↫─☫ Capítulo 10 Extra. Normal Days 16
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Extra. Normal Days 16
No final, ele não conseguiu afastar Zhenya e ejaculou. Seu pênis, levado ao extremo, jorrou uma grande quantidade de esperma. Com a sensação de vergonha, ele rangeu os dentes. O desgraçado engoliu o esperma de Kwon Taekjoo que se espalhara em sua garganta. Como se fizesse de propósito, seu pomo de Adão ondulou lenta e distintamente. Ele até sugou o que estava na glande, sem deixar uma gota, e sorriu para Kwon Taekjoo, que estava enojado.
— Taekjoo, quando você gosta tanto assim.
— Nhã… eu disse para parar, seu louco…
— Depois de me deixar de barriga para cima, agora você fala isso? Já que se divertiu tanto, agora você tem que dar atenção a este aqui também.
Com o som do zíper descendo, o pênis do desgraçado caiu com um baque. O carneiro, sentindo o cheiro do esperma, esfregava a cabeça no orifício repetidamente. Ele fechou os olhos com resignação.
Zhenya, com familiaridade, pressionou Kwon Taekjoo, abriu seu corpo e devorou seu interior. Ele geralmente preferia posições semelhantes, como o papai e mamãe ou a variação, mas o problema era o local. Suas costas nuas, roçando na mesa, começaram a doer. Ele gemia sem parar com a pressão implacável e finalmente empurrou o desgraçado.
— Nhã, ha, hã…! Espe, ra. Minha cintura dói. Melhor fazer em outro lugar…
— Você tem que seguir a etiqueta à mesa.
Por alguma razão, o desgraçado insistiu até o fim. Então, repetiu a penetração e a ejaculação várias vezes sem camisinha. A mistura de esperma e gel que preenchia seu interior fazia um som pegajoso cada vez que a carne se unia. Cada vez que o pênis do desgraçado era enfiado, uma substância esbranquiçada e viscosa era expelida, até que finalmente, lambendo a superfície da mesa, caía gota a gota no chão. Uma pequena poça se formou.
Ele adormeceu de exaustão e, de repente, lembrou-se de que havia uma entrevista pela manhã. Imediatamente abriu os olhos e abriu todas as janelas para ventilar. Ligou todos os exaustores da residência, do banheiro à cozinha, para tentar eliminar o cheiro.
O problema eram as manchas no carpete. Por mais que as limpasse, elas não pareciam desaparecer. Quando ele pensava que tinham sumido, logo secavam e ficavam brancas novamente. Zhenya, em vez de ajudar, só ficava beijando a nuca de Kwon Taekjoo, que se esforçava para apagar os vestígios do sexo.
— ……
Olhando para a ampla mesa da sala, ele se lembrou daquele dia. A temperatura da mesa tocando sua pele nua, o ar que esquentava rapidamente como num passe de mágica, a umidade e o cheiro que subiam junto… tudo parecia reviver. Ele estalou a língua e se virou.
Ele tinha ido à residência na esperança de descobrir por que a estadia de Zhenya na Rússia estava se prolongando. A correspondência oficial endereçada a ele geralmente era enviada ao escritório da embaixada. Como o desgraçado nunca aparecia, seu assessor transferia tudo para a residência. Mesmo sendo um vagabundo, ele ocasionalmente ia ali para verificar essas cartas e sua agenda. Era o esforço mínimo para manter sua posição de embaixador.
Ele foi ao escritório no segundo andar e verificou a correspondência acumulada. Talvez houvesse banquetes ou eventos importantes na Rússia. Mas, por mais que procurasse, não havia nada de particularmente notável. Em seguida, ligou o laptop de trabalho. Digitou a senha sem hesitar e abriu a agenda atualizada em tempo real. Como esperado, estava vazia desde duas semanas antes.
No entanto, alguns eventos estavam marcados para o Chuseok, daqui a dez dias. Isso significava que, pelo menos, o desgraçado voltaria por volta dessa data. Ou será que sim? Os mandatos dos embaixadores não são fixos. Diz-se que geralmente duram de um a dois anos. Não era incomum que fossem destituídos no meio do mandato ou chamados de volta de repente para assumir outros cargos importantes.
Como ele tinha se tornado embaixador russo na Coreia contra a vontade, o desgraçado poderia desistir a qualquer momento, quando lhe apetecesse. Um homem que só segue seus interesses. Se algo mais o atraísse, ele não olharia para trás.
— …Não gosto disso.
Ele resmungou com insatisfação e desligou o laptop. Ao sair, viu um velho livro de conversação em coreano na estante. Talvez fosse algo deixado pelos embaixadores anteriores para seus sucessores, mas não parecia ser de Zhenya.
Falando nisso, durante o último ano, o desgraçado nunca aprendeu uma palavra de coreano. Ele nem usava as saudações mais comuns. Mesmo quando precisava se comunicar com a mãe de Kwon Taekjoo e outros coreanos, ele teimosamente falava apenas russo. E mesmo isso, ele dizia poucas palavras. O que era surpreendente era que, mesmo assim, as pessoas se entendiam. Elas naturalmente traziam o que o desgraçado precisava.
Com sua mãe era a mesma coisa. Quando se encontravam, cada um continuava a falar o que queria. Quando Kwon Taekjoo se juntava a eles, pedia para traduzir o que o outro havia dito. Uma vez, isso o irritou tanto que ele reclamou com Zhenya.
— Se você vai continuar morando aqui, devia aprender coreano ou algo assim.
— Por que eu?
— Assim você também ficaria mais confortável. E eu também.
— Coreano é complicado e difícil, como os coreanos. Dizem que a mesma palavra pode ter significados diferentes. Não é a primeira vez que me ferro com um tradutor. Aprender uma língua dessas é ineficiente.
— Você, que é tão esperto, não gosta de estudar. Então vai viver assim, analfabeto, para sempre?
O desgraçado, com uma expressão de não compreensão, deu de ombros.
— Eu não estou aqui porque gosto deste país, Taekjoo.
Naquela época, por que ele se sentiu um pouco magoado?
Zhenya não escolheu a Coreia. Ele apenas queria que Kwon Taekjoo estivesse na Coreia, então ele se estabeleceu ali também. Se o entusiasmo do desgraçado por ele se esvaecesse, não haveria mais razão para ele ficar ali.
Passando a mão pelo cabelo com irritação, ele saiu da residência. Havia mais um lugar para visitar.
—
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Continua…
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✦ Tradução, revisão e Raws: Faby&Belladonna