↫─☫ Capítulo 10 Extra. Normal Days 15
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Extra. Normal Days 15
— …Huff!
Ele se levantou de repente. A visão se abriu instantaneamente, causando uma tontura vertiginosa. Seus olhos se arregalaram, incapazes de piscar. Suas pálpebras tremiam convulsivamente.
— Ha, ha…
A respiração que ele havia segurado finalmente escapou. Seus pulmões doíam. Seu coração, ofegante, parecia que ia sair pelo peito. Sua garganta estava tão seca como se tivesse gritado a noite toda.
Só quando percebeu novamente que tudo era um sonho é que se sentiu aliviado. Ele passou a mão pelo rosto lentamente. Sua palma, que tremia levemente, ficou úmida. Em retrospectiva, não era um pesadelo tão horrível a ponto de tremer daquele jeito. Ele já havia vivido realidades mais brutais. Mesmo assim, a sensação de inquietação e desconforto não desaparecia facilmente.
De qualquer forma, o que o original está fazendo, aparecendo daquele jeito para confundir a cabeça das pessoas. Será que algo realmente aconteceu com Zhenya? Embora negasse que não podia ser, a preocupação persistia.
Com irritação, ele coçou a nuca e pegou o telefone. Ainda não havia notícias de Zhenya. Ele ligou imediatamente, mas agora nem o sinal de chamada era ouvido. Parecia que o telefone estava desligado.
— Esse desgraçado, se for a algum lugar, devia pelo menos avisar.
Se vai se atrasar, se aconteceu algo inesperado, não é tão difícil avisar. A menos que esteja numa situação em que não possa fazer isso.
Na verdade, eles não se comunicavam com frequência. Isso porque, a qualquer hora, em qualquer lugar, Zhenya aparecia como um fantasma e o encontrava. Também era raro marcarem encontros. Chamadas e mensagens constantes também eram raras.
Além disso, Kwon Taekjoo nunca contava a Zhenya para onde ia, o que ia fazer ou quando voltaria. Em parte por causa das regras do NIS, mas também porque não sentia necessidade. O ditado diz: “Quando eu faço, é romance; quando os outros fazem, é adultério”. Ele era o exemplo perfeito.
— Quem é quem… sem vergonha.
A repentina auto-reflexão o deixou sem graça. Ele coçou a nuca e verificou as horas. Já passava das 7 da manhã. Sentia-se uma presença ocasional do lado de fora. Sua mãe estava preparando o café da manhã.
Ele se levantou e saiu. Sua mãe, com um rosto surpreso, disse que ele tinha acordado cedo.
— Você não disse que ia voltar ao trabalho na segunda-feira que vem?
— Sim. Mas fiquei com medo de que, depois de tanto tempo de folga, fosse difícil me readaptar. Vou sair um pouco para ver como está o andamento do trabalho.
— Tudo bem, então. Vou preparar o café, come antes de sair.
— Ah, não precisa, não vou comer.
— Não pode ficar pulando refeições. Se ficar de estômago e cabeça vazios, como vai fazer o trabalho direito?
— Quando eu chegar, logo vai ser hora do almoço.
— Ai, ai. Você acha que vai ser jovem para sempre? Dizem que as dívidas que contraímos quando jovens voltam várias vezes quando envelhecemos. Você também não é mais tão jovem, devia cuidar da saúde. Hoje em dia, doenças graves não escolhem idade; faça check-ups regularmente…
— Sim. Com certeza. É sopa de tofu com kimchi envelhecido? O cheiro está de matar.
Percebendo que um discurso estava prestes a começar, ele mudou de assunto rapidamente. Então, disse que ia se lavar e fugiu para o banheiro. Até ele fechar a porta, sua mãe, começando com a história do filho de uma amiga que teve um derrame, recitou todo o histórico médico da família paterna e materna. Mesmo sem ouvir tudo, ele podia adivinhar o resto. Quais alimentos são bons para quais órgãos, quais superalimentos estão em alta, o quão prejudiciais são o álcool e o fumo. As preocupações e interesses de sua mãe eram os mesmos de quando ele era criança. O repertório de sermões também era o mesmo.
Ele terminou o banho rapidamente e sentou-se à mesa. Desde cedo, havia tantos acompanhamentos que mal cabiam na mesa. Ele disse “Vou comer bem” e pegou a colher. Não sei como, mas, com exceção do kimchi, não havia nenhum acompanhamento velho. Pensando no carinho dela, ele foi comendo um pouco de cada e logo terminou um prato de arroz. Sua mãe, dizendo “Viu só?”, serviu-lhe mais arroz. Era o momento em que ela parecia mais feliz durante o dia.
— Ultimamente, a embaixada está com muito trabalho?
— Se estivesse, não me dariam essa folga.
— É? O embaixador está sumido, achei que estivesse muito ocupado.
Os pauzinhos de Kwon Taekjoo pararam. Foi porque Zhenya foi mencionado inesperadamente.
Por pouco ele não engasgou com a comida. Ele mal engoliu o que estava na boca e bebeu água para limpar. Sua mãe, sem saber, disse “Come devagar”. A preocupação com Zhenya continuou.
— Ele não atende o telefone, fiquei preocupada que algo tivesse acontecido. Ele está sozinho num país onde não falam a mesma língua. Se tiver uma emergência, pode ser difícil pedir ajuda.
— Mãe também. Ele não é criança. Ele também está de férias, descansando no país dele. Não precisa se preocupar.
Ele respondeu com indiferença, e depois se deu conta. Sua mãe, como sempre, ficou chocada.
— Você, você! Por mais jovem que seja, ele é seu chefe! Pare de tratá-lo como igual! Mesmo que ele não esteja aqui. Esse negócio de “esse aí” e “aquele ali”, que jeito de falar é esse?
Ele abriu a boca para se explicar e depois a fechou. Não adiantaria dar desculpas.
— …Não é isso, é que estamos entre nós, então falei mais informalmente.
— Se você se acostumar a falar assim, vai acabar cometendo erros em situações importantes. Com essa idade, você ainda não sabe? Que sem-noção.
Ela estalou a língua com desaprovação. Enquanto colocava cavala no arroz dele, ela o olhou de soslaio. Parece que, desde que conheceu Zhenya, a frequência com que sua mãe o repreendia aumentou. Não era exatamente culpa do desgraçado, mas também não era completamente culpa dele, o que o deixava frustrado.
Se sua mãe soubesse o que o desgraçado havia feito ao seu único filho, ela não o defenderia tanto. Ele se sentia injustiçado, mas não podia contar tudo o que aconteceu. Ele se arrependeu superficialmente e apenas comeu.
Depois de se preparar para sair, sua mãe lhe entregou algo. Uma marmita.
— Leve isso também.
— O que é isso?
— Quando vi que você ia voltar ao trabalho, pensei que o embaixador também voltaria em breve. Ele é uma pessoa que come pouco, então vai sofrer de novo com as refeições. Preparei algumas coisas que ele gosta.
— Por que fazer isso? Não precisava.
— Não pode ser assim. Um jovem, fazendo um trabalho importante, sozinho, longe da família, a gente tem que ajudar no que pode.
Ela se tornara a melhor amiga do desgraçado, mas não o conhecia de verdade. Talvez a fraqueza pela aparência vistosa do desgraçado seja influência materna. Há pouco tempo, ela viu o desgraçado cochilando e disse que ele parecia um anjo, e ele quase cuspiu o café. Toda vez que via o olhar ingênuo e puro de sua mãe em relação ao desgraçado, ele não sabia como reagir.
— Calado, faz o que a mãe manda. Você também viaja muito, sabe bem como é. Ficar muito tempo fora de casa te deixa solitário, deprimido e desanimado. Além disso, ele não fala coreano, não se comunica, não tem amigos e está longe da família. Deve ser muito frustrante. Você devia ir vê-lo e cuidar dele com frequência. Em vez de ficar tratando ele como “esse aí” e “aquele ali” o tempo todo, pense nele como seu irmão mais novo.
Sua mãe também percebera que o desgraçado não tinha amigos, o que era estranhamente engraçado. Ele também se perguntava como ela tinha se afeiçoado tanto a ele. Ela não era tão devota nem mesmo quando rezava dia e noite por seu pai e seu irmão. Como seria se sua mãe soubesse da relação dele com o desgraçado? Só de imaginar, já era demais. Uma vaga culpa pesava em seu peito.
— Vou indo.
Ele pegou a marmita obedientemente e saiu de casa às pressas.
—
Antes de ir trabalhar, ele passou na casa de Zhenya. Era uma visita sem grandes expectativas. Era apenas para entregar a marmita que sua mãe havia lhe dado.
Mas, ao ver a casa vazia, sentiu-se desolado. Não havia nenhum sinal de que alguém tivesse estado ali recentemente. Os lençóis da cama e a posição dos objetos estavam exatamente como quando ele viera há alguns dias. A casa estava silenciosa, até mesmo vazia.
Ele foi até a cozinha e abriu a geladeira. Não havia nada comestível. Ele colocou a marmita que sua mãe havia preparado no vazio. Não deixou nenhum bilhete. Pensou que, quando Zhenya voltasse, ele veria.
Ele examinou a casa lentamente mais uma vez. Mesmo sendo um lugar onde alguém viveu por um ano, como podia ter tão pouca vida? Além de itens de banheiro, bebidas, roupas de cama e roupas com etiquetas, não havia nada que pudesse ser chamado de pertencente a Zhenya. Não havia nem uma máquina de lavar. Será que ele mandava toda a roupa para a lavanderia ou, como tinha dinheiro de sobra, jogava fora as roupas depois de usá-las uma vez? Não se sabia.
Ele abriu o armário, mas só havia poeira. Então, ao abrir uma gaveta grande embaixo, encontrou vários tipos de macarrão instantâneo arrumados. O desgraçado sempre cozinhava macarrão instantâneo, tanto que ele parou de comer em outros lugares. Mesmo dizendo que estava enjoado, não adiantava.
— …Não gosto de macarrão instantâneo.
Resmungando, ele fechou a gaveta. Não havia comida para o próprio Zhenya em lugar nenhum. Mesmo quando não ficava tanto tempo fora de casa, ele comprava apenas queijo, pão e frutas. Ele não gostava de comida coreana também. Como ele se virava quando Kwon Taekjoo não estava? Assim, não é de admirar que sua mãe se preocupasse.
Ele entrou no quarto por um momento. Lembrou-se de quando viu a cama pela primeira vez e ficou chocado. Como o desgraçado era grande, um colchão comum não daria conta. A cama feita sob medida ocupava a maior parte do quarto espaçoso. Embora se diga que os casais preferem camas super king size, aquela cama, ainda maior e mais larga, parecia representar a forte vontade do desgraçado de ‘fazer’ ali. E ele realmente se revirou nela sem arrependimentos. Não havia posição que não tivessem tentado. Depois de um ano daquela loucura, não havia nenhum sinal de desgaste, então a qualidade era inegável.
Ele sentou-se na cama por um momento. O colchão sustentava firmemente seu corpo. De repente, ele pensou que muita coisa tinha acontecido no último ano. Parece que todas as memórias se resumem a sexo, mas não era exagero. Na casa do desgraçado, eles sempre estavam com alguma parte do corpo em contato.
Dizem que Deus tem um propósito ao criar os humanos. Para Zhenya, ele deu um pênis enorme, uma libido avassaladora e um corpo superior, como se lhe tivesse confiado a missão de procriar a espécie. Se não fosse por isso, não seria tão cheio de luxúria. Mesmo considerando que ele está no auge da idade, era demais. Só de trocar olhares, ele já queria transar. Por mais que Kwon Taekjoo tivesse resistência e um bom físico, era difícil aguentar. Era mais fácil contar os dias em que ele não desmaiou depois do sexo. Quem sabe, se os dois fossem um casal de recém-casados, teriam tido trigêmeos. Verdadeiramente, dias de paixão carnal.
E assim, já fazia um ano. Ele achava que no máximo isso. O prazo que ele havia estabelecido arbitrariamente para o coração do desgraçado já havia passado. Como o desgraçado era tão consistente, ele nem viu o tempo passar. Durante esse tempo, a preocupação de sua mãe com o desgraçado, o tempo que passavam conversando sem se entender, o fato de passarem o tempo juntos depois do trabalho e nos dias de folga, e o desgraçado aparecendo de repente em todos os lugares que ele ia, tudo se tornou familiar. Simplesmente se tornou uma rotina natural.
Então, ele não considerou que isso pudesse acabar um dia, que o desgraçado pudesse voltar para onde pertencia. Assim como o começo foi abrupto, o fim também poderia ser assim.
Zhenya tinha vindo para a Coreia por causa de Kwon Taekjoo. Isso significava que, se não fosse por ele, ele poderia deixar este lugar a qualquer momento.
— A menos que eu vá morar lá para sempre…
Aquela frase que o desgraçado soltara continuava a incomodá-lo como um espinho na garganta.
—
Durante a hora do almoço, ele pulou a refeição e foi à residência da embaixada. Como Zhenya era embaixador, a residência oficial era ali. Na verdade, ele raramente ficava ali. Ele só ia para assuntos oficiais, como eventos de convite, banquetes e jantares, quando não podia evitar.
A residência da embaixada era um edifício com mais de cem anos. Por isso, o interior também era decorado com móveis antigos. Normalmente, depois de nomeado, o embaixador redecorava ao seu gosto. Mas Zhenya não mexeu em nada. Ele nem parecia considerar aquele lugar como sua casa.
Kwon Taekjoo também tinha ido ali apenas algumas vezes. Como estava lotado na embaixada russa para enganar sua mãe, ele tinha uma grande relutância psicológica. Não queria passar tempo pessoal num local onde realizava tarefas oficiais. Não era a primeira vez que ele quebrava essa regra por causa de Zhenya, no entanto.
Quando foi nomeado embaixador russo na Coreia, o desgraçado o arrastou para lá de repente. Ele pensou que queria mostrar a residência, mas não foi nada disso. Examinando o interior com tédio, o desgraçado não demonstrou nenhum afeto ou entusiasmo.
— Por que você me trouxe aqui de repente?
— Hoje tive um jantar aqui com políticos coreanos. Amanhã, dizem que vêm jornalistas do Ministério das Relações Exteriores.
— E o que isso tem a ver?
— É um trabalho muito irritante e entediante.
Resmungando calmamente, o desgraçado se aproximou dele. Ele recuou involuntariamente.
Foi uma fuga instintiva. Porque os olhos do desgraçado brilhavam de forma anormal.
Recuando aos poucos, a mesa de recepção tocou a parte de trás de suas coxas. Um mau pressentimento o dominou. O desgraçado apoiou-se na mesa, prendendo-o em seus braços. Então, ele olhou profundamente nos olhos de Kwon Taekjoo, que estava com uma expressão de desagrado.
— Mas quem sabe. Talvez seja melhor se eu fizer uma memória divertida.
— Que besteira. Me solta.
— Você já ia transar quando chegasse em casa, não ia? É só uma mudança de lugar.
— Seu louco. Esse é um lugar de trabalho.
— Qual é o problema? Esta é a casa da família do embaixador. Todo mundo vive aqui, faz a vida de casal e cria os filhos.
Não era mentira. A residência também era o espaço onde a família do embaixador vivia durante seu mandato. Mas, como Kwon Taekjoo também era funcionário público, ele relutava em fazer essas coisas num local onde se realizava trabalho oficial com tanta frequência.
Mas os olhos de Zhenya já estavam excitados. Suas pupilas estavam contraídas pela excitação, e seu odor corporal estava mais forte. Era um sinal de que seu corpo estava esquentando. O desgraçado, beijando o pescoço de Kwon Taekjoo repetidamente, o persuadiu com absurdos.
— Sendo funcionário público, você devia obedecer às ordens do seu superior.
— Você é meu superior?
— Você já esqueceu qual é a sua função aqui? Se eu facilitei as coisas para você, Taekjoo, você também tem que cooperar com o serviço público. É justo, não é?
— Loco. Não…!
Ele desviou a cabeça de Zhenya, que tentava beijá-lo. Mas o desgraçado, sem se importar, agarrou seu rosto. Com as bochechas pressionadas, sua boca se abriu naturalmente. O desgraçado enfiou a língua naquela brecha e uniu os lábios completamente. Ao pressionar sua língua contra a de Kwon Taekjoo e sugar todo o seu ar, ele foi varrido sem defesa.
Quando recuperou a consciência, seu corpo estava totalmente deitado sobre a mesa. Sua camisa estava meio aberta e rasgada. O desgraçado, agarrando o peito direito nu de Kwon Taekjoo, puxou suas calças e cuecas de uma só vez. Sua parte inferior ficou exposta com uma rapidez inacreditável. Ele tentou juntar os joelhos, mas Zhenya, parado entre suas pernas, o impedia.
O dedo médio do desgraçado cutucava o orifício, tocando e moldando seu interior. Ao mesmo tempo, com o polegar, ele acariciava suavemente o períneo e mordiscava a parte interna da coxa. O cabelo do desgraçado roçava sua virilha, fazendo cócegas. Seu pênis, incapaz de suportar os estímulos insistentes, começou a tremer e a se erguer. Em pouco tempo, ficou tão dolorido que parecia que ia explodir.
Seu pênis ereto roçava constantemente a testa do desgraçado. O desgraçado ergueu a cabeça e observou o pênis balançando. Então, com a ponta do nariz afilado, ele percorreu toda a superfície do pênis, até a glande. Como se quisesse sentir o cheiro da carne, ele inspirava fundo repetidamente, fazendo suas pernas tremerem.
Chegando ao auge, o desgraçado sugou levemente a glande vermelha e a soltou. O rosto de Kwon Taekjoo se franziu inevitavelmente, e sua parte inferior se contraiu. Zhenya, olhando para ele de baixo para cima, estendeu a língua. Parecia que a língua do desgraçado ia tocar sua glande a qualquer momento. Ele observava o desgraçado com ansiedade. Seu abdômen ondulava lentamente com a antecipação. Ele sentia a respiração ficar mais difícil.
O desgraçado, que ia baixar a cabeça, de repente abriu a boca e, lentamente, engoliu todo o pênis de Kwon Taekjoo. A língua macia do desgraçado envolveu sua glande e passou por todo o eixo. A glande sensível foi sugada e roçada contra a parede macia do fundo. Parecia que ele havia engolido até o fundo da garganta. Um suspiro escapou, tamanha a profundidade e a densidade do prazer.
— Huff, hã…
Zhenya, acariciando sua região pubiana como se fizesse cócegas, movia a cabeça para cima e para baixo. O pênis coberto de saliva era lentamente liberado pelos lábios e depois engolido até a base. As pontas dos dedos de Kwon Taekjoo, que segurava a mesa, ficaram brancas. Quando o desgraçado ergueu a cabeça novamente, deixando apenas a glande dentro da boca, ele apertou firmemente a circunferência com os lábios e a chupou com força. Kwon Taekjoo, que desfrutava do prazer lento, se contorceu sem defesa.
— Ah, nhã, nhã, ha, hã…!
Com uma sucção tão insistente, parecia que algo estava sendo sugado de dentro de sua uretra. Zhenya, persistente em proporcionar aquele prazer intenso, de repente abriu a boca e enfiou novamente o pênis até a base. Talvez fosse impressão, mas quando a glande passou, o pescoço do desgraçado pareceu inchar. Ele não aguentava mais.
Erguendo meio corpo, ele agarrou o cabelo de Zhenya. Então, golpeou sua parte inferior na boca macia do desgraçado. Apesar do ato um tanto brusco, o desgraçado, sem reclamar, segurou e sugou o pênis que era enfiado. Mesmo quando o pênis cutucava sua garganta e a úvula, ele não sentia ânsia. Enquanto isso, ele ainda tinha espaço para alargar o orifício.
Vendo o rosto manso do desgraçado sobre sua virilha, ele ficou tonto. O fluxo sanguíneo acelerou, e sua visão piscava sem parar. Foi só quando a sensação de ejaculação se aproximou que ele afastou o rosto do desgraçado. Bem, ele tentou. Zhenya segurou firmemente suas coxas e não deixou que ele afastasse a cabeça. Com a ejaculação iminente, os músculos das coxas de Kwon Taekjoo se contraíam.
— Mal, uco… nhã, cospe. Cospe, ah, ha, nhã…! Ah, hã…!
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Continua…
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✦ Tradução, revisão e Raws: Faby&Belladonna