•.¸ ♫ Capítulo 03
•.¸ ♫ Capítulo 3. Allegretto
Allegretto: um pouco rápido
Yoo Yejun [Hyung, é fim de semana, o que você vai fazer?]
Sihu estava apenas de calças, segurando o celular. Numa manhã de sábado, após o treino e o banho, ele lia a mensagem de Yejun perguntando o que fazia.
— Interessante.
Com a toalha sobre os ombros nus, murmurou baixinho. Uma gota d’água que pendia do queixo escorreu. O líquido desceu entre os músculos do peito bem definidos e se alojou no abdômen.
Sihu não se importou se a gota caía no chão ou secava. Estava mais ocupado relembrando os acontecimentos da madrugada anterior.
— Você tem que cumprir essa promessa.
Yejun, que mostrava até os dentes brancos, transbordava alegria. Ele estava tão feliz que aquela energia radiante parecia contagiar Sihu .
Foi quando Sihu , com o rosto meio abobado pela reação sem malícia, ficou parado. Yejun, de repente, inclinou o tronco para frente. A distância era tão curta e perigosa, como se fosse dar um beijo, que a mente de Sihu voltou a si rapidamente.
— Espere um pouco…
No instante em que tentou impedir, Yejun estendeu algo.
— Me dá seu número.
— …Número?
O que Yejun segurava era o celular. Sua voz ao acrescentar tinha um tom de riso.
— Sim. O número do celular do hyung.
Não esperava que fosse pedir o número de telefone de repente. A situação inesperada era constrangedora, mas não desagradável. Não, pelo contrário, até achava o outro, com os olhos brilhando de atrevimento, bastante divertido. Foi por isso que dera seu número prontamente.
— …O que vou fazer no fim de semana?
A voz que murmurava estava lânguida. Se fosse uma mensagem recebida durante o trabalho, não teria respondido. Não era tão ocioso a ponto de responder a perguntas sobre o que fazia.
Mas aquele Baek Sihu estava tendo um fim de semana bastante tranquilo. Após o exercício, seus nervos estavam mais relaxados que o normal, e o fato de não ter nenhum compromisso urgente também o satisfazia. Foi por isso que respondeu à mensagem de bom grado.
[Nada de mais.]
Assim que respondeu, a confirmação de leitura apareceu. Foi uma reação tão rápida que parecia que ele estava com o celular na mão o tempo todo.
Yoo Yejun [Quero falar por telefone.]
Yoo Yejun [Pode ser?]
Sihu , com o celular em uma mão e a toalha na outra, foi para a sala. Em vez de responder de imediato, olhou ao redor rapidamente. O que entrou no seu campo de visão foram itens de decoração que transmitiam uma sensação de peso.
Cortinas azuis de atmosfera fria cobriam a janela. O sofá ao lado e a longa mesa de centro eram pretos. Até o tapete no chão era acinzentado, criando uma atmosfera não apenas serena, mas melancólica.
‘Melancólica?’
Com esse pensamento, a área ao redor dos olhos de Sihu tremeu levemente. Seu espaço, composto por cores escuras, era perfeito para acalmar a mente. Não imaginava que este lugar, que lhe trazia paz, de repente lhe parecesse melancólico. A mudança repentina no seu pensamento o intrigou, e Sihu inclinou a cabeça.
Foi quando o apartamento de Yejun passou rapidamente por sua mente. Comparado ao seu, aquele espaço pequeno e sem grandes atrativos continha, no entanto, cores quentes e aconchego.
A luz do sol que entrava em abundância pela janela, o papel de parede bege, o banheiro que cheirava a sabão, tudo transbordava uma energia luminosa.
Ele empurrou a cortina para o lado. O Rio Han apareceu além da janela de vidro revelada. Sob o céu azul, raro de se ver, as águas do rio brilhavam em branco. Com o olhar fixo nos carros que passavam calmamente ao lado, Sihu pressionou o botão de chamada.
— Alô?
Quem quebrou o silêncio da sala foi a voz de Yejun. No final da voz que não escondia o tom de alegria, veio uma risadinha baixa, “haha”. Sihu , como alguém que aprecia uma obra de arte em um museu, estreitou os olhos.
É fofo.
Fofo e um pouco exagerado.
Sihu tinha limites. A linha que traçava entre si e os outros ficava mais nítida à medida que envelhecia. E um garoto vários anos mais novo estava constantemente tentando cruzar essa linha, criada por sua teimosia, valores e preconceitos. O jeito como sorria, como se estivesse conversando com um velho conhecido, era um exemplo.
— Não esperava que você ligasse primeiro.
— Você perguntou se podia ligar. Aproveitei que vi a mensagem e liguei.
Sihu , com a coluna ereta, apenas moveu os lábios.
— Não tem nenhum motivo especial.
Era para dizer que não tinha entrado em contato por uma grande razão. Apesar do tom seco, Yejun apenas riu com timidez. A voz que escorria pelo ouvido era cristalina.
Vendo que ele não se ofendia nem um pouco, Sihu baixou as pálpebras. Seu rosto, antes impassível, se desfez e um sorriso surgiu nos lábios.
‘Veja só.’
Nunca imaginara, antes de conhecer Yejun, que a expressão ‘vou deixar passar porque é fofo’ aconteceria em sua vida.
— Hyung.
— Diga.
— Você ainda está sem fazer nada?
— Por quê? Tem algum motivo para perguntar?
Quando perguntou de repente em tom informal, Yejun respondeu com suavidade.
— Sim. Tem um motivo, sim.
“Sim”. Soou como se ele tivesse rebatido de propósito no mesmo tom informal. Sihu baixou a cabeça e soltou uma risada baixa. Seu cabelo, já completamente seco, balançou e fez cócegas em sua testa.
— Quer vir à loja? Aos fins de semana abrimos cedo, eu te convido para o almoço.
— Convidar?
— Sim, vamos comer juntos. Se quiser, também toco para você.
Yejun acrescentou a explicação com um tom de voz agradável. Aos sábados, abriam ao meio-dia, então seria bom almoçarem juntos. Que tal vir, ver o hyung Hyunseok e ouvir música?
— …Não parece ruim.
Sihu acrescentou calmamente mais uma frase.
— Não vou beber álcool, pode ficar sabendo.
— Se quiser beber, pode beber.
— Não vou ter motivo para beber com você.
Houve um breve silêncio. Logo, Yejun perguntou com uma fala tão lenta quanto a de Sihu .
— Por quê? Está com medo de me beijar de novo?
Definitivamente, não era um oponente fácil. A habilidade de cutucar de repente o erro do outro não era comum. Com a pergunta direta, Sihu piscou algumas vezes e soltou um som vazio.
— Não fique muito ofendido.
— …Não estou ofendido. Embora tenha algo a dizer.
— Algo a dizer? O quê?
Fosse hesitação ou suspense proposital, Yejun não respondeu de imediato. Enquanto isso, um feixe de luz solar desceu e envolveu a mão de Sihu . Foi quando o calor, inadequado ao clima de inverno, fez o dorso de sua mão tremer.
— Quando fumamos, o hyung estava sóbrio, não estava? Mesmo assim, tocou bastante na minha mão.
Os dedos que seguravam o celular se tensionaram. As juntas ficaram salientes e as veias azuis sob o dorso da mão saltaram. Sihu olhou fixamente como se Yejun estivesse bem diante dele, e então abriu a boca.
— O que você quer dizer?
— Quero dizer que, de qualquer forma, estando sóbrio ou bêbado, foi a mesma coisa. Então, se quiser beber, pode beber à vontade.
— Eu já disse que não vou.
— …Estou ficando curioso.
— Sobre o quê?
— Se você realmente não vai me beijar sóbrio. Fiquei curioso sobre isso.
Diante da declaração atrevida, Sihu franziu a testa e chamou: “Yoo Yejun?” Yejun fingiu não ouvir e logo acrescentou.
— Então até daqui a pouco.
A voz que arranhava seus ouvidos já tinha um tom de provocação. Ao desligar, Sihu percebeu que o outro o havia provocado de propósito. Ele ergueu o canto dos lábios obliquamente e soltou um “ha”.
Curioso para saber se eu realmente não vou beijar sóbrio?
Sihu jogou o celular no sofá. Seus olhos, enquanto se dirigia ao closet onde as roupas estavam dispostas, brilhavam como há muito não acontecia. Logo, movendo os passos para lá, murmurou sozinho:
— Você é que não deve implorar para eu fazer, garoto.
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— Ah…
O que enchia o interior do carro era um gemido baixinho. Quem emitia o som estava com a nuca encostada na janela. Era Yoo Yejun, com os cabelos desgrenhados e o olhar lânguido.
Yejun respirou fundo e estendeu a mão para frente. Entre seus dedos curvados como garras, os dedos de Sihu se entrelaçaram.
Sihu , que naturalmente dera as mãos, também tinha os olhos excitados. Até a franja que jogara para trás já estava completamente bagunçada. Deixando que os fios de cabelo lhe picassem os olhos, Sihu colou o corpo no do outro.
— Ah.
— …
— Hyung.
Sihu mordiscou a nuca de Yejun, que ofegava. Embora fosse uma carícia leve, parecia ser estimulante, pois Yejun franziu a testa. A força nos dedos presos por Sihu aumentou ao mesmo tempo que o corpo grande se contorceu.
Então, Sihu pressionou o peito de Yejun com a outra mão que estava livre.
— Fique quieto.
No murmúrio baixo, havia uma excitação viscosa e úmida. Sihu acariciou com a palma da mão o peito onde o coração batia forte e sobrepôs os lábios. Como já haviam se beijado uma vez, os lábios de ambos estavam úmidos.
Sihu estendeu a língua, acariciou o céu da boca do outro e chupou sem cerimônia a saliva acumulada. Quando o pomo de adão se moveu com um som de ‘gulp’, Yejun arregalou os olhos. Ele jogou a cabeça para trás e desviou do beijo de Sihu .
— …Sihu hyung.
O rosto de Yejun ao chamar seu nome estava sereno. Mas, ao contrário da expressão calma, seus olhos brilhavam com um desejo que não conseguia esconder.
— Você disse que não faria isso sóbrio. Não foi o que disse uma vez?
Sihu endireitou as costas e olhou para ele de cima. Em suas pupilas, semiocultas pelos longos cílios, havia o mesmo brilho que nos olhos de Yejun. Sihu esboçou um sorriso leve e passou a mão pelo próprio pescoço, com um “ah”. O movimento lânguido, como uma aranha tecendo sua teia, tinha uma viscosidade estranha.
— Vou cancelar o que disse.
Assim que sussurrou com um tom de riso, os lábios de Yejun se entreabriram. Apreciando a reação surpresa, Sihu fitou o outro fixamente. Não desviou o olhar até que Yejun, com uma das mãos, o puxou para si e, com a outra, agarrou seu queixo.
— Haa, hmm.
Esfregando os lábios com aspereza, Sihu liberou seus feromônios sem esconder. O aroma era tão intenso que um Ômega teria dificuldade até para respirar, preenchendo todo o carro.
Enquanto recebia a língua que invadia sua boca, Sihu fechou os olhos completamente. De vez em quando, seu tronco estremecia com o toque que roçava seu queixo, bochecha e orelha.
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Poucas horas antes de enrolarem as línguas intensamente dentro do carro, Sihu tinha uma expressão impecável, bem diferente da atual. Sem jamais imaginar que acabaria tocando Yejun novamente ao reencontrá-lo.
Da mesma forma, Yejun, que certamente também não sabia o que o futuro reservava, estava com uma aparência impecável. Vestindo camisa branca e calça preta como da vez que Sihu o vira no bar, ele tirou algo e o estendeu. Sihu , sentado à sua frente, baixou o olhar para o objeto. Sobre a mesa, havia cinco CDs.
— Este é um álbum de piano de jazz, e aquele é um álbum de piano clássico. Conhece o pianista Jo XX? Aquele que ganhou o Concurso Internacional de Piano Chopin.
— Por que isso?
— Achei que você tivesse se interessado por piano. Quis trazer para você.
Os dedos de Sihu tocaram os álbuns. Enquanto os dedos longos e elegantes acariciavam a superfície, Yejun acrescentou:
— Se ouvir e gostar de alguma música, me diga. Eu toco para você.
— Se eu disser qualquer música, você consegue tocar todas?
— Consigo.
Ele respondeu prontamente, mas logo hesitou. Prendeu a respiração e franziu levemente as sobrancelhas, com uma expressão de quem ponderava profundamente. Após alguns segundos, os cantos dos lábios de Yejun se ergueram ligeiramente.
— Mesmo que eu não saiba, vou praticar até conseguir tocar.
A voz ao dizer isso estava cheia de calor. Era uma gentileza nascida da bondade, mas em vez de agradecer, Sihu apenas fitou o outro. A loja de vinhos aberta durante o dia estava inundada de luz solar, um espaço adequado para os olhares de ambos se entrelaçarem.
— Você é sempre assim?
Quem quebrou o silêncio foi Sihu .
— Como?
— Eu perguntei se você é sempre assim, gentil com qualquer um.
Ao contrário de Yejun, a voz era extremamente seca. Como se ficasse perplexo com o tom sem altos e baixos, Yejun fechou a boca e franziu o cenho. Sua expressão era de descontentamento, como se não esperasse que Sihu ainda traçasse limites dessa maneira. Sihu ignorou a reação e virou o rosto para o lado.
Na loja que abrira cedo, não havia ninguém além dos dois. Até Hyunseok, o dono, já havia entrado na cozinha para preparar os ingredientes havia um bom tempo. Percebeu, mais uma vez, que um espaço silencioso demais às vezes podia ser opressivo. Foi quando um sussurro baixinho pousou em seus ouvidos.
— Você não é “qualquer um”, não é?
Yejun não deixava barato. Diante da voz afetuosa, mas firme, um sorriso brotou em Sihu .
— Estou ficando um pouco chateado. Para o hyung, eu posso dar pelo menos isso.
Sihu , encarando-o novamente, disse:
— Quanto tempo faz que nos conhecemos? É por isso, você está exagerando.
— …
— Você quer pagar a comida, me dar presentes… É um pouco demais.
Diferente de antes, Yejun não mostrou sinal de perturbação.
— Para o hyung, posso não ser nada. Mas para mim, você não é.
Dessa vez, foi Sihu quem fechou a boca. Enquanto isso, Yejun continuou a falar de forma lenta e articulada.
— É por isso que quero tratá-lo bem. Tudo isso também é uma conexão entre nós.
— É que você está agindo como se fosse meu namorado.
— Só estou dando alguns álbuns. Aceite numa boa.
— …Tudo bem, numa boa.
Ele repetiu a palavra que Yejun havia usado. Satisfeito, sentindo um alívio em um canto do coração, Sihu sorriu.
— Sendo assim, aceitarei com prazer. Obrigado.
Não se esqueceu de agradecer com um tom de voz gentil. Yejun soltou as mãos que mantinha unidas sobre a mesa. Em seu rosto de traços suaves, misturavam-se alívio e descontentamento.
Mas, em vez de falar sobre seus sentimentos, Yejun fez uma pergunta sem sentido aparente.
— Hyung, quando namora, você age assim?
— Hm?
— Você disse agora há pouco que eu estava agindo como namorado. Fiquei pensando se o hyung age como eu quando está com um namorado.
— …
— Pagar a comida, dar presentes.
Sihu inclinou a cabeça e vasculhou a memória. E percebeu, de repente, que nunca tivera um relacionamento que pudesse ser definido como namoro em sua vida.
‘Não posso dizer que nunca fiz isso, posso?’
Ele certamente riria, perguntando como alguém solteiro podia falar como se soubesse. Sentiu um descontentamento, como se a falta de experiência amorosa fosse um defeito. No entanto, independentemente do que sentia, Sihu manteve uma expressão impassível.
— Bem, sim.
No momento em que respondeu brevemente, Hyunseok saiu da cozinha. Ao ver o amigo de avental, Sihu dirigiu-se a ele. Era um chamado com a clara intenção de mudar de assunto.
— Já preparou tudo?
— Ah, agora mesmo. Ai, só de pensar que vou trabalhar até de madrugada de novo, fico tonto.
Hyunseok era a pessoa ideal para quebrar o silêncio constrangedor ou criar um clima agradável. Apalpando a testa, começou a falar sem parar sobre os clientes que haviam aparecido na noite anterior.
Ouvindo sua voz tagarela, Sihu mastigava um pedaço de carne. O amigo, que já trabalhara em restaurante, sabia preparar um bife bastante razoável.
— Mas como vocês dois ficaram tão próximos?
Depois de terminar a história, Hyunseok olhou alternadamente para os dois. Era um olhar que dizia achar curioso Sihu estar ali com o funcionário de meio período de sua loja.
— Estamos ficando próximos.
Sihu respondeu de um jeito que dava a entender que não eram próximos. De repente, um som de “clank” atingiu seus ouvidos. Yejun, de olhos arregalados e boca aberta, estava parado. À sua frente, um garfo e uma faca estavam largados sobre a bandeja.
Um impulso de enfiar os dedos na boca aberta surgiu em Sihu . E ele logo percebeu que tivera um pensamento bastante infantil. Pigarreou uma vez e perguntou de leve.
— Por que está me olhando assim?
— Não esperava que o hyung dissesse isso.
— ?
— Então estamos ficando próximos… Que bom.
Yejun esfregou a palma da mão na própria bochecha e baixou os olhos. Seu rosto estava vermelho como o de alguém que acabou de entrar depois de ficar muito tempo no frio lá fora.
— Você é realmente fofo, Yejun.
Ele deixou escapar pela boca o sentimento que teve naquele instante. Hyunseok reagiu com perplexidade: “Hã?!” Mas Sihu manteve a calma.
— É porque ele é novo? Não deveria ser isso.
— Pois é, você nunca foi do tipo fofo, nem quando era pequeno. Não, mas espera, o Yejun é fofo…?
Hyunseok reagiu como se tivesse ouvido algo que não devia.
— O Yejun…?
— Fofo. Olha só, ele ficou emburrado porque eu disse que não é fofo.
— …Não fiquei emburrado.
Ao dizer isso, Yejun estava com a testa franzida. Sua expressão honesta agradou muito Sihu . Isso era praticamente um cachorro grande, não era? Balançando o rabo quando feliz, mostrando os dentes quando irritado.
— Daqui a pouco vai latir se eu mandar.
— O quê?
— Estou falando sozinho, não se preocupe.
— …
Yejun, com o rosto emburrado, pegou o cardápio. Suas mãos eram tão grandes que o cardápio parecia pequeno.
— Se quiser comer algo, me diga.
Ao contrário da expressão irritada, a voz era gentil. Sihu respondeu: “Está bem.”
‘Olha só. É fofo.’
Uma sensação de paz, rara de sentir, percorreu o dorso de sua mão. Pensando que aquele era um verdadeiro fim de semana, Sihu fechou os olhos por um momento. Seus lábios vermelhos e viçosos desenharam um sorriso lânguido.
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Continua….
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✦ Tradução, revisão e Raws: Faby&Belladonna