⋆。˚ ◉ Capítulo 123
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CAPÍTULO 123
Seowoon soltou uma respiração aguda enquanto a mordida mandava ondas de sensação por ele, e Cahaya aliviou a ardência lambendo gentilmente ao longo das nádegas de Seowoon. Seowoon não conseguia fazer nada além de contorcer o rosto. Cahaya continuou mordiscando e beijando as nádegas carnudas de Seowoon, mal conseguindo se controlar. Não, na verdade, ele nem tinha o luxo de ir devagar. Tinha um desejo intenso de chupar, lamber e provar cada centímetro de Seowoon até que tudo estivesse completamente frouxo.
Quando Seowoon tentou se soltar, virando de bruços e rolando para a beirada da cama, Cahaya apertou a pegada. Ele pressionou firmemente contra o baixo-ventre de Seowoon, impedindo-o de fugir. A pressão fez o corpo inteiro de Seowoon enrijecer, como se o peso sobre sua barriga o empurrasse ao limite.
Então, a língua de Cahaya traçou o comprimento da ereção rígida de Seowoon.
— Porra… você é louco…
Seowoon murmurou, com os olhos vidrados de calor.
— Você fica me chamando de louco, acho que enlouqueci de verdade.
Sussurrando contra o pau de Seowoon, Cahaya abriu bem a boca e o envolveu com os lábios. O corpo de Seowoon sacudiu como se ele não conseguisse acreditar.
— H-haah… Cahaya, eu… eu não consigo…
As coxas de Seowoon tremiam incontrolavelmente, e Cahaya conseguia sentir os tremores contra a palma.
Seowoon temia que, se perdesse o foco por um segundo, Cahaya pudesse agarrar suas pernas com uma força que doeria. Como algo tão cheio de amor podia fazê-lo sentir impulsos tão violentos? Cahaya o levou mais fundo na garganta, se afastando apenas para deixar um rastro de saliva escorrendo do pau de Seowoon.
— Aah!
As mãos de Seowoon agarraram os lençóis enquanto Cahaya o engolia de novo.
A sensação de ser apertado dentro da boca quente e apertada de Cahaya mandava ondas de choque por seu corpo inteiro. O teto acima parecia borrar e mudar de cor. Cahaya afastou a boca abruptamente e mais uma vez dobrou as pernas de Seowoon para cima.
Com um estalar molhado da língua, Cahaya cuspiu na entrada exposta de Seowoon.
Seowoon gritou baixinho: “Ei…!”. Ele queria protestar, mas as palavras ficaram presas na garganta. Se o chamasse de louco de novo, Cahaya realmente faria algo ainda mais louco.
A língua de Cahaya subiu pelo sulco entre as nádegas de Seowoon, recolhendo cada gota de umidade que escorria. O som dos gemidos de Seowoon parecia um choque direto em seu cérebro, deixando-o ainda mais excitado. Por quanto tempo ele tinha se contido, tentando impedir que sua mente virasse um campo de lixo toda vez que olhava para Seowoon desde aquele beijo roubado? Mas agora que Seowoon estava ali, real e bem à sua frente, parecia quase impossível se segurar.
A mão de Cahaya deslizou sobre a entrada trêmula de Seowoon, fazendo-o soltar uma respiração nervosa enquanto mal erguia os olhos para ele.
— N-não… não faz isso aí… Ah!
Seowoon arfou enquanto Cahaya substituía a pressão provocante dos dedos pelo deslizar quente e molhado da língua. A sensação de ter seu buraco chupado tão profundamente o fez sentir que estava se desfazendo.
Quando Cahaya tomou um de seus testículos na boca, Seowoon sentiu sua mente à beira da consciência. Cahaya voltou a subir, engolindo o pau de Seowoon de novo, deixando sua saliva se acumular e escorrer lá embaixo. Seowoon sentia que sua parte inferior estava sempre molhada.
— N-não dá pra você… só fazer logo…?
A voz de Seowoon estava trêmula. Ele nunca imaginou ter sua parte de baixo chupada daquele jeito, e agora só conseguia se contorcer, indefeso. Entre suas pernas, o queixo de Cahaya estava encharcado de fluidos.
— Você tem… alguma coisa tipo hidratante?
Seowoon perguntou enquanto virava a cabeça fracamente, tentando achar algum hidratante em algum lugar do quarto.
— Isto é só a senha número um.
Cahaya murmurou, arrastando as palavras. Ele inclinou a cabeça e plantou um beijo molhado bem na entrada de Seowoon, chupando-a brevemente antes de soltar. Seowoon queria retrucar, censurá-lo por uma provocação tão ridícula, mas tudo o que conseguia fazer era curvar os dedos dos pés enquanto Cahaya lambia sua entrada de novo.
Quando Cahaya chupou com força o anel apertado de músculo, os soluços meio sussurrados de Seowoon se misturaram a seus arquejos. Ele temeu, por um breve momento, que Cahaya realmente pudesse sugá-lo do avesso. Então, sem aviso, um dos dedos de Cahaya deslizou para dentro da entrada afrouxada, e pela primeira vez Seowoon sentiu algo sondando profundamente dentro dele.
A sensação de ter suas paredes internas gentilmente exploradas era estranha. Ele só conseguia tremer, com medo de que qualquer movimento brusco pudesse machucá-lo.
— Cahaya… Cahaya.
— O que é?
A voz de Cahaya, rouca de desejo, retornou enquanto ele deixava mais saliva pingar no buraco escancarado.
— Ngh… Eu não quero sua cuspe. Usa outra coisa.
— Não dá. Você passa hidratante no malangso antes de comer?
“Que besteira.”
Seowoon queria argumentar, mas antes que pudesse, outro dedo deslizou para dentro, e Cahaya começou a alargá-lo mais, abrindo o espaço apertado em movimento de tesoura.
Seowoon soltou um arquejo agudo enquanto mais saliva pingava na fenda.
— Seu desgraçado…
— É, eu sou um desgraçado maluco. Conversa normal não funciona comigo.
Cahaya respondeu com presunção enquanto erguia as pernas de Seowoon ainda mais alto, enfiando dois dedos fundo dentro dele. Daquele ângulo, Seowoon conseguia ver Cahaya trabalhando para alargá-lo, a saliva pingando de sua língua na entrada escancarada.
“Como diabos ele consegue cuspir aí dentro…?”
Seowoon nunca tinha experimentado um visual tão cru e avassalador, mas o que mais o surpreendia era que ele não desgostava totalmente. A língua de Cahaya era gentil, acalmando a tensão enquanto lambia a carne sensível e esticada.
— Você enlouqueceu de vez… completamente insano — ah!
Aquele cara devia ter decidido mesmo não escutar, porque enfiou um terceiro dedo. O buraco de Seowoon se esticou para engolir os dígitos sem dificuldade, mas em vez de apenas afastá-los como antes, ele raspou gentilmente as paredes internas.
— Ah… hnngh.
Cahaya não suportou as paredes internas macias tocando as pontas de seus dedos e deslizou mais um dedo para dentro. Seowoon ficou preso entre o fio da navalha do prazer e do medo enquanto os dedos sondavam ali dentro, deixando de fora apenas a parte mais grossa dos nós.
— Não assim…, ngh! Dedos demais…!
— Não é demais.
Cahaya murmurou, com a boca colada na coxa interna de Seowoon, mordendo e chupando enquanto seus dedos continuavam a se mover. Era para ser preliminar, algo indolor para aliviar a tensão, mas com quatro dedos enfiados lá dentro, parecia qualquer coisa menos gentil.
— Sua mão…, ngh, áspera demais…
— Vou ser gentil, tá?
Cahaya disse, e então torceu os dedos ali dentro, girando-os devagar, fazendo Seowoon soltar um gemido agudo e involuntário.
— Se você continuar fazendo isso…, vai rasgar… a mim… sério…
Seowoon arfou, agarrando o pulso de Cahaya com mãos trêmulas entre suas pernas. Só então Cahaya percebeu que o verdadeiro problema não era seu comportamento bruto, mas sua mão calejada.
— Assim não dá. O Cha Seowoon vai se machucar se eu não cuidar dele.
Cahaya deliberadamente permitiu que Seowoon segurasse seu pulso enquanto retirava os dedos. A entrada, que tinha sido alargada e expunha a pele interna avermelhada e sensível, tremeu antes de se fechar levemente, deixando apenas uma pequena fresta.
— Você… droga… por que você tá sendo tão bruto?
— Eu fui tão bruto assim?
Cahaya deslizou a língua para dentro da pequena entrada, depois a puxou de novo, sua saliva deixando a área escorregadia e brilhante. Ver o rosto ruborizado de Seowoon por entre suas pernas só aumentava o próprio calor crescente de Cahaya.
Notando que o pulso de Cahaya parecia mais quente que o normal, Seowoon soltou o pulso e alcançou por baixo das próprias pernas para tocar o pau de Cahaya com o dorso da mão. Ele não conseguiu agarrá-lo de imediato, mas até aquele toque simples deixou um rastro pegajoso de pré-gozo em sua pele.
— Musaranhinho, você vai me tocar também?
Até aquele toque leve fez com que as coxas de Cahaya se tencionassem.
— Vem cá, deixa eu lavar seus lábios.
Seowoon beliscou brincando os lábios de Cahaya.
Cahaya respondeu mordiscando sua mão de leve, como um animal testando a mordida.
— …Seu desgraçado, você nunca tem vergonha?
Seowoon dobrou o indicador para facilitar a mordida de Cahaya. Cahaya, que esfregava a parte dobrada com a língua, afastou os lábios com uma expressão confusa.
— Então por que eu deveria ter vergonha?
Seowoon cobriu o rosto com as duas mãos. Admitir seu constrangimento só parecia intensificar a sensação ardente que sentia.
Cahaya viu nisso uma oportunidade e tomou o membro de Seowoon na boca de novo.
“Esse desgraçado, sério… Como ele consegue chupar o pau de outra pessoa tão bem?”
Mas se os papéis fossem invertidos, Seowoon talvez não hesitasse em tomar o pau de Cahaya na boca também.
— Ei… eu… eu quero fazer também.
— Fazer o quê?
— Eu quero chupar também…!
— Agora não.
Cahaya murmurou de forma indistinta, com o pau de Seowoon ainda na boca.
— Tô com vergonha demais pra me exibir hoje.
Ele segurou firme a haste de Seowoon, chupando com dedicação a ponta que vazava pré-gozo. A sensação era tão intensa que parecia que a parte mais grossa de seu membro estava sendo puxada para fora, o formigamento chegando até os testículos. Cahaya continuou chupando com vigor, deixando Seowoon sem fôlego e incapaz de formar pensamentos coerentes.
Seowoon agarrou os lençóis com força, incapaz de mover as mãos enquanto experimentava uma onda de prazer intenso. Sua visão borrava e clareava repetidamente enquanto atingia o auge, e Cahaya continuava a estimular sua uretra com a língua, fazendo Seowoon gemer e implorar para ele parar. A última parte da ejaculação de Seowoon pareceu incerta, já que a língua de Cahaya a bloqueava efetivamente como uma rolha.
— Haa… ha…
Seowoon ofegava pesadamente, apoiando o dorso da mão na testa úmida, o corpo tremendo ocasionalmente. Cahaya continuou girando a glande hipersensível de Seowoon na boca por mais um tempo antes de finalmente erguer a cabeça, respirando com dificuldade.
Deslizando pelo corpo de Seowoon, Cahaya o fez baixar a mão da testa para que seus olhos pudessem se encontrar. O olhar de Cahaya estava completamente consumido pelo calor.
— …Você engoliu?
Seowoon perguntou, meio incrédulo. Em resposta, Cahaya casualmente abriu a boca para mostrar. A quantidade de sêmen pegajoso misturado com saliva era quase nada.
“Seu desgraçado maluco. Por que diabos você engoliu? Como você bloqueia a uretra assim quando alguém está gozando?”
Uma enxurrada de palavras girava na cabeça de Seowoon, mas foram interrompidas pelos lábios de Cahaya. Ele queria evitar beijar Cahaya, achando que não queria sentir o gosto do próprio sêmen, mas, estranhamente, não conseguia sentir gosto de quase nada. Em vez disso, a saliva de Cahaya parecia ter um sabor doce.
Cahaya cuspiu o que restava na boca na palma da mão e então, sem hesitar, deslizou os dedos entre as nádegas de Seowoon, alargando rapidamente o buraco com três dedos. Toda vez que os dedos de Cahaya se moviam de forma imprudente, o medo de Seowoon crescia, deixando seu corpo mole e indefeso. Dessa vez, Seowoon agarrou o membro de Cahaya com determinação.
— Caralho…
A palavra escapou dele sem pensar.
Até então, ele não tinha percebido o quanto Cahaya era grande. Tudo o que tinha feito era sentir o roçar ou toque ocasional, mas segurando-o firmemente agora, aquela coisa parecia impossivelmente grande.
— Ei, espera… Isso não deve entrar aí, né?
Cahaya caiu na gargalhada, o som ressoando por seu peito.
— Minério de pau de grau lendário.
Ele sussurrou brincando no ouvido de Seowoon, mas a excitação em sua voz era inconfundível.
Seowoon se sobressaltou quando Cahaya mordiscou sua orelha e, no mesmo momento, Cahaya dobrou o corpo de Seowoon ainda mais.
— Cha Seowoon, por que você é tão flexível? É porque come muito malangso?
Apesar da posição avassaladora, Seowoon não sentiu nenhuma dor por estar dobrado ao meio. Na verdade, o peso de Cahaya pressionando-o lhe dava uma estranha sensação de estabilidade. O pau de Cahaya roçou sua entrada levemente aberta, a rigidez inconfundível enquanto deslizava por sua bunda.
Cahaya abraçou Seowoon mais perto, empurrando os quadris para baixo com pressão deliberada, sem nem usar as mãos.
— Ah, ahh!
O interior de Seowoon estava sendo empurrado para dentro. Apesar de balançar a cabeça em protesto, era inútil, já que Cahaya o segurava com firmeza.
Naquele momento, ele achou ter ouvido um som escorregadio e sugado. Seu buraco tinha aceitado a glande de Cahaya, esticada muito mais do que alguns dedos jamais conseguiriam.
— Cahaya…
Ele chamou fracamente e, de repente, algo se derramou dentro dele. Aproveitando a fresta agora lubrificada, Cahaya empurrou de novo. No momento em que atingiu certo ponto, Seowoon estremeceu.
Outra rajada veio do pau de Cahaya.
“Ele acabou de gozar…?”
Seowoon olhou para ele confuso. Cahaya acariciou gentilmente sua testa.
— Você pode relaxar.
— Hã…?
— Essa também é minha primeira vez, então não sei exatamente o que vai acontecer. Mas ouvi dizer que tem efeito afrodisíaco.
— O quê… o que tem?
Seowoon perguntou de novo, perplexo.
— O que sai do meu pau.
A sensação de algo saindo de dentro do próprio corpo.
Com uma estocada aguda para cima, o interior se abriu ainda mais, permitindo que o fluido se infiltrasse. Para o choque de Seowoon, uma sensação quente e efervescente começou a borbulhar dentro de sua barriga, como se o calor viesse diretamente de onde o fluido tinha revestido suas paredes internas.
— …O que é isso? É estranho. Ei, ei…
— Você já viu camisinha na loja de conveniência do Landmark?
Cahaya sussurrou, com os lábios roçando a testa de Seowoon.
Seowoon nunca tinha prestado muita atenção, mas agora que pensava nisso, não conseguia lembrar de ter visto nenhuma nem de passagem. Antes que pudesse responder, um gemido escapou de seus lábios enquanto Cahaya empurrava o pau mais fundo.
— Eles nem vendem isso aqui, né? Porra, isso tá me enlouquecendo. Cha Seowoon, por que você tá me sugando tão apertado?
Ele percebeu que Cahaya nem estava totalmente dentro, ainda havia alguma distância até seus corpos se encontrarem completamente.
— Ah… eu não sei… Ei, isso… tá tão estranho aí embaixo…
Em pânico com a estranha protuberância se formando em seu baixo-ventre, Seowoon agarrou Cahaya com mais força, abraçando-o mais perto.
— Você entenderia se algum dia me visse gozar. Se eu usasse camisinha, ela estouraria.
Cahaya respondeu abraçando com força o tronco de Seowoon.
· ⋆ · ─ ✦ ─ · ⋆ · Continua
☾ Tradução, revisão e Raws: Belladonna & Othello