↫─Capítulo 126
126
Como Do-Heon o pressionava de forma pegajosa, as partes de baixo dos dois se colaram sem uma fresta.
— Ah!
Em certo momento, Do-Heon , mantendo o pênis inserido sem retirá-lo, esfregou a cintura como quem a girava, provocando. As nádegas roliças de Cheongyeon foram prensadas contra a pele firme e se esmagaram como massa de farinha.
Cada vez que Do-Heon movia a cintura devagar, um som viscoso ressoava sem parar no ponto de junção.
Como a parte de baixo já estava cheia além do limite, o interior chegava a ser incômodo. A haste ameaçadora esmagava e revolvia todos os pontos sensíveis internos de Cheongyeon. Diante da sensação de ter todas as paredes internas comprimidas, a cintura de Cheongyeon tremia em pequenos abalos.
Por trás, Do-Heon não parava de cobrá-lo sobre o conteúdo da entrevista, mas Cheongyeon não só não ouvia direito como não estava em condições de responder.
— Aaugh!
Do-Heon começou de novo a empurrar a parte de baixo com violência, fora de compasso. Cada vez que isso acontecia, seu corpo era empurrado para a frente e as unhas bem-feitas de Cheongyeon arranhavam a parede do boxe, balançando de forma precária.
— Não pode haver um alfa da sua idade, haa, por perto.
— Ah, Do-Heon ! Hng.
Cada vez que a pele molhada, antes colada, se separava e se chocava, um som úmido de fricção se espalhava pelo banheiro.
— Ah. Ou você o encontrou escondido de mim?
Do-Heon soltou em voz baixa.
— Não, eu disse. Nng, …eu já disse que foi só coisa que eu falei, por que você fica, dizendo coisa estranha…!
O que eu ia dizer ali, que gosto de alguém mais alto e mais velho que eu? Isso, quem ouvir, vai achar estranho! E não é como se eu estivesse anunciando que tenho alguém.
Pela experiência, para perguntas clichê sobre tipo ideal, o melhor era dar uma resposta clichê. Ver Do-Heon se agarrar a um conteúdo de entrevista que não tinha significado nenhum era, para Cheongyeon, algo injusto e frustrante.
— E, e é uma coisa de que eu nem me lembro direito… haugh!
Diante daquele tom rebelde e insolente, Do-Heon puxou o pênis para fora do orifício de Cheongyeon.
— Hé.
Dava para ver cruamente a carne interna avermelhada, grudada na haste, sendo puxada para fora. O pênis que ele acabara de tirar estava completamente encharcado de líquido. Quando a luz tocou a haste robusta e ela brilhou, ela parecia ainda mais medonha do que a sua forma original.
— Por que, tirou de repente?
Cheongyeon inclinou a cabeça e choramingou. Como num instante sua barriga tinha ficado vazia, sua parte de baixo se sentia oca.
— Vou colocar de novo.
Murmurando como quem pedia que não se preocupasse, Do-Heon virou o corpo de Cheongyeon. Quando ficaram frente a frente, o rosto de Cheongyeon, todo corado e com os olhos marejados, se revelou sob a luz do banheiro.
Ele ergueu uma das pernas de Cheongyeon e a pendurou pela dobra do joelho sobre o braço. E aproximou a ponta reluzente do pênis da região do períneo. Quando a pele molhada se esfregou, um som viscoso e obsceno se espalhou de baixo.
O orifício que até agora engolia todo o pênis de Do-Heon se contraía suplicando pela inserção. Cada vez que a ponta romba da glânde roçava o orifício, sua parte de baixo estremecia, cerrando-se e abrindo-se sem parar.
— Rápido…
Cheongyeon implorou com um fio de voz.
Do-Heon , com o olhar fixo nos lábios de Cheongyeon, ligeiramente abertos por causa dos gemidos, empunhou o próprio pênis. E, encaixando a ponta no orifício, o inseriu até a raiz.
— Nnng.
O interior, já amolecido e relaxado, ao contrário da primeira inserção, recebeu e apertou o pênis de Do-Heon com suavidade. Ainda que ele o tivesse enfiado de uma vez até o fundo, o caminho se abriu com maciez, sem uma pressão severa.
— Ah, droga.
Diante da sensação das paredes internas que envolviam a haste com calor, Do-Heon soltou um gemido e penetrou ainda mais fundo em Cheongyeon.
Por causa da cinta-liga, ele não tinha conseguido tirar direito nem a cueca nem a camisa, então o tecido todo esticado deixava a posição desconfortável. Mas Do-Heon e Cheongyeon, sem se importarem nem um pouco, entrelaçaram os corpos.
— Fuu. Esta cinta. Quem colocou?
— N-não sei.
— Você veste isso toda vez que grava? Merda. Não foi outro cara que viu, foi?
Quando ele o pressionou resmungando um palavrão, Cheongyeon, sem perceber, baixou o olhar e fechou os olhos. Do-Heon não permitiu aquilo e segurou o rosto de Cheongyeon para que seus olhos se encontrassem.
Quando ele puxou a cintura para trás e a inseriu com tanta força que o som de carne batendo ressoou, Cheongyeon estremeceu.
— Hup! Nng.
— Yoo Cheongyeon.
Do-Heon o apressou, como quem exigia resposta. Cheongyeon balançou muito a cabeça e se agarrou a ele.
— Ninguém, viu. Ah. Você, Do-Heon , foi o primeiro a ver.
Mesmo tendo ouvido a resposta que queria, os olhos negros de Do-Heon , submersos no desejo, não se despregavam de Cheongyeon.
A imagem de Cheongyeon, encharcado da cabeça aos pés e estremecendo com dificuldade, era digna de pena e, ao mesmo tempo, sensual a ponto de arrepiar. Cada vez que os mamilos rosados espreitavam por entre a camisa encharcada, o movimento de Do-Heon ficava ainda mais violento.
Sem conseguir vencer a excitação, ele baixou a cabeça e lambeu e mordeu o ombro de Cheongyeon, deixando marcas.
— Do-Heon, não pode. Haa. A-amanhã tem prova de roupa, se ficar marca…
Mesmo com o pedido de Cheongyeon, Do-Heon cravava os dentes feito um animal por toda a clavícula e o peito.
— Hng, sério, não, ngh, pode.
— Não mostre pra outro cara.
— Ah, agora sim, hng, eu vou, cair.
Cheongyeon cambaleou e enterrou o rosto no peito de Do-Heon. Então Do-Heon enfiou a mão sob a dobra do outro joelho de Cheongyeon e ergueu o corpo dele de uma vez.
— Hé! Diretor!
Diante da sensação de flutuar de repente, Cheongyeon, horrorizado, enlaçou o pescoço de Do-Heon com os braços.
— Do-Heon .
— Me-me põe no chão, Do-Heon . E se eu cair.
— Fuu, você não vai cair.
Do-Heon , segurando Cheongyeon de frente para ele, empurrou as nádegas para cima com força.
— Haang!
Poc! Junto com o som de carne se chocando, o pênis se enfiou fundo nas paredes internas.
Cheongyeon, com medo de que Do-Heon o deixasse cair, agarrou com força o ombro dele e fez força no corpo inteiro. Sua parte de baixo naturalmente se apertou e envolveu a haste com firmeza.
Do-Heon , sentindo um prazer arrepiante, cravou os dentes e ergueu a cintura ainda mais depressa.
— Hng.
— Ah, huup, fun… do.
Quanto mais a velocidade ficava violenta e rápida, mais, de baixo, junto com o som úmido de fricção, o líquido pegajoso pingava sobre o piso. Era um som cru e constrangedor a ponto de esquentar o rosto.
Cheongyeon balançou muito a cabeça e abraçou Do-Heon com força. A sensação de ter as duas pernas suspensas no ar era assustadora, mas, da tensão daquele equilíbrio precário, uma sensualidade difícil de descrever subiu por sua espinha.
Quanto mais ele se agarrava a ele e colava o corpo, mais a sensação de gozo subia até o limite. O pênis de Cheongyeon, prensado entre os ventres, já não só estava ereto como escorria pré-gozo sem parar.
— Agora, eu vou, hng! Aah, acho que vou, gozar. Haa.
Cheongyeon soltou um gemido como quem implorava. Como não parava de gemer, sua voz estava meio rouca.
Acompanhando a excitação que crescia, a velocidade com que Do-Heon se movia também foi ficando cada vez mais frenética.
— Hng! Nng, ngh.
A mão de Do-Heon que segurava a cintura de Cheongyeon ganhou força. Junto com a força que apertava seu tronco, a respiração que ele soltava ficou ainda mais feroz.
Quando o pênis, que se retirara pela metade, esmagou o ponto mais fundo das paredes internas, os nervos de Cheongyeon ficaram encharcados de um prazer puríssimo.
— Do-Heon , espera. Ah, eu não vou hup, hng… conseguir mais.
No fim, Cheongyeon atingiu o ápice primeiro.
— Huup. Ah…
Diante da pressão das paredes internas que, por efeito do gozo, se colaram ainda mais ao pênis, Do-Heon também gozou logo em seguida.
O sêmen jorrou dentro da barriga e o interior ficou pesado. Diante da sensação incômoda de a barriga estar tão cheia que parecia prestes a estourar, Cheongyeon fechou os olhos e ajeitou a respiração ofegante.
— Haa… haa…
— Ah…
Os dois, para absorver todo o prazer que ainda não tinham digerido por completo, se abraçaram com força e se colaram. Graças a isso, o som do coração do outro batendo se transmitia com nitidez através da pele.
Junto aos ouvidos, a respiração quente tocava e se dispersava sem parar.
Pouco depois, exausto, Cheongyeon em certo momento relaxou o corpo e tombou frouxo nos braços de Do-Heon . Diante do langor que os efeitos do prazer traziam, já não surgia nem o medo de que fosse cair. Os braços firmes de Do-Heon , que o seguravam, agora só lhe pareciam confortáveis.
— Hng.
Do-Heon , mexendo a cintura, voltou a afundar devagar o pênis na carne interna suavemente amolecida. O interior lambuzado de sêmen estava quente e macio a ponto de ser arrebatador. Às vezes, quando a carne frágil das paredes internas se contraía diante do estímulo do pênis, um desejo intenso e uma satisfação, a ponto de doer o baixo-ventre, o invadiam juntos.
— Está difícil…
Cheongyeon, que ajeitava a respiração, choramingou.
No fim, ele não conseguira se lavar e ainda por cima não tinha nem tirado a roupa direito. Estava incomodado sob vários aspectos.
Cheongyeon, indignado com Do-Heon, que se lançara sobre ele de repente no banheiro, encostou os lábios no pescoço dele, cravou os dentes e depois sugou longamente.
— Tchup.
Na parte de fora do pescoço, numa posição que só seria coberta usando uma gola alta, ficou uma marca de beijo. Já Do-Heon não parecia se importar muito.
Pelo contrário, ele até ofereceu o pescoço para que ficasse fácil de mordê-lo, como quem pedia que ele continuasse.
— Faça mais.
— …Chega. Agora me põe no chão. Está desconfortável.
Só então Do-Heon pôs Cheongyeon no chão. Ao mesmo tempo, o pênis naturalmente se retirou e o sêmen acumulado dentro da barriga de Cheongyeon escorreu pingando.
— Nng.
— Vou te lavar.
Do-Heon se curvou diante de Cheongyeon, que cambaleava. Ele começou a tirar, uma por uma, as roupas todas amassadas e esticadas de Cheongyeon.
Primeiro soltou a cinta-liga que apertava as coxas e tirou por completo a camisa e a roupa de baixo, que estavam num estado deplorável.
— Você sabia como soltar a cinta?
Diante do toque hábil dele, Cheongyeon o olhou de cima, surpreso.
— Como não? É simples.
— Mas por que…
Cheongyeon, que ia perguntar por que ele o enfiara assim mesmo em vez de tirá-la, logo percebeu que a pergunta era vergonhosa demais e fechou a boca.
— Por que você para no meio da fala.
— Deixa.
Diante da reação cara de pau de Do-Heon , Cheongyeon estreitou os olhos e virou a cabeça para o lado.
Ele, que estava curvado tirando as roupas com as próprias mãos, olhou de baixo para Cheongyeon, agora completamente nu, e beijou suas coxas claras. Nas duas coxas restavam as marcas de onde a cinta-liga estivera. Como Do-Heon a tinha segurado e enfiado nele por trás, as marcas estavam bem nítidas.
Chup, chup.
Do-Heon moveu os lábios ao longo das marcas avermelhadas da cinta-liga.
— Ah, Do-Heon .
Quando o rosto dele foi entrando cada vez mais na parte interna das coxas, Cheongyeon se horrorizou e o empurrou.
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Continua….
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✦ Tradução, revisão e Raws: Faby&Belladonna