❖ Mind Your Loved One, 01.3
❖ Mind Your Loved One, 01.3
Encorajando-se, Alex estendeu a mão. Ao contrário de sua decisão audaciosa, puxou o roupão com movimentos tímidos, fazendo Nathan olhar para ele. Sob as sobrancelhas levemente erguidas, os olhos verdes examinaram Alex.
— O que pretende fazer?
A voz que ria baixo soou estranhamente sexy. Após engolir em seco levemente, Alex continuou a mover as mãos.
Sob o roupão, as coxas firmes foram reveladas e, logo, a parte íntima apareceu. O pênis de tom rosado tinha um tamanho impressionante mesmo sem estar ereto. Havia um motivo para Alex ocasionalmente tocá-lo sem querer ao sentar sobre Nathan. Por ser tão grande, acidentes aconteciam ao tocar as coxas.
— Hoje eu vou fazer para você!
Apesar de ter levado um susto com a imponência do que via, mesmo recebendo aquele tamanho todos os dias, Alex falou com determinação. No fundo, ele achava que Nathan ficaria feliz.
— Como?
No entanto, a reação que ele esperava não veio de imediato. Nathan encostou-se no sofá como se quisesse ver o que ele faria.
— Tocando…?
Como Nathan perguntara como ele faria, a única coisa que lhe veio à mente foi segurar e movimentar.
— Hum.
Nathan esfregou o queixo. Como os olhos verdes inexpressivos não pareciam receber aquela situação com entusiasmo, ao contrário do que previra, Alex ficou um pouco surpreso. O medo surgiu.
— Você não quer…? Então, apenas… apenas não farei.
Ele retificou. Honestamente, ele ficara muito surpreso. A voz antes determinada tornou-se desanimada instantaneamente. Nathan o observava em silêncio, sem mudar de expressão. Era difícil saber o que ele estava pensando.
— Vamos fazer outra coisa em vez disso.
Alex, que estava prestes a retirar a mão desanimado, levantou a cabeça rapidamente. Ao encontrar o olhar de Nathan, este finalmente sorriu para ele. Com os olhos curvados lindamente, Nathan disse:
— Desça.
— Para o chão…?
— É.
Nathan indicou o chão com o olhar. Uma sensação estranha surgiu, mas Alex obedeceu prontamente.
De forma desajeitada, Alex sentou-se sobre o tapete da sala. Quando ele se ajoelhou e olhou para cima, Nathan o observava em silêncio. O brilho verde intenso tornou-se mais profundo que o normal.
“Ah, eu conheço essa expressão.” Nathan sempre ficava com aqueles olhos quando estava excitado. Ao perceber isso, um leve calafrio percorreu suas costas. Uma sensação estranha começou a surgir.
— Como você acha que deve fazer?
Nathan perguntou como se quisesse que ele descobrisse a resposta sozinho. Alex sentiu que sabia. Instantaneamente, seu pescoço ficou avermelhado.
— La-lamber?
Pensando bem, aquilo seria muito melhor; ele não sabia por que pensara apenas em tocar. Como Nathan já fizera isso com ele com a boca, Alex também conhecia a diferença. O rosto abrindo os lábios rosados e bonitos era extremamente sexy, e o interior da boca era úmido, quente e prazeroso. O estímulo visual por si só era muito excitante.
Nathan sorriu como se aquela fosse a resposta correta. Ao ver os olhos lindamente curvados, Alex ganhou coragem. Aproximou-se engatinhando até o sofá onde Nathan estava sentado e, após respirar fundo, posicionou-se entre as coxas dele.
Entre as coxas que eram duras e elásticas, ao contrário da pele branca e macia, o pênis era visível. Suportando o fato de seu coração estar batendo tão rápido que parecia prestes a explodir, Alex inclinou o tronco lentamente.
Um aroma perfumado de quem acabara de tomar banho exalava dele. O perfume denso e refrescante misturado com bergamota era o mesmo gel de banho que usavam, mas no corpo de Nathan parecia um pouco mais doce. O pênis rosado parecia doce. Embora soubesse que não era, sentia-se assim.
Com a garganta um pouco seca, Alex umedeceu levemente os lábios. Viu o pênis de Nathan erguer-se lentamente. O que estava meio flácido agora estava com a cabeça erguida firmemente.
Ao levantar levemente o olhar após a mudança ocorrida sem que ele fizesse nada, seus olhos se encontraram. Um brilho verde intenso o observava.
Sem desviar o olhar, Alex envolveu a ponta do pênis com os lábios lentamente. Somente após abrir bem os lábios é que a glande foi finalmente engolida. Quando ele sugou levemente a glande lisa e macia com os lábios, os olhos de Nathan se franziram de forma luxuriosa. As mãos brancas, que tremiam levemente, estenderam-se e penetraram entre os cabelos de Alex.
Os dedos longos seguraram suavemente o cabelo. Como já chorara uma vez por ter o cabelo puxado com força, Alex decidiu não se assustar desta vez. Depois que descobriu que Nathan se excitava por causa dele, sua ansiedade diminuiu mesmo quando Nathan agia de forma rude. Na verdade, ele gostava.
Ao ver a reação, Alex foi além. Movimentando os lábios, começou a engolir o pênis o máximo que podia. Como o pênis era muito grande, mesmo que o enfiasse até atingir a garganta, mal conseguia colocar a metade.
O calor subiu à sua cabeça. Com as orelhas avermelhadas, Alex segurou as coxas de Nathan. Então, começou a mover a língua como Nathan fizera com ele antes.
Quando a língua tocou timidamente o corpo do pênis, a mão de Nathan ganhou força. O cabelo foi puxado de forma um pouco dolorosa, mas estava tudo bem. Ele movia a cabeça para frente e para trás com o pênis na boca. Em pouco tempo, a saliva acumulada molhava não apenas o pênis, mas também seus lábios. A saliva escorria pelo seu queixo.
Um som úmido de sucção ecoou. Alex já estava sem fôlego após aceitá-lo algumas vezes, então tossiu e soltou o pênis. Nathan não o impediu, apenas continuou observando. O olhar fixo nele, sem sequer piscar, causava um formigamento em sua coluna.
O fato de Nathan o estar observando despertava excitação. Uma leve euforia encorajava Alex. Embora os movimentos fossem desajeitados, Alex empenhou-se ao máximo nas carícias no pênis. Como era difícil engoli-lo até o fim, ele repetia o ato de colocar a língua para fora e lamber o corpo do pênis.
Enquanto lambia assim, algo escorregadio saiu da ponta da glande. Como era a primeira vez que sentia o gosto do fluido pré-ejaculatório daquela forma, Alex cutucou o meato uretral com a ponta da língua.
Foi então que Nathan, que estava imóvel, agiu.
— Realmente…
Uma voz rouca e rude foi ouvida. Com o cabelo preso na mão de Nathan, seus olhos se encontraram.
— Você está querendo, fff, me enlouquecer.
Sem dar chance de resposta, Nathan enfiou o pênis com força na boca de Alex. A ponta do pênis, cravada de uma vez até a garganta, cutucou a carne sensível do fundo. Uma tosse irrompeu.
— Uh, hup, ugh, ugh…!
Lágrimas surgiram fisiologicamente, mas Alex suportou em vez de soltar. Sentir claramente que Nathan estava excitado fez sua cintura latejar. Ele tentou abrir os lábios até o limite, e Nathan moveu a mão que segurava seu cabelo conforme o ritmo.
Sua cabeça balançava para frente e para trás de acordo com o movimento da mão. Emitindo sons de engasgo, Alex apertou as coxas de Nathan com força. Veias azuis saltaram no dorso de sua mão. Sua visão ficou turva quando o pênis bloqueou sua garganta a ponto de deixá-lo sem ar.
Enquanto tentava inspirar pelo nariz de qualquer maneira, seu corpo estremecia sempre que o pênis cutucava sua garganta novamente. Mesmo sendo tratado de forma tão rude, o corpo de Alex reagia fielmente. Entre o roupão que se abrira, seu pênis totalmente ereto balançava.
— Ha, huu, up, hugh, ha…!
No momento em que a sensação de que sua mente ficaria branca chegou, Nathan atingiu o clímax. Alex sentiu as coxas que segurava ficarem rígidas. Algo viscoso e escorregadio começou a preencher sua garganta. O líquido morno e pulsante fluiu pelo seu esôfago.
— Haa, ha, haa…
Nathan inclinou o tronco enquanto ofegava pesadamente. O cabelo loiro claro caiu sobre a testa. Os olhos carregados de calor continham Alex.
Mantendo o olhar fixo, Alex engoliu o sêmen que preenchia sua garganta. O gosto forte espalhou-se, mas estava tudo bem. Quando ele lambeu os lábios sem perceber, Nathan perguntou em voz baixa:
— Está gostoso?
Se fosse para julgar, não era gostoso, mas Alex assentiu.
— Você engole bem, como um cachorrinho.
A mão que soltou o cabelo desceu suavemente e tocou a bochecha com o dorso. Os dedos longos e retos coçaram levemente abaixo do queixo. O movimento das mãos, como se estivesse acariciando um cão, trouxe uma sensação de cócegas. “Hut”, um gemido escapou sem querer. Sua cintura estremeceu involuntariamente.
— Eu pretendia te deixar em paz, porque achei que se fizéssemos hoje, eu te faria chorar…
A mão que esfregava o queixo segurou sua bochecha. Alex não sabia por que ele dizia aquilo, mas balançou as coxas levemente esperando por outra coisa. Seu pênis ereto pulsava desde agora pouco.
— Veio se oferecer para ser castigado?
Dito isso, Nathan levantou levemente o pé. A sola branca do pé tocou o pênis de Alex, que balançava entre os tornozelos dele. A sensação da sola do pé macia por ter acabado de tomar banho foi sentida sobre o pênis.
— Uh, hugh!
Por ser a primeira vez que era tocado com o pé, Alex reagiu com sensibilidade. Quando ele estremeceu e levantou metade das coxas, Nathan pressionou o pênis com força.
— Onde aprendeu a ficar excitado enquanto chupava?
— Haa, hu, ugh, a-apre, ndi, ah, ungh…!
Os dedos do pé esfregaram a ponta da glande. Alex arqueou levemente a cintura diante da sensação desconhecida. Seu pescoço estava quente como se fosse explodir.
— Eu nem te toquei e você já está assim. Você gosta disso?
— É que, sim, não, não… hic!
Como a sensação era claramente diferente da das mãos, era difícil suportar os estímulos constantes no pênis. O pênis, que já estava extremamente excitado, tremia. O simples toque de Nathan já era bom, então era natural, mas ele não queria chegar ao ápice sendo tocado pelos pés, e não pelas mãos.
— Na-te, haa, hu, isso… não… ut, ahh…!
Alex implorou com os olhos avermelhados. Então, Nathan parou de se mover. A sensação macia se afastou e logo o estímulo no pênis desapareceu. Embora tivesse dito que não queria, Alex soluçou por não esperar que o prazer fosse interrompido.
Nathan, que voltou o pé para o lugar, encostou-se no sofá e observou Alex fixamente.
O Nathan de hoje estava estranho. Normalmente, a esta altura, eles já teriam ido para a parte… principal. No entanto, nada acontecera ainda.
— …Nate?
Ao perguntar observando a reação dele, Nathan riu preguiçosamente.
— Você disse que não queria.
Realmente estranho. Em outros momentos, ele não o soltava mesmo que dissesse que não queria…
— É verdade, mas…
— Como eu disse, se fizermos hoje, talvez eu te faça chorar. Então, vá dormir enquanto eu estou te deixando ir.
Pensando bem, Nathan vinha dizendo coisas assim desde agora pouco. Como não conseguia entender o motivo de jeito nenhum, Alex perguntou timidamente:
— Eu fiz algo errado?
— Sim.
— O quê?
— Uma ômega se aproximou e você apenas ficou lá.
Lembrou-se tardiamente do que acontecera à tarde. Ele perguntara o que Alex estava fazendo ao vê-lo tão próximo de Jen. Parecia que era disso que ele estava falando. Alex protestou:
— Não era nada…!
Mas não parou por aí. Nathan continuou calmamente:
— Além disso, você disse que não havia ômegas que gostavam de você. Mas o que a Anna disse foi um pouco diferente.
Alex ficou sem palavras. Ele achara que Nathan não se importara quando Anna disse aquilo e fugiu, mas ele não esquecera.
Alex observou a reação dele hesitante. Ele não tinha o que dizer sobre aquela parte. Pois Alex realmente dissera aquilo nos dias em que conversavam sobre o passado.
Para falar a verdade, ele não pretendia enganá-lo. Apenas Alex Yeon era alguém que sempre tivera apenas Nathan em seu coração, então não tinha espaço para que a confissão de alguém entrasse em sua mente. Foram coisas que ele esqueceu completamente e que só voltaram à mente ao ouvir Anna falar.
— Ela disse que você recebeu confissões não de uma, mas de várias pessoas.
Nathan perguntou como se quisesse confirmar. Alex, que ia inventar alguma desculpa, fechou a boca novamente. A aparência de quem sorria, mas era sutilmente assustador, indicava que ele estava mesmo bravo.
E Nathan bravo era assustador. Porque ele não comia. Aquilo era a coisa mais aterrorizante do mundo.
Em vez de acrescentar desculpas, Alex pensou em outro método. A vergonha passou por ele por um momento, mas como já fizera coisas mais vergonhosas antes, achou que aquilo seria melhor.
Após tomar a decisão, Alex segurou os joelhos de Nathan e levantou-se cautelosamente. Então, mordendo o lábio com força, sentou-se lentamente sobre as coxas de Nathan.
Nesse ínterim, o roupão escorregou. Seu corpo nu foi revelado, mas Alex não se importou. Embora ainda sentisse vergonha, ele já se acostumara por ficar nu em casa na maioria dos dias. Nathan, que o observava encostado no sofá, ergueu as sobrancelhas.
— Eu-eu também tinha esquecido. Foi há muito tempo… e eu recusei todas…
Falando hesitante, Alex sentou-se lentamente sobre as coxas de Nathan enquanto segurava os ombros dele. Ele ficou vermelho até o peito por causa do comportamento vergonhoso, mas tomou um pouco mais de coragem. Com um rosto que pedia perdão, ele sussurrou:
— Eu errei…
Embora não fosse intencional, ele também se sentia culpado. Como ele mesmo ficara bravo por causa das mulheres que gostavam de Nathan, não era como se não entendesse o sentimento de Nathan.
“Na próxima semana, quando encontrar a Anna, preciso avisá-la.”
Alex decidiu silenciosamente enquanto envolvia o pescoço de Nathan com os braços. Pele nua contra pele nua se encontraram e o peito firme esfregou-se contra o tronco dele. Sentiu Nathan estremecer. Nathan, que ficou em silêncio por um breve momento, abriu a boca.
— Você errou?
— Sim!
Ao responder prontamente, Nathan envolveu sua cintura. O braço apertou a cintura, que era visivelmente fina em comparação ao peito largo e firme. Em resposta, Alex abraçou a cabeça de Nathan rapidamente. Nathan, que sustentou as nádegas dele, começou a tocar o corpo de Alex.
— Então tome cuidado da próxima vez.
Os lábios de Nathan tocaram o peito dele e se afastaram. Enquanto brincava com os lábios ao redor da aréola, ele sussurrou:
— Se alguém deixar feromônios em você, eu não vou saber.
Viu Nathan esfregar o nariz no peito dele como um animal farejando. A excitação, que diminuíra por um momento devido ao toque estimulante, ressurgiu gradualmente. Como ele parara logo antes de chegar ao ápice, o corpo reagiu rapidamente. “Tenho que ouvir o que o Nathan diz”, pensava, mas sua cintura estremecia constantemente. Ele sentia falta do prazer interrompido.
— Não gosto que aconteçam coisas que eu não saiba. Especialmente relacionadas a você.
O sussurro profundo arranhou seu ouvido. Uma sensação de arrepio desceu por suas costas. Alex assentiu enquanto apertava os braços em volta do pescoço de Nathan.
— Sim, eu farei isso.
A mão que sustentava Alex deu tapinhas na cintura dele como se o elogiasse por ser um bom garoto. Então, gradualmente mudou de direção. Após acariciar a região lombar que desenhava uma curva suave com a palma da mão, desceu para as nádegas. As mãos grandes massagearam as nádegas.
— Lavou-se bem?
Junto com a pergunta, a outra mão também desceu para as nádegas. A carne das nádegas foi agarrada pelas mãos. Conforme o movimento, as nádegas se abriam e fechavam repetidamente.
— Uh, unhm..
Uma sensação luxuriosa acumulou-se em sua parte inferior. A sensação da pele sensível do períneo se abrindo e fechando parecia exatamente como se estivesse sendo penetrado. Inconscientemente, Alex contraiu o orifício.
— E não sobraram feromônios?
Confirmando novamente, Nathan abriu ainda mais as nádegas dele. Um calafrio percorreu Alex com a sensação do orifício densamente enrugado se abrindo suavemente. A membrana mucosa fina esticando-se trouxe um prazer estranho.
— Não tem, hu-hum, nada…!
Seu corpo tornou-se ansioso rapidamente apenas com aquele ato simples. O ato que ele imaginava desde que descera para cá preencheu sua mente. A sensação do pênis que remexia seu interior todos os dias sem falta pairava ali atrás. Ele queria que Nathan o colocasse. Era vergonhoso, mas era a verdade.
— E aqui.
Como se tivesse percebido, os dedos de Nathan esfregaram suavemente ao redor do orifício. Quando as pontas dos dedos esfregaram as pregas que ainda tinham um pouco de umidade, o formigamento aumentou.
— Ah, haa, hu!
Contorcendo a cintura, Alex começou a seguir seus instintos. Ele esfregou seu pênis com força contra a barriga de Nathan. A barriga de Nathan, com o abdômen definido, era firme e macia ao mesmo tempo, proporcionando uma sensação boa. Tudo o que compunha Nathan era igualmente prazeroso. Extasiante e doce.
— Lavou bem até o fim?
— Uh-huh, sim, hum, lavei… bem. Haa, Na-te, eu…!
Ele sentia que ia enlouquecer porque Nathan não enfiava sequer um dedo. Com os olhos vermelhos pelo calor, Alex abraçou Nathan ainda mais forte. Esfregando o peito no rosto macio dele, ele apressou:
— Agora, agora… eu qu-quero… fazer…
Por estar muito excitado, Alex teve mais coragem do que o normal. Era difícil pedir para ele colocar, mas ele demonstrou seu desejo de fazer.
No entanto, Nathan não o penetrou facilmente. Em vez disso, estendeu o braço para o lado e pegou o frasco de lubrificante.
— O que você quer fazer?
“Tac”, a tampa foi aberta. O som do ar saindo do frasco ecoou em seguida, e o som do líquido viscoso sendo espremido espalhou-se alto em seus ouvidos. A expectativa surgiu.
— I-isso…
— Você tem que falar direito.
Nathan apontou. Talvez pelo efeito do aprendizado, Alex logo percebeu o que deveria dizer. Seu coração parecia prestes a explodir, mas tocar Nathan era mais importante. Mordendo o lábio, Alex sussurrou com a voz sumindo:
— Co-coloca para mim…
— Esqueceu como se pede?
— Mas…
O argumento de que ele era o mais velho, que ele sustentava com firmeza, desapareceu completamente. Pois os dedos lambuzados com bastante lubrificante tocaram sua parte traseira. A sensação fria foi sentida por um breve momento e, pouco depois, derreteu-se calorosamente para dentro. E o gel, uma vez derretido, espalhou-se pelo interior do orifício junto com uma sensação ardente.
— Bom garoto. Você consegue.
Nathan o acalmou com um tom de voz que, especialmente hoje, parecia tratar um cachorrinho. Alex, que hesitara, acabou se rendendo quando os dedos escorregadios entraram e saíram dele.
— Co-coloque, por… por favor…
Alex cuspiu as palavras e esperou pela sensação que viria a seguir. No entanto, Nathan não enfiou o pênis imediatamente, mas perguntou novamente:
— Onde.
Eles nunca tinham ido tão longe assim. Ele sentia que ia enlouquecer. Como a sensação que ele esperava não vinha, Alex ficou atordoado. Ele esfregou o pênis ansiosamente.
Nathan continuou a cutucá-lo apenas com os dedos, como se estivesse brincando com ele. Diante do ato de não pressionar o fundo e apenas brincar com a parte rasa, Alex fechou os olhos com força e implorou:
— Atrás, no orí-fício…!
Os dedos de Nathan, que pressionavam o interior, ganharam força. Alex sentiu que o pênis de Nathan, que tocava sua parte inferior desde agora pouco, também ficou mais firme. Soltando uma respiração animalesca, Nathan exigiu mais uma vez:
— Quando for falar… haa, fale a frase completa.
A ponta da glande tocava o períneo como se fosse entrar, mas Nathan não parecia disposto a penetrar até que ele obedecesse. Parecia que aquele era o modo de Nathan castigá-lo. Após chegar a essa conclusão com a mente confusa, Alex assentiu, esquecendo-se da dignidade.
— No orí, fício, haa, co, loque, por fa-vor!
Ao proferir a frase correta, a vergonha explodiu. Ao mesmo tempo em que lágrimas surgiam, Nathan moveu-se.
Como se estivesse esperando por muito tempo, Nathan pressionou o pênis contra o orifício. O orifício trêmulo apertou o pênis com prazer. A ponta da glande penetrou apressadamente.
— Haa, haa, ha…!
Alex inclinou a cabeça para trás com a sensação das pregas se abrindo apertadamente. Era tão bom que seu corpo tremia violentamente. Como passara um longo tempo ansioso sem conseguir chegar ao ápice, parecia que ele iria agora mesmo.
Ele não queria chegar ao ápice apenas com a ponta do pênis, então tentou aguentar de qualquer maneira. Ele contraiu os dedos dos pés com força e aplicou força nas coxas.
— Já vai, hum, gozar?
Como se não permitisse, Nathan trouxe uma mão para a frente. Bloqueando o pênis de Alex com força, ele começou a se mover. O pênis empurrava o interior das pregas embebidas em lubrificante. A sensação de prazer de ter seu interior preenchido espalhou-se, acompanhando a sensação de seu corpo ser dividido ao meio.
— Ah, ugh, não, isso, solta…!
Embora tivesse suportado por não querer chegar ao ápice, ele sentiu que ia enlouquecer quando o meato uretral foi bloqueado. Alex balançou a cabeça freneticamente e segurou os ombros de Nathan com força. Ele o empurrou até que suas mãos ficassem brancas, mas Nathan não se moveu um milímetro. Em vez disso, puxou Alex, que tentava escapar, de volta para suas coxas.
— …!
Com um som surdo, o pênis penetrou até o fim. O lubrificante derretido espirrou. Enquanto Alex abria a boca e arregalava os olhos, Nathan começou a se mover seriamente. A parte traseira começou a ser remexida de forma tão rude que era de se perguntar como ele aguentara.
Apenas o ato de empurrar até o fim atingia a próstata. Cada vez que a glande grossa esmagava o interior macio, faíscas surgiam diante de seus olhos. Uma sensação de choque elétrico subiu por sua parte inferior. Ele sentia que ia chegar ao ápice. E de forma realmente intensa.
— Ah, haa, ungh, Na-te…! Solta, solta…!
Não adiantou. Pelo contrário, Nathan parecia decidido a agir de forma oposta e aumentou a intensidade das estocadas. Uma sensação estranha preencheu todo o seu corpo. Alex tremia violentamente, contraindo os dedos dos pés a ponto de ter cãibras.
— Uh, haa…!
Era o limite. Era difícil aguentar mais. No momento em que sentiu a excitação acumulada explodir, Alex teve uma experiência bizarra.
Mesmo com a saída bloqueada, ele sentiu um prazer intenso percorrendo todo o seu corpo. Uma sensação de formigamento percorreu o meato uretral.
— Ah, ah…! Ha-ak, ha…!
Levantando as coxas, Alex estremeceu a parte inferior do corpo. Como Alex empinou as nádegas repentinamente antes que Nathan pudesse impedi-lo, o pênis escorregou para fora. Sua visão ficou branca. Com um calafrio percorrendo-o, ele atingiu o clímax com o pênis ainda bloqueado.
— Hu, hua, ha… a…
Seu corpo estremecia intermitentemente. Alex, que aplicava força em todo o corpo, exibia um rosto atordoado. Enquanto ele inclinava a cabeça com os olhos sem foco, Nathan puxou seu queixo.
— Agora você já consegue chegar ao ápice sem nem gozar.
Os olhos verdes intensos observavam Alex como se fossem devorá-lo. Como não entendia bem o que acabara de acontecer consigo, Alex apenas o observava atordoado. Ele se sentia muito bem.
— Você ficou excitado enquanto chupava e chegou ao ápice apenas por ser penetrado… Todos esses ômegas se confessaram sabendo que você é esse tipo de Alfa?
Ao ouvir o que fizera, Alex recobrou os sentidos gradualmente. No entanto, Nathan não lhe deu tempo sequer para corar de vergonha. Ele puxou Alex novamente e enfiou o pênis no orifício que estava extremamente sensível.
— Hic…!
Alex debateu-se, pois ainda sentia os resquícios do clímax. No entanto, Nathan também aplicou força e prendeu Alex, sem intenção de perdoá-lo. Os braços firmes apertaram sua cintura. Assim, preso firmemente, Alex começou a ser penetrado impiedosamente.
— Ah, aa, pa-ra, ungh, eu, espera, Nate, espera…!
Alex implorou chorando. Ele sentia que ia enlouquecer cada vez que o pênis cortava a carne interna. Era uma sensação que fazia o formigamento subir até o cérebro. Todo o seu corpo formigava.
— Foi você, haa, quem começou.
— Por favor, Na-te, eu…! Não…! Se fizermos isso…! Eu…!
Uma sensação familiar espalhou-se. Lembrou-se do erro que cometia facilmente quando era provocado estando sensível. Era agora. Se continuasse sendo penetrado assim, ele chegaria ao ápice imediatamente. Alex arregalou os olhos e esforçou-se ao máximo. Ele não poderia cometer um deslize logo na sala, no-no sofá.
— Eu, hic, eu vou, aqui, vou mi-mijar…!
Embora soubesse que não era urina, aquela era a única forma de expressar. Ele implorou soluçando, sentindo que morreria de vergonha, mas não adiantou. A velocidade de Nathan aumentou gradualmente.
— Faça. Você também fez ontem.
— Aqui, na sala… na sala…!
Ao sussurrar implorando fervorosamente, Nathan diminuiu a velocidade lentamente.
— Não quer fazer na sala?
Alex assentiu rapidamente diante da voz que perguntava como se fosse atender ao pedido. O pênis de Nathan remexia o interior lentamente. Como ele parara logo antes do clímax, Alex contraiu os dedos dos pés e suportou o estímulo de qualquer maneira.
— Ungh, sim, não… não quero fazer…
— O que eu deveria fazer? Estou te castigando agora.
Desta vez, o pênis cutucou as paredes úmidas. Não era a próstata, mas a sensação do interior macio e delicado sendo cutucado era profunda. Alex resistiu aplicando força no baixo ventre.
— Vou fa-fazer… outra coisa…
O sofá e o tapete da sala não podem ser lavados, então ele não podia deixá-los sujos. Alex implorou com os olhos marejados.
— Outra coisa?
— Sim, ungh, hic…!
Enquanto assentia, Alex quase teve a próstata cutucada devido ao movimento do corpo. Sua cintura estremeceu. Foi perigoso.
— Qualquer coisa?
— Sim, por favor…!
— Então diga “Au”.
Nathan exigiu após hesitar, piscando seus belos olhos. Alex sentiu os cílios dele se moverem contra seu peito.
Alex olhou para baixo sem entender a frase que acabara de ouvir. Seus olhos se encontraram.
— …?
— Se disser “Au”, eu te solto.
Nathan costumava dizer que ele era adorável como um cachorrinho, mas Alex não esperava que ele fizesse tal exigência. Seu rosto ficou vermelho de vergonha. Nathan, que terminara de falar, voltou a se mover. O pênis penetrou lentamente e esfregou a próstata.
— Ou-outra coisa…!
— Não tenho interesse em outra coisa.
— Mas, eu… um, hic!
A resposta “eu não sou um cachorro” foi abafada por um gemido. O pênis que esfregava a próstata parecia prestes a atravessar sua barriga. Ele quase revirou os olhos. Alex agarrava e soltava Nathan repetidamente com as mãos trêmulas.
— Eu não me importo de sujar aqui.
Então, Nathan aumentou a velocidade novamente, como se fosse realmente até o fim. O som alto da carne se chocando ecoou. Por estarem na sala, a ressonância era especialmente barulhenta.
A carne entrava em atrito e o som do interior derretido pelo lubrificante recebendo o pênis espalhou-se. Até ouvir aquilo tornou-se prazer. Vergonha e prazer se misturaram e Alex atingiu o limite.
— Eu vou fazer, eu vou, vou fazer…! Nate, ungh, sim…! Au…!
No entanto, foi um pouco tarde. Antes que Nathan parasse, Alex sentiu-se estimulado pelas próprias palavras. Assim que emitiu o som como um latido de cachorro, a vergonha explodiu. Somado ao fato de Nathan ter acariciado seu queixo como se acariciasse um cão, ele sentiu-se como se tivesse realmente… se tornado um cão.
— …Ah, aa…!
Tarde demais. Antes que pudesse conter, o pênis estremeceu e vomitou algo pela primeira vez. Como se para tornar inútil o fato de ele não ter derramado nada anteriormente, o sêmen jorrou. Logo atrás dele, um líquido transparente fluiu. O líquido, que antes apenas gotejava, logo se tornou um fluxo contínuo.
Ao mesmo tempo, Nathan também ficou rígido. Ele, que estremecera assim que Alex latira, pareceu ter sido estimulado quando Alex atingiu o clímax apertando seu interior freneticamente. O pênis foi empurrado até o limite do limite e seus corpos se uniram. Alex sentiu algo quente espalhar-se por dentro.
Sua mente ficou turva por um instante. A sensação que acabara de enfrentar fora tão intensa que foi difícil recobrar os sentidos por um tempo. Alex, que estava assim atordoado, piscou os olhos diante do som de água ecoando abaixo.
— Na-não…
Ele acabou caindo no choro. Uma mágoa surgiu contra Nathan, que não tivera piedade mesmo sabendo que aquilo era o que mais o envergonhava.
— Eu disse que te faria chorar.
O sussurro de Nathan ecoou. O tronco aquecido uniu-se a ele e estremeceu; logo, Nathan soltou a cintura e envolveu as costas dele.
— Eu te avisei, Alex.
Lágrimas brotaram ainda mais diante da voz que falava de forma calma e carinhosa. Ao olhar para baixo com os olhos avermelhados, a cena era deplorável. O líquido que escorrera pelas coxas de Nathan criara uma mancha redonda, manchando o tecido do sofá.
— Não tem problema, já está sujo mesmo.
Embora não estivesse nem um pouco “tudo bem”, Nathan o acalmava. Alex balançou a cabeça, mas não adiantou. Parecia que ele acabara de ejacular, mas Nathan começou a se mover novamente. Quando Alex olhou para Nathan com olhos aterrorizados, ele disse suavemente:
— O castigo ainda não acabou. Vamos continuar.
— Mas, eu… espera, Nate…!
A recusa não funcionou. A essa altura, Alex já nem sabia exatamente o que fizera de errado, e começou a balançar inevitavelmente sob o prazer que subia sem lhe dar tempo para respirar. Em meio àquilo, ele se arrependeu um pouco. Pensando que deveria ter ido embora quando ele o avisara.
↫─ Continua….
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✦ Tradução, revisão e Raws: Yuki&Belladonna