↫─☫ Capítulo 10 Extra. Normal Days 35
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Extra. Normal Days 35
— Foi divertido hoje. Graças à senhorita Olga, ganhei até um jantar delicioso.
— Que história é essa? Ela veio por sua causa.
Achando aquele comportamento bajulador irritante, ele estragou o clima. Yoon Jongwoo rebateu com todas as forças.
— Foi a senhorita Olga quem disse primeiro que queria provar gimbap, viu? Se não fosse assim, eu nem teria ido à residência, e não teria recebido o convite da senhora.
— Está se esforçando à toa. Se é assim, agradeça a mim. Se minha mãe não tivesse me parido, você teria trocado uma palavra sequer com ela?
— O senhor está falando sério?
— É você que devia parar com isso e sumir daqui.
Ele fez menção de dar um chute em seu traseiro. Yoon Jongwoo, mesmo recuando a contragosto para o banco do motorista, cumprimentou Olga com toda a reverência.
— Senhorita Olga, volte bem para casa.
Olga acenou com um sorriso radiante. Fisgado por aquilo, ele demorou um bom tempo só para encontrar a maçaneta da porta. Se Yoon Jongwoo tivesse nascido na era Joseon, será que não teria tido o fígado arrancado, fosse pela tartaruga do conto ou pela raposa de nove caudas?
— Então até amanha, Taekjoo.
Enquanto ele estalava a língua olhando para o desagradável hoobae, Olga se despediu de repente. Ela agiu com tanto descaramento que, por um instante, ele achou ter ouvido errado.
— Ei, por que amanha? Não vou te ver. Eu trabalho, já disse.
Ele negou a plenos pulmões, mas ela nem fingiu ouvir e embarcou no Bugatti. Que genes eles teriam para serem todos igualmente arrogantes? O sangue era, de fato, denso e assustador.
Ele se virou bruscamente para Zhenya. No entanto, ele também estava encarando o próprio Bugatti. Parecia que não era só o próprio Kwon Taekjoo que estava descontente com a situação de hoje.
— Não se preocupe, Taekjoo. Eu mando aquilo de volta ainda hoje à noite.
Ele demonstrava uma hostilidade explícita em relação à própria irmã. Como não parecia mesmo ser da boca para fora, ele acabou por dissuadi-lo.
— Agora é tarde para isso… Além do mais, ela disse que veio preocupada com você.
— Quem?
— …Não me diga que ela veio só a passeio.
Mesmo defendendo Olga, ele próprio não tinha certeza. Zhenya soltou um riso baixo de escárnio. Ele apontou o Bugatti com o queixo, mandando-o entrar.
— Vá.
— Vá?
Ele repetiu as palavras alheias tal e qual, perguntando de volta. Sua pronúncia teria soado estranha? Parecendo zombaria, ele franziu o cenho de antemão.
— O que foi.
— É que fiquei pensando se as pessoas costumam dizer “vá” desse jeito.
O que ele teria feito de errado? Por causa daquele modo de falar peculiar dele, que desviava do ponto central, sua perplexidade apenas dobrou.
— Vá logo. Estou cansado.
Ele o apressou em tom irritado. Ainda assim, ele ficou um bom tempo encarando fixamente Kwon Taekjoo e, de repente, estendeu a mão. Ele desviou a cabeça daquele que tentava segurar seu queixo. Também afastou de leve o braço dele.
— …Estão vendo.
— Que exigente.
Ele reclamou, sem falta. Por fim, disse “vou indo” e virou-se primeiro. Só quando ele chegava perto do elevador, o Bugatti finalmente deu partida. Em seguida, os dois carros deixaram lado a lado o estacionamento subterrâneo. Ele esperou até que aquelas luzes desaparecessem por completo e então entrou no elevador.
Em casa, sua mãe estava arrumando a cozinha. Mesmo tendo lavado a louça antes, havia muito o que fazer, a começar pela organização dos pratos. Ele a mandou descansar, empurrando-a à força para dentro, e terminou a arrumação em seu lugar.
Quando tomou um banho rápido e voltou para o quarto, já passava da meia-noite. Sem cerimônia, jogou o corpo sobre a cama. Enquanto se movia não percebera, mas só então uma fadiga viscosa o assaltou. Parecia ter havido tantos acontecimentos durante o fim de semana que era vergonhoso ter sentido tédio até pouco tempo. Ainda que isso se devesse à folga de que desfrutava depois de muito tempo.
O que restava de pesar era não ter conseguido, afinal, passar um tempo decente com Zhenya. Sentiu até uma estranha ansiedade, temendo que uma emergência o arrastasse de novo. Ele teria chegado bem em casa? Que tal ligar para ele? Foi no instante em que, pensando nisso, pegava o celular. De súbito, a vibração tocou.
Abra a porta.
Era uma mensagem enviada por Zhenya. Por via das dúvidas, ele conferiu o horário de envio, mas era mesmo de agora há pouco.
— …Que é isso.
Meio incrédulo, ele se levantou. No apartamento, o que se podia chamar de porta era apenas a porta de entrada. Sem abandonar a desconfiança até o fim, ele tentou ligar para ele enquanto caminhava devagar até lá. Sem falta, ouviu-se uma vibração tênue do lado de fora da porta. Atordoado, ele destravou a fechadura e abriu a porta. Pela fresta que se abria, viu Zhenya de pé, imponente. Baixando a voz para não acordar a mãe, ele perguntou:
— O que houve? Esqueceu alguma coisa?
— Eu já não disse para não olhar para mim como um cachorro abandonado?
Zhenya, que soltava palavras sem sentido, de repente estendeu as duas mãos e segurou o rosto de Kwon Taekjoo. E então empurrou-o para dentro e o beijou. A sensação fria dos lábios chegou primeiro, e em seguida um hálito morno se infiltrou. Batendo nele de leve, ele sussurrou baixinho:
— Primeiro vá para o meu quarto.
Ele segurou o braço de Zhenya e passou pelo corredor escuro e pela sala. Nem por um instante respirou sem cuidado. A distância até seu quarto pareceu infinitamente longa. Achou que nem nas operações de infiltração seu coração ficara tão apertado assim.
Só depois de fechar a porta do quarto silenciosamente é que respirou. Ele repreendeu Zhenya, que até então se deixara segurar quietinho.
— Você me assustou, desgraçado. Por que faz uma coisa dessas do nada?
— Taekjoo, porque você disse para eu não ir.
— Quando eu disse isso?
— Se você diz “vá” com uma cara tão sofrida assim, deixando escorrer o apego, isso significa “vá”?
— Não fiz isso.
— É sempre assim.
Ele zombou em tom cortante. Não sabia o que o próprio Kwon Taekjoo tinha feito. Ele é que vivia culpando os outros, atribuindo as razões a eles.
Ele de repente girou o braço que estava sendo segurado e pegou a mão de Kwon Taekjoo. Então a puxou para perto de seus lábios e provocou, de leve, os ossos salientes do dorso de sua mão, fazendo cócegas.
— Você estava com cara de quem não conseguiria dormir sozinho. Como dever de namorado, não devo dar-lhe ao menos um leite morno para fazê-lo dormir?
— O quê? Nã…
Os lábios se uniram de novo, engolindo o resto de suas palavras. Uma língua quente e macia se misturou rudemente à língua enrijecida pela tensão. Ele a pressionava como se fosse tapar sua garganta e, logo em seguida, a sugava com tanta força que a raiz da língua doía. Mesmo que ele torcesse a cabeça para escapar, ele o seguia num instante e o beijava.
Quando recobrou a consciência, estava caído sobre a cama. A cama, perfeita para uma pessoa dormir sozinha, era estreita ao extremo. De tanto se debater, bateu o cotovelo repetidamente na parede e na cabeceira. Ainda assim, o beijo obstinado não dava sinal de parar. Ele resistiu ferozmente e, em certo momento, relaxou a força. Continuar recusando só estimularia um desejo inútil de conquista. Era mais acertado acompanha-lo moderadamente e acalmá-lo.
Acariciando suavemente com o polegar o dorso da mão de Zhenya, que segurava seu rosto, ele misturou a língua docemente. Ele, que até então só o pressionava pela força, foi ficando um pouco mais dócil. Naturalmente, ele virou o corpo. E então, com um pouco mais de folga, lambeu a língua de Zhenya. Enquanto tomava suavemente o lábio superior dele, puxando-o, também deslizou lentamente a mão pelo tronco robusto. Então ele começou a soltar um hálito doce e agradável.
Ele sugou o lábio inferior de Zhenya, a ponto de fazer barulho, e o soltou. Em seguida, foi descendo os lábios ponto a ponto ao longo do queixo afiado. Quando beijou a parte interna de seu pescoço, o corpo dele ondulou de leve. Mordiscando continuamente seu pescoço, ele foi levantando aos poucos a barra da camisa. Subiu, deslizando pegajosamente no sentido inverso, pelo abdômen e o peito bem definidos. Zhenya ergueu a cabeça para ajudar a tirar a própria roupa. Bagunçando os cabelos dele, raramente desalinhados por terem ficado presos na gola, ele tomou e soltou repetidamente sua orelha quente. Ele respirou languidamente e agarrou com força as duas mãos cheias das nádegas de Kwon Taekjoo.
Ele segurou aquelas mãos e as afastou discretamente. Em seguida, foi descendo os lábios ao longo dos lábios, do queixo, do pomo de adão, do vão do peito e do abdômen. Quando beijava abaixo do umbigo, o sexo dele já estava discretamente pressionado sob seu queixo. Ele esfregou abertamente com a ponta do nariz aquele pedaço de carne que se contorcia de expectativa. Os cantos da boca de Zhenya se curvaram para cima.
— Que ocasião é essa para você fazer algo tão admirável?
— Você disse que ia me dar leite morno.
Como quem o fuzila com os olhos, ele abriu o zíper da calça e tirou o sexo grosso. O pedaço de carne, que enrijecera fielmente durante o beijo, saltou e bateu em sua bochecha. Ele franziu o cenho de antemão com aquela sensação de peso. Ao ver aquele rosto sorridente, era evidente que ele fizera de propósito.
— Vou só comer. Enfiar não pode.
Ele advertiu claramente e, abrindo a boca, engoliu de uma vez desde a base. Só com isso, o membro inteiro pulsou como um peixe vivo. Apertando de leve a lateral do sexo com os lábios, ele foi subindo lentamente até a glande. No caminho, estimulava com a ponta da língua as partes salientes, como veias e tendões. A respiração de Zhenya ficou visivelmente mais áspera. Seu abdômen também ondulava de forma grande e perceptível. Cobrindo com a língua a uretra que, ruborizada, se abria e fechava sem parar, ele tomou o mastro com a boca inteira.
Diante do prazer intenso, a cabeça de Zhenya se inclinou levemente para trás. Seu queixo também se afiou discretamente.
Sua boca ficou completamente cheia, sem folga alguma. Ele engoliu o sexo dele até que sua garganta fosse pressionada e depois o cuspiu lentamente. Quando só restava a glande, ele a sugou de propósito, com estalos. Também cutucou de leve a uretra com a ponta da língua. Sua língua ficou escorregadia num instante, e um gosto metálico se espalhou. Sem se importar, ele tomou de novo o sexo dele. Segurou-o de modo que uma das bochechas se avolumasse e moveu a cabeça lentamente. O pedaço de carne sensibilizado era esfregado entre os dentes duros e a mucosa macia, sendo estimulado de maneiras variadas. Em pouco tempo, o sexo dele ficou lustroso como se estivesse coberto de xarope. Ao olhar de relance, as bochechas dele também estavam ruborizadas como pêssegos.
Zhenya estendeu a mão e acariciou os cabelos densos de Kwon Taekjoo. Desceu assim e amassou de leve até as orelhas. Um arrepio fino subiu por sua pele. Quando ele, tomado de um prazer intenso, apertava com força o lóbulo de sua orelha, até a penugem atrás dela se arrepiava.
— Haa, Taekjoo. Nada mal…
Ele, que ia dizer algo lambendo os próprios lábios, de repente cerrou os molares. Junto, um gemido suave se misturou à sua respiração excitada. A pele branquíssima se tingia lindamente.
Guardando nos olhos cada uma das mudanças dele, ele também começou a esfregar seu próprio sexo. Apenas ver aquele homem gemendo suavemente já era estímulo suficiente. Seu sexo formigou num instante.
Ele passara todo aquele tempo apenas cutucando até a metade do membro enorme, mas de repente o empurrou fundo até o fundo da garganta. O sexo dele estremecia, deleitando-se com o aperto úmido da garganta. Por causa disso, ele engasgou e explodiu em tosses secas várias vezes. Sempre que sua garganta era forçada para trás, a náusea também subia. Ainda assim, aguentando firme, ele baixou a cabeça profundamente e sugou o sexo inteiro. Cada vez que o pedaço de carne bloqueava sua respiração, seu baixo-ventre latejava.
— Nnh…
Diante da sucção profunda e ágil, a cabeça de Zhenya se inclinou aos poucos para trás. Sua parte inferior também se movia com ímpeto, colando-se a seu queixo. Ele tentou pressionar as coxas trêmulas dele, mas foi inútil. Assim que cuspia metade do sexo, ele o empurrava para cima e era de novo completamente envolvido pela mucosa. Ele revirava abertamente sua boca a ponto de os dedos que o pressionavam serem dobrados para trás. A saliva fervia nas duas bochechas. Parte dela descia pela garganta junto com o sexo dele, e outra parte escorria copiosamente acompanhando o sexo que era retirado. Aos poucos, seu queixo começou a doer.
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Continua…
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✦ Tradução, revisão e Raws: Faby&Belladonna