⋆。˚ ◉ Capítulo 142
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CAPÍTULO 142
A sensação do pau grosso e firme pressionando contra as solas de seus pés fez os dedos de Seowoon se curvarem involuntariamente. Um som ofegante, algo parecido com um suspiro de prazer, escapou da boca de Cahaya enquanto ele apertava o pau com mais força, esfregando-o com mais vigor.
Por alguma razão, parecia ainda mais erótico do que fazer com a mão.
O pensamento de que usar as mãos seria melhor que os pés desapareceu rapidamente assim que seus olhos se encontraram. Cahaya, agora sentado, agarrou os pés de Seowoon e começou a mover o corpo com força, fazendo um som de tapa. Quem em sã consciência faria algo assim com os pés de outra pessoa se não fosse um desgraçado realmente maluco? Os pés de Seowoon estavam ficando pegajosos por causa do pré-gozo vazando do pau de Cahaya.
— …Ei, isso é nojento.
— Não é nojento. Porra, seus pés são tipo um malangso do caralho.
Seowoon esticou os dedos dos pés e agarrou a frente de Cahaya com eles, mordendo-a como que para engolir a coisa toda.
— Olha essa habilidade com os pés.
A essa altura, era óbvio que Cahaya estava apenas provocando-o, então ele deliberadamente relaxou o pé, deixando Cahaya fazer o que quisesse. Cahaya agarrou seu pé com uma mão, enquanto deslizava o indicador e o dedo médio na própria boca, fazendo sons de sucção exagerados e obscenos como se estivesse chupando um pau.
De repente, Cahaya deslizou a mão entre as nádegas de Seowoon e pressionou os dedos contra o buraco firmemente contraído. A sensação trouxe de volta lembranças de como era quando Cahaya o penetrava a pressão de sua glande abrindo caminho, o jeito como aquela haste grossa o esticava com força, e o prazer que vinha com isso.
Instintivamente, a parte inferior de Seowoon estremeceu.
— Meus dedos estão sendo sugados aqui.
Enquanto esfregava levemente a entrada com os dedos, Cahaya usava a outra mão para esfregar o pau entre os pés de Seowoon. Seowoon tentou tirar as pernas do aperto de Cahaya, mas em vez de se afastarem, seus pés pressionaram firmemente contra a ereção dura e latejante. A haste, colada perto do abdômen de Cahaya, estava saliente de veias como se tivesse uma cobra enrolada nela.
Enquanto Seowoon continuava pressionando com os pés, Cahaya franziu levemente a testa mas sorriu com orgulho, virando a mão que estava presa embaixo.
— Se a gente fosse assim desde o começo, a gente teria ficado preso naquele semi subsolo pra sempre.
Embora Cahaya soasse arrependido, era Seowoon quem tinha nutrido amor não correspondido por ele. Ouvir as palavras despreocupadas de Cahaya fez seus olhos se arregalarem.
— Besteira.
Seowoon continuou pressionando os pés ao redor do pau de Cahaya. O pré-gozo que escorria dele lubrificava sua sola, fazendo-o se perguntar se sempre era tanto assim.
— Ah!
De repente, um dos dedos de Cahaya deslizou para dentro dele. Provavelmente era o dedo médio, enquanto os outros afastavam a carne de suas nádegas. Cahaya torceu o dedo em círculos. A cabeça de Seowoon caiu para trás, um arrepio percorrendo sua espinha enquanto uma sensação aguda e formigante o atingia. Sua cintura se ergueu involuntariamente, e ambos os pés pressionaram com força as coxas de Cahaya.
Sentindo o corpo de Seowoon reagir, Cahaya adicionou outro dedo, impulsionando-os mais fundo na entrada levemente aberta. A cintura de Seowoon se ergueu de novo, e dessa vez o peso ficou perfeito para a satisfação de Cahaya.
Conforme sua satisfação crescia, sua paciência sumia. Ele rapidamente moveu os dedos em tesoura dentro de Seowoon antes de retirá-los. No momento em que Seowoon soltou um gemido e torceu a cintura, Cahaya agarrou seu ombro e mordeu com força seu mamilo.
As mãos de Seowoon se enredaram no cabelo de Cahaya.
O calor de baixo fazia o corpo de Seowoon estremecer incontrolavelmente, e Cahaya, aparentemente decidido a devorá-lo inteiro, moveu os lábios pela pele de Seowoon. Do pescoço aos ombros largos, a boca de Cahaya vagou pelo peito e pelas laterais de Seowoon, mordendo aqui e ali. Mesmo sob a iluminação fraca, as marcas que Cahaya deixava eram claramente visíveis.
Em retribuição, Seowoon plantou beijos suaves no topo da cabeça de Cahaya. Cahaya de repente ergueu a cabeça, devorando os lábios de Seowoon e sugando-os com um som escorregadio.
Para ser sincero, se eles estivessem nesse tipo de relacionamento desde o começo, como Cahaya tinha dito, algum dos dois teria chegado à faculdade? Poderiam ter passado todo o tempo assim, grudados um no outro, sem pensar em estudar.
— Ei…!
Com os braços presos, Seowoon acabou em cima de Cahaya de cabeça para baixo. Ele tentou apressadamente cobrir seu buraco totalmente exposto com uma mão, sem notar que seu pau agora estava claramente visível, espiando abaixo de sua mão. Na verdade, o jeito desajeitado como cobria a bunda fazia toda a cena parecer ainda mais obscena.
— Porra, até suas bolas são fofas?
— Seu desgraçado maluco!
— O Seoha vai acordar, sabia.
Recostando-se na cabeceira, Cahaya puxou as coxas de Seowoon ainda mais para perto. A mão de Seowoon não se moveu nem quando Cahaya a cutucou com o nariz. Ele abaixou a cabeça, tomando os testículos de Seowoon na boca.
— Ah, tá doendo…!
O corpo de Seowoon sacudiu para cima, forçando-o a se segurar nas pernas de Cahaya para se equilibrar.
Cahaya afastou as nádegas de Seowoon para ter uma visão melhor do buraco indefesamente exposto.
“Sério, que porra? Não tem uma única parte do Cha Seowoon que não seja bonita?”
Ele pôs a língua úmida para fora e lambeu embaixo, como uma fera marcando seu território.
— Hngh…
O gemido de Seowoon foi tão quente que parecia derreter seu pau. Cahaya não conseguiu se segurar mais e começou a chupar o buraco como se tentasse engoli-lo inteiro, especialmente quando os lábios de Seowoon roçaram a ponta de seu pau.
Quando Seowoon tomou a glande de Cahaya na boca e a chupou como uma bala, o orgasmo foi indescritível. Cahaya não podia simplesmente gozar na boca de Seowoon, no entanto. E se ele surtasse?
Mas Seowoon, aparentemente querendo mais, tomou o pau de Cahaya ainda mais fundo. De repente, o pré-gozo jorrou como se fosse sêmen, inundando a boca de Seowoon.
— Haah…
Seowoon virou a cabeça, soltando uma respiração quente contra a virilha de Cahaya.
— …Ei, por que o seu pau tem gosto doce?
Os lábios carnudos de Seowoon brilhavam molhados.
— Mm, o seu é delicioso pra caralho também.
Cahaya retomou a lambida do buraco agora escorregadio.
Seowoon, sentindo que estava prestes a perder a cabeça, agarrou o pau de Cahaya, apertando-o com força. Era como se ele não tivesse escolha senão se segurar nele e, ao mesmo tempo, esfregava o rosto contra a haste como um gato. O pré-gozo espirrou por todo o seu rosto.
Ele seduzia o homem sem nem saber o que estava fazendo. Cahaya inconscientemente lembrou de Seowoon gemendo de excitação, e se sobressaltou com isso várias vezes.
Sempre que olhava para Seowoon, o desejo de fodê-lo até o chão surgia com tanta ferocidade que quase doía. Ele queria afogar Seowoon em gozo, ao ponto de ele não conseguir escapar do prazer.
“Quem se importa se o mundo encarar a destruição? Contanto que nós dois sobrevivamos, nada mais importa. A gente podia foder um ao outro até não poder mais em algum planeta desolado, pra mim tanto faz.”
Cahaya ficou chocado consigo mesmo por pensar assim.
— Cof!
Seowoon de repente se engasgou, tendo ânsia com o pau de Cahaya batendo no fundo de sua garganta. O acesso repentino de tosse fez os dentes de Seowoon rasparem o comprimento de Cahaya.
Cahaya deslizou as mãos sob as axilas de Seowoon e o ergueu com facilidade. Apesar da diferença de tamanho entre eles, Cahaya o levantou como se não fosse nada, deixando Seowoon piscando de surpresa, ainda tossindo incontrolavelmente.
Sem esperar que ele se recuperasse, Cahaya enfiou a língua nos lábios entreabertos de Seowoon, devorando sua boca. A saliva de Seowoon, desencadeada pelo acesso de tosse, transbordou para a boca de Cahaya, mas Cahaya simplesmente lambeu tudo, como se saboreasse. Seowoon, já exausto de um simples beijo, lutava para recuperar o fôlego. A falta de ar o deixara tonto.
Cahaya deitou Seowoon, que ofegava, de volta e posicionou seu pau no buraco escorregadio e molhado.
Ele estremeceu. Por alguma razão, parecia que o buraco de Seowoon era mais receptivo ao seu pau do que à sua língua.
Cahaya nem se deu ao trabalho de guiar o pau com a mão. Simplesmente impulsionou os quadris para frente, tentando penetrar a entrada de Seowoon. Mais uma vez, o pré-gozo vazou, escorrendo pelo cóccix de Seowoon, fazendo-o estremecer. Cahaya não perdeu tempo e enterrou o pau dentro dele.
— Hngh!
O corpo de Seowoon sacudiu com a intrusão repentina, suas paredes internas apertando dolorosamente em torno do pau de Cahaya.
— Ah, tá doendo… Tá doendo aí embaixo…
Seowoon se contorceu, tentando ajustar os quadris em busca de alívio. Mas nenhuma posição parecia confortável.
Por fim, apoiou ambas as pernas gentilmente nos ombros de Cahaya, as mãos apertando o próprio estômago enquanto soltava gemidos suaves.
Cahaya sussurrou palavras de conforto, lentamente retirando o pau. O aperto das paredes de Seowoon se agarrava ao seu pau mesmo enquanto ele se retirava, mas Cahaya conseguiu sair completamente, elogiando mentalmente o próprio autocontrole. Então, segurando o pau, esfregou-o contra o buraco inchado e intumescido, como se o beijasse. Os sons molhados e escorregadios do pau batendo contra a entrada de Seowoon ecoaram no quarto.
— Para com isso, seu desgraçado maluco…
Seowoon murmurou, embora sua expressão mostrasse um traço do prazer que sentia com as batidas rítmicas do pau de Cahaya. Cahaya provocou o buraco ainda mais, esfregando-o até estar completamente molhado, antes de puxar Seowoon para perto de novo.
Com uma estocada lenta e deliberada, Cahaya empurrou para dentro mais uma vez, inclinando-se sobre Seowoon e pressionando seu corpo para baixo. O rosto de Seowoon ficou vermelho vivo enquanto suas nádegas eram esmagadas pela pressão.
— Tá doendo?
— …Eu não sei.
O buraco ainda estava esticado ao limite, como se estivesse prestes a rasgar, mas o calor que se espalhava por ele fazia o interior formigar de coceira. Ele queria que Cahaya coçasse aquela coceira, que se enfiasse mais fundo com aquele pau enorme, mas não ousava dizer em voz alta. Nervoso, Seowoon olhou para a porta do quarto levemente aberta, cobrindo a boca com a mão para abafar qualquer som.
— Tá tudo bem, ele não acorda fácil depois que dorme.
— …Mas se a gente fizer barulho demais—
— Ah? Você gosta tanto assim que quer que a gente faça barulho?
— Não, quer dizer, tá doendo…
— O Cha Seowoon tá mentindo. Você disse que não doía mais cedo.
Cahaya esfregou a bochecha contra a de Seowoon, rindo. Aquela risada mandou um tremor pelo interior de Seowoon, fazendo-o soltar outro gemido.
— Seowoon-ah, Cha Seowoon-ah.
— O quê…?
No momento em que Seowoon respondeu com voz baixa, seu interior ficou molhado de novo. Sua sobrancelha se contraiu de desconforto. Cahaya varreu gentilmente a testa de Seowoon com a mão grande, esfregando o polegar sobre a sobrancelha.
— Eu te falei, eu não vou gozar dentro.
— Você tá falando sério?
Seowoon agarrou um punhado do cabelo de Cahaya, meio irritado. Cahaya se deixou pegar sem resistência. Mas em vez de puxar, Seowoon simplesmente embalou a bela cabeça de Cahaya e depositou beijos suaves em sua testa.
— Você é doce demais pro seu próprio bem.
Cahaya foi devagar, alargando lentamente a entrada de Seowoon para se acomodar, esperando que Seowoon se ajustasse. Se ao menos Seowoon continuasse puxando seu cabelo, talvez ajudasse Cahaya a manter o controle sobre seu impulso crescente de ser mais bruto. Ele estava se segurando, mas não tinha certeza de por quanto tempo conseguiria.
— …Sabe, Cahaya, você… E se…
Seowoon dobrou o corpo ao meio, abraçando Cahaya mais perto.
— E se… eu gostasse de você, desde o começo?
De repente, Cahaya ergueu o tronco, fazendo as mãos de Seowoon escorregarem. Seu baixo-ventre latejava insuportavelmente de tanto que o pau de Cahaya tinha inchado dentro dele, incomparavelmente ao de antes.
· ⋆ · ─ ✦ ─ · ⋆ · Continua
☾ Tradução, revisão e Raws: Belladonna & Othello