⋆。˚ ◉ Capítulo 124
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CAPÍTULO 124
Os sons molhados e escorregadios continuavam sem trégua. Era como se o interior de Seowoon estivesse cheio até a borda do pré-gozo de Cahaya, a sensação parecida com enfiar um pau num tubo de gel.
Seowoon se agarrava a Cahaya com tanta força que era difícil respirar, completamente perdido no prazer avassalador. Cahaya empurrou o pau fundo, movendo os quadris ritmicamente.
— Haa…
Seowoon pressionou os dedos nas costas de Cahaya, apertando com força. A rigidez invasora continuava avançando para dentro.
— N-não…
— Haa… só mais um pouco.
— Você… já disse isso…
— Tá doendo?
Cahaya afagou gentilmente a testa úmida de Seowoon de novo. Seria mentira dizer que não doía, mas, estranhamente, toda vez que Cahaya recuava, o corpo de Seowoon se contraía involuntariamente, como se não quisesse deixá-lo ir. Cahaya tinha mencionado o “efeito afrodisíaco” antes, provavelmente para ajudar Seowoon a relaxar, mas agora Seowoon não conseguia deixar de se perguntar, era normal fluir tanto pré-gozo a ponto de nem precisar de lubrificante?
— Ei… s-se você colocar tudo, eu não vou me foder?
Mesmo com o que já estava dentro, os olhos de Seowoon tremulavam com a sensação avassaladora.
Cahaya não queria nada além de enfiar tudo de uma vez, mas tentou suprimir sua excitação com uma risadinha. Endireitou a postura, preocupado que seu peso fosse demais para Seowoon, mas o movimento só o levou mais fundo.
— Ah!
Os olhos de Seowoon se arregalaram enquanto suas pernas, apoiadas nos ombros de Cahaya, eram pressionadas para baixo e seus quadris se erguiam levemente da cama. Quando o pau de Cahaya, enterrado bem fundo, começou a sair, ele apertou a pegada nas coxas de Seowoon, puxando-o de volta com firmeza.
— Ah, tá doendo!
O buraco esticado ao máximo apertou em torno da rigidez de Cahaya. Outra onda de pré-gozo se derramou lá dentro, e Seowoon expirou bruscamente.
— Ei… Minha barriga tá tão quente. Tá fazendo cócega…
Normalmente ele não choramingaria assim, mas Cahaya cerrou os dentes e mordeu sua panturrilha, deixando mais marcas entre as muitas já espalhadas pelo corpo de Seowoon.
As mãos de Cahaya apertaram em torno das coxas de Seowoon, e ele recuou lentamente os quadris, apenas para investir para frente de novo enquanto o corpo de Seowoon parecia puxá-lo desesperadamente.
Seowoon não conseguia nem cerrar os dentes, sua voz escapando em gemidos suaves e ofegantes. “Hah, ngh…!” Cahaya estocava sem trégua, os olhos fixos no rosto de Seowoon, sem desviar o olhar nem uma vez enquanto se movia com intensidade inflexível.
As mãos trêmulas de Seowoon pressionavam seu baixo-ventre enquanto seus olhos violeta aturdidos se abriam, às vezes revelando lampejos de confusão.
Cahaya empurrou mais fundo o pau, deslizando suavemente contra as paredes internas molhadas de Seowoon. Toda vez que ele roçava um ponto particularmente sensível, Seowoon agarrava rapidamente o próprio pau, como se tentasse se conter. Mas em vez de se masturbar, ele só segurava os nós dos dedos embranquecendo com o esforço, talvez tentando conter a ejaculação.
— Haa…, Cha Seowoon, você pode gozar. Eu também tô perto…
Embora não saísse mais pré-gozo de Cahaya, a mistura de fluidos já tinha encharcado o interior de Seowoon. Enquanto Cahaya estocava mais fundo o pau cavando o âmago de Seowoon, Seowoon soltou um arquejo agudo, sentindo o corpo à beira de se partir.
— Para…!
Seowoon ergueu os olhos como se estivesse prestes a ejacular algo além de sêmen.
— Você vai fazer xixi?
— Seu… desgraçado maluco…!
Como se a palavra “desgraçado maluco” o tivesse acionado, Cahaya começou a estocar livremente dentro do corpo de Seowoon.
Cada golpe profundo parecia esticar as paredes internas que se retorciam em torno dele, e os dedos de Seowoon se abriam involuntariamente em resposta. Seu membro, negligenciado, tremia com aparência lastimável.
Cahaya agarrou os pulsos de Seowoon e os prendeu para impedi-lo de se tocar de novo. Esticou uma perna para trás, ainda ajoelhado, e estocou mais fundo que antes, atingindo as profundezas mais íntimas de Seowoon.
— Cahaya… Ahh!
Parecia que a única sensação restante no corpo de Seowoon vinha de sua parte inferior. Quanto mais as estocadas ferozes de Cahaya o martelavam, mais sensível seu interior parecia ficar. O prazer do pau de Cahaya raspando aqueles pontos inalcançáveis fazia a cabeça de Seowoon girar. Ele não tinha mais pensamento algum, apenas um desejo desesperado de que Cahaya continuasse fodendo-o com mais força.
— Haa… É… É de verdade?
— O quê?
A voz de Cahaya era gentil ao perguntar, mas seus quadris eram implacáveis ao investir contra Seowoon.
— Aquele afro… Afrodisíaco… É de verdade?
— Ah, é de verdade.
Cahaya sorriu, torcendo os quadris mais fundo, como se massageasse o interior de Seowoon com o pau. Toda vez que Cahaya empurrava, o interior de Seowoon era forçado a se abrir mais, e uma dor surda e ardente se espalhava por ele. Mesmo que fosse mentira para tranquilizá-lo, Seowoon se pegou pensando se era realmente tão aberto sobre seus desejos.
Cahaya começou a se mover de novo, e Seowoon, cada vez mais inquieto, implorou que soltasse seus braços. Achando que não havia como Seowoon escapar, Cahaya finalmente o soltou. As mãos de Seowoon imediatamente desceram para agarrar as próprias nádegas, afastando-as. Isso fez o buraco apertado se contrair ainda mais forte em torno do pau de Cahaya.
Vendo Seowoon praticamente implorando por mais, Cahaya perdeu o último fio de controle que tinha. Ele agarrou as coxas de Seowoon e as abriu bem, travando-as no lugar. Então, com um movimento ágil, saiu antes de investir de volta com tanta força que a barriga de Seowoon se abaulou com o impacto.
— Ah, ah! Hngh! Cahaya, tô me sentindo estranho.
— Tá tudo bem, eu também tô estranho. Porra, por que você é assim?
Cahaya cerrou os dentes, perdido pelo prazer intenso. Seowoon ergueu os olhos para Cahaya entre suas pernas com o olhar nebuloso. O corpo de Cahaya, cheio de frustração e desejo, tinha veias saltando por toda parte. Ele retribuiu o olhar de Seowoon com olhos ardendo de calor.
No momento em que seus olhos se encontraram, um cosmos branco tremulou sobre os ombros de Cahaya. O cosmos, vazando incontrolavelmente do prazer avassalador, parecia pronto para engolir Seowoon por completo.
— Ei, seu cos— ugh!
Percebendo que seu cosmos tinha vazado, Cahaya rapidamente se recompôs e sorriu.
— É que eu tô excitado pra caralho.
Cahaya agarrou o pau de Seowoon com uma mão. O membro, que balançava descontrolado a cada movimento dele, agora se erguia rígido, tremendo de frustração.
— Ngh!
No momento em que Cahaya o apertou com força, um fluido branco e espesso irrompeu dele. Embora fosse sua segunda ejaculação, e não tanto quanto a primeira, ainda assim conseguiu espirrar até seu peito.
Cahaya lambeu o sêmen da mão e apertou com força a ponta sensível de Seowoon enquanto seu orgasmo diminuía. Ele girou a mão em torno, fazendo Seowoon soltar algo próximo de um grito.
— Para… Para com isso…! — Seowoon implorou, com a mente aparentemente perdida. Ele nem se importava mais com quem pudesse ouvir.
Cahaya forçou caminho pelas paredes internas que o apertavam, atingindo o ponto mais sensível de Seowoon repetidas vezes. Ao mesmo tempo, esfregava a ponta inchada de Seowoon presa em sua palma até que o corpo de Seowoon se contorcesse, tentando escapar do prazer avassalador. Seowoon liberou algo na mão de Cahaya, mas Cahaya simplesmente lambeu tudo sem hesitar.
O corpo meio virado de Seowoon sacudiu quando o comprimento de Cahaya de repente escorregou para fora. A abertura alargada, agora exposta, vazou um líquido ralo que escorreu.
A visão era tão inebriante que Cahaya quase perdeu a cabeça. Agarrando os braços de Seowoon por trás enquanto ele tentava rastejar para longe, Cahaya o puxou de volta. Com um movimento ágil, investiu no corpo erguido de Seowoon por trás. O interior antes apertado se abriu mais uma vez, agarrando sua haste num abraço pegajoso, como se a parede inteira lá dentro o beijasse sem deixar espaço intocado.
— Haa… Cha Seowoon, a gente é bem compatível, não é?
— Mmh, eu não sei… Só existe você pra mim. Ahh!
— É, eu também. Só fiz isso com você. Haa…, você, não faz isso… com outros desgraçados de nível máximo.
Cahaya, que tinha estocado profundamente, tomou um momento para recuperar o fôlego. A saliva escorria lentamente dos lábios entreabertos de Seowoon.
— Tá? Nenhum deles se compara… ah, porra, eu sou o mais forte, né?
— Quantas vezes eu tenho que dizer… nggh…
— Então diz de novo.
Seowoon queria responder, mas toda vez que tentava se afastar, Cahaya o seguia rapidamente, sem lhe dar chance de responder. Por fim, ele ficou preso na cabeceira da cama e não conseguia ir mais longe.
Era incrível, mas era demais. Seowoon arfava em busca de ar, agarrando a cabeceira da cama. Tentou se levantar, dizendo que deviam fazer uma pausa, mas Cahaya o seguiu, permanecendo firmemente dentro dele. Com o corpo curvado contra a cabeceira, Seowoon se viu completamente engolfado por Cahaya por trás. Quando Cahaya estocou os quadris de novo, Seowoon foi esmagado entre ele e a cabeceira. O peso puxando-o para baixo fazia a sensação de Cahaya dentro dele parecer ainda mais intensa.
Cahaya estendeu a mão para a ereção de Seowoon, que agora se esfregava contra a cabeceira.
— Para, eu vou gozar… É estranho…, mas eu vou gozar.
— Mas o gosto é bom.
O comprimento de Seowoon, amolecido por duas ejaculações, não conseguia endurecer completamente de novo. Do ângulo de Cahaya, ele conseguia ver o pescoço ruborizado de Seowoon, queimando de calor. Sua espinha elegante descia até o cóccix e, abaixo dele, a abertura exposta que ainda envolvia a haste de Cahaya.
Cahaya agarrou a cintura de Seowoon, puxando-o para trás com força, sem ter para onde ir, preso contra a cabeceira. Ele acelerou o ritmo, estocando sem misericórdia como se o ritmo anterior não fosse nada.
Seowoon soltava gemidos ofegantes e delirantes, com a mente aparentemente perdida. Era assim que devia ser? Era como se o prazer inundasse seu cérebro. A sensação intensa de ter o interior forçadamente esticado lhe trazia ondas de prazer intenso.
— Ahh, tão bom.
— Onde? O que tá bom?
— Só, só tudo. Tudo o que você tá fazendo.
As estocadas de Cahaya aceleraram ao ponto em que Seowoon achou que sua parte inferior fosse ceder. A certa altura, a haste de Cahaya inchou impossivelmente maior, pulsando pouco antes da liberação, mas ele continuou moendo contra o interior inchado de Seowoon.
— Ah, Cahaya, eu… eu não consigo… Sinto que vou desaparecer aí embaixo…
Seowoon, segurando firme a cabeceira, não conseguiu nem terminar a frase.
Justo quando parecia que algo poderia explodir em sua cabeça, o pau de Cahaya começou a pulsar violentamente dentro dele. Cahaya soltou um gemido grave, puxando o corpo de Seowoon para perto com os dois braços enquanto finalmente atingia o clímax.
A pegada de Seowoon na cabeceira afrouxou, sua força se esvaindo. Com Cahaya segurando-o firme, sua cabeça naturalmente descansou contra o ombro dele.
O sêmen quente o preencheu, jorrando em cada fenda de seu interior esticado, deixando vestígios nas paredes.
“Mas normalmente não deveria parar depois de certa quantidade?”
O corpo de Seowoon se contorceu enquanto ele sentia mais e mais sêmen enchendo-o. Cahaya, o tempo todo, apenas sussurrava: “Vamos ficar assim só mais um pouco”, e salpicava beijos pelo pescoço de Seowoon. Seowoon olhou para trás, para Cahaya, com olhos perplexos. Mesmo agora, Cahaya ainda estava liberando dentro dele, e Seowoon sentia que seu estômago estava ficando cheio.
“Isso não é só sêmen… é tipo…”
— Ei, ei…, você não tá…, mijando dentro de mim, tá?
— Hmm?
Cahaya deu um selinho rápido nos lábios de Seowoon.
— …Você não tá, né?
Cahaya franzia a testa ocasionalmente e, toda vez que fazia isso, mais do líquido jorrava dentro dele, enchendo Seowoon ainda mais.
A expressão de Seowoon se contorceu como se ele fosse chorar. Ele finalmente murmurou com uma voz tão fraca que era quase inaudível:
— Você não tá mijando dentro de mim de verdade, tá?
Cahaya pressionou a testa contra o ombro de Seowoon, as veias em sua têmpora saltando.
— Musaranhinho, você é um pervertido?
— Então por que tem tanto…
Seowoon agarrou os braços de Cahaya em torno dele.
Cahaya respondeu beijando o pescoço de Seowoon de novo, sussurrando entre os beijos.
— Eu só tenho muito.
— Isso tudo é sêmen…?
— Eu vou tirar e te mostrar depois. Você achou que eu tinha me mijado? Você é louco?
Depois de trocarem sussurros, Cahaya riu incrédulo. Enquanto isso, Seowoon suava frio, sentindo seu interior ser sacudido pelo fluxo interminável do sêmen de Cahaya.
· ⋆ · ─ ✦ ─ · ⋆ · Continua
☾ Tradução, revisão e Raws: Belladonna & Othello