⋆。˚ ◉ Capítulo 144
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CAPÍTULO 144
“Quem devia estar com vergonha aqui…?”
Cahaya, com um sorriso inocente demais para o que acontecia embaixo, moveu os quadris num ritmo muito mais sujo. Seowoon realmente tinha visto o que achava ter visto? Ele mal conseguia abrir os olhos enevoados. Cahaya parou de estocar por um momento, envolvendo os braços com força em torno de Seowoon, escondendo tudo abaixo da vista.
Seowoon queria perguntar o que Cahaya quis dizer com “ser pego”, mas não conseguia se concentrar em nada enquanto Cahaya acelerava o ritmo de novo, estocando forte e fundo.
— Cha Seowoon-ah, eu só quero continuar fazendo isso.
Cahaya sussurrou enquanto cobria o rosto de Seowoon, agora uma bagunça completa, de beijos. Seus troncos estavam pressionados juntos, mas embaixo era caos total. Suas peles se chocavam, e o pau de Seowoon se contraía, duro como pedra. Ele queria se segurar, aliviar a tensão em seus testículos latejantes, mas não havia espaço para enfiar a mão.
— Eu… eu quero… gozar…
— É, eu também. Quero derramar todo o suco do meu pau em você.
— Ugh…! Você e essa sua boca suja…
Seowoon mordeu com força o pescoço de Cahaya como se o punisse, embora Cahaya apenas sorriu de canto, inclinando a cabeça para oferecer os lábios no lugar. Mas Seowoon não conseguiu se forçar a mordê-los, apenas beijando-os em retribuição.
Cahaya agarrou as panturrilhas de Seowoon e se ergueu. Assim que o pau de Seowoon finalmente se libertou, ele rapidamente envolveu a mão nele. Cahaya lambeu os lábios, assistindo a mão de Seowoon se movendo enquanto seu pau mergulhava para dentro e para fora dele, a visão fazendo seu cérebro parecer ferver.
— Cha Seowoon.
— Haah… Tão bom…
Seowoon soltou um gemido de prazer ao sentir a sensação avassaladora do pau de Cahaya dentro dele, combinada com a pressão da própria mão.
— Você mentiu de novo.
Com isso, Cahaya investiu de volta dentro dele, forte o bastante para tirar o fôlego de Seowoon. Ao mesmo tempo, o pau de Seowoon jorrou fluido branco no ar. Seu corpo inteiro enrijeceu, mas Cahaya não se importou, penetrando-o com estocadas rasas e rápidas. Mesmo enquanto Seowoon tentava se contorcer para longe, Cahaya apenas sorria e o fodia como um desgraçado maluco, exatamente como Seowoon uma vez o tinha chamado.
— Sério…, eu não consigo… isso é demais…
Os pedidos murmurados de Seowoon saíam arrastados, incompreensíveis. Cahaya continuava puxando para trás e investindo de novo, fazendo Seowoon se segurar em seu pau amolecido e gasto.
Cahaya afastou a mão de Seowoon e o agarrou de novo, provocando a ponta sensível com os dedos.
Outro jato de líquido escapou, demais para Seowoon controlar. Por um breve momento, Seowoon achou que tinha se gozado uma segunda vez, mas estava exausto demais para se importar. Ele tinha virado uma bagunça, completamente perdido no prazer.
Estendendo as mãos para abraçar Cahaya, conseguiu envolvê-lo com os braços. O pau de Cahaya estocou fundo dentro, mais longe do que jamais tinha ido antes.
A sensação de sêmen quente enchendo seu interior, o latejar do comprimento de Cahaya… era tudo vívido demais.
Não havia um único lugar dentro dele que não estivesse encharcado.
A quantidade de sêmen era ridícula, e parecia que o orgasmo de Cahaya durava para sempre. Durante todo esse tempo, ele abraçou Seowoon com tanta força que era quase sufocante. Mas, estranhamente, Seowoon sentiu uma sensação de plenitude no coração, como se Cahaya estivesse gritando com o corpo inteiro que amava Cha Seowoon.
Com um beijo molhado, Cahaya afastou o cabelo de Seowoon, seus lábios sugando a testa de Seowoon. A pele já tensa se apertou ainda mais sob a pressão do beijo.
Seowoon, ainda aturdido, beliscou fracamente a bochecha de Cahaya. Seu baixo-ventre parecia pesado, como se não fosse apenas seu pau mas sua barriga inteira que estivesse inchada de gozo. Ele se mexeu levemente, tentando se afastar, mas Cahaya respondeu estocando de novo.
— Ei, ei… Chega.
— Qual é o problema?
— A gente não pode mais fazer isso. O Seoha tá lá fora.
— Ah, agora você lembra do Seoha?
Cahaya riu de forma travessa, as vibrações ressoando pela barriga de Seowoon. Desconcertado, Seowoon fingiu não ouvir enquanto tentava lentamente retirar o pau de Cahaya.
— Amorzinho, mais uma rodada? Por favor?
Cahaya ergueu um único dedo, seus olhos brilhando de travessura.
— Isso é insano. Seu desgraçado maluco!
Seowoon exclamou, atônito, enquanto rapidamente envolvia a mão no dedo de Cahaya. Em resposta, Cahaya deslizou o dedo para dentro e para fora, impulsionando ritmicamente. A sensação da unha roçando a palma de Seowoon mandou choques de prazer através dele, fazendo Seowoon arfar e abrir a mão.
— A gente não pode mesmo. O Seoha… a gente deixou ele dormindo no sofá.
— O sofá é grande o bastante. Ele não vai cair.
— Ainda assim…
Cahaya sabia que, uma vez que Seowoon decidia algo, nenhuma persuasão o demoveria. Sempre que brincavam juntos, no momento em que chegava a hora de Seowoon ir para o cursinho, ele partia com um rosto que parecia ser levado ao matadouro. Eles tinham passado incontáveis dias juntos, e ainda assim Seowoon só tinha matado o cursinho uma vez para brincar mais tempo com Cahaya. Aquela única vez terminou com ele levando bronca de Cha Byungchun, ainda por cima.
— Seu musaranhinho de coração frio.
Cahaya varreu gentilmente a pele ruborizada da testa de Seowoon.
— …Eu sou o quê?
— Seja um pouco mais ganancioso.
— Eu sou ganancioso.
Enquanto Cahaya retirava o membro, Seowoon instintivamente cobriu sua parte de baixo com a mão. Ele não conseguiu controlar a onda de gozo que se derramou. Com a pressão embaixo, o interior foi estimulado, fazendo ainda mais jorrar.
Cahaya afastou as coxas de Seowoon, espiando para baixo. Ele esfregou o pau contra a mão molhada e pálida de Seowoon. Constrangido, Seowoon arriscou uma olhada no pau de Cahaya, mas não parecia haver vestígio dos padrões que achava ter visto antes.
“Mas ele não disse que tinha acabado de ser pego?”
— Ei… Sobre aquilo de antes…
Seowoon murmurou, franzindo levemente a testa enquanto o gozo escorria por sua mão. Cahaya tentou puxar sua mão, levando a um breve cabo de guerra, mas um Seowoon fatigado não pôde fazer nada além de ceder.
Cahaya acariciou ternamente a entrada de Seowoon com seu toque suave.
Justo quando Seowoon começava a se sentir um pouco à vontade, Cahaya empurrou dois dedos para dentro, girando-os. Um gemido abafado escapou dos lábios de Seowoon, rapidamente engolido pela boca ávida de Cahaya enquanto o erguia. Gozo espesso escorria por sua palma, se acumulando enquanto fluía pela curva da gravidade. Os sons molhados dos dedos de Cahaya raspando contra as paredes de Seowoon faziam suas coxas tremerem.
Como meros dedos podiam ser tão bons? Era desconcertante. Mas, estranhamente, parecia que a quantidade de gozo sendo liberada era menor do que a que ele mesmo tinha produzido. Tinha sido igual na primeira vez, talvez fosse tudo só ilusão? Bom, já que suas paredes internas não costumavam receber sêmen, ele imaginou que sentisse a sensação de forma ainda mais estranha.
— Cha Seowoon, você engoliu todo o meu gozo.
Cahaya provocou, mostrando os dedos cobertos da liberação de Seowoon, chamando-o de pervertido.
Constrangido, Seowoon rapidamente agarrou um lençol para se cobrir. Cahaya bateu punheta ainda envolto no lençol.
Enquanto Cahaya continuava a se masturbar na frente de Seowoon, puxou Seowoon para perto, sussurrando em seu ouvido.
— Eu tô batendo punheta com a mão esquerda, mas você tá fazendo com as duas mãos, hein? Tsc, Cha Seowoon, seu pau nem é tão grande assim.
— Cala a boca, o seu é que é estupidamente enorme!
Seowoon arrancou o lençol. Ele olhou para as mãos ocupadas de Cahaya.
— Pra onde… foi?
— Do que você tá falando?
— Aquilo… tinha algo ali antes, né?
— Onde? Olha mais de perto.
Cahaya envolveu a mão na nuca de Seowoon, puxando-o para perto de seu pau. Enquanto Seowoon virava a cabeça, foi recebido pelo comprimento cruel de Cahaya roçando sua bochecha.
Chocado com o tamanho absoluto, ele agarrou a coxa de Cahaya, tentando se afastar. Cahaya riu e bateu de brincadeira na testa de Seowoon com o pau.
— Você é louco…?!
— É, eu quero sentir o pau do Cha Seowoon batendo em mim também.
Cahaya provocava Seowoon de ser pervertido, mas talvez o verdadeiro pervertido fosse Cahaya.
— É só isso que você acha que é?
Com um sorriso astuto, Cahaya acariciou o pau de Seowoon com a mão direita.
— Eu quero que você sente na minha cara.
— Ugh…
Seowoon não teve tempo de protestar porque seu pau estava sendo acariciado.
— Vamos fazer isso da próxima vez.
— De jeito nenhum.
Seowoon balançou a cabeça, mesmo enquanto se juntava com a mão esquerda. Um latejar agudo irradiava de sua entrada ainda inchada, como se a tivesse confundido com algo muito maior. Na verdade, ele estava imaginando como seria ser preenchido de novo.
Seowoon balançou a cabeça, tentando se concentrar em bater punheta.
— Quer que eu enfie?
— …
Cahaya olhou para Seowoon, que estava em silêncio.
Era só uma provocação aleatória, mas os olhos de Seowoon se arregalaram em choque, seu corpo ficando vermelho vivo, combinando com as marcas de beijo espalhadas por todo o corpo. Sem hesitar, Cahaya tirou as pernas da cama e ergueu Seowoon em cima de si.
O pau duro de Cahaya penetrou a entrada macia de Seowoon com facilidade.
— Ahh!
Sobrepujado pelo calor intenso que o percorria, Seowoon agarrou os braços de Cahaya, afastando-se ligeiramente. Enquanto suas mãos escorregavam, parecia que poderia cair completamente para trás, mas Cahaya rapidamente o segurou. Entrelaçando seus dedos, empurrou para cima com força. O membro de Seowoon balançou em resposta aos movimentos de Cahaya.
Sem dizer uma palavra, Cahaya se perdeu explorando o interior de Seowoon. Seowoon se sentia sobrepujado, mas abraçou a sensação, movendo os próprios quadris no ritmo.
Cahaya desejava que pudessem ficar assim todo dia sem falta. A sensação do interior inchado de Seowoon apertando ao redor de seu pau o empurrava à beira do êxtase. Um arquejo ofegante escapou dos lábios levemente entreabertos de Seowoon. Mesmo na primeira vez que viu Seowoon, ele tinha pensado que aqueles lábios bonitos podiam dizer tanta coisa. Cahaya puxou suas mãos entrelaçadas em sua direção, beijando os lábios de Seowoon.
Seowoon estava completamente encharcado, uma mistura de gozo e umidade cobrindo-o. Com um giro, Cahaya deitou o tronco de Seowoon de volta na cama, erguendo suas pernas bem alto. Ele puxou o pau reluzente, roçando provocantemente a entrada de Seowoon antes de investir de volta.
Os sons obscenos de seus corpos se chocando ecoavam no quarto, como se o interior de Seowoon fosse gelatina. Cada vez que Cahaya estocava mais fundo, o contorno da barriga de Seowoon se projetava para fora. Cahaya continuou a investir sem trégua. Com uma estocada brusca, o gozo de Seowoon irrompeu de seu membro.
Seowoon abafou um gemido com a mão, olhando para Cahaya com uma expressão à beira das lágrimas, o rosto encharcado de prazer intenso.
Em vez de remover sua mão, Cahaya selou os gemidos quase gritados de Seowoon com os lábios.
Enquanto o pau se movia para dentro e para fora, mais dos padrões pretos se espalharam pela pele, e Cahaya se liberou dentro de Seowoon. Ele juntou as pernas de Seowoon, mordendo suas panturrilhas enquanto derramava ainda mais gozo que antes, inundando a barriga esbelta de Seowoon.
Não era à toa que Seowoon tinha lhe perguntado antes se estava mijando dentro dele. Cahaya cerrou os dentes diante do prazer avassalador, mas cobriu as panturrilhas de Seowoon de beijos suaves.
— Haa…
Cahaya olhou para Seowoon, que estava completamente esgotado, os lábios entreabertos num torpor.
— Cahaya, se a gente continuar fazendo isso…, eu posso ficar burro de verdade. Sinto que tô ficando mais burro…
Diante dos murmúrios enevoados de Seowoon, Cahaya sussurrou contra seus lábios.
— Você só tá aturdido porque é gostoso demais. Eu sinto o mesmo.
Cahaya plantou um beijo suave nos lábios levemente entreabertos de Seowoon.
· ⋆ · ─ ✦ ─ · ⋆ · Continua
☾ Tradução, revisão e Raws: Belladonna & Othello