↫─Capítulo 125
125
— É verdade. Antes eu esqueci de me trocar…
A vergonha de ter sido flagrado por Do-Heon com aquela roupa durou pouco. Cheongyeon vasculhou a memória tentando lembrar se aquela roupa era um patrocínio ou uma peça pessoal que Min Hyerin tinha preparado.
Mas, por causa da rotina agitada, ele não conseguia se lembrar com exatidão do que Min Hyerin dissera.
— Acho que não pode molhar, o que a gente faz?
— É só comprar de novo.
Do-Heon envolveu o rosto perturbado de Cheongyeon e o beijou.
— Hmm.
Como ele disse que era só comprar de novo, então deve estar tudo bem. Cheongyeon logo parou de matutar e abriu a fivela da calça de Do-Heon .
Do teto ainda despencava o jato de água feito uma chuvarada. A temperatura da água não estava fria, mas também não estava quente, então era como se eles se beijassem em meio a um temporal. Cada vez que se beijavam, engolindo e lambendo os lábios um do outro, a água escorria para dentro da boca, mas nenhum dos dois se importava.
A mão de Do-Heon , que mexia na coxa de Cheongyeon, em certo momento desceu e se enfiou por dentro da roupa de baixo.
Para tirar por completo a camisa e a roupa de baixo, era preciso primeiro soltar a cinta-liga que envolvia as coxas, então, quando Do-Heon agarrou sem mais nem menos suas nádegas, Cheongyeon se perturbou.
— Hmm… Não é o caso de tirar a roupa primeiro?
— Você sabe tirar?
Sem conseguir encarar Do-Heon e com o olhar baixo, Cheongyeon balançou de leve a cabeça. No fim, o membro da equipe parecia ter fechado os botões do lado da camisa. De que jeito ele tinha feito, disso também ele não se lembrava direito.
Mas, se tentasse ele mesmo, será que não conseguiria soltar?
Enquanto Cheongyeon hesitava, num instante a mão de Do-Heon já tinha entrado entre suas nádegas macias e mexia no orifício fechado.
— Hng!
— Então não vai ter jeito senão fazer assim mesmo.
— Hã? Ah… espera.
— Quem mandou parar?
Do-Heon repreendeu Cheongyeon, que tinha estacado bem quando tirava a calça dele e ia justamente puxar o pênis para fora da roupa de baixo. Como ele sussurrava mordendo sua orelha, seus ombros tremeram.
Mesmo encolhendo o tronco por reflexo, Cheongyeon baixou a cueca de Do-Heon e, de dentro dela, puxou o pênis com cuidado. A haste que saltou para fora já estava ereta.
A haste dura estremecia por conta própria e cutucava o baixo-ventre de Cheongyeon. Era de um tamanho arrepiante. Só de pensar que aquela coisa ameaçadora logo entraria dentro dele, sua parte de baixo já tinha uma sensação estranhamente pesada.
— Fuu.
Soltando uma respiração densa, Do-Heon mexeu entre as nádegas de Cheongyeon e empurrou o dedo médio no orifício. O interior já começava a se umedecer, reagindo aos feromônios de alfa.
— Haa…
Para alargar as paredes internas que se apertavam, Do-Heon pressionava com força a carne macia que grudava em seu dedo. Cada vez que as paredes frágeis eram amassadas, as nádegas de Cheongyeon estremeciam em pequenos tremores.
Mesmo sendo apenas um dedo, um prazer tênue subia do fundo do seu ventre. Cheongyeon esfregou a testa no peito de Do-Heon e fechou os olhos.
Do-Heon acrescentou mais um dedo e, ao mesmo tempo, com a outra mão segurou o pulso de Cheongyeon para que ele empunhasse o próprio pênis dele.
— Mexa.
Ele murmurou com uma voz autoritária. Aquele grave baixo dele, encoberto pelo jato de água, soava bastante indistinto e sombrio.
Cheongyeon se controlou e deslizou com cuidado a mão pelo pênis que segurava. Como era um tamanho difícil de segurar com uma mão só, ele apoiou a base da haste com a palma e o moveu para a frente e para trás.
— Você faz bem.
Do-Heon falou satisfeito. Logo, ele enfiou o terceiro dedo nas paredes internas de Cheongyeon.
— Ah, aah.
Diante da sensação de corpo estranho, as pernas de Cheongyeon se cerraram sozinhas.
O banheiro, como se esperava, não fora uma boa escolha. Em volta era tudo escorregadio e cheio de umidade, e como ele estava com a roupa molhada, era desconfortável se mexer. Em contrapartida, Do-Heon já estava completamente despido, então Cheongyeon sentia aquela situação injusta.
Além disso, se as pernas lhe faltassem, ele cairia direto no chão, então não podia afrouxar a tensão nem um instante.
— Ha, ngh, nnh… fun, do.
Num instante, o interior do banheiro se encheu de um som viscoso de fricção. Se era o som da mão de Do-Heon revolvendo seu orifício ou o da sua mão estimulando o pênis de Do-Heon , era denso e pastoso a ponto de não dar para distinguir.
— Isso é fundo?
Do-Heon retirou os dedos que tinha enfiado no orifício. E, mexendo no líquido transparente e pegajoso que grudara na ponta dos dedos, inclinou a cabeça com ar de estranheza.
O jato de água escorria sem obstáculo pela linha nítida do queixo dele. E, passando pelo pomo de adão grosso, descia desenhando curvas ao longo da clavícula funda e da trama de músculos do peito rijo e saliente, até a parte de baixo.
Aquela cena era carnal a ponto de estimular as terminações nervosas, então Cheongyeon, sem perceber, engoliu em seco.
Fosse por causa dos feromônios, fosse pelo rosto e pelo corpo obscenos de Do-Heon , as pernas insistiam em lhe faltar. Cheongyeon se apoiou um pouco mais em Do-Heon para se equilibrar.
— É que você, enfiou a mão fundo demais…
— Não pode fazer manha só por causa disso.
Estalando a língua, Do-Heon tirou a roupa de baixo incômoda de Cheongyeon. Mas, por causa da cinta-liga, descê-la de forma esquisita até o meio das coxas era o limite.
À falta de opção melhor, ele encaixou o pênis entre as coxas claras.
— Ah, com essa… posição não.
Do-Heon moveu a cintura devagar e esfregou o pau duro na pele macia.
E seus dedos começaram a revirar de novo as paredes internas de Cheongyeon.
— Está esquisito. Dói… Não dá pra simplesmente, haa, colocar agora?
Como o buraco ainda fechado se abria com dificuldade, a pele ao redor ardia.
Quando a mão de Do-Heon pressionava com força as paredes internas ao entrar e sair, Cheongyeon, sem perceber, estremecia e apertava a parte de baixo. Diante disso, a respiração de Do-Heon ficava ainda mais pesada.
— Só mais um pouco.
— Não quero…
— Fuu, droga. Você vai rasgar.
Quando Cheongyeon balançou a cabeça implorando, o autocontrole dele chegou ao limite. Do-Heon no fim retirou por completo os dedos que alargavam o buraco.
Como o som da água caindo do teto estava alto, ele fechou o registro e depois virou o corpo de Cheongyeon de modo que as costas ficassem à mostra. E o fez apoiar as mãos na parede.
— Não pode colocar tudo de uma vez… ah!
Como quem ia enfiar naquele instante, ele encaixou o pênis entre as nádegas de Cheongyeon e fez força na cintura.
Logo a glânde abriu a carne fechada e entrou. As paredes internas embebidas de umidade receberam e apertaram o pau. Cheongyeon ficou sem ar diante do pênis que se enfiara completamente dentro dele.
— Hng, diretor.
— Fuu… Chama meu nome.
Do-Heon , agarrando a cintura de Cheongyeon, soltou aquilo como quem mastigava.
— …D-Do-Heon . Nnh, devaga… r, por favor.
Ele baixou o olhar para as nádegas de Cheongyeon, que engoliam o pênis com dificuldade.
Quando a glânde dura penetrava atravessando as paredes internas úmidas, a carne branca das nádegas estremecia. Como a carne tensa comprimia a haste, atrapalhava uma inserção suave.
Franzindo a testa, Do-Heon empurrou o pênis à força ainda mais fundo.
Cheongyeon ainda não tinha conseguido tirar a camisa porque não conseguira soltar a cinta-liga. Por isso, através do tecido encharcado e transparente, as costas brancas transpareciam de forma sensual.
Descendo ao longo da linha fina e reta da cintura, viam-se as nádegas redondas que recebiam a duras penas o pênis de Do-Heon . Abaixo delas, a cueca e a cinta-liga que ele não conseguira tirar por completo ficavam presas nas coxas.
Era uma cena que, para um alfa, era impossível de suportar. Do-Heon cerrou os dentes a ponto de os músculos da mandíbula saltarem e engoliu um palavrão. E logo empurrou o resto do pênis para dentro.
— Nnh!
Diante da sensação de travar por dentro, seus olhos se estreitaram. As paredes internas de Cheongyeon sempre se estreitavam nesse ponto, então ele costumava ter dificuldade para inserir até o fim.
— Ah, dói a barriga… Espera, se você tirar, hup, não dá?
Cheongyeon murmurou com uma voz completamente embargada pelo choro. Mesmo tendo ouvido aquela voz aflita, um impulso que não se deixava reprimir cobriu Do-Heon .
Ele apreciou, como que lambendo, o ombro e a omoplata expostos pela camisa molhada que escorregara. O lóbulo redondo e pequeno da orelha, o perfil delgado sem uma linha angulosa, atiçavam em excesso o instinto de Do-Heon .
Tudo em Cheongyeon sempre freava o seu autocontrole.
Aquele sentimento incomodava profundamente Do-Heon. Afinal, não conseguir se controlar despertava uma sensação de impotência.
— Haa.
E, no fim, o fazia se render ao instinto. Como agora.
Do-Heon, agarrando com força a carne das nádegas de Cheongyeon, enfiou o pênis até o fundo.
Tchac! O som de carne contra carne ressoou nítido no banheiro, de tão violento que foi o movimento.
— Aaugh…! Haaa. Eu pedi… snif, pra tirar. Desgraçado.
Cheongyeon, que por um instante esqueceu de respirar, soltou uma respiração ofegante alguns segundos depois. Sua barriga latejava a ponto de os olhos lacrimejarem.
Cheongyeon, diante da sensação incômoda de estar cheio por dentro, tateou o próprio baixo-ventre com a mão. Cada vez que o pênis se contorcia lá dentro, era como se o estímulo se espalhasse por todo o abdômen.
— Hng, e-espera.
Do-Heon começou a mover a cintura à revelia, sem dar a Cheongyeon tempo de se acostumar.
Ele tirava o pênis até a ponta da glânde e logo o enfiava até a raiz no buraco.
Poc!
— Nng, nnh…! Aaugh.
— Aliás, Cheongyeon. Haa, você gosta de gente carinhosa?
Do-Heon deu tapinhas nas nádegas onde tinham ficado as marcas dos seus dedos e depois desceu, tateando as coxas presas pela cinta-liga. E, agarrando a cinta como quem segura as rédeas, começou a mover a cintura depressa.
— Hng! Ah! Ah, rápido demais…
Quando o pênis pressionava as paredes internas, todos os pensamentos que ele acumulara na cabeça se dispersavam. Por isso levou um bom tempo até ele entender que sentido tinha aquela pergunta repentina de Do-Heon .
— Quanto de carinhoso ele tem que ser?
— Isso… o quê, hng…!
No exato momento em que Cheongyeon ia perguntar do que ele estava falando, algo cruzou de relance sua mente.
“O Yoo Cheongyeon não sai da lista de atores revelação em alta ultimamente. O interesse do público está fervendo! É clichê, mas, Cheongyeon, qual é o seu tipo ideal?”
“Hum, para mim é uma pessoa carinhosa. E, como eu gosto de me entender bem com o outro, acho que alguém da minha idade é mais confortável.”
Do-Heon o interpelava sobre a entrevista de que Cheongyeon participara havia pouco. Era também o conteúdo que estava na revista disposta na mesa do hotel.
— Hup, nng, espera… snif.
Ele achou que Do-Heon não tinha visto e passara batido. Será que ele também tinha avistado? Ou teria conferido o conteúdo da entrevista antes de vir?
Sem entender a razão, a cabeça de Cheongyeon se complicou.
— Você gostaria de alguém da sua idade? Fuu, que tipo de cara é esse.
Cada vez que ele falava, colocando força em cada sílaba, o pênis o penetrava com violência.
Quando a haste grossa esmagava impiedosamente as paredes internas, sua visão embranquecia. E o pênis de Cheongyeon, ereto, balançava sem defesa junto com o corpo.
— Isso, hng…! Foi só qualquer, coisa que… hng! eu, disse.
— Você dizer isso sorrindo, e nem pensou que ia deixar de mau humor o cara que te patrocina por trás.
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Continua….
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✦ Tradução, revisão e Raws: Faby&Belladonna