•.¸ ♫ Capítulo 11.9
11. Fine (Parte 9/13)
Surgiu a curiosidade de “o que aconteceria se eu tocasse aquilo?”. Então o pensamento seguinte foi o fato de que Baek Sihu estava amarrado. A realidade de que os pulsos deste homem soberbo e arrogante, que jamais o deixara tocar o peito, estavam imobilizados, fez brotar a audácia.
Yejun enfiou o corpo por completo entre as pernas dele. E então, antes que Baek Sihu dissesse qualquer coisa, baixou a cabeça. Assim que encostou os lábios sobre o mamilo, uma sensação arrepiante feito corrente elétrica dominou sua cabeça.
— Ugh?!
Sentindo a reação atrapalhada do outro, Yejun baixou os cílios longos e densos. A carne que tocava seus lábios era quente e macia.
Em meio ao êxtase, Yejun a provocou de leve. O fôlego que não conseguiu engolir pousou sobre a pele de Sihu. Um gemido de ponta trêmula arranhou os ouvidos de Yejun.
Ao perceber que o outro também estava do mesmo modo aquecido, a carícia foi ficando ainda mais intensa. Botando a língua para fora, lambeu de leve o mamilo. Ao acariciá-lo de leve, aquilo que era macio foi ficando aos poucos duro.
Yejun tornou a abrir a boca e engoliu junto com a aréola. A cada vez que lambia com a língua o mamilo que entrava em sua boca, Sihu torcia a cintura.
Era uma reação mais violenta do que ele esperava. Na cabeça de Yejun despontou um ponto de exclamação.
‘Não me diga.’
Para confirmar se sua suposição estava certa, sugou o peito com mais força. E, quando disfarçadamente apoiou o peso e o pressionou, Sihu soltou um “huhnf!” de gemido e ergueu os joelhos. Ao ter o baixo-ventre pressionado, parecia que tocara os vibradores que estavam dentro de seu corpo.
Yejun, sem poupá-lo, continuou chupando o mamilo e o soltou. O mamilo, que era de um rosa leve, sem que se notasse, estava avermelhado.
No instante em que viu a carne empertigada, um instinto violento despertou. Agarrando o peito com uma das mãos, tornou a encostar os lábios no mamilo. Assim que mastigou aquilo protuberante, Sihu inspirou fundo e empurrou a testa de Yejun.
— Para, com isso.
Ouvindo o som metálico das algemas, Yejun ergueu o olhar. Sem que se notasse, os lábios dele estavam reluzentes de saliva. Yejun, sem se dar conta, umedeceu o lábio inferior com a língua e examinou o rosto de Sihu.
Talvez desagradado com o olhar que o percorria minuciosamente, Sihu franziu o cenho. Mesmo diante da expressão afiada, Yejun não se intimidou. Era porque sabia o que a bochecha avermelhada, a boca contorcida e o olhar afrouxado significavam. Yejun, amassando o outro peito que ainda não chupara, ergueu os cantos da boca.
— Hyung, seu peito é sensível. Parece que é zona erógena.
— Você me mordeu de repente e ainda banca o soberano.
— Se não for agora, quando é que eu vou bancar o soberano? Enquanto você está amarrado tenho que fazer tudo que eu quero.
— O que você quer é isto?
— Sim.
Como que se exibindo, Yejun juntou o peito agradavelmente inchado de músculo e o amassou. A cada vez, pelo rosto bonito de Sihu passavam depressa várias luzes de emoção.
— Tocar seu peito, hyung. Você não deixava.
— Chupar peito de homem, o que tem de bom nisso.
— …Eu também posso usar essa palavra?
— Que palavra.
As pálpebras de Yejun piscaram depressa. Pouco depois, a voz que murmurava estava ainda mais baixa.
— …Peito, digo, teta.
Quando respondeu em silêncio, Sihu ergueu de viés os cantos da boca. Diante do estímulo contínuo de cima a baixo, a respiração era áspera, mas parecia que não a ponto de não conseguir esboçar o sorriso de personalidade ruim de sempre.
— Seu rosto ficou vermelho, bebê.
— Vou me esforçar pra me acostumar.
Yejun, que disse isso, antes que Sihu retrucasse algo, baixou a cabeça. Em seguida, o que fez foi chupar a ‘teta’ umedecida de saliva. Rolou com a língua o mamilo, cozido e vermelho de tanto sangue acumulado. E, quando o chupou emitindo um som molhado, o pescoço de Sihu se dobrou para trás.
A excitação do outro se contagiou feito veneno. Yejun, lançando um olhar ainda mais intenso, tocou o mamilo restante com o dedo. Era um movimento insistente, que ora arranhava com a unha, ora beliscava e puxava. Em meio ao calor quente feito fogo, Yejun mordiscou a região ao redor da aréola.
— Ugh…!
Uma marca de dente logo surgiu na pele frágil. Sihu ergueu as duas mãos amarradas pelas algemas. Os dedos, que fechavam e abriam o punho em direção ao teto, tremiam de leve.
— A intensidade de baixo, ao menos, dimi… nui…!
— Não quero.
Yejun, que respondeu com desenvoltura, logo montou sobre o peito de Sihu. O que pousou no vão do peito com um ‘túm’ foi o sexo de Yejun. O pau, com veias saltando ferozes, já estava reluzente.
— Aos poucos começo a achar que me deixei amarrar à toa.
— Tem um ditado que diz que, se não pode evitar, aproveite. Você também aproveita, hyung.
— É nessas horas, huf, que se usa esse ditado? A intensidade, ugh, diminui, eu disse.
Erguendo o queixo, Sihu fechou os olhos com força. A luz vermelha que transparecia nos olhos franzidos era artística.
O pensamento de que ninguém jamais vira aquele rosto de Baek Sihu golpeou o peito de Yejun. Um júbilo intenso a ponto de o sexo entre as pernas formigar subiu. Yejun, em vez de expressar em palavras a emoção que estourava feito uma fonte, moveu a região inferior.
Em meio ao som da carne molhada grudando e se descolando, Sihu baixou os olhos. O sexo apoiado no vão de seu peito se movia vagaroso. Quando a carne grossa raspava a pele repetidamente, por entre os lábios de Sihu escapou um som esvaziado.
— Ha.
A vibração que ele produzia ao rir se transmitiu pelo sexo de Yejun. Diante do estímulo arrepiante, todos os nervos se concentraram de golpe para baixo.
Yejun, ainda mais sensibilizado, passou a conseguir sentir também o pulso do coração que ressoava sob o corpo de Sihu. Até o som que batia depressa, bum, bum, era obsceno, e a respiração ficou áspera.
Yejun, depois de bagunçar o próprio cabelo com aspereza, prosseguiu o movimento. O vão do peito, agradavelmente definido, começou a se umedecer depressa. Diante do fato de que era o próprio líquido pré-seminal, a cabeça fervia borbulhante.
Zuu, zuc!
O sexo que esfregava o vão do peito foi mudando o ângulo aos poucos para o lado. Sihu, ainda com o rosto franzido, apenas remexia a cintura. Como se o peito fosse mesmo uma zona erógena, Yejun, mesmo movendo-se só um pouco, mostrava reações nítidas.
Yejun, examinando aquela expressão de Sihu, agarrou o mastro do próprio sexo com uma das mãos. E o que fez em seguida foi encostar a glânde sobre o mamilo protuberante.
O mamilo, mordido e chupado incontáveis vezes, mantinha uma cor de vermelho-vivo. Quando esfregou aquele lugar inchado, o corpo de Sihu se contorceu com força. Diante da reação de quem, para qualquer um, sentia intensamente, Yejun engoliu um riso.
Croc.
Quando pressionou com a glânde, o mamilo entrou levemente para dentro. Apreciando a rigidez da carne enterrada, Yejun baixou a mão. O movimento dos dedos que acariciavam o mamilo restante era parecido com o de quando tocava uma música suave.
Talvez impaciente, Sihu soltou um gemido dolorido. Foi só por um instante; franzindo o cenho, soltou uma palavra.
— Tarado.
Sihu, que dizia isso, é que estava com uma figura completamente tomada pelo calor. Os cabelos, sempre bem ajeitados, estavam todos desalinhados, e a testa branca abaixo deles também estava levemente tingida de vermelho.
— Só essa palavra eu não quero ouvir de você, hyung.
— Eu nunca esfreguei o pau na teta de ninguém.
— É mesmo? É bem gostoso, isto. Esfregar o pau na sua teta, hyung.
A língua, coberta de excitação, movia-se com suavidade. Quando jogou fora a figura de sempre, feito um garoto tímido, Sihu fez uma expressão de “ora vejam só”.
— Da próxima faça no meu peito também, hyung.
— …Isso me atrai.
— É por isso que eu não quero ouvir você me chamar de tarado.
— Ugh!
Quando deu um peteleco no mamilo com o polegar, um gemido chocado arranhou os ouvidos de Yejun. Ele, sentindo as vértebras do pescoço formigarem, agarrou o peito de Sihu com as duas mãos. Quando o juntou com força, o vão do peito ficou ainda mais profundo. Encaixando o pau nele, moveu o quadril.
Pac, paac, pac!
Quando o sexo emitia um som áspero de atrito e esmagava a pele, os lábios de Sihu foram se abrindo aos poucos. Era claro que ele abrira a boca sem se dar conta por causa do peso de quem estava montado sobre ele.
Os cantos dos olhos de Yejun, com os cílios longos baixados, se estreitaram. Ao ver a língua e o interior da boca vermelhos e úmidos, o cóccix formigava.
Surgiu o impulso de querer enfiar naquele interior o próprio pau até a raiz da ponta ali mesmo. O som de ‘cuherc, cac!’ de quem sufocaria era facilmente previsível.
Que os próprios pelos espetassem o nariz afilado dele, que o líquido não engolido escorresse pelos lábios, e também a força da garganta que apertaria o pau com força, tudo isso ele imaginou com naturalidade.
Yejun engoliu o palavrão que subira até a língua e amassou o peito que se enroscava no mastro. Sihu continuava a soltar o fôlego com aspereza. Os cantos dos olhos afrouxados languidamente e a boca que se contorcia sem parar indicavam que ele subia aos poucos ao clímax.
Diante daquela figura, ao mesmo tempo em que uma força se concentrou firme no queixo de Yejun, o sexo subiu do peito para o rosto. A glânde, umedecida, tocou os cantos dos olhos, que estavam sem forças. Sentindo a pele do outro, mais quente que de costume, Yejun franziu o rosto.
— Haa, khut.
Sêmen esbranquiçado escorreu pela pele. Yejun, a quem só aquilo não bastava, esfregou o sexo no rosto de Sihu, agarrando-o.
— Huhmpf, hup!
O som de quem sufocava foi de Sihu. Era porque o saco grande e grosso pressionava seu rosto. No instante em que percebeu que aquilo que espetava as bolas era o nariz afilado de Sihu, sobre as costas da mão de Yejun as veias saltaram nítidas.
— Haa, haa, ha…
O rescaldo que veio logo após a ejaculação enevoou sua cabeça. Junto com a vertigem, viu diante dos olhos um halo de luz turvo. Yejun, que fazia uma expressão lânguida feito alguém drogado, baixou o olhar como que enfeitiçado. Logo os cílios castanhos longos tremeram de leve.
A primeira coisa que entrou em seus olhos foi a própria região inferior. Sob o baixo-ventre firme que subia e descia, via-se os pelos completamente encharcados. Abaixo deles, o sexo exalava um cheiro adocicado de sêmen.
O aroma denso do corpo se misturou ao aroma dos feromônios e dominou o espaço inteiro. Diante do cheiro intenso a ponto de eriçar até os próprios nervos, Yejun parou a respiração por um instante. O rosto que olhava para baixo num átimo se ruborizou de vermelho.
Foi só por um instante que ele fez uma expressão aturdida, como se tivesse levado um golpe; Yejun recuou para o lado. E, mesmo nesse ínterim, as pupilas congestionadas fitavam apenas o mesmo lugar. O que capturou seu olhar foi Baek Sihu, que ainda soltava gemidos baixos.
— Ugh…
Sihu, que franzia o rosto erguendo o queixo, parecia ao mesmo tempo sentir prazer e sofrer. As pálpebras que se contorciam de leve, o nariz reto, a bochecha lisa estavam todos cobertos de sêmen.
Yejun descobriu os cabelos que balançavam toda vez que ele se remexia. Quando confirmou que até nos cabelos desalinhados havia gotas de sêmen, o coração se agitou numa velocidade intensa.
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(Continua na parte 10)
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✦ Tradução, revisão e Raws: Faby&Belladonna