•.¸ ♫ Capítulo 05.2
•.¸ ♫ Capítulo 5.2 Crescendo
O porte físico de Sihu era consideravelmente grande. Membros longos, coxas musculosas e um peito agradavelmente volumoso e sem gordura. Tudo tinha uma
presença distinta, então ele era obrigado a usar roupas de tamanhos grandes.
Por essa razão, Sihu acreditava, sem sombra de dúvida, que suas roupas não ficariam nem um pouco pequenas em Yejun. O que significava que ele jamais imaginou que os tornozelos ficariam à mostra e até o tronco ficaria apertado. Sentado na beirada da cama, Sihu estreitou os olhos.
— Hmm.
Com o olhar observador, Yejun coçou a própria nuca como se estivesse sem graça. A roupa que envolvia seu corpo era um terno. Camisa social, calça, colete e até gravata, estava perfeitamente vestido. Era uma aparência tão esplêndida que se poderia acreditar que fosse um modelo de revista, mas o próprio estava com uma cara de quem achava a situação estranha.
— Yejun, você não cresceu mais, cresceu?
Yejun não disse que não.
— Por que você acha que “não”?
— Porque só nos conhecemos há um mês. Eu não poderia pensar que você tivesse crescido de novo nesse meio tempo.
Com um aceno de cabeça como se entendesse, Yejun ficou mexendo nos botões da camisa social. Pelo jeito que arranhava os botões com os dedos, parecia que a roupa apertando seu tronco o incomodava.
Por outro lado, os olhos de Sihu, que observava, estavam apenas se divertindo. Gostou da presença do peito grande que ficou completamente revelado por estar colado, e também da linha da roupa que ostentava um tórax volumoso.
Levantando-se da cama, ele se aproximou segurando algo nas duas mãos. O que pendia de seus dedos brancos e longos era um cinto de calça.
Yejun estendeu a mão para pegar o cinto. Mas fazer a troca de forma comum ia contra a intenção de Sihu. Foi por isso que, fingindo não perceber, ele diminuiu drasticamente a distância entre os dois. “Estremecendo”, os dedos de Yejun arranharam o ar.
— Fique quieto.
A voz de Sihu ao murmurar era calma como um lago sereno. Depois de falar, Sihu examinou mais uma vez o corpo do outro, agora mais próximo. Os botões da camisa social apareciam por entre o colete desabotoado. Entre um botão e outro, havia uma leve abertura, revelando completamente a pele. Era um prazer que ele quase não teria descoberto.
Sihu sorriu, deixando seus olhos se curvarem. O olhar que carregava uma sensação lânguida desceu e se fixou nas calças. Sobre suas pernas tensionadas, também se via o contorno de algo volumoso. Sihu percebeu com prazer que era porque a roupa estava apertada.
— Ficou bonito.
Ele murmurou como se falasse sozinho e levou o cinto à cintura de Yejun. Embora fosse um ato banal, Yejun gemeu “uh” e cerrou os dentes com força. Como alguém tenso, seu pomo de adão subia e descia sem parar.
Sentindo Yejun enrolar os dedos e fechar os punhos, Sihu colocou o cinto pessoalmente. Clique, o som frio arranhou o silêncio carregado de calor.
— Sendo assim tão grande, não dá para apertar mais.
Sihu colocou o indicador sobre o cinto e percorreu a superfície lentamente. Como se estivesse prendendo a respiração, o rosto de Yejun foi ficando vermelho rapidamente. Os olhos de cor clara, franzidos, vacilaram enquanto observavam Sihu.
— Estou falando do cinto. Tem que apertar até o máximo para ficar com estilo.
— …Do cinto.
Os lábios de Yejun, murmurando “cinto”, estavam firmes. Era admirável o esforço de fingir calma mesmo estando excitado.
Sihu cutucou levemente o cinto com o dedo. E, pressentindo sem dificuldade que o membro localizado abaixo dele já estaria rigidamente cheio de sangue, sussurrou:
— Sim, o cinto. O que você estava pensando?
A mão que brincava com o cinto subiu. Passou pela barriga, subiu pelo peito e parou na área perto da clavícula.
— O que você estava pensando para o seu rosto, Yejun, ter ficado vermelho?
O corpo que estavam colados estremeceu fortemente. Por alguma razão, Yejun franziu as sobrancelhas grossas como se estivesse indignado. Os lábios que tremiam formaram, surpreendentemente, um sorriso que mais parecia uma zombaria. Em seguida, inclinando levemente a cabeça, ele encostou os lábios na orelha de Sihu.
— Se souber, o hyung vai ficar bravo.
— …
Sihu ergueu as pupilas e encontrou o olhar. O olhar que correspondeu sem se esquivar era atrevido.
Yejun, às vezes, mostrava palavras e ações que ficavam entre a grosseria e a ousadia. Se fosse qualquer outro, Sihu teria quebrado seu ânimo imediatamente, mas desta vez ele decidiu deixar passar. Não sabia julgar se era pela grande diferença de idade ou se pelo afeto que cresceu durante aquele mês.
Ele envolveu a bochecha de Yejun com a palma fria da mão. E sobrepôs seus lábios nos dele e depois os separou. Diferente do beijo de Yejun antes, não houve nenhum som de “chu”. Depois de um beijo leve como um roçar, Sihu puxou para si a gravata que estava impecavelmente colocada no pescoço de Yejun.
— Não diga. Porque não quero ficar bravo com você, Yejun.
Uma expressão estranha surgiu no rosto de Yejun. Uma reação que mostrava estar feliz e ao mesmo tempo frustrado com a declaração de que ele não queria ficar bravo. Apreciando o semblante onde emoções contraditórias se misturavam, Sihu emitiu mais uma vez um som baixinho.
— Se o seu tipo for me irritar, tente uma vez.
Não era que não estivesse curioso. Queria saber o que se passava naquela cabeça, e se aquele pensamento realmente poderia deixá-lo com raiva.
Sihu ostentava um sorriso que transbordava confiança. Tendo interpretado o sorriso suave de alguma forma, Yejun desviou o olhar e tensionou a testa. Um traço de irritação passou rapidamente por seu belo perfil.
Mas Yejun logo soltou um suspiro de resignação. Em seguida, balançando a cabeça, baixou as longas pálpebras.
— Não é nada, não é nada.
Parecia que os cílios iam cutucar a pinta de lágrima perto dali. Sihu sentiu o impulso de lamber aquela área com a língua uma vez. Só de imaginar a reação de susto, já era divertido.
Mostrando um sorriso ainda mais profundo, Sihu agarrou o pulso de Yejun. Abrindo a porta e saindo assim, o que ele fez foi arrastar Yejun e sentá-lo no banco do piano.
Sentado obedientemente, Yejun tentou fechar as pernas com recato. Imediatamente, Sihu enfiou uma das pernas entre suas coxas para impedir.
— …Sihu hyung.
Chamar pelo nome nessa situação. Se a intenção era provocar excitação sexual, Yoo Yejun certamente havia conseguido.
Sihu emitiu um som de satisfação, “hm”, e moveu a perna que enfiara entre as coxas. Conforme roçavam a carne um do outro de forma tentadora, a testa lisa de Yejun começou gradualmente a se tensionar.
— O que foi?
— Ugh.
— Se me chamou pelo nome, deveria dizer o que quer.
— …Eu só… queria chamar… seu nome.
— É mesmo?
Perguntando calmamente, Sihu curvou a cintura em direção à pessoa sentada à sua frente. Seus olhos, escuros como tinta nanquim, observaram o rosto de Yejun em silêncio. Como se tivesse sentido algo naquele olhar sereno, o queixo de Yejun se tensionou e seu pomo de adão se moveu.
O olhar sereno percorreu o formato dos lábios bonitos e depois deslizou para baixo. Vendo que Yejun já estava com os punhos fechados, Sihu ajoelhou-se. Quando o grande corpo entrou entre suas pernas, Yejun não teve escolha a não ser abrir as coxas.
Como se surpreso com a situação inesperada, Yejun emitiu uma respiração trêmula, “ah”. As veias saltaram nos punhos fechados.
Para que ele não pudesse fechar as pernas, Sihu envolveu os joelhos com as palmas das mãos. A força era fraca o suficiente para Yejun repelir a qualquer momento, mas ele apenas se contorcia levemente, como se estivesse amarrado com cordas.
Percebendo que não havia rejeição em meio ao embaraço, Sihu ergueu um canto dos lábios.
— Acho que está na hora de avançarmos um pouco.
Sentiu os joelhos estremecerem sob suas palmas. Como se fosse para acalmá-lo, Sihu os massageou levemente e acrescentou.
— Você também precisa saber como chupar.
— Em-bai… xo…
— Embaixo.
Sihu explicou por ele, que não conseguia terminar a frase. E, apontando com o olhar para o centro, fez uma expressão de “você entendeu, não é?”.
No silêncio que pairava, a área dos olhos de Yejun ficou rubra de excitação. A ponto de morder o lábio inferior com força e formar uma covinha nítida.
Com as mãos ainda nos joelhos de Yejun, Sihu esperou até que a confusão dele cessasse. Pouco depois, uma pergunta cuidadosa pousou em seus ouvidos.
— Você já fez isso com outras pessoas?
— Já mandei que chupassem, sim.
— …
Yejun fechou a boca novamente. Uma irritação sutil transparecia nos lábios que se tornaram uma linha reta.
Apreciando o estado de Yejun que mudava a cada instante, Sihu moveu a mão que estava sobre o joelho do outro. Com os dedos eretos, foi entrando lentamente pela parte interna da coxa.
Logo, a ponta de seus dedos sentiu o membro pulsando sob o terno. Quando o tocou suavemente, Yejun soltou um grande suspiro e inclinou a cabeça para o lado. O cabelo que cobria a testa balançou e cutucou a sobrancelha.
— Hyung.
— Diga.
— Então, agora… você vai fazer isso… por mim?
A pronúncia entrecortada era confusa. Em vez de responder imediatamente, Sihu soltou o cinto, fazendo um som frio de “clank”.
— Isso mesmo.
Ziik.
O som do zíper abrindo aumentou o calor. Quando ele habilmente pegou o membro e o tirou para fora, Yejun segurou seu ombro com uma das mãos, impedindo-o. Ao erguer a cabeça, Yejun olhava para baixo com o cenho franzido. Seus olhos, com os nervos à flor da pele, vacilavam rapidamente.
— …Não é sua primeira vez? Quero dizer, chupar… o de outra pessoa.
— Por quê.
Com uma expressão de incredulidade, Sihu franziu a testa da mesma forma.
— Não confia em mim? Vou deixá-lo satisfeito, então relaxe.
— Não é isso…
Yejun hesitou por um momento.
— Por que você está fazendo isso com o meu? Você disse que não fez isso com os outros.
— Porque eu me propus a ensinar. Meus parceiros anteriores já eram experientes, não precisavam que eu os ensinasse. Quando eu mandava chupar, eles chupavam conforme mandado… Por que está com essa cara de desgosto?
— Não sei se devo gostar ou ficar triste.
Triste? Por quê. Com a declaração incompreensível, Sihu inclinou a cabeça. Mesmo nesse meio tempo, não se esqueceu de segurar o membro e acariciá-lo lentamente para cima e para baixo.
— Há necessidade de ficar triste? Apenas considere uma honra.
As últimas palavras foram meio de brincadeira, meio a sério. Com um olhar complexo, Yejun soltou uma grande respiração. O membro em sua mão pulsou e deixou escapar uma gota de líquido claro. Achando que ele iria gozar antes de fazer qualquer coisa, Sihu bloqueou o meato uretral com o polegar.
— Kk.
Um gemido agudo grudou viscosamente em sua orelha. Pensando que o som era agradável de ouvir, Sihu colocou força no dedo que bloqueava o meato. E então, levou os lábios em direção ao tronco onde as veias saltavam irregularmente.
Um cheiro almiscarado roçou a ponta de seu nariz. Embora pudesse ser desagradável, estranhamente, em vez de repulsa, um impulso semelhante ao apetite subiu. Sentindo a boca se encher d’água como se tivesse uma comida deliciosa diante de si, Sihu franziu levemente os lábios. Quando soprou um “fuu”, a mão que agarrava seu ombro de repente apertou com força.
— Aguente.
Depois de uma breve palavra, Sihu abriu seus lábios vermelhos e os levou diretamente ao tronco. O que tocou seus lábios macios era mais quente e úmido do que o esperado. Sihu conteve uma risada. Percebera tardiamente que, além do cheiro almiscarado, um aroma de sabonete também emanava do membro rigidamente ereto.
‘Que preparado.’
Só de pensar em Yejun se limpando com sabonete ou produto de limpeza em casa, todo o seu corpo ardia de excitação. Imaginando a cena dele limpando o membro, pressionou os lábios no tronco duro como se fosse um carimbo. Cada vez que pressionava firmemente, o som da respiração reprimida irrompia acima de sua cabeça.
— Ugh.
Os lábios escuros e vermelhos de Sihu se moveram. Sentindo um arrepio arrepiante percorrer a espinha, ele abriu mais a boca e abaixou a cabeça. O volume grosso foi sendo empurrado para dentro de sua boca, molhada pelo fluido pré-seminal e sua própria saliva.
— …Hmp.
Sihu franziu as sobrancelhas e parou o movimento por um instante. O membro do outro era grande, excessivamente grande. De tão grosso, as bordas de seus lábios já estavam doloridas e formigando.
Pensando que seria difícil engolir até a raiz, ele controlou a respiração. Por não conseguir fechar a boca, a saliva tentava escapar para fora. Sihu engoliu a saliva que se acumulava na boca com determinação e chupou o membro ainda mais fundo.
No tronco latejante, as veias se destacavam ferozmente. Aquelas coisas grotescas, que não combinavam com o rosto claro, grudavam na mucosa da boca. Com a sensação de roçar o céu da boca e a parte interna das bochechas, Sihu sentiu como se seus cabelos estivessem arrepiando.
— Hyung, espere um pou…co. Ugh…!
Era uma coisa estranha. Um prazer desconhecido era despertado como um relâmpago, arranhando seu cóccix. O que o fazia se sentir tão bem assim, se não era ele quem estava sendo chupado?
‘Não entendo.’
Franzindo a testa, Sihu moveu a cabeça lentamente. Sentia claramente a linha curvilínea da glande cutucando sua úvula. Embora lhe desse ânsia de vômito, um sentimento infinitamente eletrizante batia em seu coração. Conforme a emoção incompreensível persistia, a área dos olhos de Sihu se contraiu como num espasmo.
Jjigeok, jjigeok.
Quando ele se moveu com o membro meio dentro da boca, sons obscenos ecoaram desordenadamente. Como se não pudesse mais suportar, Yejun soltou um gemido “ah” e agarrou os ombros de Sihu. Chupando o membro, Sihu moveu apenas as pupilas para observar a mão dele. Os dedos que empurravam para frente tremiam finamente.
— Sihu hyung.
A voz baixa estava carregada de excitação. Yejun empurrou Sihu de leve e cuspiu as próximas palavras como se as mastigasse.
— Não vai dar… não.
— …
— Sai da fren… ugh!
Antes mesmo que Yejun pudesse terminar de falar, Sihu chupou o membro ainda mais fundo e tensionou as bochechas. A bochecha, antes esguia, afundou, e sua garganta apertou o tronco com força.
Como se não pudesse suportar a sensação de ter seu membro massageado como se fosse explodir, Yejun se contorceu com aspereza. A mão que empurrava seu ombro também foi gradualmente ficando mais forte.
Com o membro na boca, Sihu riu sem emitir som. No rosto que erguia os cantos dos lábios enquanto seus olhos se estreitavam, seu caráter perverso ficava completamente exposto.
— Eu, assim… vou mesmo…
Na voz que murmurava apressadamente, um ar de constrangimento ia se infiltrando aos poucos. Sihu olhou para cima, ainda com os lábios tortos. Os olhares dos dois se chocaram intensamente.
‘Vai mesmo o quê.’
Não que ele não soubesse o final da frase. Mesmo assim, Sihu desejava que ele dissesse sem hesitação com aquele rosto correto. Seria bom se ele dissesse algo como “acho que vou gozar”. Ao imaginar a confissão vulgar, uma risada baixa escapou de sua garganta, que estava completamente obstruída pelo membro.
Sihu baixou novamente os longos cílios e arranhou a pele com os dentes. Cada vez que mordia de leve, um gosto almiscarado impregnava sua língua.
— Kk!
A força com que Yejun agarrava seu ombro desapareceu. Certamente ele estaria arranhando o ar ou cobrindo o próprio rosto. Só de sentir vivamente o embaraço do outro, o prazer brotava sem fim.
Como poderia provocá-lo ainda mais?
Bebendo sem cerimônia o fluido corporal que grudava na língua, Sihu chupou o membro ainda mais fundo. Com o ato que de modo algum se poderia chamar de fácil, seu rosto também estava excitado e vermelho. O cabelo preto que ondulava sobre sua testa estava empapado de suor e completamente baixo, e sua nuca, de curva elegante, também queimava de calor.
— Haa, hmp.
Respirando com dificuldade, ele estendeu a língua longamente. E então, com a língua rigidamente ereta, lambeu lentamente a carne.
— Ugh, hyung…
— …
— Hyung, por favor, para…
— …
Como se realmente fosse gozar, a carne dentro de sua boca pulsou fortemente. Com as duas mãos agarrando as coxas de Yejun, Sihu abriu a boca o máximo que pôde. O tronco, que já entrara mais da metade, pressionava sua língua pesadamente.
‘Não vai dar.’
Realmente, não ia dar para engolir completamente. Mesmo com a mente ficando nebulosa pela falta de oxigênio, Sihu lembrou-se de seus parceiros anteriores. Os garotos que chupavam tão bem o pau de um Alfa Dominante até o fim. Recordando a imagem deles engolindo fundo até a úvula, Sihu parou o movimento.
Como eles faziam? Uma curiosidade que nunca tivera antes agora despertava. Sihu emitiu um som “hm” e inclinou a cabeça para o lado. Naquele instante, sua nuca foi agarrada por algo quente.
— ?
Não levou nem três segundos para perceber que era a palma da mão de Yejun. No momento em que teve o pressentimento de algo sinistro, um murmúrio quase inaudível soou em seus ouvidos.
— …Merda.
Com o tom e conteúdo desconhecidos, Sihu estava franzindo a testa, pensando se ouvira errado. Quando, de repente, Yoo Yejun agarrou sua nuca e enfiou o próprio pau com toda a força. A carne grossa arranhou o céu da boca e foi empurrada até o interior do esôfago.
— !
Na situação inesperada, Sihu arregalou os olhos. A força em suas mãos, que agarravam as coxas, aumentou muito. Ele empurrou o outro como se pedisse para soltar, mas Yoo Yejun, que segurava sua cabeça, não se moveu nem um milímetro.
— Kk.
Ele apenas soltava gemidos curtos e ásperos e pressionava a cabeça de Sihu com ainda mais força.
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Continua….
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✦ Tradução, revisão e Raws: Faby&Belladonna