⋆。˚ ◉ Capítulo 143
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CAPÍTULO 143
— Você gostava de mim?
Seowoon esperava que Cahaya caísse na gargalhada, mas em vez disso, seus olhos estavam apenas vazios.
Sentindo-se constrangido, Seowoon gaguejou: — Não, eu só… — deixando a frase morrer enquanto desviava o olhar.
Cahaya prendeu o rosto de Seowoon entre os braços e então estocou bruscamente para cima.
— Não existe “só” aqui.
— Tá doendo…!
Enquanto Cahaya pressionava com mais força, seu pau afundou fundo dentro de Seowoon até a base. Mantendo Seowoon preso, Cahaya retirou lentamente, apenas para investir de volta com um único golpe poderoso.
Squelch!
O espaço molhado e apertado se agarrou a ele enquanto se movia com intensidade ainda maior que antes.
— “Só”?
Cahaya perguntou de novo enquanto retirava o pau.
A sensação de saída fez Seowoon envolver as pernas na cintura de Cahaya, implorando que ele parasse. Cahaya pôs uma mão no estômago de Seowoon e saiu ainda mais.
Apesar das pernas de Seowoon agarradas a ele, Cahaya se retirou completamente antes de inserir provocantemente apenas a ponta, repetindo o movimento.
— Nngh, isso é estranho. Para de deixar estranho.
Seowoon choramingou, contraindo com força, mas os sons molhados incrivelmente obscenos ecoavam toda vez que o pau de Cahaya entrava e saía.
Cada vez que saía, o interior de Seowoon se fechava, e quando entrava, se esticava com força ao redor dele. Teria sido melhor se ele colocasse dentro e se movesse, mas todas as sensações estavam concentradas no buraco de Seowoon.
Seowoon empurrou o peito de Cahaya com o pé, tentando fazê-lo parar, mas em vez de recuar, Cahaya aplicou ainda mais pressão, empurrando o pau fundo para dentro de novo.
— Hngh…!
A visão de Seowoon embaçou. O pau de Cahaya estava completamente enterrado sob a mão que pressionava seu abdômen.
Squish, squish.
A pressão tanto na próstata quanto na bexiga fez Seowoon soltar um gemido incoerente. Tudo o que conseguia fazer era morder o lábio para suprimir o barulho o máximo possível e olhar para Cahaya.
— Cha Seowoon, “só”?
“Se a gente fosse assim desde o começo, a gente teria ficado preso naquele semi subsolo pra sempre.”
Se Cahaya não tivesse dito isso, Seowoon talvez tivesse continuado escondendo seus sentimentos. Ele agarrou a mão de Cahaya apoiada em seu baixo-ventre.
— Para…, n-não pressiona tão forte. Eu… não consigo…
Como se Cahaya não o tivesse ouvido direito, aquele cara pressionou o abdômen de Seowoon ainda mais forte com o pulso, como se tentasse fazê-lo sugar mais do pau que já o preenchia completamente. A vontade constante de urinar corroía Seowoon e, pior, ele conseguia sentir sua pele se esticando entre a mão de Cahaya e o pau.
“Isso tá mesmo tudo bem?”
Apesar da dor surda, seu interior coçava.
“É verdade que o sêmen do Cahaya tem algum tipo de afrodisíaco? Isso sequer faz sentido…?”
A cabeça de Seowoon girava.
— Hngh, Cahaya… ei… você não tá sendo…
“Bruto demais?”
A cada estocada, a umidade lá dentro transbordava, espirrando. As costas encharcadas de Seowoon só ajudavam a amplificar os movimentos bruscos, e ele nem conseguia dizer se era o pau de Cahaya ou um punho martelando dentro dele.
De repente, um líquido escorregadio disparou da ponta do pau de Cahaya. O corpo de Seowoon enrijeceu como se estivesse prestes a gozar, mas Cahaya abriu suas coxas ainda mais, garantindo que ele não pudesse escapar. Outra estocada profunda atingiu seu umbigo, e Seowoon agarrou o próprio membro com força.
— Desgraçado maldito…
Ele fuzilou Cahaya com um olhar de injustiça, sem entender porque aquele cara parecia bravo. Mas logo, aquela raiva se dissolveu. Os olhos de Cahaya estavam cheios de nada além de prazer, não havia raiva alguma. Seowoon se sentiu sendo sugado para dentro da intensidade do universo condensado de Cahaya.
— Sério, o que eu devo fazer quando você diz que é “só”?
Smack, smack!
Suas coxas se chocavam, vermelhas do calor do atrito. Como estava molhado, Seowoon instintivamente envolveu as pernas na cintura de Cahaya de novo. Não era diferente de pedir a Cahaya que o fodesse ainda mais fundo.
— Você disse que gostava de mim desde o começo… haa…, mas você me abandonou… na frente do prédio da sua escola…?
— Porque você… não…
— Eu não o quê?
— Hngh… você não… gostava de mim… naquela época…
Seowoon sussurrou, ofegante. Sua parte inferior era uma bagunça, tanto que era difícil dizer se conversavam com a boca ou com o corpo. Seu buraco afrouxado aceitava facilmente o pau de Cahaya, enquanto suas paredes internas estreitas se agarravam com força, absorvendo o prazer cada vez que a ponta se enfiava.
— Haah, Cha Seowoon, teve alguém que gostava de você… tanto quanto eu?
Thwack!
Cahaya estocou superficialmente a princípio, rápido e provocante, antes de de repente investir fundo.
— Aah!
A força fez Seowoon se engasgar e morder o lábio com força. Cahaya envolveu os braços nas costas de Seowoon, erguendo-o para que ficasse escarranchado sobre suas coxas. Sua língua saiu, lambendo o lábio que Seowoon tinha mordido, enquanto suas mãos agarravam os quadris, puxando-o para baixo.
— Hngh!
Enquanto Seowoon jogava a cabeça para trás, Cahaya mordeu seu pomo de adão trêmulo.
— Para com isso, não…
Seowoon puxou seu cabelo, mas Cahaya não tinha intenção de parar.
— Nngh…! Seu babaca do caralho, você até teve uma namora— ugh!
— Ah, tive. Porra, por que eu tive uma? Você era o melhor do meu mundo inteiro. A gente devia ter se casado naquela época.
— Vai se foder, para de falar besteira…
Seowoon agarrou o cabelo de Cahaya com as duas mãos dessa vez.
— Eu não vou me foder. Cha Seowoon, porque é tão bom pra caralho? Se eu pudesse voltar no tempo… Eu te fodia até não poder mais.
— Eu não ia, nngh… Mas não tem gosto bom, né?
— Haah… você continua falando doce… vou ter que chupar essa sua boca mil vezes.
— Você é…! Mmph!
Um dos braços de Cahaya puxou a cintura de Seowoon, enquanto o outro segurava sua nuca, puxando-o para um beijo sujo. Seus lábios estavam tão molhados e bagunçados quanto o que acontecia embaixo. O pau de Cahaya, que vinha martelando implacavelmente dentro de Seowoon, agora deslizava contra seu interior de forma mais suave. O aperto em sua cabeça afrouxou, e Seowoon se agarrou aos músculos tensos das costas de Cahaya. Enquanto se beijavam, Seowoon moveu os quadris, arrancando ainda mais tensão do corpo de Cahaya.
Seus dentes se chocaram. Seowoon tentou puxar a cabeça para trás, mas Cahaya não cedeu, concentrado demais no beijo profundo e implacável. Parecia que Cahaya realmente planejava beijá-lo mil vezes, já que se recusava a se afastar. Sem outra escolha, Seowoon apertou o nariz de Cahaya, esperando até que a falta de ar o forçasse a recuar.
Quando Cahaya moveu a cabeça para mudar o ângulo, Seowoon aproveitou a chance para engolir ar.
Mas aquele cara não parecia se importar com coisas como respirar, simplesmente continuou beijando como se não importasse.
Com a respiração cortada, a mente de Seowoon começou a embaçar, o prazer intensificado pela falta de oxigênio.
Ele soltou o nariz de Cahaya, inclinando a cabeça para recuperar o fôlego de novo.
— Hahh, tá doendo…
Sua língua, sugada para dentro da boca de Cahaya, foi puxada junto, e um fio de saliva escorria por seu queixo. Cahaya finalmente recuou, ofegando pesadamente.
Ele lambeu a saliva e a empurrou de volta para dentro da boca de Seowoon.
Então se moveu lentamente, diferente de seu ritmo bruto de antes, deitando gentilmente Seowoon enquanto reunia suas pernas sobre um de seus ombros.
Imediatamente começou a se mover de novo, dessa vez com estocadas afiadas e rítmicas que batiam contra a bunda de Seowoon. O impacto pesado ardia, como se mãos grandes o estivessem estapeando, mas o jeito como o pau de Cahaya o preenchia fazia a visão de Seowoon embaçar nas bordas.
— Se a gente tivesse feito isso naquela época, eu teria me ferrado, né? Meu pau podia ter derretido.
Cahaya segurou o rosto de Seowoon na mão, acariciando de brincadeira e murmurando sobre como ele era fofo. Seowoon mordeu sua mão.
Longe de se machucar, o pau de Cahaya se contraiu dentro dele, aparentemente excitado pelo prazer de ser mordido. A própria ereção de Seowoon também se erguia dolorosamente, escorrendo pré-gozo. Cahaya lambeu o fluido da palma, depois envolveu a mão em torno do pau de Seowoon, esfregando a ponta até que mais escorresse.
— Ngh… Cahaya…, para…
A voz de Seowoon saiu num choramingo fraco, incapaz até de erguer a voz direito. Seu corpo inteiro parecia à beira de explodir tanto do prazer de cócegas quanto da sensação rastejando dos dedos das mãos aos dos pés. Quando Cahaya pressionou o abdômen de Seowoon de novo, algo dentro estourou.
Seowoon nem conseguiu olhar para o que tinha acabado de liberar, tudo o que pôde fazer foi soltar uma respiração. Parecia que ele tinha gozado. Cahaya espalhou o fluido pegajoso por todo o queixo e os lábios de Seowoon. Seowoon, de olhos arregalados de choque, o encarou, mas Cahaya simplesmente dobrou completamente o corpo flexível de Seowoon, lambendo cada gota do fluido que tinha espalhado.
— Que tal a gente fazer isso uma vez por dia? Até eu ter gosto bom o suficiente pra você?
Sua voz era grave, um murmúrio suave.
— Ei…, eu menti pra você— ngh…
Cahaya de alguma forma desenhou um grande círculo dentro dele, torcendo os quadris.
— Hm? Você mentiu? Que gostava de mim? Haah, ou que meu pau não tem gosto bom?
O interior de Seowoon, já esticado ao limite pelo pau grosso de Cahaya, era martelado sem trégua, forçando-o a se abrir a cada estocada.
— Cahaya, isso é demais…
Os lábios de Seowoon instintivamente cobriram a boca de Cahaya com beijinhos pequenos e impotentes. Era seu pedido silencioso de misericórdia.
Como se isso fosse fazer Cahaya parar. Se é que fazia algo, era só incitá-lo mais.
Cahaya ergueu o corpo e começou a investir com mais força, seus quadris martelando contra os de Seowoon.
Cahaya adorava como o rosto de Seowoon ficava completamente destruído, incapaz de fazer qualquer coisa exceto arranhar os lençóis embaixo deles.
Seowoon piscava repetidamente, tentando clarear a visão embaçada. Conforme sua vista se aguçava, ele finalmente conseguiu ver Cahaya claramente, seu pau, ainda estocando brutalmente dentro dele, e algo mais que o fez questionar se estava vendo coisas.
Havia um padrão no pau de Cahaya que não estava lá antes. Um padrão geométrico, como uma tatuagem preta, espiralava ao longo do comprimento. Mas não estava apenas tatuado — estava realmente se movendo.
Ele achou que pudesse ser apenas veias pulsando, mas não… parecia mais tinta fluindo em algum tipo de padrão deliberado. Achou que estivesse alucinando, já que estava sendo fodido tão completamente que não conseguia mais enxergar direito.
— Cahaya, Cahaya…
Seowoon balançou a cabeça freneticamente. Seu cérebro estava ficando dormente de prazer, tanto que até sua visão começava a lhe pregar peças.
Cahaya notou a confusão nos olhos de Seowoon e finalmente parou suas estocadas brutas. Olhando para si mesmo, cobriu o pau com a mão, onde ele ainda estava enterrado dentro de Seowoon.
— Você me pegou.
Cahaya passou a mão pelo cabelo de Seowoon, empurrando-o gentilmente para trás enquanto sussurrava.
— Eu fiquei tão excitado que nem percebi.
· ⋆ · ─ ✦ ─ · ⋆ · Continua
☾ Tradução, revisão e Raws: Belladonna & Othello