência da criança em querer levar as carpas para casa o fez rir. Seojae apontou para as carpas e disse a Junhee mais uma vez que a casa dos peixes era ali. Quando ele levantou a cabeça, viu Beomjin balançando a cabeça, sinalizando para eles irem. Seojae, que levantou a criança absorta no lago em seus braços, seguiu na direção que Beomjin estava indo. A criança, mesmo em seus braços, continuava falando sobre os peixes, dizendo ‘Casa, casa.’
A área do churrasco onde chegaram logo estava completamente vazia. Era em forma de cúpula, e parecia que havia seções separadas para reservas e assentos gerais. A área para onde Beomjin caminhou devia ser a seção reservada. As outras áreas estavam cheias de pessoas, mas apenas o lugar onde Beomjin estava sentado estava vazio. Seojae também se sentou em frente a Beomjin com a criança. Não muito depois, uma pessoa que parecia ser o dono veio e curvou a cabeça para Beomjin. Vendo-o dizer que estava muito grato, será que ele era alguém que recebeu ajuda de Beomjin? Seojae, pensando vagamente, virou os olhos para Junhee. A criança ainda estava falando sobre os peixes, dizendo ‘Kkoo, kkoo.’ Seojae o corrigiu, dizendo que não era uma galinha, mas um peixe.
— A propósito, esta pessoa aqui é…
Como parecia que as duas pessoas estavam olhando para ele, Seojae virou a cabeça e olhou para eles alternadamente. Seojae, que viu o dono apontar uma mão em sua direção, falou primeiro.
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Continua….
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✦ Tradução, revisão e Raws: Faby& Othello