• Capítulo 89
Capítulo 89
A mão que segurava a coxa do outro tremia. Era a mão de Kwon Siyul. Woo Hyunse, sobre quem Kwon Siyul estava sentado, permanecia imóvel como se fosse uma cadeira. De vez em quando, acariciava o flanco de Kwon Siyul, beliscava de brincadeira o mamilo que prendia em seu dedo, deixava um beijo leve em seu pescoço ou engolia sua pequena orelha inteira.
— Heuk…
Woo Hyunse estava apenas seminu, com a calça desabotoada o mínimo. Era Kwon Siyul quem se movia, apoiado no peito de Woo Hyunse e estremecendo. Segurava as coxas dele como apoios de braço e se movia para cima e para baixo muito levemente. Quando subia um fio e baixava a cintura, um som aguado vinha de onde se encontravam.
Ao contrário de Woo Hyunse, que estava completamente vestido, Kwon Siyul estava apenas de roupa íntima. Um dos lados de sua cueca preta estava empurrado até a virilha. Só um lado de sua bunda carnuda estava exposto, branco. Sempre que batia na coxa do outro, uma covinha se formava em sua bunda, como se sua carne interna se contraísse, e a pele, tingida de rosa, estava molhada de fluidos.
— Ah, eugh.
Uma ruga se formou brevemente na testa de Kwon Siyul. Estava fundo demais. Ele tentou rapidamente erguer o corpo, tremendo as coxas, mas sua pélvis foi agarrada e ele foi empurrado para baixo com força. E o pau, foi completamente enterrado em sua carne.
Seus olhos, baixos, estavam bem fechados. Seus dedos dos pés, que mal tocavam o chão, estavam voltados para cima. Kwon Siyul tremia, sentado apenas sobre as coxas de Woo Hyunse, longe do chão. A sensação que subia e descia por sua espinha era claramente um clímax.
Ele tentou aguentar curvando os dedos dos pés até as solas ficarem brancas, mas não suportou mais porque Woo Hyunse prendeu seu mamilo entre o indicador e o polegar e o esmagou como uma framboesa.
Kwon Siyul arquejou. Sua cabeça pendeu para trás. A língua do outro empurrou seus lábios entreabertos. Ele torceu os ombros, a respiração cortada. Sêmen esbranquiçado se derramou da ponta de seu pênis, preso na cueca. Suas nádegas, vermelhas e afogueadas, e o espaço entre suas coxas estavam agora encharcados de fluidos.
Ele se recostou contra Woo Hyunse, completamente mole. Seu rosto e a parte superior do corpo estavam molhados de suor. Suas bochechas estavam coradas, e seus olhos, estreitados como os de alguém sonolento. O interior ainda pulsava. Toda vez que a mucosa mastigava a carne lá dentro, a sensação remanescente revirava seu estômago.
Ele queria adormecer assim, mas Woo Hyunse agarrou sua cintura e o puxou para cima. A carne que tinha ocupado todo o interior de Kwon Siyul foi retirada de uma vez. Água vazou da ponta de seu pênis mole enquanto ela raspava com aspereza sua carne interna. Heuk, Kwon Siyul encolheu os ombros, mas a mão que o puxou de volta para o colo dessa vez agarrou sua roupa íntima.
— Você tem que tirar isto.
Ele deixou cair beijos no pescoço trêmulo de Kwon Siyul, enganchou o dedo na cueca dele e a puxou para baixo devagar. Quando a cueca prendeu em seus joelhos e suas pernas se juntaram de forma ordenada, ele agarrou com firmeza suas nádegas, ergueu-o e encaixou a ponta de seu pênis na entrada trêmula. Esfregou a entrada, inchada e gorducha, com a glânde, depois deslizou um pouco para dentro e puxou Kwon Siyul, que tentava fugir desajeitadamente, para que ficasse como estava, segurando os dois lados de sua cintura para baixo.
— Heuk!
A carne, difícil de engolir de uma só vez mesmo tendo sido afrouxada, irrompeu até a parte mais profunda de uma só vez. Tão fundo que os pelos pubianos ásperos faziam cócegas em sua pele. Lágrimas escorriam dos olhos arregalados de Kwon Siyul. Seu lábio inferior e seu queixo tremiam de forma lastimável.
Ele não conseguia abrir as pernas nem fugir por causa da roupa íntima. Ele sacudia conforme Woo Hyunse o sacudia. Quando o pênis cheio de veias forçava caminho pelo canal estreito, e a glânde, como um punho, abria caminho e cutucava uma parte de sua carne interna, suas bolas, que ele pensava ter esvaziado, encheram o pau de sêmen de novo.
Antes que percebesse, o pênis de Kwon Siyul estava engordando de novo e babando. Antes, a cueca o tinha coberto, mas agora ele estava claramente exposto sob a luz. Toda vez que a haste desaparecia entre seus montes, toda vez que o som de chutar uma poça com botas ressoava, água pingava da ponta de sua carne rosada e depois escorria como uma teia de aranha.
— Ha, eugh, eugh… Ung! Heuk!
A roupa íntima que estava presa em seus joelhos escorregou até perto de seus tornozelos. Quando Kwon Siyul sacudiu com força, como se estivesse sendo apunhalado, a cueca que prendia seus tornozelos como uma corda escapou de um pé e se enrolou no outro tornozelo. Graças a isso, suas coxas foram soltas, mas ele não conseguia escapar. Kwon Siyul curvou os dedos e arranhou a coxa de Woo Hyunse com as unhas. Mas suas unhas tinham entrado em contato com a calça resistente do outro, e não com a carne.
— Hyung, aah, ah, heup… Ah!
— Não segure a voz.
Ele mordeu o próprio pulso, mas Woo Hyunse o pegou. Woo Hyunse estalou a língua e então agarrou a fossa poplítea de Kwon Siyul com a mão, erguendo-a. Colocou o braço sob seus joelhos para prendê-los com firmeza, ergueu Kwon Siyul e então o baixou com força.
— Hick — Kwon Siyul arquejou. Não conseguia mexer um músculo. Estava dobrado ao meio nos braços de Woo Hyunse e socado como um pilão. Estava claramente sendo movido como um pilão nas mãos de outra pessoa, mas o impacto em seu corpo parecia um pilão socando um pilão. Seu rosto, nuca, ombros e peito estavam todos tingidos de um vermelho vivo. As veias no peito de seus pés se destacavam azuis enquanto ele se esforçava no lugar.
— Ahhk!
O pênis intumescido dentro dele se pressionava quente contra a curva. A área acima de seu umbigo se projetava. Sua visão oscilava, e a ponta de sua haste, que não tinha mais nada a dar, latejava. Ele sentia que ia se quebrar, e torceu a cintura para tentar escapar, mas a força nos braços que pareciam esmagá-lo ao meio só se intensificou. Para piorar, o espelho à sua frente refletia a cena em detalhes nítidos.
Woo Hyunse olhava apenas para Kwon Siyul. Os antebraços salientes que envolviam suas coxas eram uma bagunça caótica de tendões e veias, e sua testa também estava marcada por elas. Como se percebesse o olhar que o espiava furtivamente, Woo Hyunse colocou ainda mais força nos braços, erguendo o corpo de Kwon Siyul e depois pressionando-o para baixo de novo.
Suas coxas se pressionavam contra seu estômago. Conforme seu corpo sacudia, a pele de sua barriga também era esmagada. A água e o álcool que ele tinha despejado balançavam lá dentro. Kwon Siyul ergueu o corpo às pressas e olhou para Woo Hyunse.
Ele balançou a cabeça violentamente. Lágrimas escorriam por seu rosto. Era definitivamente uma vontade de urinar. Seu pênis estava cheio de líquido, mas ele não sabia se era sêmen ou urina. De qualquer forma, sentia que ia liberar algo longo e forte, e Kwon Siyul implorou com os olhos e com a boca.
— Para, por favor, para. Acho que vou gozar. Solta isto…! Ah, por favor!
— Está tudo bem.
— Não está tudo bem. Eu não quero, eu não quero, Hyunse hyung, aahh, hnggh… Ugh, Woo Hyunse!
Até palavrões rodopiavam em sua boca. Kwon Siyul não se conteve e xingou: “Porra”. Era o bastante para fazê-lo parar mesmo que o outro se ofendesse, mas Woo Hyunse, como se satisfeito com o palavrão, sorriu e escancarou as pernas de Kwon Siyul. Garantiu que o espelho refletisse o corpo nu de Kwon Siyul em toda a sua nitidez e então o sacudiu de novo.
— Ah, porra… Eu realmente não…!
Ele não conseguiu falar mais nada. Apenas gemidos fragmentados caíam de sua boca aberta. A haste que vinha moendo dentro dele saía até a glânde e então entrava até o fim. Para ser exato, era como se Kwon Siyul, que tinha sido erguido, tivesse desabado.
Sua glânde tocou uma minúscula falha em sua carne interna, um lugar cuja existência ele nem conhecia, pressionada pelo próprio peso dele. Era uma abertura uterina que mal existia, não mais que um vestígio. Roçou de leve como um beijo e então se pressionou com firmeza ao colidir de novo.
A parte superior do corpo de Kwon Siyul se lançou para a frente. Sua visão ficou preta, depois branca, depois vermelha. A pele fina e lisa de sua barriga afundou e depois tremeu. A carne de suas coxas e a carne de suas nádegas, seus braços e dedos e o peito de seus pés, tudo ondulou em tremores. Kwon Siyul não conseguiu emitir som. Sentia que seu corpo inteiro queimava com o arrepio que disparou do topo de sua cabeça até as pontas de seus dedos dos pés.
— Hieeuk…
Quando mal conseguiu abrir a boca e emitir um som, um longo jato de líquido se derramou de baixo, como se estivesse esperando o tempo todo. Não era nem sêmen nem urina.
Como se estivesse muito ansioso para liberá-lo, o jato transparente de líquido arqueou para cima e, enquanto Woo Hyunse segurava suavemente a haste e esfregava a glânde, escorreu sobre o tapete. Do buraco que segurava seu pênis, jorrou tanto fluido que encharcou as coxas de Woo Hyunse e se acumulou nos lençóis.
Sua carne interna se estreitou como se quisesse esmagar a haste lá dentro. Afrouxou, mas então tentou se abrir de novo, aproveitando um momento de descuido. Woo Hyunse não suportou a pressão e abraçou as costas de Kwon Siyul com força.
Ele encheu sua carne interna de sêmen. Empurrou lentamente, tocando com persistência a parte que tinha feito Kwon Siyul gritar. A cada vez, Kwon Siyul, preso em seus braços, tremia inteiro.
Uma gota d’água caiu sobre o tapete molhado. Kwon Siyul tremia ocasionalmente como alguém sobressaltado, ofegante. Sua cabeça, pesada de vergonha, pendia baixa e se recusava a se erguer. Suas orelhas, pescoço, ombros e omoplatas estavam todos tingidos de vermelho, como se com pau-brasil.
Ele não tinha forças para mexer um dedo, nem mesmo para erguer as pálpebras. Queria adormecer assim. Estava à beira de desmaiar. Mas não podia.
Kwon Siyul lutou para erguer as pálpebras que caíam constantemente e abraçou Woo Hyunse com força. Tateou e agarrou sua coxa com uma mão sem força, virou lentamente a cabeça, escondeu seu ressentimento, esfregou a bochecha contra o nariz e a ponte nasal de Woo Hyunse e então buscou seus lábios.
Ele não queria desperdiçar tempo fechando os olhos. Tinha que tocá-lo, gravá-lo e abraçá-lo mais uma vez. Kwon Siyul acalmou seu corpo exausto e beijou Woo Hyunse de bom grado, torcendo a parte superior do corpo e estendendo os braços para abraçar o outro com os dois.
°🥂⋆.ೃ🍾࿔*:・°🥂⋆.ೃ🍾࿔*:・
Continua *ੈ🍸✩‧₊˚
⌀ ⌀ ⌀
✦ Tradução, revisão e Raws: Faby&Belladonna