⋆.ೃ࿔ Capítulo 6.1
⋆.ೃ࿔ Capítulo 6.1
Chuaak!
O pilar de redemoinho que envolvia Wonwoo subitamente se elevou até o céu. Os objetos que voavam para atacá-lo ficaram presos dentro daquele vento que girava em alta velocidade e começaram a rodar junto com ele. Em seguida, como pétalas se abrindo, o redemoinho de repente se dividiu e o vento se espalhou para todos os lados. Os objetos que estavam presos por aquela força também despencaram no chão como uma chuva.
Puf-plaft-plaft! Panc-plaft-bum-bum!
Ferramentas pesadas e objetos metálicos caíram sobre os prédios e os carros estacionados, produzindo um estrondo ensurdecedor, que parecia rasgar os tímpanos. No entanto, mesmo no meio daquela situação caótica, a voz afiada de Seona soou com clareza nos ouvidos de todos.
— Que merda! Aquele desgraçado está prestes a entrar em sobrecarga. O que diabos vocês estão fazendo?!
O alvo apontado por Seona era Chang-hee, cujos olhos estavam completamente vermelhos. Não, não eram apenas os olhos. Todo o seu corpo estava avermelhado, e os músculos estavam tão inflados que as veias saltavam. Literalmente, ele parecia que iria explodir. Contudo, Kihyun, que estava ao lado, limitava-se a recuar em pânico. Woolim, o usuário de teletransporte, já havia desaparecido para algum lugar e não podia ser visto. Chang-hee, que parecia já não conseguir mais controlar sua força, caiu de joelhos como se estivesse desabando e soltou um gemido monstruoso.
— Keuk…!
O problema era que todos os objetos ao redor dele começaram a tremer e a se contorcer. Até mesmo o prédio atrás deles balançou.
— Ah, hyung… Hyung, como…
Como Kihyun estava assustado e só conseguia soltar palavras tolas, Seona gritou novamente.
— Caralho, o que você está fazendo aí parado olhando?! Coloque o piercing de contenção naquele desgraçado!
— O… o meu?
Kihyun recuou e cobriu as próprias orelhas com as mãos. Seona soltou mais um xingamento e arrancou um dos dispositivos presos à sua própria orelha. Ela hesitou por um instante com o objeto na mão, mas logo tomou uma decisão e o lançou diretamente na direção de Chang-hee. Syuk, o dispositivo voou velozmente pelo ar como uma bala e se cravou no rosto de Chang-hee, que parecia ter perdido tanto a razão que nem percebeu o dispositivo perfurar sua pele e se cravar ali. Ele continuou a arquejar com uma respiração monstruosa e sibilante. A cena arrepiava os cabelos da nuca. “É tarde demais.” Apenas essa frase surgiu em sua mente.
O dispositivo cravado em seu rosto reagiu imediatamente e ficou vermelho como sangue, mas parecia que a sobrecarga de Chang-hee aconteceria antes que a cabeça dele fosse implodida. “Maldito seja, é tarde demais.” Foi nesse momento. A voz de Wonwoo ecoou, quebrando a tensão palpável.
— Ative o escudo.
“Um escudo?” Seona se virou surpresa e viu que o olhar de Wonwoo estava direcionado para Kihyun. Quando ele também olhou assustado, Wonwoo repetiu:
— Ative o escudo.
— O quê? Mas…
— Vai explodir a qualquer momento. Depressa.
Não era uma voz alta, mas, estranhamente, Kihyun não conseguia desobedecer àquelas palavras. Mesmo assim, não era fácil estender as mãos para a frente; seu corpo tremia violentamente. A voz de Wonwoo soou novamente.
— Está tudo bem. Vá em frente. — Disse com a voz ainda mais baixa, porém gentil.
Não sabia por que havia ganhado coragem ao ouvir a voz de Wonwoo. Na verdade, nem tinha certeza se era coragem. De repente, a energia dentro de seu corpo se reuniu em suas mãos de forma tão sólida que parecia que ele podia segurá-la como uma bola. Kihyun costumava liberar sua força através das mãos, mas nunca em sua vida havia concentrado uma quantidade tão grande e estável de energia ali.
Contudo, ele não podia apenas ficar maravilhado com aquela experiência incrível. O Chang-hee, diante dele, realmente parecia prestes a explodir a qualquer segundo. Kihyun não pensou mais e concentrou sua força ao redor daquele homem. Logo, um escudo de energia semelhante a uma miragem surgiu ao redor dele, que estava caído.
— Habilidade de defesa?
Ao mesmo tempo em que Seona murmurava isso, o som da explosão ecoou por toda parte. Era um estrondo imenso, incomparável aos barulhos anteriores.
BOOM!!!!
Seona, instintivamente, usou sua habilidade para proteger o próprio corpo, que cambaleava. No entanto, aquela era uma explosão que faria qualquer pessoa comum ser arremessada para trás. E não deu outra, Wonwoo rolou pelo chão várias vezes e caiu ao lado de um caminhão, coberto de poeira. Seona ia avançar em sua direção, mas virou a cabeça ao ouvir um gemido vindo da frente.
— Aargh!
Kihyun caiu sentado, pressionando o peito. Parecia ter sofrido uma lesão interna ao liberar toda a sua força de uma vez. Bem, afinal, ele estava tentando conter uma sobrecarga. Se eram da Equipe 3, deviam ser Classe B ou superior. Então, se ele não tivesse contido aquilo com o escudo, não apenas a sala de descontaminação, mas toda a 2ª Torre teria virado poeira. Por um lado, isso era intrigante. “Por mais que tenha habilidade de escudo, conseguir conter uma sobrecarga a esse ponto?” Seona se aproximou de Kihyun, intrigada. “Será que é um Classe A?”
— Ei, você está be…
A pergunta não pôde ser concluída. Kihyun olhou para um ponto e, de repente, seu rosto ficou pálido e ele começou a vomitar.
— Blegh, blargh!
Seona parou e olhou de relance para onde ele estava olhando. No local que Kihyun havia protegido com o escudo, os restos de Chang-hee estavam espalhados como um tomate esmagado. E, com atraso, o alarme de emergência começou a soar alto.
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Junto com o som do alarme de emergência, que anunciava a sobrecarga de um Esper, as pessoas começaram a invadir a sala de descontaminação. À princípio, todos confundiram Kihyun, que havia usado sua força de repente, com o Esper sobrecarregado. Porém, ao verem os restos do Esper, que havia explodido, compreenderam vagamente o que tinha acontecido.
Kihyun, que precisava de orientação com urgência, foi levado primeiro. Seona permaneceu por um breve momento para explicar a situação. No entanto, por também ter usado sua força, ela precisava de orientação imediatamente, de modo que não pôde dar uma explicação detalhada. Percebendo que a energia dela estava instável, o responsável empurrou suas costas, dizendo para ir logo para a sala de Guias.
Nesse momento, alguém entrou em seu campo de visão. Era Wonwoo, que estava escorado no caminhão, olhando diretamente para ela. Embora estivesse em um estado deplorável, coberto de poeira, sua aparência atraente chamava atenção de imediato. Talvez fosse por causa daquele olhar fixo que a encarava intensamente.
Ele parecia alguém que estava apenas esperando que Seona terminasse o que tinha de fazer. Na verdade, ela não pretendia ir até lá. Mesmo sabendo que os desgraçados da Equipe 3 iam dar uma lição em um Guia, não era problema dela, então não pretendia se intrometer. Porém, o que Eom-ji havia lhe dito a incomodava.
“Equipe 3? Ah, tem um verme lá que é famoso por não saber controlar o que tem entre as pernas.”
Por isso, simplesmente, e apenas por precaução, resolveu dar uma passada. E não é que, de repente, um sujeito que não dava para saber se era um verme ou um rato estava prestes a atacar o Guia? No fim, ela acabou intervindo sem pensar nas consequências. Ela não se arrependia, mesmo agora, mas estava um pouco irritada. Seona caminhou a passos firmes em direção a Wonwoo, que a olhava fixamente, e soltou um xingamento.
— Porra! Se era perigoso, você deveria ter fugido. O que pretendia enfrentando um Esper? Tem noção de quão perigoso um Esper é? Olhe agora mesmo, você viu como ele entrou em sobrecarga por não conter a própria raiva? Se não fosse por mim, você teria… morrido.
Conforme falava, a irritação aumentava e sua voz se elevava, mas, ao olhar para o rosto do outro, sua voz diminuiu drasticamente, como um rádio cujo volume foi reduzido de repente. “Não, por que ele está sorrindo? Esse homem enlouqueceu?” Seona ficou horrorizada e sua expressão congelou. O outro, porém, não conseguiu esconder o sorriso. Além disso, ele segurou a mão de Seona com firmeza.
— Olá, eu me chamo Wonwoo.
— Não, agora não é hora de dizer olá…!
Seona, desconfortável, tentou puxar a mão, mas de repente puxou o ar, assustada. Uma tontura a atingiu, como se toda a força de seu corpo tivesse se esvaído de uma só vez. Chegou a cambalear por um momento, mas, felizmente, Wonwoo segurava sua mão com firmeza. Por isso, ela não conseguiu tentar puxar a mão novamente.
Ela não conseguia pensar em mais nada. Aos poucos, Seona sentiu sua energia retornar, e seus olhos se arregalaram. Suas pupilas se tingiram de puro espanto. “O que é isso? Por que aquela força, que estava turva, de repente ficou límpida… hein?” Pensando nisso, atordoada, ela olhou para baixo, para as mãos unidas. Diante de uma Seona paralisada, Wonwoo se apresentou com a voz contida.
— Sou um Guia que trabalha no mesmo Centro que você, Han Seona. Por acaso já nos conhecemos antes? Peço desculpas se já nos vimos, é que perdi a memória.
— …Não…
— Mais importante que isso, você tem um Guia exclusivo?
— …Hã?
— Este lugar não tem um sistema de Guia exclusivo? Eu gostaria de trabalhar com você. Então, para isso, precisamos estar na mesma equipe?
— …Hã?
Seona apenas soltava sons tolos, como se de repente tivesse se esquecido de como falar. Não importava o que ela dissesse, Wonwoo continuava falando o que queria, como alguém entusiasmado.
— Ah, tem pessoas vindo. Entrarei em contato mais tarde. Com certeza farei isso. Aliás, hoje é um ótimo dia para tomar um refrigerante bem gelado.
Wonwoo viu os funcionários do Centro se aproximando, soltou a mão dela e desapareceu. Seona apenas olhou para as costas dele de forma abobalhada. Enquanto isso, o funcionário do Centro que chegou ao seu lado informou rapidamente:
— Esper Han Seona, você disse que precisava de orientação urgente, certo? Entramos em contato com a sala de Guias e não há ninguém compatível no momento. Então, disseram que vão chamar um Guia de Classe A, embora a taxa de sincronização seja baixa.
— …
— Esper?
— Não… Nível D… Com certeza era nível D, e ainda por cima de categoria baixa… Mas… Não, isso não foi uma orientação… A sensação foi aquela… Por quê? Como…?
— Com licença, você está bem?
Somente quando o funcionário do Centro segurou seu braço é que ela ergueu os olhos vagos. Ele a observava com um olhar preocupado. Afinal, um homem tinha acabado de explodir, e a Esper, diante dele, usava vários dispositivos de contenção na orelha; então não dava para não se preocupar. No entanto, felizmente, a cor do piercing de contenção estava normal. “Hein? Não estava brilhando em vermelho ainda há pouco? Será que me enganei?” O funcionário do Centro inclinou a cabeça e perguntou a Seona:
— Esper Han Seona, você está realmente bem?
— Estou… bem. Na verdade… é a primeira vez que me sinto tão bem assim…
— Então não precisa de orientação?
Seona olhou novamente para a própria mão. Realmente não precisava. Não sabia o motivo, mas, no momento, não necessitava de orientação. Embora não tivesse sido tanto, ela havia usado sua força; então a energia dentro de seu corpo deveria estar oscilando como ondas.
Essas ondas eram como lâminas, espalhando uma dor aguda sempre que se quebravam. A dor a acompanhava por toda a vida, desde o momento em que nasceu como uma Esper. No entanto, agora o interior de Seona assemelhava-se à margem de um lago calmo em uma madrugada sem vento. “Minha mente já esteve tão limpa alguma vez na vida? Não, categoricamente não. Então, Ji Wonwoo…?”
— Esper?
Ao ouvir o som que a chamava novamente, Seona engoliu em seco.
— A orientação… não é necessária no momento.
Ao recusar e se virar, Seona lembrou-se tardiamente do que Wonwoo havia dito e arregalou os olhos. “Espera aí, ele com certeza disse que hoje era um ótimo dia para beber um refrigerante bem gelado!”
— O quê?!
O funcionário do Centro, com um olhar preocupado, voltou a olhar para Seona. Contudo, ela não conseguia enxergar mais nada no momento. Compreendeu tardiamente o significado daquelas palavras. Aquela era uma frase famosa dita por seu personagem favorito em 2D.
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Embora já estivesse há três dias naquele novo mundo, cerca de 1% de dúvida ainda permanecia no coração de Wonwoo. “Será que tudo isso não passa de um sonho? Será que tive um surto psicótico?” No entanto, ao recuperar sua mochila na sala de descontaminação, ele finalmente sentiu a realidade.
A bolsa deveria ter sido recolhida para descontaminação, mas provavelmente limparam apenas o exterior de forma superficial. Se tivessem verificado o interior minuciosamente, teriam se assustado ao abri-la. O interior estava cheio de objetos do mundo original. A maioria eram armas, mas, como eram coisas que talvez não existissem neste mundo, Wonwoo decidiu pegar apenas o que não chamasse atenção. Primeiro, retirou uma faca com cerca de metade do comprimento de um braço, tirou-a da bainha e verificou a lâmina.
Whoosh… Whoosh…
Após segurá-la e desferir alguns golpes no ar, ele a girou rapidamente uma volta e meia na mão e a colocou de volta na bainha. Ao constatar que estava tudo em ordem, levantou a calça para escondê-la. Prendeu o cinto na panturrilha de forma familiar e encaixou a faca. Em seguida, pegou duas pequenas facas do tamanho da palma da mão. Com as duas mãos ao mesmo tempo, girou-as entre os dedos e as segurou firme para verificar a aderência.
Sang-cheon já havia zombado dos movimentos de Wonwoo ao girar as facas na mão. Disse que, no tempo gasto girando aquilo, ele seria atacado e morreria. No entanto, para usar uma faca como se fosse uma extensão do próprio corpo, é preciso praticar esse tipo de técnica habitualmente, para que as mãos se acostumem. Além disso, as facas pequenas também eram usadas como adagas de arremesso, de modo que era necessário mudar o ângulo na mão com facilidade e rapidez.
Wonwoo pensou em tirar mais facas, mas achou que não era necessário, finalizando com as três. Além das armas, o que ele mais utilizava eram aparelhos eletrônicos. Porém, como o sinal de comunicação provavelmente não funcionaria ali, achou que seriam inúteis. Em vez disso, tirou da mochila um visor militar do tamanho da palma da mão.
Ao se aproximar da janela, onde as cortinas estavam fechadas, ele as afastou um pouco para observar o lado de fora. Dessa vez também, as luzes internas permaneciam apagadas. Mesmo após confirmar que não havia ninguém na casa, Wonwoo prendeu a respiração por hábito. Em vez disso, concentrou toda a atenção no visor, ajustando o zoom da lente para enxergar um pouco mais longe. Ao não encontrar nada de incomum, finalmente soltou o ar direito.
[— Você parece um soldado.]
Como se estivesse esperando Wonwoo terminar o trabalho, Nani puxou assunto.
— Nosso Nani é bem perspicaz.
Agora, em lugares onde não havia ninguém, o tom de voz afetuoso havia se tornado um hábito. Por outro lado, a voz de um homem adulto ouvida em seu ouvido era abafada, seca e fria. “Mas é uma máquina.” Para Wonwoo, parecia mais uma criança ingênua que estava aprendendo tudo com os humanos. Talvez porque ele o associasse a uma pessoa ao pensar; o longo silêncio que se seguia lhe parecia um aborrecimento. Wonwoo sorriu sem emitir som na escuridão. “Ah, ele percebe muito bem quando estou sorrindo.”
— Sorri porque você é fofo.
Ao explicar antecipadamente o motivo do sorriso, o tom frio de sempre ecoou.
[— Isso é ainda mais desagradável.]
A voz também parecia um tanto debochada, fazendo com que Wonwoo soltasse um “Oh…” maravilhado.
— Uau, você aprendeu até esse tipo de resposta? Mas essa expressão deveria ser classificada como inadequada e você não deveria usá-la.
[— …Não é, não.]
— Parece que isso ainda não foi inserido em você. Vou falar com o senhor Hwang para colocar como inadequada.
[— …]
Por alguma razão, pareceu ouvir o som de um suspiro, fazendo Wonwoo desconfiar por um momento. “Seria um efeito sonoro?”
— Mas você entende bem sobre soldados? Como soube que pareço um soldado?
[— Pessoas comuns não ficam vigiando o lado de fora no escuro nem usam facas daquele jeito.]
— Mesmo não sendo um soldado, Ji Wonwoo é um Guia que trabalha em campo. Ele pode ter observado os arredores com afinco e praticado movimentos com a faca apenas para se proteger.
[— Você fala de si mesmo como se fosse um estranho.]
A voz lenta dava a sensação de estar atravessando-o, provocando um leve calafrio. Ao perceber o deslize, Wonwoo deu um sorriso contido.
— É que não me lembro do meu passado. Realmente parece outra pessoa.
[— Mas se lembra da pessoa que precisa procurar, não é?]
— Porque existem pessoas que eu jamais posso esquecer.
[— E que tipo de pessoas são essas?]
— Quem está do meu lado.
Wonwoo respondeu brevemente, vestiu um casaco com capuz e colocou um boné na cabeça. Enquanto ia até a entrada para calçar os tênis, Nani, que tinha muita curiosidade, perguntou de forma um tanto cínica:
[— Como pode confiar que estão do seu lado? Geralmente, a traição vem daqueles que estão mais próximos.]
— Você também sabe disso? O senhor Hwang já perdeu dinheiro para algum amigo?
[— Sim.]
— Sabia.
Mesmo no mundo original, os golpes de investimento que ele sofreu dariam para escrever vários livros. Muitos golpistas se aproximavam de Sang-cheon, alegando que financiariam suas pesquisas. No entanto, acabavam arrancando dinheiro dele sob o pretexto de depósito de garantia de investimento. O mesmo evento se repetiu algumas vezes, mas o senhor Hwang Sang-cheon sempre caía.
Houve uma vez em que ele quase pegou um empréstimo com um agiota cruel, indicado por um desses golpistas, conseguindo escapar por pouco. Embora costumasse gerenciar o dinheiro minuciosamente, mantendo até um caderno de despesas domésticas, ele perdia o juízo quando o assunto eram suas pesquisas. “Bem, graças a isso, ele precisava de dinheiro e pôde trabalhar comigo por tanto tempo.”
[— Como assim “sabia”?]
— Ah, nada, é que ele tem essa cara.
[— De fato.]
Wonwoo parou enquanto amarrava o cadarço do tênis com firmeza.
— Você não deveria avaliar seu pai dessa forma.
[— Já disse que ele não é meu pai.]
— Mas você é Hwang Nani, não é?
Dessa vez, ouviu-se de fato o som de um suspiro. “O efeito sonoro é incrível. Como esperado do senhor Hwang Sang-cheon.” Nesse momento, o celular de repente vibrou, emitindo um som agudo. O nome do remetente apareceu na tela.
“Líder de Equipe Yoo Geon-yeong”
⊹ ⚘ ⊹ Continua…
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✦ Tradução, revisão e Raws: Belladonna&Flower