Capítulo 25
Depois disso, a excitação causada pelo cheiro do ômega diminuiu, mas não completamente. A maneira de aliviar isso era simples: fazer sexo até meu corpo se satisfazer. O problema era que eu não queria usar Lee Soo-ha como um mero brinquedo para meus impulsos sexuais.
Eu sabia que Lee Soo-ha estaria disposto a se entregar a mim a qualquer momento. Mas o que estava me incomodando era que esse desejo não vinha dele. Tinha medo do que aconteceria se ele chegasse a perceber.
Ele não dizia, mas estava estressado porque seu corpo não era capaz desempenhar as funções de um ômega e foi provavelmente por isso que ele estava tomando hormônios novamente sem me dizer nada. Embora ele detestasse tomar remédio, o fato de ele ter começado a procurá-los por vontade própria demonstrava que ele estava experimentando um nível significativo de estresse.
Optei por esperar que esse desejo desagradável desaparecesse por si só e o resultado de minha negligência foi uma febre baixa debilitante que durou vários dias.
— Senhor.
O chamado do motorista me tirou dos meus devaneios. Ao abrir os olhos, vi que já estávamos em frente à minha casa. Peguei o sobretudo que havia jogado no banco do passageiro e saí do carro.
Ao atravessar o jardim e entrar na casa, ouvi passos barulhentos. Eu sabia quem era. Só havia um garoto nesta casa que fazia tanto barulho.
Quando a criança que descia as escadas correndo me viu, parou imediatamente, colocou as mãos na barriga e se curvou para mim em uma saudação educada.
— Olá. Obrigado pelo seu trabalho hoje também…
— …….
Tanta cortesia fez sua cabeça quase tocar a ponta dos pés.
— Levante a cabeça.
O menino endireitou sua postura, como se estivesse esperando pelas minhas palavras, e sorriu suavemente.
Antes, ele costumava ficar sem fôlego quando me via, mas agora ele se aproxima e cumprimenta mesmo sem que alguém lhe diga para fazer isso. Essa mudança me deixou mais à vontade.
Joo Soohyun havia entrado nesta casa há cerca de dois meses atrás, graças à decisão de Lee Soo-ha de vivermos juntos.
Embora Lee Soo-ha estivesse contente com a existência do menino, ele tinha receio de morar juntos. Lee Soo-ha temia que, em um momento de desequilíbrio mental, ele o machucasse, e isso o preocupava. Tinha medo do impacto que isso teria sobre o garoto. Além disso, ele acreditava firmemente que a depressão era contagiosa e, nesse contexto, achava que seus sentimentos depressivos pudessem ser transmitidos ao garoto, e, por esse motivo, evitou trazê-lo para sua vida cotidiana.
No entanto, houve uma vez em que ele trouxe o garoto para casa e passou um dia inteiro juntos. Quando a babá veio buscá-lo tarde da noite, o menino se jogou no chão e começou a chorar, não querendo voltar. Lee Soo-ha ficou perdido sobre o que fazer naquele dia, então mandou a babá levar o menino para o segundo andar para dormir e mandá-los de volta no dia seguinte. Foi somente há dois meses que Soo-ha finalmente se manifestou após o incidente.
— Soohyun, traga-o para viver conosco. Em troca, vou voltar a tomar meus remédios e ir ao hospital, se necessário.
Desde o momento em que o menino parou de procurar sua antiga babá, eu não tinha nenhuma objeção quanto a morarem juntos. Tudo o que era necessário era o compromisso de Lee Soo-ha em criar o garoto.
A opinião da criança fazia parte da equação. Quando Lee Soo-ha perguntou se ele estaria bem em viver conosco, o menino ficou tão emocionado que começou a chorar e concordou com entusiasmo.
E agora, dois meses depois de o garoto ter chegado, a rotina voltou ao normal sem grandes problemas.
— Olá, senhor. Lee Soo-ha está no segundo andar.
A ajudante, que estava um passo atrás da criança, anunciou a localização de Soo-ha. Eu já havia previsto isso, já que ele ainda não havia aparecido mesmo depois de eu chegar. Ele provavelmente estava cochilando no quarto do menino.
Fui em direção às escadas para levá-lo de volta ao quarto, como de costume, mas parei. Eu não estava me sentindo bem hoje. Se eu o visse nesse estado, provavelmente tentaria abrir as pernas dele como um animal no cio.
Verifiquei a hora novamente. 8:30hrs.
— Deixe-o descansar por cerca de uma hora e depois o acorde e o envie para o quarto.
A ajudante abriu os olhos em surpresa, como se fosse inesperado. Mas, em seguida, ela concordou como se tivesse compreendido a situação, evitando fazer perguntas desnecessárias.
Mudei meu foco para o garoto.
— É melhor você se preparar também.
— Sim, mas… ainda não são nem 10 horas.
— Logo será.
— Logo? Mas é cedo…
— Não me responda.
O garoto era muito melhor em verbalizar do que parecia. Claro, ele não estava acostumado a fazer perguntas ou receber respostas. Quando eu fui um pouco mais duro, ele fez uma expressão aborrecida, mas persistiu com a sua teimosia.
— Papai disse para eu ir para a cama às 10 horas. Então, só tenho que deitar e fechar os olhos às 10 horas.
— …….
Joo Soohyun era, sem dúvida, o filho de Lee Soo-ha. De vez em quando, ele me deixa sem palavras.
Talvez ele estivesse com medo de levar uma bronca. Mas, mesmo assim, ergueu a cabeça e me encarou. Eu apenas ri alto.
— Sim, você está certo.
O acordo era às 10 horas.
— Suba, brinque por um tempo e deite às 10.
O garoto relaxou seu semblante quando ouviu minhas palavras e concordou educadamente antes de se despedir novamente e subir as escadas com cuidado.
Observei-o subir até o segundo andar. Em seguida, me virei e fui para o banheiro.
Durante o banho, meu estado piorou ainda mais. A febre se espalhou rapidamente por todo o meu corpo desde o momento em que entrei em casa. O instinto já havia assumido o controle enquanto eu parecia vagar como uma besta.
Eu conheço essa sensação. É um precursor do cio.
Vou ter que rever minha opinião de que isso é um resfriado leve e que vai passar.
Usei o tranquilizante que havia deixado guardado dentro de casa e fui para o escritório. Seria impossível dormir com Soo-ha ao meu lado nesse estado.
Embora fosse raro, às vezes acontecia de entrar no rut sem razão aparente, não necessariamente por causa de um ômega. Se ele não estivesse por perto, alguns tranquilizantes seriam suficientes para resolver o problema. Ou eu poderia simplesmente me livrar disso dormindo com qualquer outra pessoa, que era o que eu fazia antes de conhecer Lee Soo-ha.
No entanto, como Lee Soo-ha estava por perto, eu estava consciente disso e isso estava afetando minhas emoções, fazendo com que eu sentisse a necessidade de abraçá-lo e satisfazer meus instintos. Sim, isso seria muito fácil.
Peguei um cigarro e coloquei na boca enquanto me posicionava perto da janela. A minha imagem refletida na superfície transparente estava vagamente distorcida e um sorriso amargo emergiu. Era como se eu fosse um animal faminto. Em essência, era exatamente isso que um alfa era: criatura cujo desejo era a prioridade máxima. Bestas enlouquecidas pelo sexo com ômegas. De fato, há muito tempo eu não sentia a presença do gene alfa em meu corpo como agora.
Aquela noite sem Lee Soo-ha pareceu uma eternidade.
Acordei com um estranho pressentimento. Eu estava deitado no sofá do escritório. Mal tinha pegado no sono. Abri os olhos desconfiado. Alguma coisa estava errada. Quando ergui o corpo, vi Lee Soo-ha sentado no chão, apoiando-se no sofá, olhando para mim.
— … O que você está fazendo aí?
Depois de piscar lentamente algumas vezes, Lee Soo-ha respondeu à minha pergunta.
— Observando Joo Haewon.
Antes de dormir, verifiquei que já passava da meia-noite. Ele não costumava mais ficar acordado até tarde da noite. A insônia de Lee Soo-ha parecia um mau presságio para mim.
Sentei e perguntei e diretamente:
— Por que não está dormindo?
Eu havia sugerido que ele tomasse antidepressivos, mas a aversão de Lee Sooha por medicamentos ainda persistia. Até mesmo a hormonioterapia voluntária que ele havia começado a fazer foi interrompida depois de um episódio de vômito.
Eu era a única coisa mais eficaz para Lee Soo-ha do que a medicação. Eu costumava restabelecer sua sanidade nos episódios de ansiedade que ele sofria.
— Não consigo dormir.
— Qual é o problema?
— É você, Joo Haewon.
A resposta de Lee Soo-ha não foi imediatamente resolvida. Ao franzir o cenho, Lee Soo-ha inclinou a cabeça e acrescentou uma explicação breve.
— Joo Haewon tem um cheiro forte.
— …….
— Um cheiro provocante.
— …….
— Estou sentindo há alguns dias, mas hoje é especialmente intenso.
Eu não esperava por isso. Nunca imaginei que Lee Soo-ha notasse o cheiro do meu ciclo de calor. Era natural que um ômega fosse sensível ao odor de um alfa, mas até agora ele nunca tinha expressado nada, então achei que ele não fosse mais afetado por isso.
De repente, ele esticou as pernas, levantou-se e ficou na minha frente. Em seguida, ele segurou minha mão e a colocou lentamente em sua bunda.
Conduzida por Lee Soo-ha, minha mão deslizou sobre a pele macia até chegar ao osso do quadril. Foi naquele momento que senti algo úmido em meus dedos. Ele estreitou os olhos enquanto enfiava meus dedos mais profundamente entre as pernas.
O espaço entre as pernas de Lee Soo-ha estava úmido.
— Mmmm…
Ele tremeu com o toque dos meus dedos. Retirei a mão lentamente e olhei para os dedos molhados. Mesmo com uma rápida passada, minha mão estava encharcada com o líquido viscoso.
Lee Soo-ha olhou para baixo e choramingou.
— Como você espera que eu durma assim?
— …….
— Acho que Joo Haewon… está assim por minha causa. Eu tenho estado tomando hormônios ultimamente. Três vezes ao dia, sem perder um único dia…Você sabe disso.
Eu sei. Metade deles foi regurgitada.
— Abaixe-se.
De acordo com meu pedido, Lee Soo-ha abaixou o corpo e inclinou a cabeça em minha direção. Agarrei sua nuca e deslizei minha mão suavemente por sua pele. Pude sentir o sutil e doce aroma de ômega em seu distinto odor corporal limpo. O aroma erótico que fazia cócegas em minhas narinas era é o feromônio que instigava o meu desejo sexual. Neste momento, Lee Soo-ha estava sentindo o mesmo cheiro vindo de mim.
Como um cachorro farejando, respirei rapidamente para seguir seu cheiro. Uma vez que eu me conscientizei disso, a presença do cheiro se tornou cada vez mais proeminente.
— Ugh….
Lee Soo-ha deixou escapar um gemido suave como resposta ao toque quase intangível. Era o som do desejo queimando. Sua inclinação da cabeça era um pedido implícito para que eu o chupasse. Eu pressionei meu rosto contra seu pescoço já corado e mordisquei levemente a carne quente. Lee Soo-ha se contorceu quando eu fiz isso.
— Desde quando você está assim?
— …O quê?
Reformulei a pergunta.
— Estou perguntando quando foi que você ficou tão obcecado em devorar meu pau?
Com as palavras provocativas, Lee Soo-ha pareceu envergonhado e mordeu os próprios lábios, mas não se sentiu desconfortável. Normalmente quanto mais vulgar o sexo mais estimulante ele é, e eu costumava dizer palavrões de vez em quando quando queria aumentar a excitação do momento. Lee Soo-ha costumava responder obedientemente a esses estímulos, como agora.
— Eu não sei… Eu realmente não sei.
— Por que você não sabe?
— Bem… todo dia, eu…
— O quê?
— …. Fazer isso.
Lee Sooha me encarou com seus olhos brilhantes. Sua excitação era claramente visível.
— Eu quero fazer isso todos os dias… Estou confuso sobre há quanto tempo estou obcecado pelo pau de Joo Haewon.
Diferente do tom ingênuo, o conteúdo de suas palavras foi bastante explícito. Foi um desejo insistente que empurrou minha paciência ao limite. Lee Soo-ha também possui habilidades para excitar as pessoas.
Talvez meu julgamento estivesse errado.
Na verdade, eu errei.
A origem deste cio deve ter sido Lee Soo-ha desde o começo. Não havia necessidade de me sentir culpado.
Tampouco há razão para hesitar em cobiçá-lo.
— Hmph……!
Minha língua sugou avidamente o corpo de Soo-ha, deitado no chão. Toda vez que eu tocava em um ponto sensível, Lee Soo-ha respondia imediatamente com um estremecimento.
Apesar de suas pernas ainda estarem fechadas, o espaço entre elas estava úmido. O líquido escorria incessantemente de sua abertura, deixando uma mancha no chão. Era claramente um pedido para que eu o penetrasse.
Depois de um longo tempo, o cio há muito esperado havia chegado, sem deixar espaço para qualquer reserva. O desejo de mergulhar meu órgão ereto em seu corpo era irresistível.
Enquanto sugava sua língua úmida, retirei os lábios e vi um fio de saliva se estender como uma teia. Enquanto beijava seu pescoço com os lábios e descia para sua barriga, retirei suas roupas de baixo molhadas. Tanto sua calça quanto suas roupas íntimas estavam encharcadas. Me posicionando de joelhos, pressionei meu pênis ereto entre as pernas de Lee Soo-ha e, sentindo o prazer do contato, ele começou a arranhar o tapete com os dedos dos pés.
— Ah…
O pescoço de Lee Soo-ha se arqueou para trás. Depois de lamber sua nuca, que tremia, dei um tapa leve em sua bunda. O pênis, pressionado contra o meu abdômen, jorrou sêmen. Seu corpo, que já estava próximo de perder o controle com o mínimo estímulo, indicava que o cio de Lee Soo-ha estava prestes a atingir o ápice.
Depois de esfregar meu pênis algumas vezes entre suas pernas, Soo-ha balançou a cabeça, gemendo como um animal sensível. Abaixei meus lábios para morder seu peito, estiquei a língua e toquei seu mamilo, que rapidamente endureceu com a simples carícia. A carne endurecida tinha um sabor e um cheiro extremamente doce.
Após uma única ejaculação, o pênis de Soo-ha, que parecia ter perdido toda a energia, começou a endurecer novamente contra o meu abdômen. Meu próprio membro, que estava estimulando a entrada úmida de Lee Soo-ha, também ficou úmido e sensível ao toque.
Logo, o líquido pegajoso começou a escorrer do pênis dele contra o meu abdômen.
— Haa…!
O corpo inteiro de Lee Soo-ha estremeceu como se ele estivesse prestes a urinar. Lágrimas escorrem de seus olhos. Soo-ha tendia a se sentir envergonhado quando precisa fazer xixi.
— Hmmm, rápido… ahh…
Era um pedido por mais estimulação. Afastei minha boca e levantei a parte superior do corpo, olhando por um momento para o corpo dele embaixo de mim. Cada área em que eu havia tocado estava levemente avermelhada. As marcas em seu corpo branco foram úteis para satisfazer meu desejo de dominação.
Segurei seus joelhos e coloquei suas pernas para cima. Depois, coloquei um dedo sobre a entrada e abri seu orifício. Com um leve esforço, a parede interna vermelha ficou visível. Não pareceu que seria difícil de abrir.
Depois de admirar a entrada úmida, levei meus lábios até ela. Ao sugar a carne macia, senti a secreção lubrificante em minha boca. O gosto doce era tão bom que me levou à loucura. Mudei o ângulo e continuei a explorar. Depois, mergulhei minha língua pontiaguda dentro dele. A parede interna úmida estava sensível ao toque. Meu pênis estava tão rígido ao ponto de doer. Era como se seu bucaro estivesse ordenando para que eu o penetrasse. Os gemidos e a respiração ofegante de Lee Soo-ha se tornaram mais ásperos em meus ouvidos. Ele estava tão excitado que não sabia o que fazer. Quando tirei minha boca, a entrada ansiosa começou a liberar um líquido novamente.
Com isso, eu empurrei meu pênis até o limite.
— Aah!
Meu membro penetrando Lee Soo-ha fez com que ele tremesse intensamente. O rosto dele, experimentando prazer e dor ao mesmo tempo, era extremamente obsceno. Olhando para ele com luxúria, não esperei muito para mover meus quadris.
Puxei meu pênis até a glande e voltei a empurrar para dentro e um fluido jorrou da ponta do pênis de Soo-ha novamente. Ele gritou, não porque não gostasse, mas porque estava ficando louco de prazer.
A parte inferior de seu abdômen inchou devido ao pênis enterrado profundamente em seu corpo. Como seu corpo era esbelto, toda vez que eu empurrava até o fundo, essa protuberância se tornava visível. Era o buraco que havia devorado minha carne e até recebido meu filho. O que poderia ser mais excitante do que a visão de Soo-ha me abraçando com suas partes mais íntimas?
Várias vezes retirei meu membro até a entrada e depois enfiei com toda força que pude. A carne aquecida de sua parede interna me mordiscava alegremente quando eu entrava, me estimulando, e se mantia firme quando eu saía. Sua membrana mucosa se contraia sempre que eu movia o pênis, provocando arrepios de prazer em Lee Soo-ha. Quando eu puxei meu membro para fora, mordi os lábios de Soo-ha enquanto ele gemia e, quando empurrei para dentro, ele arranhou meus ombros com as unhas.
Depois de apreciar completamente a resposta de Lee Soo-ha aos meus movimentos, abaixei meu corpo, coloquei meu braço direito no chão e agarrei o cabelo de Lee Soo-ha com a mão esquerda. Finalmente, beijei seus lábios enquanto começava a me mover seriamente. Depois de penetrá-lo novamente, movi meus quadris habilmente, variando minha penetração com investidas profundas rápidas e, depois, lentas e superficiais. Lee Soo-ha fechou os olhos com força, como se estivesse desfrutando da penetração.
— Mmm, ahhh!
O sexo intenso continuou ao som de gemidos abafados. Devido aos nossos corpos fortemente agarrados, Lee Soo-ha foi penetrando incessantemente sem descanso. Usei meus testículos endurecidos para bater levemente contra o períneo dele e, incapaz de suportar a intensidade, Lee Soo-ha bateu em meu ombro com o punho fechado. Afastei meus lábios e continuei a penetração. Soo-ha suspirou e começou a choramingar.
— Ah, pare, ah! Uh…
O estímulo era tão intenso que ele se contorcia, como se quisesse escapar. Imediatamente o segurei e o puxei com força. Quando o levantei bruscamente, ele estremeceu. Nossos movimentos opostos colidiram e nossa conexão se aprofundou ainda mais.
Movi meu pênis superficialmente, acariciando seu interior. Depois, o retirei inesperadamente e, em seguida, o empurrei profundamente por um longo tempo. Soo-ha tremeu e choramingou.
As membranas que aderiram à superfície como se estivessem derretendo não se cansavam, se contraindo e pulsando em resposta. Subitamente, um forte desejo de ejaculação me atingiu e eu inclinei os quadris para trás. Usei a mão para esfregar meu membro excitado, deixando apenas a glande dentro do pequeno orifício.
— Aaah!
Com um breve gemido, ejaculei na entrada. A quantidade de sêmen era considerável e, depois de soltar vários jatos, retirei a glande e o líquido seminal que ficou na entrada começou a escorrer lentamente. A visão do meu sêmen escorrendo do corpo de Lee Soo-ha nunca me cansava, não importa quantas vezes eu tenha visto.
A cada respiração de Soo-ha, seu buraco a abria e fechava, liberando uma carga de sêmen branco. Peguei um pouco do que estava escorrendo e esfreguei em sua virilha e pênis antes de inserir um dedo em sua cavidade novamente.
— Ah, ah!
Abri o buraco com os dedos e pressionei suavemente contra sua próstata, aumentando gradualmente a velocidade. Usando meus dedos indicador e médio, estimulei rapidamente sua próstata como se estivesse sacudindo-a. Lee Soo-ha soltou um gemido excitado e logo gozou. Sem deixar a excitação diminuir, retirei os dedos e enfiei meu pênis até a base.
Com estímulos violentos, ele mordeu os lábios enquanto a palma da sua mão batia no meu ombro várias vezes. Saboreando as expressões no rosto de Lee Soo-ha enquanto ele enlouquecia, penetrei seu buraco com ainda mais força. Meus movimentos eram irregulares em profundidade e velocidade e o corpo esguio de Soo-ha tremia sem conseguir se ajustar a mim.
Devido à rápida chegada do orgasmo, mordi meu lábio inferior e pressionei a palma da mão no abdômen de Lee Soo-ha. O aperto em volta do meu pênis ficou mais forte com a pressão. Mantendo meu membro profundamente enfiado, parei de me mover. Soo-ha que percebeu minha situação também ficou rígido.
Desta vez, ejaculei profundamente no interior de meu companheiro. Simultaneamente, a extremidade da raiz do pênis inchou. Incapaz de suportar a sensação de estar sendo esticado até o limite, ele cravou as unhas em meus ombros e soltou um gemido histérico.
— Aaahhhh!
Suas pupilas se dilataram e contraíram repetidamente enquanto ele olhava para o teto. Era um sinal claro de prazer.
O nó, uma vez ocorrido, precisava de tempo para ser desfeito. Mantive nossa conexão e comecei a acariciar o corpo de Soo-ha novamente.
Passei a mão sobre seu mamilo ereto algumas vezes, depois mudei para sua região genital protuberante e logo acariciei seu períneo, fazendo suas paredes internas estremecerem. Lee Soo-ha segurou meu pulso e tentou me afastar. Ignorando seu pedido, continuei estimulando sua região perineal. A cada movimento, suas entranhas se contraíam e relaxavam. O estímulo que eu estava dando a Soo-ha era refletido de volta para mim.
Nesse momento, levantei os quadris uma vez e Lee Soo-ha soluçou como uma criança chorando. “Shh, shh.” Eu o acalmei e empurrei novamente.
Depois de um tempo, a raiz inchada diminuiu e voltou à sua forma original. Puxei meu pênis para fora e o líquido lubrificante junto com o sêmen saiu. Incapaz de controlar suas pernas trêmulas, Lee Soo-ha se curvou enquanto o esperma escorria de seu buraco.
Impulsivamente, enfiei meu dedo na cavidade e apertei o tecido interno. O buraco se contraiu, e o dedo foi envolvido automaticamente pela carne quente. Logo, uma onda de calor percorreu todo o meu corpo novamente.
Agarrei suas pernas, as envolvi em volta da minha cintura e reassumi minha posição. De qualquer maneira, tenho certeza de que ele não esperava que aquilo acabasse tão cedo.
Enfiei meu falo novamente em seu buraco repleto de esperma.
— Ugh……!
Retomei a cópula, lambendo incansavelmente o rosto de Lee Soo-ha, enquanto ele se contorcia de prazer com o meu pênis.
Seu orifício, que havia recebido meu pênis diversas vezes sem sequer ter tempo de se fechar, permanecia aberto, expelindo esperma a cada respiração. Lee Soo-ha mal conseguia respirar.
Depois de fumar um cigarro, observei sua figura e estendi a mão novamente.
Passei a mão em sua nuca suada, descendo pelas costas até a cintura. Depois, acariciei os pelos pubianos viscosos e o pênis já flácido dele. Ao primeiro sinal de uma nova inserção, Lee Soo-ha começou a chorar.
Como minha ereção era naturalmente longa, eu demorava muito para ejacular depois da inserção. Eu gostava de fazer sexo bruto. Mas, considerando a resistência física de Soo-ha, normalmente eu moderava minha intensidade. Porém, quando ele estava realmente excitado como agora, não tinha porque fazer isso.
Fumar durante o sexo dava a Lee Soo-ha um tempo para se recompor. Se a intensidade do sexo fosse alta demais, ele podia perder a consciência. Não era do meu gosto me garrar a um corpo desmaiado enquanto fazia sexo. Portanto, toda vez que a excitação de Lee Soo-ha diminuía, eu usava outras substâncias estimulantes para acalmar o meu desejo.
Estalei a língua ao ver Soo-ha ainda tremendo e chorando, como se continuar fosse impossível. Acariciei o seu queixo e passei o dedo entre seus lábios. Ele não rejeitou o dedo, apenas o chupou. Parecia pedir para que eu continuasse. Retirei o dedo e bati levemente em sua bochecha antes de pegar o cinzeiro e jogar as cinzas do cigarro.
— Coloque-o em sua boca e chupe como faz com o meu dedo.
Lee Sooha rastejou obedientemente entre minhas pernas e levou meu pênis à boca. Segurando meu órgão incansavelmente ereto com as duas mãos, ele começou a chupá-lo cuidadosamente com a língua e os lábios. Ele acariciou a glande com a ponta da língua e depois moveu os lábios, raspando-os na minha pele pulsante. Então, colocou meu testículo na boca e chupou suavemente. Acompanhei com satisfação Lee Soo-ha absorto no sexo oral enquanto eu fumava o cigarro.
De repente, agarrei o cabelo de Soo-ha e empurrei meu pênis em sua boca. Seja pela sua boca estreita ou pelo tamanho do meu pênis, mesmo quando a glande atingiu o fundo da sua garganta, um bom pedaço do membro permaneceu para fora. Soo-ha estava sentindo dor, mas ainda tentou engolir profundamente.
Em vez de mover meus quadris, deixei Lee Soo-ha mover sua cabeça para cima e para baixo enquanto meu membro permanecia dentro dele. Logo, meu pênis estava profundamente enfiado em sua garganta e eu gozei antes de puxá-lo para fora. Soo-ha tossiu e uma mistura de saliva e esperma fluiu de sua boca.
Ver sua expressão angustiada quase me trouxe sentimentos de culpa, mas foi apenas por um momento. Tanto ele quanto eu estavamos acostumados com esse tipo de sexo. Além disso, estavamos no cio e não havia espaço para sexo gentil e suave.
Sem lhe dar tempo, enfiei minhas mãos debaixo das axila de Lee Soo-ha e o levantei. Alinhei minha glande com sua cavidade e enfiei meu membro profundamente. Ele esticou o pescoço e imediatamente colocou as mãos em meus ombros para estabilizar sua postura. Mantive meu membro em seu buraco e aproveitei a sensação frouxa e o cheiro da fumaça acre.
Sua respiração, que antes era irregular, gradualmente se estabilizou em um ritmo constante.
Coloquei o filtro do cigarro semi-apagado em sua boca para que ele relaxasse um pouco. Lee Soo-ha inalou uma tragada e logo tossiu, cuspindo o fumo. Depois de confirmar que o foco de seus olhos embaçados havia retornado até certo ponto, dei um tapa em sua bunda. Quando parei de me mover, Soo-ha lutou para mexer os quadris. Ele mordeu os lábios algumas vezes enquanto seus quadris se moviam com dificuldade, mas isso não durou muito e logo desistiu.
Não tem jeito. Peguei o cigarro, apertei o filtro para apagá-lo. Em seguida, passei os braços em volta da cintura dele. Quando tentei deitá-lo no chão, Lee Soo-ha colocou as pernas ao redor da minha cintura para me impedir. Coloquei meus lábios perto da orelha dele, que me abraçou e perguntei em voz baixa, sabendo muito bem qual seria a resposta.
— Devo parar? Não farei isso se você me disser para não fazer. Você sabe, sou muito bom em ouvir o que Lee Soo-ha diz.
— …….
Ele hesitou, mas finalmente relaxou as pernas. Essa foi uma resposta suficiente.
Coloquei-o no chão e puxei meu pênis para fora. Eu o virei, agarrei sua pélvis e puxei sua parte inferior do corpo para cima. Prendi seu corpo, que estava fraco demais para se manter posicionando, e inseri meu pênis em seu buraco. O esperma que estava dentro transbordou para fora, criando algumas bolhas.
Soo-ha enterrou o rosto em meus braços. Deitado de barriga para baixo, com apenas a parte inferior do corpo erguida, ele recebeu meu membro novamente. Mesmo tentando suportar o prazer em silêncio, sempre que eu girava meus quadris para adentrá-lo profundamente, ele gemia docemente. Eu o estimulava dessa forma toda vez que queria ouvir a voz dele.
Enquanto me movia lentamente, as pontas dos meus dedos acariciaram a curva flexível de suas costas. A pele, antes branca, agora estava manchada a ponto de ser difícil de encontrar uma área que não estivesse marcada. Algumas eram marcas de arranhões, esculpidas no calor do momento.
À medida que a penetração continuava, a pressão diminuía. De forma maliciosa, dei um leve tapa na bunda dele e exigi:
— Aperte mais.
— …..Hmm… Eu não tenho força… para isso…
— Já que seu buraco está tão aberto, por que não colocamos os testículos dentro?
É verdade que, se eu pudesse, realmente gostaria de tentar colocar dentro. No entanto, embora temporariamente solto, era um buraco estreito e apertado. Durante o cio, ele estava em um estado mais receptivo, tornando a inserção mais fácil. No entanto, normalmente, ele era bem estreito, o que tornava a penetração do meu membro um pouco difícil. Portanto, a menos que eu o rasgasse e o inserisse à força, seria um ato impossível. O propósito do sexo é o prazer e não a dor. A dor, nesse caso, deve ser apenas um meio para o prazer. Por isso, só pensei sobre isso, nunca tentei.
No entanto, Lee Soo-ha estava apavorado com a possibilidade de eu realmente fazer isso, então, se inclinou para a frente e tentou fugir. Eu ri e o agarrei pela pélvis, puxando-o com força.
— Ah!
Mudando o ângulo, empurrei profundamente, fazendo Lee Soo-ha gritar. Ao toque de um novo ponto, suas paredes internas se contraíram com força, mordendo minha glande. Quando mordi sua nuca como punição por ter tentado escapar, o aperto envolta do pênis se intensificou. Bati na mesma área algumas vezes, aproveitando o estímulo. Como resposta, ele balançou os quadris, protestando para que eu o enfiasse em seu ponto favorito.
Depois de puxar o órgão profundamente enterrado para fora o máximo possível, atingi sua próstata do jeito que Lee Soo-ha queria.
— Aaah!
Seu grito satisfeito penetrou meus ouvidos. Esfreguei fortemente o ponto sensível com a glande. Em seguida, puxei o pênis para fora e meti novamente, dessa vez até a raiz. A reação do pênis de Soo-ha, que estava flácido até então, foi inacreditável. O membro dele tremeu incontrolavelmente, mas não conseguia mais ficar ereto. Ele simplesmente não conseguia mais ejacular. Seu corpo, tremendo com pequenos espasmos, era uma indicação indireta de que ele havia chegado ao clímax com a penetração.
Gradualmente, a inserção lenta ganhou velocidade. Empurrando rapidamente para dentro, também cheguei ao clímax. Cada investida produzia ruído úmido e arrastado. Lee Soo-ha não conseguia respirar nem contrair seu buraco adequadamente. Senti a necessidade de mudar de posição diante do estímulo tentador.
Puxei a parte superior do corpo de Lee Soo-ha, que estava no chão, e o levantei um pouco. Quando o seu joelho se dobraram, Soo-ha rapidamente encostou a parte de trás das suas coxas nas minhas pernas. Seu corpo ficou tenso com a posição desconfortável e suas paredes internas se contraíram espontaneamente. Meu braço direito agarrou a cintura dele, enquanto o esquerdo segurava seu tronco. Com isso, eu o empurrei para cima e para baixo. Os ruídos obscenos criados por nossa união se tornaram cada vez mais regulares. Beijei apaixonadamente o lóbulo da orelha dele enquanto explorava o interior.
Deitamos novamente, mudando a posição mais uma vez. Enquanto estava deitado, pressionei a barriga de Lee Soo-ha com os braços e o empurrei para cima. Ele ofegou, com lágrimas escorrendo pelo rosto devido as investidas incessantes. A entrada firmemente preenchida foi comprimida, sem deixar lacunas, e meu esperma voltou a jorrar abundantemente.
Apenas o prazer reinou e eu despejei minha carga dentro de Lee Soo-ha mais uma vez. A base do meu pênis inchou novamente, como já era de se esperar. Ele, então, voltou a chorar e eu o acalmei, lambendo suas bochechas enquanto acariciava seu membro.
— Hwa, banheiro… quero ir ao banheiro…
— Faça isso aqui.
— Não… não quero… me leva, por favor…
— Não temos tempo… Faça…
— Não… não…
Continuei acariciando os órgãos genitais do teimoso Lee Soo-ha. Ele estava tremendo descontroladamente, sem saber o que fazer, até que finalmente tentou levantar para fugir. Porém, devido ao inchaço na base do meu pênis, o vínculo entre nós não pôde ser desfeito. Sem saber o que fazer, acariciei os ombros do choroso Soo-ha e sussurrei em seu ouvido.
— Está tudo bem, faça. Se estiver apertado, apenas deixe sair.
Continuamos, comigo aliviando suas vontades. Embora ainda não tivesse percebido nessa situação, Lee Soo-ha geralmente sofria de incontinência quando estava próximo do clímax. Nunca achei isso sujo. Na verdade, isso me deixava ainda mais excitado. Nesse cenário, estava tudo bem ele fazer o que fosse necessário.
— Não…
Apesar da minha insistência, ele continuou com sua teimosia. Assim sendo, o ergui naquele estado e o levei para onde ele queria. Mesmo com os movimentos, a base de meu órgão inchado bloqueou a entrada sem deixar o esperma escapar. Eu podia sentir meu sêmen preenchendo suas paredes internas através da carne úmida e macia, me enchendo com um sentimento de conquista.
Levei-o para o banheiro, o coloquei de pé e voltei e a me mover, devagar e com força.
Agora, parecia que realmente tinhamos chegado ao limite, ao ponto de Lee Soo-ha nem conseguir abrir os olhos adequadamente.
Ele murmurou fracamente:
— … Amo… eu amo você.
Era a frase que definia a essência deste ato.
Lee Soo-ha queria certificar que essa união foi um ato de amor entre amantes, não um ato de acasalamento graças ao cio.
Fiquei feliz em concordar com essa afirmação.
— Eu também.
Ao ouvir isso, Soo-ha riu fracamente.
Era quase meio-dia quando acordei de meu frenesi. Dormimos com a inserção e eu e Lee Soo-ha estávamos uma bagunça.
Mesmo depois de acordar, o acariciei por um tempo, aproveitando a sensação que ainda não havia desaparecido por completo. Inseri meu pênis que ainda estava parcialmente dentro e o agitei levemente, fazendo-o gemer mesmo enquanto dormia.
Mas não foi o suficiente; teríamos que chafurdar assim, como dois animais, por mais alguns dias. Eu estaria no cio por pelo menos dois dias, talvez uma semana.
Acariciando seus mamilos, eu me inseri lentamente, gozando uma vez e retirando o pênis em seguida. O sêmen viscoso fluiu da parede interna até a glande e depois para fora.
A virilha de Lee Soo-ha estava manchada com esperma seco. Seus pelos pubianos também estavam cobertos de fluido. O sêmen estava emaranhado neles como uma teia de aranha e sua pele branca estava coberta de marcas, como se ele tivesse sido agredido.
Como Soo-ha ainda estava dormindo profundamente, não sendo capaz de abrir os olhos de forma alguma, tomei um banho rápido antes de seguir para a cozinha. A criança que estava almoçando sozinha me viu e mostrou um sorriso alegre.
— Bom dia…!
Respondi ao cumprimento animado do menino com um sorriso e acariciei levemente sua cabeça antes de me sentar à mesa. A empregada rapidamente preparou o almoço. Na verdade, eu só estava pensando em tomar um café ou algo assim. Ainda podia sentir um calor residual em meu corpo. Eu estava ansioso para voltar logo e penetrar o pequeno buraco de Lee Soo-ha. Claro, antes disso, teria que alimentá-lo também.
O problema é que eu podia sentir o pedido silencioso da criança para comermos juntos. Sua boca estava aberta e seus olhos olhavam para mim de um jeito suplicante. Então, decidi simplesmente acompanhar o menino.
Foi uma refeição tranquila, sem muita conversa, mas não me senti desconfortável. Originalmente, não achava difícil lidar com o silêncio. Da mesma forma, a criança também parecia satisfeita por ter alguém com quem compartilhar a refeição.
A criança comia devagar. Esperei até que ele terminasse e colocasse os talheres no prato antes de fazer o mesmo. Nesse meio tempo, a empregada trouxe café.
Enquanto tomava o café, observei o garoto. Apesar da lentidão, ele comia de maneira organizada, sem derramar nada. Isso também me lembrava muito Soo-ha. Embora ele se parecesse comigo fisicamente, à medida que crescia, suas ações e personalidade se aproximavam mais das de Lee Soo-ha.
Ele esvaziou a tigela de forma limpa e até agradeceu à a empregada. Eu dei risada ao ver isso.
— Bom trabalho.
Os olhos do garoto se arregalaram como se ele tivesse ouvido algo estranho. Suas pupilas escuras logo brilharam de alegria. Ele pareceu extremamente feliz por ser elogiado por mim.
Enquanto o observava sorrir timidamente, pensei comigo mesmo: Deveria elogiá-lo com mais frequência.
Sabendo que Soo-ha mal conseguia se mover no momento, pedi à empregada que preparasse algo para ele comer e entrei no escritório.
Lee Soo-ha estava acordado.
Recebendo a luz do sol que entrava pela janela de vidro, ele olhava para o espaço vazio com um olhar sonhador. Sua expressão sonhadora e distante despertou minha ansiedade. Como um hábito, direcionei meu olhar para seu rosto, tentando entender se o mundo refletido em seus olhos distantes era a realidade ou uma fantasia.
Às vezes, como agora, Lee Soo-ha parecia uma ilusão. No momento em que fechei os olhos, senti uma sensação única de vulnerabilidade, como se ele estivesse prestes a ser levado para um mundo sem mim e isso foi intenso o suficiente para acelerar meu coração.
No entanto, isso não importava. Mesmo que ele se perdesse, eu o encontraria novamente, e o traria de volta ao mundo onde eu estava, não importando o tempo que isso levasse. Contanto que eu pudesse mantê-lo ao meu lado, não havia nada que eu não pudesse fazer.
Logo, Lee Soo-ha virou lentamente a cabeça. Seus olhos, que estavam focados em algo além da luz, voltaram-se para mim. O foco se tornou nítido, o sorriso mais claro e…
— Bom dia, Joo Haewon.
Ao ver Soo-ha se concentrar em mim, tive certeza…
Que hoje, assim como sempre, eu estava presente em seu mundo.
Que estávamos compartilhando o mesmo tempo juntos.
Não havia mais nada a desejar além de permanecer no mesmo mundo de Lee Soo-ha.
Este momento foi tão perfeito que até os arrependimentos do passado pareceram nada além de lembranças doces.
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{FIM.}
Tradução: Rize
Revisão: MiMi
Obrigada por acompanhar MacGuffin, espero que tenham gostado. 😘