• Capítulo 41
*• Capítulo 41
— Não é educado olhar para o telefone quando estamos juntos.
— Yuwon pode ter tentado me contatar nesse meio tempo. Só vou ver rapidinho.
— Pare de falar sobre esse amigo também.
— Preciso verificar.
— Quando você está comigo, quero sua atenção total.
Woo Hyunse penteou o cabelo desgrenhado de Kwon Siyul para trás e beijou seus lábios. Ele esfregou a bochecha contra a de Kwon Siyul e encostou seus narizes. Seu comportamento grudento estava cheio de exigências afetuosas por atenção. Kwon Siyul pausou por um momento com o braço esticado em direção à mesa, depois o baixou para envolver as costas de Woo Hyunse.
— Você é como um gato, Sr. CEO.
Ao contrário do que acabara de dizer, os cantos da boca de Kwon Siyul se curvaram como os de um gato. Os lábios de Woo Hyunse o seguiram. Embora não tivessem compartilhado nenhuma anedota particularmente engraçada, pequenas risadas preencheram o espaço entre eles.
Woo Hyunse abraçou Kwon Siyul e rolou, trazendo Kwon Siyul para cima dele. De repente empilhado como uma lontra colocando um molusco em sua barriga, os olhos de Kwon Siyul se arregalaram brevemente antes de se curvarem em crescentes. Ele descansou confortavelmente a orelha no peito de Woo Hyunse, ouvindo as batidas de seu coração. O tum-tum constante era mais alto que o seu.
— Não está na hora de mudarmos essa forma de tratamento?
As vibrações chegaram a Kwon Siyul através do peito de Woo Hyunse, como um instrumento respondendo ao som. Kwon Siyul ergueu os olhos um segundo depois que as ondas sonoras diminuíram.
— Você quer dizer eu te chamar de ‘Sr. CEO’?
— Sim.
— O que você preferiria?
Ele não tinha pensado particularmente em mudar, mas ao ouvir Woo Hyunse mencionar agora, ele percebeu que era definitivamente um pouco formal. Kwon Siyul apoiou o queixo no peito de Woo Hyunse, perdido em pensamentos. A palavra “ahjussi” (senhor de meia-idade) veio à mente primeiro. Considerando a diferença de idade, não era totalmente inadequado, mas… Kwon Siyul olhou para cima para Woo Hyunse. Chamar aquele rosto de “ahjussi” não parecia certo ao mesmo tempo.
— Ahjussi?
Sentindo-se brincalhão, Kwon Siyul sorriu e experimentou. A testa de Woo Hyunse imediatamente se franziu.
— Me chamar de ‘ahjussi’?
— Você não gosta?
— Não gosto.
Ele parecia genuinamente não gostar, a ruga entre suas sobrancelhas se recusando a se suavizar. Kwon Siyul estendeu a mão e pressionou entre suas sobrancelhas bonitas. Ele não se importava com essa reação também. Ele riu internamente, pensando que deveria chamá-lo de “ahjussi” de vez em quando só para irritá-lo.
— Então, hyung?
— Que tal Hyunse-ssi?
Eles falaram simultaneamente. Kwon Siyul piscou. Embora Woo Hyunse ocasionalmente o chamasse de “Kwon Siyul-ssi”, chamá-lo de “Hyunse-ssi” ele mesmo parecia estranho.
— Isso não sai bem. Hyung é melhor.
— O que for confortável para o Kwon Siyul-ssi.
— Hyunse hyung.
O corpo sob ele se contraiu. Preocupado em cair, Kwon Siyul rapidamente colocou as mãos no peito de Woo Hyunse. Os músculos ali eram firmes e inchados.
— …Hyung?
Algo mais pressionou sua parte inferior. Kwon Siyul levantou a parte superior do corpo e olhou para baixo. A carne que estava deitada quieta momentos antes agora estava ereta. Kwon Siyul virou-se para Woo Hyunse, incapaz de esconder o quanto estava surpreso. Ele não conseguia imaginar qual parte havia estimulado o outro.
Tudo o que ele tinha feito foi dizer “hyung” uma vez. Quando os olhos de Kwon Siyul o instaram a explicar rapidamente, Woo Hyunse esfregou a testa como se estivesse preocupado com algo.
— Isso é culpa do Kwon Siyul-ssi.
— Perdão?
— Quem mandou você me chamar assim de forma tão sedutora?
Mas ele foi quem disse para chamá-lo assim. Kwon Siyul tinha obedecido inocentemente, e agora estava sendo culpado. Kwon Siyul quase retrucou: — Eu? Woo Hyunse estendeu a mão e agarrou as nádegas de Kwon Siyul com suas mãos grandes.
Kwon Siyul tentou escapar, temendo que pudesse acidentalmente passar a noite se fossem para mais uma rodada, mas quando ele já tinha conseguido? Seu corpo foi virado, e uma sombra caiu sobre seu rosto. Suas coxas foram abertas logo em seguida.
Woo Hyunse colocou um travesseiro sob seus quadris e pressionou os tendões de Kwon Siyul. A abertura carnuda e arredondada estava claramente visível. Com um pressionar de dedo, o sêmen que ele acabara de depositar dentro escorria, brilhante. O buraco se contraiu como se não gostasse da sensação, então os músculos das nádegas relaxaram, e outra gota escorreu.
— De novo… ugh.
Ele tinha aprendido através de inúmeras noites juntos que a resistência era inútil quando estavam assim. Kwon Siyul só podia se agarrar aos lençóis. Um dedo sondou por dentro, pressionando contra a membrana e dobras molhadas e escorregadias, saturadas de sêmen e gel. Explorando mais fundo, o dedo se curvou graciosamente, raspando suavemente contra a carne interna. Kwon Siyul mordeu o lábio inferior, e um gemido mal escapou de seus lábios.
— Vou colocar agora.
O dedo se retirou rapidamente. A ponta firme forçou seu caminho para dentro da entrada amolecida. Tendo estado lá antes, a glânde deslizou facilmente.
— Ugh…
Kwon Siyul rangeu os dentes e apertou os olhos. Era difícil, não importa quantas vezes fizessem. Mesmo depois que a cabeça passava, ele não conseguia relaxar – a parte grossa abaixo da cabeça ainda permanecia. Em momentos como este, Kwon Siyul inexplicavelmente ressentia o nariz de Woo Hyunse. Dizem que o pênis de um homem se parece com seu nariz, e como suas curvas poderiam ser tão parecidas?
— …Hmph!
Como se punindo Kwon Siyul por pensar esses pensamentos, Woo Hyunse empurrou tudo para dentro. Com um baque, seu corpo foi empurrado para cima, sua cabeça jogada para trás sobre a borda da cama. Seus olhos bem fechados se abriram. Lágrimas instantaneamente brotaram em seus olhos e caíram, uma a uma.
— Não deveria estar mais solto agora? Por que você ainda está tão apertado.
— Ah, ah…!
— Precisa estar solto para te foder direito, Sr. Kwon Siyul.
Ele foi puxado, sua cintura mantida em cativeiro. Ele foi empurrado até o fundo mais uma vez. Kwon Siyul cobriu a boca com as duas mãos. Ele sentia que estava prestes a gritar. Suas entranhas pareciam que iam explodir, e o pênis, que ele pensava ter esgotado todo o sêmen, agora estava poderosamente rígido.
— Ugh… hmph…
Ele olhou para sua parte inferior, agarrando a cama com todas as suas forças. Não estava tão bom como antes. Seus testículos estavam encolhidos, firmemente enrolados, e o eixo estava inchado e mole, como um balão d’água, estendido sobre sua barriga. Ainda estava ereto, no entanto. Quando os músculos de suas nádegas se contraíram, pressionando contra o pênis de Woo Hyunse, uma fina gota de fluido brotou na ponta.
Kwon Siyul hesitou e tocou seu abdômen inferior. O espaço ali parecia saliente. Quando Woo Hyunse recuava, se achatava, mas quando ele empurrava para dentro, um cilindro grosso parecia estar escondido sob a pele, criando uma curva de seu abdômen inferior ao umbigo.
Ele percebeu tardiamente que não era apenas uma sensação – era real. Ele tentou levantar a cabeça para confirmar, mas Woo Hyunse o levantou, impedindo-o de ver direito.
Woo Hyunse juntou suas pernas e as colocou sobre os ombros, empurrando fundo e repetidamente. Seu estômago parecia que ia explodir, e ele temia que seu umbigo pudesse ser perfurado se isso continuasse por muito mais tempo. Mas quando a ponta do pênis batia o caminho curvo como um martelo batendo na cabeça de um prego, e o eixo grosso esfregava implacavelmente contra os pontos sensíveis de prazer de sua carne interna, todo o medo desaparecia, e seus dedos das mãos e dos pés se curvaram involuntariamente com a sensação avassaladora de prazer.
O pelo púbico áspero esfregava contra a entrada, avermelhando a pele ao redor, mas quando o pênis grosso esmagava a abertura carnuda, um arrepio percorria sua espinha. Cada empurrão profundo fazia com que covinhas em forma de borboleta aparecessem nas nádegas de Kwon Siyul.
— Ugh, devagar, devagar… Ah, ah, aah!
Kwon Siyul, cuja parte superior do corpo tinha sido empurrada para cima e para baixo, finalmente caiu da cama. Seu corpo inteiro tremeu com a sensação de sua carne interna escorregando para fora.
O tapete macio amorteceu sua queda, então suas costas e cabeça não se machucaram no processo. Kwon Siyul nem percebeu como tinha caído. Mas ele sabia instintivamente que agora era uma chance de escapar. Ele tentou se levantar usando os cotovelos, mas Woo Hyunse, que estava rindo da cama como se achasse graça, pisou no tapete.
— Aonde você pensa que vai?
Kwon Siyul levantou a cabeça. Ainda estava rigidamente ereto, se contraindo como se descontente por estar exposto.
Woo Hyunse não moveu Kwon Siyul de volta para a cama. Ele simplesmente agarrou seus tornozelos, dobrou-o ao meio e montou nele. Ele enfiou o pênis no buraco solto como se martelasse um prego repetidas vezes.
Kwon Siyul gritou: — Hick! Era fundo demais. Nunca tinha sido tão fundo antes. O escroto inchado foi esmagado entre suas nádegas avermelhadas, depois puxado para longe, depois pressionado contra ele novamente.
— Ah!
O peso de Woo Hyunse pressionou ainda mais. Ele martelou a parte curva repetidamente. O estômago de Kwon Siyul doía. Cada empurrão fazia seu umbigo inchar.
— Não, não, não aí… Aaah!
— Por que você não se abre aqui?
— Lá, ugh, l…á! Ugh!
Toda vez que a passagem torta e bloqueada dentro era atingida, parecia que ele estava gozando repetidamente, mesmo que nem uma única gota estivesse saindo de seus genitais pendentes. A ponta do pênis parecia queimada, e seus testículos doíam de tanto serem sobrecarregados, como se tivessem sido espremidos até secar.
No entanto, seu corpo respondia fielmente ao prazer. Lágrimas escorriam por seu rosto, e muco nasal claro se agarrava ao seu nariz. Seus lábios entreabertos brilhavam com saliva.
— Senhor, por favor…
Ele esqueceu de chamá-lo de “hyung”. O ato tinha apagado tudo de sua mente. Ele estava tão dominado. Kwon Siyul, ruborizado da cabeça aos pés, agarrou-se a Woo Hyunse. Cada empurrão para baixo dificultava sua respiração. Ele ofegava por ar, e Woo Hyunse mordeu seu lábio inferior e enredou sua língua com a dele.
— Me chame de ‘hyung’.
— Hyung… Hyunse, hyung. Aah… Por favor…!
— Mais uma vez.
— Ugh, hmph, ugh… Só um pouco mais devagar, hyung, hyung…!
°🥂⋆.ೃ🍾࿔*:・°🥂⋆.ೃ🍾࿔*:・
Continua *ੈ🍸✩‧₊˚
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✦ Tradução, revisão e Raws: Faby&Belladonna