↫─Capítulo 85
Capítulo 85
Do-heon tirou completamente a camisa que vinha vestindo de qualquer jeito. Com seu peito largo e musculoso revelado sem filtros, Cheongyeon engoliu em seco.
Do-heon inclinou o queixo como se escolhesse as palavras por um momento, então estendeu a mão entre as pernas de Cheongyeon.
— Você parece um cachorrinho vira-lata maluco, ganindo porque quer dar o bote.
— …Os feromônios recessivos não parecem ter nenhum efeito no dominante, hum, diretor.
A mão de Do-heon roçou o pericarpo macio e depois acariciou a área ao redor da entrada, onde a pele era particularmente delicada. O corpo de Cheongyeon deu um solavanco diante da sensação de algo tocando seu ponto sensível.
— Quem disse que não tem efeito?
— Ahht.
— Você não deveria tentar me estimular. A menos que queira ser penetrado agora mesmo, sem nenhuma preliminar.
— I-isso não está certo.
Cheongyeon balançou a cabeça com o rosto pálido diante da menção de uma penetração imediata.
— Claro que, se eu fizesse isso, você fugiria para sempre.
Do-heon murmurou para si mesmo como se aquilo nunca fosse acontecer. Ao mesmo tempo, um de seus dedos entrou no buraco fechado.
— Ah….
O corpo de Cheongyeon tremeu diante da sensação estranha vinda de baixo. Cheongyeon colocou as mãos nos ombros de Do-heon e perdeu o fôlego cada vez que ele vasculhava ali embaixo.
— Relaxe.
Do-heon disse baixinho, com o coração ficando impaciente diante da pressão de seu dedo sendo apertado com força. O interior estava molhado, mas a parede interna macia estava incomumente rígida, tornando difícil a inserção de até mesmo um dedo.
Cheongyeon assentiu, envolveu o pescoço de Do-heon com os braços para apoiar seu peso e tentou relaxar.
No entanto, ele não esperava ter intimidade com ele hoje e estava assustado com o ciclo do rut de Do-heon, então seu corpo congelado não mostrava sinais de relaxamento.
— Haa.
Por isso, quando o segundo dedo entrou, pareceu mais difícil do que o normal, e a sensação era de que sua parte de baixo estava sendo alargada à força.
Cheongyeon contorceu o corpo e enterrou o rosto no pescoço de Do-heon.
— E-eu acho que não consigo. Dói, só um pouco mais devagar….
— Dói?
Do-heon perguntou, suprimindo o impulso de enterrar o seu pênis, que estava ereto desde mais cedo, no buraco de Cheongyeon.
Sua voz estava cheia de descrença, como se Cheongyeon estivesse exagerando.
Ele já havia gozado uma vez na mão de Cheongyeon, mas aquilo não saciou seu desejo; pelo contrário, alimentou uma insatisfação ainda maior em sua parte inferior. Ele queria enterrar uma parte de seu corpo profundamente na parede interna de Cheongyeon e agitá-la implacavelmente.
— O diretor não… hum, o diretor não sabe o tamanho que tem, sabe?
Ao som de seu resmungo ressentido, Do-heon segurou a mão de Cheongyeon e a trouxe para baixo para cobrir seu períneo.
— Toque você mesmo. Veja como está a sua parte de baixo.
— I-isso, heuk…!
— Já está tudo molhado e implorando por algo para morder.
Do-heon ajudou Cheongyeon a inserir o próprio dedo em seu buraco. Ao mesmo tempo em que sentiu a carne macia e molhada tocando a ponta dos dedos, o dedo médio de Cheongyeon deslizou profundamente para dentro da parede interna.
— Ah! Espere, isso é.
Cheongyeon ficou horrorizado e tentou puxar a mão para fora imediatamente. Mas Do-heon não soltou a mão de Cheongyeon tão facilmente. Ele colocou força para que o dedo de Cheongyeon afundasse mais fundo.
— Euh-heut!
A parte de baixo de Cheongyeon, que quase não tinha imunidade aos feromônios do ciclo do rut de um Alfa, já estava extremamente sensível. A parede interna molhada se contorcia e apertava seu dedo.
— É estranho. Ah, eu não gosto… heuk.
Cheongyeon balançou a cabeça e implorou para que ele o soltasse. Os dedos de Do-heon e Cheongyeon já estavam emaranhados juntos dentro do buraco. Cada vez que ele mexia levemente a mão, um som nítido de água era ouvido lá de dentro.
Quanto mais ele balançava as pernas para empurrar Do-heon, mais nítido o som molhado se tornava. Cada vez que seu dedo se movia para trás e para a frente, como se fizesse um movimento de vaivém, o lubrificante natural lá de dentro era empurrado para fora, molhando sua palma e os lençóis.
— Eueung, ah….
Era definitivamente difícil e doloroso, mas por algum motivo, cada vez que sua carne tenra era esmagada pela ponta dos dedos dele, um gemido doce escapava de seus lábios.
Enquanto Cheongyeon contorcia a cintura e lutava, Do-heon adicionou mais um dedo. Era muito mais grosso e comprido que o de Cheongyeon, e foi inserido tão profundamente que pareceu desconfortável.
Ele não esperou que Cheongyeon se acostumasse com a sensação desconhecida como de costume, mas moveu a mão sutilmente. Como resultado, a mão de Cheongyeon, que estava entrelaçada com a dele, também se moveu, e o som de fricção molhada ecoou alto.
— P-pare… ha, euht, eung… ahh.
Cheongyeon não teve tempo nem de se dar conta de que estava deitado na frente dele com as pernas abertas, colocando o dedo em sua própria parte de baixo e se masturbando. Ele estava ocupado balançando a cabeça, encolhendo os joelhos diante do calor que se espalhava de dentro de seu estômago.
A partir de certo momento, o objeto estranho e desconfortável pareceu agradável. Cheongyeon, sem perceber, apertou seu buraco, desejando desesperadamente que ele alcançasse ainda mais fundo na parede interna.
— Hoo. Viu, o que eu lhe disse?
— Ah-eung…!
— Eu disse que você estava impaciente.
O pênis de Cheongyeon, assim como o de Do-heon, estava ereto como se fosse gozar a qualquer momento e pingava fluido pré-seminal.
Conforme Do-heon movia a mão cada vez mais rápido, Cheongyeon instintivamente balançava a cintura e o incitava a penetrar. Ele estimulava sutilmente o pênis de Do-heon ao roçar levemente seus calcanhares macios nele, ou o excitava intencionalmente ao esfregar suas coxas firmes.
Conforme Cheongyeon o conduzia, Do-heon, cuja paciência havia chegado ao limite, logo puxou o dedo para fora do buraco.
Ele olhou para o rosto de Cheongyeon, que estava corado de calor, segurou seu próprio pênis grosso e o masturbou ele mesmo. A mão que estava agitando a parede interna já estava molhada o suficiente para agir como lubrificante, tornando o movimento de masturbação com a mão fluido.
— O senhor, o senhor vai simplesmente fazer isso?
Cheongyeon olhou para ele com olhos ansiosos enquanto Do-heon se posicionava entre as pernas de Cheongyeon e trazia a glânde para o buraco.
— Não tenho um preservativo para rut.
Ele estava apavorado e perguntou se ele ia penetrar tudo de uma vez, mas Do-heon pareceu interpretar como se significasse se ele não ia usar contracepção.
— Espere. Vou mandar alguém ir comprar um.
Ele moveu o corpo com pressa como se tentasse encontrar o celular para mandar alguém fazer o serviço.
No entanto, Cheongyeon o impediu ao envolver a cintura de Do-heon com suas pernas finas. De qualquer forma, mesmo que não se importasse com isso, ele era infértil. Cheongyeon balançou a cabeça, tentando afastar a sensação de aperto em seu peito.
— Tudo bem mesmo que não tenha um. Apenas faça.
Ele quase não usou preservativos nos últimos três anos, então aquilo era mais familiar de qualquer forma.
Do-heon, que pareceu hesitar por um momento, sobrepôs o corpo novamente enquanto Cheongyeon o seduzia ao esfregar suavemente a pélvis e a cintura de Do-heon com a carne interna macia de suas coxas.
Logo, a glânde dele tocou a entrada e lentamente começou a empurrar para dentro. Naquele momento, Cheongyeon percebeu por que Do-heon havia mencionado um “preservativo para rut”.
— D-Diretor.
O pênis ereto de Do-heon não estava apenas ligeiramente maior do que o normal, mas a espessura era claramente diferente. Quando o tocou com a mão, apenas pensou que havia ficado um pouco maior, mas quando tentou recebê-lo por baixo, a diferença era enorme.
Surpreso, Cheongyeon empurrou Do-heon, segurando seu peito.
— Isso, espere um minuto. É muito… é grande demais. Não consigo colocar isso para dentro.
— Eu nem sequer o coloquei ainda.
Do-heon ignorou a contenção de Cheongyeon e olhou para baixo, suprimindo o impulso de inseri-lo à força. Longe de introduzir, a ponta de sua glânde estava apenas tocando de leve a entrada molhada.
— Está diferente do normal. Nesse ritmo, eu vou rasgar se o senhor colocar.
Era um tamanho que era verdadeiramente inacreditável, trazendo de volta a razão que havia saído brevemente de casa em busca de feromônios. Não era como se o seu tamanho normal fosse pequeno. Ele mal havia se acostumado com a penetração mesmo quando não era o ciclo do rut, mas pensar que poderia ficar mais grosso e mais comprido do que aquilo.
Cheongyeon arrependeu-se tardiamente por ter ignorado o aviso de Do-heon, que repetidamente disse que ele não seria capaz de lidar com o ciclo do rut.
Do-heon estava certo. Mesmo sem ter começado a penetrar direito, Cheongyeon sabia instintivamente que aquilo era demais para ele.
— Não vai rasgar. Você tocou também, sabe em que estado está a minha parte de baixo.
— Isso é diferente disso. Ah, diretor, por favor….
— Hoo. Você não deveria ter cruzado o meu caminho em um dia como hoje.
Ignorando as palavras de Cheongyeon, Do-heon empurrou a glânde rombuda com firmeza contra a entrada. Era como se a gentileza de antes fosse uma mentira.
Seu buraco alargou-se intensamente em um instante, tanto que um suspiro escapou por conta própria. Cheongyeon pensou que já havia atingido o seu limite apenas com a entrada da glânde.
— Heueu… mesmo agora… eu vou voltar calmamente… Ah, não. Ueuk. Diretor, por favor… sim?
Ele olhou para Do-heon desesperadamente, mas ele segurou os joelhos de Cheongyeon e os abriu bem para facilitar a penetração, e lentamente empurrou toda a sua glânde para dentro.
— Haa… euk.
Sua parte de baixo estava dolorida como se fosse rasgar logo. Cheongyeon engoliu em seco, tentando acalmar a respiração, que estava acelerando devido ao medo.
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Continua….
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✦ Tradução, revisão e Raws: Faby&Belladonna