•.¸ ♫ Capítulo 06.2
•.¸ ♫ Capítulo 6.2 Amabile
O irmão mais novo está namorando. Se fosse outra pessoa, não teria se importado nem um pouco. E, se fosse o irmão mais velho, certamente teria apenas acenado com a cabeça, dizendo que já esperava que um dia isso acontecesse.
Mas Baek Doyoung era diferente. O garoto que parecia completamente distante de namoro demonstrava afeto por aquela pessoa, até mesmo deixando transparecer timidez. O rosto claro e a voz trêmula. Era uma aparência totalmente diferente da Doyoung que Sinu conhecia até então.
— Ele é muito afetuoso. É bonito até quando sorri. Você diz que ele não parece ser assim? Esse é o charme dele.
Quando perguntou do que ele gostava, Sinu acabou ouvindo todas as informações que não queria saber. A história de que Doyoung, que vivia cheio de si, surpreendentemente havia gostado primeiro. E que essa pessoa era gentil, trabalhava bem, era madura, bonita, distinta, tratava bem a família dele e era atenciosa.
Ouvindo o irmão falar isso e aquilo sobre o namorado, Sinu até começou a se preocupar.
‘Esse moleque, será que está mesmo enxergando direito a pessoa com quem está saindo?’
A figura do irmão enlouquecido de amor parecia tão vulnerável quanto uma mariposa que se joga imprudentemente numa chama ardente. Pensou se ele não acabaria sendo apunhalado pelas costas por aquele namorado.
A suposição plausível trouxe ansiedade e fez suas vértebras do pescoço vibrarem, formigando. Sinu estalou a língua de leve e murmurou baixinho:
— Preciso poder confiar.
Na verdade, Sinu e Doyoung tinham uma relação de irmãos em que trocavam farpas com naturalidade, mais do que afeto. Comentários que deixariam os outros horrorizados, como “Por que você vive feito um arruaceiro?” ou “E você, por que é tão careta?”, eram ditos por ambos sem a menor mudança de expressão.
Mas isso não significava que odiasse seu único irmão mais novo. Pelo contrário, Doyoung era uma das poucas pessoas neste mundo por quem Sinu nutria afeição. Apenas não expressava esse sentimento com palavras carinhosas.
Dessa vez também, em vez de expressar sua preocupação em palavras, Sinu decidiu agir. Foi por isso que, sem mais nem menos, foi encontrar o homem que era namorado e secretário do irmão.
— Senhor Yoo Yeonwoo?
O tal Yoo Yeonwoo estava justamente prestes a atravessar o estacionamento. Sinu, que já o esperava, examinou o rosto do outro minuciosamente. De pé, a uma distância não muito longe, Yeonwoo tinha uma expressão de estranheza. Uma reação de quem não entendia por que o irmão mais velho de Baek Doyoung estava ali.
— Você disse que viria mais cedo, e veio mesmo.
Falando primeiro, Sinu caminhou em direção a ele. Yeonwoo, agora mais próximo, era um homem bonito que passava uma sensação de frieza. O cabelo penteado para o lado, os olhos afiados por trás dos óculos, o terno sem um amassado, tudo era limpo e emanava uma atmosfera intelectual.
— …
No rosto de Yeonwoo, ainda pairava um ponto de interrogação. A luz nas pupilas grandes e negras era nítida, causando uma sensação estranha. Com o olhar fixo nele, Sinu tentou encontrar o nome daquela emoção.
E, em poucos segundos, percebeu que o nome do que sentia era déjà vu.
‘Parece com alguém.’
Não sabia por que de repente tinha esse pensamento. Yoo Yeonwoo, secretário exclusivo de Doyoung, era alguém que ele já vira algumas vezes antes. Não conseguia entender a razão de sentir, de repente, que Yeonwoo se parecia com alguém.
Talvez se sentisse pressionado por Sinu, Yeonwoo logo baixou os olhos. Com o significado de que esperaria até ele falar, Sinu decidiu parar com sua investigação.
Sim, não poderia ser parecido com ninguém. É pensamento à toa. Sinu estendeu a mão grande e firme, quebrando o silêncio.
— É a primeira vez que conversamos pessoalmente.
A prioridade, antes de tudo, era descobrir que tipo de pessoa era o outro. Sinu emitiu sua voz característica, que era polida, mas carregava uma sensação de desconforto.
— Gostaria que você tirasse um tempinho.
Como se fossem palavras inesperadas, os olhos de Yeonwoo tremeram.
— Está falando… agora?
— Sim.
— …
Yeonwoo, com a boca firmemente fechada, lançou um olhar que perguntava o motivo. Talvez ele nem soubesse que Doyoung havia feito uma declaração bombástica para a família.
— Não é nada demais.
— Como?
— Vim porque queria ouvir um pouco sobre o namoro de vocês. Não é nada demais, então é um jeito de dizer para relaxar.
Ele informou o assunto que o trouxera, atravessando o estacionamento. Assim que Sinu terminou de falar, o som de uma inspiração profunda, “hup”, soou. Em algum momento, Yeonwoo já estava rígido como uma estátua de gesso. Parado, seu semblante ficou pálido como a lua diurna. Aparentemente, com as palavras “sobre o namoro”, ele percebeu que algo que ele não sabia havia acontecido.
‘Como pensei.’
Era evidente que ele não sabia de nada. Sinu inclinou levemente a cabeça para o outro, que estava estupefato.
— Me acompanhe.
Com a frase curta, as pálpebras de Yeonwoo tremeram. No entanto, como se não tivesse intenção de ficar muito tempo parado, logo ele baixou os longos cílios e seguiu Sinu. Havia uma luz complexa em seu perfil, que fitava apenas o chão.
Observando o perfil de Yeonwoo, Sinu emitiu um “hm” baixinho. Como se estivesse mergulhado no choque, Yeonwoo não desviou o olhar até o fim. Depois de observar seus lábios fechados numa linha reta e firme, Sinu apressou o passo. Tentando afastar continuamente a sensação familiar.
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— Quem é insuficiente não é o Doyoung, sou eu.
Com a declaração de Yeonwoo, Sinu fez uma expressão de interesse. Numa cafeteria perto da empresa, onde os funcionários iam e vinham apressados. Sentados num canto isolado, os dois conversavam.
Sinu perguntou a Yeonwoo, que claramente demonstrava tensão. O que ele tinha visto de tão bom? E, de propósito, acrescentou o seguinte:
— Ele é mais novo, leviano. E tem um temperamento que adora fazer brincadeiras bobas. Como namorado, pensei que fosse um pouco… insuficiente.
Assim que ele mencionou sutilmente os defeitos de Doyoung, a expressão de Yeonwoo, que estava quieta, mudou. Em seus olhos arregalados, o desejo de rebater ficou completamente exposto. Como esperado, ele até franziu a testa e emitiu uma voz embargada. Dizendo que quem era insuficiente não era o Doyoung, mas ele mesmo.
Sinu percebeu facilmente que não eram palavras vazias. Imaginou o rosto de Baek Doyoung sorrindo de orelha a orelha, de tão feliz.
— Em que sentido?
— Como?
— Estou perguntando em que sentido você gosta tanto dele.
— Ele é afetuoso, atencioso.
— Hum.
Doyoung havia dito o mesmo. Pensando que eles se davam muito bem juntos, Sinu lançou um olhar que dizia para continuar falando.
— Além disso, tenho muitas dívidas com o senhor, Diretor, de várias formas. …Por isso, não posso deixar de gostar dele.
— …
— Ele é uma pessoa boa demais para mim.
As bochechas de Yeonwoo ficaram rubras de excitação. Os olhos suavizados, a expressão melancólica e os lábios trêmulos eram, sem dúvida, de alguém apaixonado. Era evidente que seu afeto por Doyoung transbordava a ponto de não conseguir se controlar.
Observando o outro, que estava comovido, Sinu achou aquilo novamente curioso. Como alguém podia gostar tanto de outra pessoa assim? Era uma emoção que Sinu nunca havia experimentado.
Por um brevíssimo instante, imaginou a si mesmo se debatendo em sentimentos como Doyoung ou Yeonwoo. A sensação de enjoo no estômago, como se tivesse comido algo gorduroso, foi instantânea.
— Yeonwoo hyung.
Pouco depois, Doyoung entrou na cafeteria. O rosto do irmão, que entrou a passos largos, estava cheio de cautela. Era óbvio que estava furioso com o segundo irmão, que viera encontrar sua pessoa sem avisar. Aproximando-se apressadamente, Doyoung olhou para Sinu com os olhos faiscando.
— Deve ter sido difícil, ser incomodado por esse tipo de pessoa.
Com a reação que já chegou irritada, Yeonwoo arregalou os olhos. Em suas pupilas negras, estavam contidos a alegria pelo namorado e a perplexidade pela provocação repentina.
Por outro lado, Sinu recebeu Baek Doyoung com o rosto inexpressivo. “Ser incomodado por esse tipo de pessoa”. Quem ouvisse pensaria que ele havia jogado um balde de água em Yoo Yeonwoo.
— Chamei porque estava curioso. Para saber quem se disporia a namorar você.
— Por que justo agora? Você nem conhece o Yeonwoo hyung. Já viu o rosto dele antes, e várias vezes ainda.
— Porque vê-lo como secretário é diferente de vê-lo como namorado do meu irmão.
Doyoung continuava sem mudar sua atitude hostil. Franzindo a testa com força, mostrou que não era para ele causar problemas.
Não que não entendesse a reação exagerada. Sinu e Doyoung eram igualmente Alfas Dominantes, e tinham em comum a preferência por relações superficiais, como sexo casual. Portanto, era evidente que ele estava ansioso, com medo de que o irmão, sem nenhum senso de fidelidade, pudesse tocar em seu namorado, que era um Ômega.
Que cara ridículo. O namorado dele só é precioso para ele. Para este lado, não há interesse algum além de ser o namorado mais velho do irmão. Sinu engoliu uma risada e levantou-se.
— Vou indo agora. Da próxima vez, conversaremos mais longamente.
Enquanto isso, Sinu deixou seu cheiro de feromônio impregnado no pescoço de Yeonwoo. Era para provocar o irmão, que havia sido grosseiro desde que chegara.
Antes de abrir a porta e sair, Sinu dirigiu o olhar uma última vez para os dois. Os olhares dos namorados, que já cochichavam algo entre si, eram ternos.
— …
Depois de espiar o mundo particular dos dois, Sinu balançou a cabeça. E então, pensando nos secretários que o esperariam no saguão, moveu os passos.
O vento, carregado do cheiro do inverno, arranhou seu rosto. Com o frio cortante como uma agulha, sua bochecha lisa tremeu.
Seria por ter visto cenas de afeto logo pela manhã? De repente, sua boca ficou amarga. Sinu enfiou a mão no bolso do sobretudo e tateou o primeiro objeto que tocou. A sensação fria e lisa não era do celular, mas do isqueiro.
Quando o isqueiro pressionou sua palma, naturalmente surgiu o desejo de fumar um cigarro. Foi por isso que ele entrou no beco estreito entre os prédios, em vez de ir para a empresa.
Com o cigarro já na boca, Sinu baixou os olhos. O som prolongado de pneus de carro ecoou atrás dele. Um ruído que o fazia perceber novamente que estava no centro de Seul.
‘Sim. Parece ser uma boa pessoa, afinal.’
Como empresário, Sinu tinha uma visão e intuição excepcionalmente melhores que a maioria. Ele sabia identificar de imediato um bom parceiro de negócios e julgar em qual linha ficar para beneficiar o Grupo Sangwon. Era por isso que ele era bem avaliado como um jovem e competente elite, e não como um herdeiro incompetente.
Aos olhos de Sinu, Yoo Yeonwoo era uma pessoa bastante decente. Era distinto, mas também tinha uma firmeza sutil. Acima de tudo, o que mais o agradava era o fato de seu afeto por Doyoung ser fora do comum.
A fumaça fluía longamente entre seus lábios vermelhos e subia para o céu. Com o olhar fixo na fumaça do cigarro que desaparecia rapidamente, Sinu moveu o pomo de adão. Ao sugar aquela coisa branca e comprida, de repente sentiu cócegas no fundo da garganta.
Ao perceber a si mesmo nesse estado, os olhos de Sinu ficaram sonolentos. Ele ergueu a mão que não segurava o cigarro e percorreu a borda dos lábios. Foi porque, de repente, lhe veio à mente a situação em que seus lábios quase haviam se rasgado.
Era algo estranho. Por que, de repente, se lembrava do pau de Yejun, que havia sido enfiado tão fundo a ponto de não conseguir respirar?
— …
Observando o cigarro que segurava, Sinu manteve-se em silêncio. Mesmo assim, sua garganta palpitava finamente, como se desejasse comer aquilo que a havia penetrado naquele momento.
Foi quando ele soltou um suspiro misturado com riso, “ha”, achando absurdo seu próprio estado que se excitava a qualquer hora e lugar. O celular dentro do sobretudo vibrou.
Yoo Yejun [Você está na empresa?]
Yoo Yejun [O tempo está frio. Tome cuidado para não ficar doente.]
A mensagem seguinte apareceu um pouco mais tarde.
Yoo Yejun [Estou com saudades.]
Também estou com saudades. Porque quero chupar seu pau de novo.
Os cantos dos lábios de Sinu, que fitava a tela do celular, subiram levemente. O sêmen almiscarado, o cheiro corporal intenso e a carne quente deveriam ser, sem dúvida, repugnantes. Mas por que eu ainda fico remoendo isso e sentindo água na boca?
Depois de soltar mais uma longa baforada branca, Sinu fez a ligação. Assim que levou o celular ao ouvido, uma voz um pouco surpresa soou: “Alô?”
— Não está na empresa?
— Ainda não. Estou do lado de fora.
Quando acrescentou “Tenho que entrar logo”, Yejun riu baixinho. Sem entender o significado do riso, Sinu inclinou a cabeça.
— Por quê.
— Porque gostei. Gostei de ouvir a sua voz, hyung.
A voz de Yoo Yejun, talvez por ser de manhã, estava mais rouca que o normal. O tom de voz com uma mistura estranha de som metálico era sutilmente sensual. Sinu deslocou as pupilas para o céu acinzentado e soltou as palavras.
— Em vez de você, eu estava chupando outra coisa.
— …Quem, além de mim?
— Eu não disse outro cara, Yejun. Eu disse outra coisa.
Houve um breve silêncio. Enquanto esperava para ver o que Yejun diria, Sinu colocou o cigarro na boca e tirou a mão. Foi quando seus dedos entraram no bolso, procurando o porta-cigarros prateado.
— Também não gosto muito disso.
Com o sussurro carregado de ciúmes, Sinu quase riu alto. Ele colocou o cigarro de volta entre os dedos e sussurrou como uma provocação.
— Você também chupa.
— Eu?
— Cigarro.
— …
— Você também tem ciúmes de eu fumar? Yoo Yejun, você é um parceiro exigente. Não esperava isso de você.
Havia uma razão para ele ter usado de propósito a palavra “parceiro”. Era uma forma de traçar uma linha, dizendo para ele não agir como namorado. A cinza caiu no chão e ficou espalhada diante de seus sapatos. Ele a pisoteou lentamente e moveu os lábios.
— Me entenda. Porque agora não posso chupar o seu.
— Ah, hyung.
— O quê.
— Quando ficar mais velho, todo mundo fica como o hyung?
Estaria ele procurando briga? Com a conversa repentina sobre idade, Sinu inclinou a cabeça. Enquanto a força se concentrava em sua testa branca, Yejun continuou com calma.
— Você não tem receio de falar essas coisas, não é? Será que todo mundo fica assim quando chega aos trinta?
— Acho que não. Eu já falava bem essas coisas na sua idade também.
— Hyung ainda não sabe a minha idade.
Como Yejun apontou, Sinu ainda não sabia a idade de seu parceiro. A razão pela qual ele simplesmente não perguntava sobre idade, escola que frequentava e outras informações era simples. Porque não precisava. Seria mentira dizer que não estava curioso, mas Sinu se concentrava mais na eficiência do que na curiosidade.
No instante em que ia dizer “por que eu deveria saber sobre você?”, Yejun tossiu seco. Com o som da tosse, a mão que segurava o cigarro caiu para baixo.
— Yejun.
— Sim.
— Sua voz está rouca. Você está doente?
Passou por sua mente que não era só por ser de manhã. Como esperado, Yejun riu sem graça e admitiu seu estado obedientemente.
— Acho que peguei um resfriado.
— Desde quando?
— Desde ontem à noite. Não se preocupe muito.
Com o acréscimo seguinte, Sinu franziu a testa sem perceber.
— Quando nos encontramos, eu estava bem. Acho que não passei para você.
— Você achou que eu estava preocupado em ter sido contagiado?
— Hum.
— Você não se preocupa comigo. Uma das poucas vantagens de ser Alfa é ter saúde.
— Então vou pensar que você está preocupado comigo.
Por que a conversa foi parar aí? Sinu abriu a boca para refutar, mas não conseguiu encontrar o que dizer. Nesse meio tempo, Yejun riu e murmurou de forma quase inaudível.
— Obrigado por se preocupar. Estou feliz.
De repente, a área perto de sua orelha ficou quente. Seus lábios, que estavam sensivelmente retorcidos, tremeram, e as pupilas negras oscilaram de um lado para o outro. Ao se descobrir derretendo-se suavemente, Sinu ficou estupefato. Será que eu estava me emocionando com aquelas palavras?
‘Que loucura.’
Perturbado, ele ergueu a mão que não segurava o celular e tocou a testa. Enquanto fazia uma expressão de cansaço, percebeu que o cigarro que deveria estar em sua mão havia desaparecido. Quando baixou o olhar, o cigarro estava jogado no chão. Na ponta do cigarro apagado, uma brasa vermelha ardia fracamente.
— Grato pelo quê? Só porque eu me preocupo, você vai melhorar?
Ele resmungou de mau humor, mas Yejun não se ofendeu.
— Sim, como o hyung está preocupado, já melhorei um pouco.
— Você deve estar muito doente, para estar falando bobagens.
— Que bobagem? É sincero.
— Deixa disso.
Era constrangedor demais para aguentar. A voz de Yejun, rindo de forma tão afável, seu próprio estado que vacilara a ponto de derrubar o cigarro, tudo lhe causava cócegas insuportáveis. Sinu fechou os olhos e mudou de assunto.
— Você está em casa? E o trabalho?
— É meu dia de folga.
— Que bom. Vá ao médico, não deixe de ir. Se possível, não fique perambulando por aí.
— Hahaha.
— O que é tão engraçado?
— Sua voz ficou mais suave porque estou doente. Acho que vou ter que continuar doente, se quiser receber esse carinho do hyung.
— …Vou desligar.
Depois de desligar primeiro, Sinu murmurou: “Engraçado”. Era absurdo como ele se tornara petulante assim que percebeu que Sinu estava preocupado. Enquanto pensava que o garoto era bastante perspicaz para sua idade, Sinu tensionou as sobrancelhas. Foi porque se lembrou da tosse seca de Yejun.
Tentou esquecer, mas não havia como impedir que o rosto febril e vermelho fosse desenhado em sua mente. Com o olhar ainda no celular, ele continuou franzindo a testa. Enquanto isso, a coceira ia se espalhando gradualmente por todo o corpo.
Quando seus membros já estavam formigando como se tivessem levado um choque estático, Sinu estalou a língua brevemente. Em seu rosto branco, surgiu uma expressão de resignação.
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Continua….
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✦ Tradução, revisão e Raws: Faby&Belladonna