Capítulo 15
Autobahn Romance Vol 3 — P15
— Saebyeok-ssi, tenha um bom fim de semana.
— Assistente sênior Song, tenha um bom fim de semana também.
“Ele já deve ter chegado. Será que não estou conseguindo encontrá-lo?” Saebyeok olhou ao redor.
Viu um homem visivelmente alto. Era Gong Pyeonghwa.
Gong Pyeonghwa estava recebendo uma bronca com postura de punição do presidente Gong e do diretor executivo Gong. O presidente Gong e o diretor executivo Gong estavam de braços cruzados dizendo algo, e Gong Pyeonghwa, em vez de responder, estava apenas com a cabeça levemente abaixada na posição de descansar.
“Por que estão pegando no pé do meu marido?” Shin Saebyeok, o fã fervoroso de Gong Pyeonghwa, invadiu o local com passos rápidos.
— Esse moleque, quem te deu permissão para emagrecer! Estão te matando de fome naquela casa?
— Negativo. Estou comendo bem. Estou de dieta.
— Já faz tempo que não nos vemos, a primeira coisa deveria ser saudar se o papai está com a saúde firme.
— Pai, a firmeza da saúde no Cheondoísmo significa que o espírito de Hanullim desce sobre o corpo humano…
— Saú! De! Fir! Me!
“Bem, era apenas um sermão.” Saebyeok recuou de leve.
O presidente Gong afrouxou a gravata como se estivesse sufocado, controlando a raiva da andropausa.
— De qualquer forma, cuide da saúde. Até quando você acha que será jovem!
— Sou bem mais bebê que o papai.
— Esse moleque? Mesmo eu me preocupando?
Gong Pyeonghwa resmungou com os lábios projetados para fora enquanto mantinha a postura de descansar.
— A preocupação originalmente se demonstra com ações e não com palavras.
— Com quem esse garoto se parece, caramba! De qualquer forma, se te maltratarem naquela casa, arrume as malas e volte imediatamente! Entendeu!
— Sim.
O sermão que ele achava que tinha acabado continuou novamente. Por que você não entra em contato antes que eu fale, não deveria fazer isso com frequência por iniciativa própria, a Isul está bem, por que veio aqui… Se era para fazer aquilo, deveriam tê-lo levado a um café para conversar.
Saebyeok apareceu de mansinho e ficou ao lado de Gong Pyeonghwa.
— Sogro.
Saebyeok interveio de leve. Então, o presidente Gong manteve a compostura às pressas.
— Hum. Está saindo do trabalho agora? O trabalho está indo bem?
— Estou aprendendo muito.
— Cof, cof, sim. Não se esforce demais. Não faça hora extra também. Entendeu? O seu corpo é a prioridade máxima. Sim?
Saebyeok sorriu e respondeu que entendeu.
O presidente Gong, que parecia não ter a menor intenção de se mover, deu tapinhas de encorajamento no ombro de Saebyeok e partiu sem hesitação.
— Dizem que quando os homens envelhecem, os hormônios femininos aumentam. O meu pai originalmente não dava tanto sermão assim. É sério.
— Eu não disse nada. Vamos rápido. Estou com fome.
— Com fome? Vou o mais rápido possível dentro do cumprimento das leis de trânsito. Vamos logo.
***
— Uau.
Hwang Jincheol não conseguiu segurar o riso ao ver o babá de Shin Saebyeok recebendo opressão da família proprietária. Embora isso não pudesse ser muito útil…
Tudo bem compartilhar entre amigos, não é?
“Ei, kkk, olha isso”
(Vídeo)
“Aquele prostituto indicação da nossa empresa que falei, kkk, o amante dele estava recebendo opressão e ele veio correndo, kkkkk”
Os amigos expressaram horror um por um. Entre eles, havia um cara que teve até ânsia de vômito de verdade, dizendo que era nojento.
Hwang Jincheol zombou de Saebyeok e Gong Pyeonghwa enquanto dava gargalhadas.
“Mas a esposa do prostituto também não é muito louca por homens? Fazer questão de usar um babá bem apessoado, kkk”
“Será que ela não escolheu um cara com quem trairia naturalmente?”
“Suspeita super razoável, kkk”
“De qualquer forma, que coragem.”
O acampamento de luxo era amplo e confortável.
Gong Pyeonghwa carregou uma bagagem pesada como alguém que estava fugindo e acendeu o fogo na churrasqueira imediatamente.
Saebyeok organizou a bagagem por cima, e metade era comida. Viemos os dois, por que ele comprou tanta coisa?
Gong Pyeonghwa assou a carne controlando a ânsia de vômito. Como era mais doloroso ver aquilo, Saebyeok pegou o pegador em seu lugar, mais Gong Pyeonghwa o tomou de volta com firmeza, dizendo que ele mesmo assaria.
— Se não posso aproveitar o prazer de comer, devo aproveitar pelo menos o prazer de alimentar. Você apenas coma. Eu farei tudo.
O que teria deixado aquele cara tão obstinado? Os enjoos da gravidez por simpatia.
Embora quem estivesse carregando a criança fosse ele, realmente… Pensar que era bom ele mesmo não estar passando por isso, ao mesmo tempo que desejava que pudesse passar por isso em seu lugar.
Saebyeok engoliu a carne com gosto até a churrasqueira ficar preta. Gong Pyeonghwa mal conseguiu comer dois cogumelos e apenas enxaguou a boca com água com gás.
Terminada a organização da refeição, ficou no horário perfeito para apreciar a fogueira.
Mesmo sendo primavera, o vento noturno ainda era frio, então Gong Pyeonghwa trouxe uma manta fina e cobriu Saebyeok.
Cercado pelo som da lenha queimando e pelo cheiro peculiar de fogo que exalava da madeira queimada, ver o fogo queimar intensamente deixava a mente vazia.
Saebyeok apoiou a cabeça no ombro de Gong Pyeonghwa e fechou os olhos. Gong Pyeonghwa também apoiou sua cabeça firmemente na de Saebyeok.
— Sabe de uma coisa. Lembrei disso de repente.
— O quê.
— Quando decidimos morar juntos pela primeira vez, fomos procurar casa separados dizendo que precisávamos nos estabelecer o mais longe possível do bairro coreano.
— Ah.
Era impossível esquecer.
— Você ficou isolado.
— Isso mesmo… Por isso não pude ir ao horário combinado.
Quase sofri um golpe imobiliário.
Quando se vive no exterior, acaba-se entrando na rede de contatos dos coreanos, que é como uma teia de aranha, e como isso era uma faca de dois gumes, Saebyeok e Gong Pyeonghwa decidiram se afastar o máximo possível deles. Porque não sabiam o que aconteceria se isso chegasse aos ouvidos dos pais.
Para encontrar uma casa que não ficasse muito longe da faculdade, mas que tivesse pouca circulação de pessoas, boa iluminação, sem vizinhos estranhos, com privacidade preservada, um jardim amplo e até espaço de estacionamento suficiente, os dois percorreram os cantos dos Estados Unidos com muito afinco todas as semanas.
O corretor de imóveis falou tanto, dizendo que havia uma casa perfeita. Gong Pyeonghwa acreditou naquelas palavras e foi, mas vejam só…
Por fora, era realmente uma casa boa. Era voltada para o sul e, embora não fizesse muito sentido por ser nos Estados Unidos, de qualquer forma, a localização era razoavelmente boa do ponto de vista da geomancia, com montanhas atrás e água à frente. A decoração também era bastante sofisticada e tudo estava bom. O preço era um pouco alto, mas não era um valor impossível.
No entanto, sentiu uma sensação estranha que não saberia descrever. Gong Pyeonghwa, o gênio dos investimentos e dono de um faro selvagem aguçado, levantou o tapete de surpresa, e sob o tapete havia um círculo mágico desagradável desenhado, se era magia negra ou algo do tipo.
O corretor de imóveis deu uma desculpa esfarrapada e continuou elogiando que não haveria outra casa como aquela. Embora estivesse desconfortável, Gong Pyeonghwa seguiu o corretor de imóveis para ouvir mais.
Fora isso, parecia ser uma casa sem problemas. No entanto, havia claramente um porão que ele não mostrou. Quando Gong Pyeonghwa exigiu ver o porão, ele respondeu com um rosto hesitante que o porão estaria sujo, então não valeria a pena ver para não estragar os olhos.
No entanto, para Gong Pyeonghwa, que queria reformar o porão para fazer um bunker subterrâneo, aquela era uma forma de falar passiva que não surtia o menor efeito.
Avançando como um javali selvagem que só conhece a linha reta, vestígios de que alguém parecia ter tentado invocar algo como um adorador do demônio, incluindo o cadáver podre de um animal, aguardavam Gong Pyeonghwa.
Ele queria pedir uma explicação sobre o que era aquilo, mas ficou tão chocado que as palavras não saíram. Exigiu uma explicação com o olhar, mas o funcionário da imobiliária não disse uma única palavra.
Era natural.
— Aquele filho da puta me abandonou e fugiu sozinho.
No fim das contas, aquele corretor de imóveis era um criminoso comum com várias passagens por estelionato.
Ele ia denunciar à polícia e relatar o fato a Saebyeok, mas o celular que estava ali até agora tinha sumido.
Depois de quase sofrer um golpe do corretor de imóveis, ser furtado e ser deixado em um lugar desconhecido sem dinheiro, Gong Pyeonghwa conseguiu reencontrar Saebyeok apenas após passar por vários contratempos.
— Eu realmente me arrependi naquela época. Por que eu também não fumava? Se eu fumasse, teria acendido um fogo com o isqueiro para manter a temperatura corporal de alguma forma.
— Em comparação com a fogueira que eu acendia com os sem-teto, isso aqui é realmente o paraíso — Gong Pyeonghwa disse encostando a cabeça firmemente no ombro de Saebyeok.
Saebyeok também sentia o coração disparar só de pensar naquela época.
Ele disse que voltaria logo, mas o contato foi cortado de repente. Será que aquilo era o sumiço de término de que tanto ouvia falar? Pensou em todo tipo de coisa, se ele teria mudado de ideia ao chegar a uma terra ampla e encontrar um ômega mais bonito, inteligente, rico e legal do que ele. Não, era impossível Gong Pyeonghwa fazer isso.
No entanto, Saebyeok, que acreditava que Gong Pyeonghwa não sumiria sem motivo, acreditou na ingenuidade de Gong Pyeonghwa em seu lugar.
“Será que ele não ficou isolado como da outra vez?”
Surpreendentemente, Gong Pyeonghwa já havia ficado isolado antes.
Depois de tirar a licença de iate, ele lançou o iate com orgulho e acabou daquele jeito.
Ele sabia desde a época do ensino médio que deveria manter Gong Pyeonghwa e crianças pequenas longe da água…
Usando aquele incidente como ponto de partida, Saebyeok decidiu não aplicar os critérios de uma pessoa comum a Gong Pyeonghwa e também baixou um aplicativo de rastreamento de localização. Esse também era o motivo pelo qual ele sempre preparava um kit de emergência ao alcance das mãos em todos os lugares, com o coração sempre prevenido.
Ao se deparar com o segundo isolamento de seu parceiro, Saebyeok checou a localização de Gong Pyeonghwa e, ao ver que a localização dele era em um gueto, teve a certeza de que algo havia acontecido.
Graças a isso, Gong Pyeonghwa pôde retornar em segurança para os braços de Saebyeok.
— Eu realmente te vi como um deus naquela época. Foi aí que entendi por que o seu sobrenome é Shin.
— Sou do clã Shin de Yeongsan, sabia?
Gong Pyeonghwa colocou marshmallow e chocolate entre biscoitos para fazer um sanduíche. Um cheiro doce exalou.
— Ó Deus, entregarei a oferenda.
— Eu a aceito.
O biscoito s’more derreteu suavemente na boca.
— Está gostoso? Quer que eu faça mais?
— Só mais um.
Gong Pyeonghwa colocou mais lenha. A chama subiu intensamente.
— Realmente, pensando bem, nós também passamos por muita coisa.
Gong Pyeonghwa cutucou a lareira com o atiçador. Ouviu-se o som da lenha desmoronando enquanto queimava.
— Você lembra daquilo?
— O quê.
— Quando vamos ao acampamento escolar, eles fazem a fogueira e, de repente, acendem velas para fazer as crianças chorarem.
Ah. Sei o que é.
— Ver o fogo me traz muitos pensamentos. Naquela época, eu só pensava nas minhas próprias coisas, independentemente do que o instrutor falava. Enquanto ao lado diziam que a mamãe e o papai me deram à luz e tudo mais, eu só conseguia pensar que seria gostoso jogar uma batata-doce ali para comer.
— É a sua cara.
Mas por que você não consegue comer a batata-doce?
Saebyeok comeu a batata-doce assada aos poucos, sentindo pena. É tão doce e gostosa, mas ele não consegue comer por causa dos enjoos…
— Mas agora lembro de nós. Passamos por muita coisa, pensando bem.
Pensando bem. Era um momento digno de se pensar bem.
Era um tempo em que era impossível não ter acontecido muita coisa.
Desde a infância até a adolescência eles apenas se odiavam, mas ao manifestarem linhagens especiais, passaram a se ver com outros olhos. Já faz 10 anos desde que eles se apaixonaram perdidamente e viveram olhando apenas um para o outro. Nesse meio tempo, um presente inesperado chamado Isul chegou, e agora o Rowoon também veio.
— Você lembra disso? Toda vez que voltávamos para a Coreia de vez em quando, quase tínhamos que ir a encontros arranjados e ficávamos loucos.
Eles não falaram muito sobre isso até a formatura da faculdade, mas as recomendações começaram depois que se formaram e conseguiram um emprego. Disseram que já era hora de voltar para o país, para conhecer a filha de tal grupo que parecia boa, que já tinham preparado um lugar… Era uma sucessão de coisas cansativas.
— Querido, socorro. Disseram que preciso ir a um encontro arranjado. O que eu faço se sou um homem casado?
— Eu também…
— Você também é um homem casado. Não se esqueça do fato de ser um homem casado.
— Não estou esquecendo. Só estou preocupado com as consequências…
— Se você for a um encontro arranjado, não é traição, é adultério. Adultério. Entendeu? Entendeu ou não!
— Eu sei…
Gong Pyeonghwa com os olhos vermelhos vinha de brinde.
— E se descobrirem o nosso relacionamento? Se eu for removido do registro de nascimento…
— Eu já vim para o seu registro de nascimento, bem, não teria problema ser removido do registro, teria?
— E se você também for removido?
— Isso… Bem, o que faremos?
Dos 365 dias do ano, 300 dias foram felizes, cerca de 60 dias foram cansativos e cerca de 5 dias foram passados tremendo de ansiedade. Naquela época era assim.
— Que bom que as coisas se resolveram bem.
— Isso realmente foi uma sorte. Devemos dizer que foi sorte? Ou será que foi graças ao Rowoon? Ele já mostra piedade filial antes mesmo de nascer. O nosso Rowoon.
— Com certeza, com certeza. O nosso bebê triceratops.
Gong Pyeonghwa abraçou Saebyeok firmemente.
— Com certeza o nosso amor é a única rodovia sem limite de velocidade do mundo. É uma Autobahn.
“A essa altura, poderíamos usar isso como o lema da nossa família. É um bom slogan.”
Saebyeok acariciou a cabeça de Gong Pyeonghwa, que estava se esfregando e flertando em sua bochecha. O cabelo fofinho provocava cócegas entre seus dedos.
— Devo fazer uma cirurgia?
— Que cirurgia?
— Vasectomia…
Não que ele não gostasse de crianças. Uma segunda geração que se parecesse exatamente com ele e Saebyeok era algo bom só de imaginar.
Embora precisasse crescer mais para saber, Isul já tinha uma base pois puxou o nariz e a inteligência de Saebyeok.
Mesmo assim… se ele pudesse passar não apenas pelos enjoos, mas também dar à luz em seu lugar, seria outra história. Uma pessoa é quem dá à luz e a outra apenas aproveita? Eles aproveitaram juntos…
— A linha de produção vai entrar em greve agora?
— Estou pensando em mudar para o setor de serviços.
Como outro homem, Saebyeok sentiu uma aversão fisiológica. Amarrar os canais? Queimar ali? Cortar? Romper? Bem, isso é um pouco… Eticamente um pouco…
Mas não é impossível de entender. Não que eles não tenham usado contracepção, mas romper aquela probabilidade não apenas uma, mas duas vezes. Mesmo assim…
— Mas eu queria ter até o terceiro filho.
Quando ele expressou seu desejo secretamente, Gong Pyeonghwa soltou um som de lamento. Pensou se ele estava com dor em algum lugar, mas os feromônios começaram a exalar aos poucos. Ah, por que de novo? Com o que ele ficou excitado?
Gong Pyeonghwa mordiscou o lóbulo da orelha de Saebyeok e gemeu.
— Terceiro? Terceiro? Quando? Sim, quando?
O fim da orelha ficou quente graças a Gong Pyeonghwa, que mastigava o lóbulo como um filhote trocando os dentes.
— Ah, isso é um pouco… Vamos pensar nisso quando eu estiver estabelecido de forma estável.
Pensando que eles acabariam fazendo algo aqui se continuassem assim, Saebyeok empurrou Gong Pyeonghwa de leve. Felizmente, Gong Pyeonghwa foi empurrado facilmente. Embora tenha sentido algo atrás dele…
— Pois é. Como o Rowoon ainda não nasceu… Ai, quanto tempo será que vai demorar o parto desta vez?
Isul nasceu nos Estados Unidos. Como era um país com uma população muito grande, embora os homens ômegas não fossem muito comuns nos Estados Unidos, havia muito mais do que na Coreia.
Quase não se via homens ômegas na Coreia, e o motivo disso era porque a maioria dos homens ômegas escondia sua própria linhagem de forma obsessiva. Entregar o meu homem para uma equipe médica que não tem experiência com homens ômegas? Isso pode ser um pouco preocupante.
— Lembrei de quando você deu à luz a Isul. Você chorou muito.
Gong Pyeonghwa ficou com todo tipo de preocupação com medo de que algo desse errado, mas Saebyeok falou de forma tranquila, sem grandes preocupações.
— Ei. Aquilo foi… porque fiquei emocionado com a maravilha da vida. Foi por isso.
Gong Pyeonghwa ficou com os olhos marejados assim que entrou na sala de parto. Ele apenas se arrependeu de tudo.
Se ele não tivesse me conhecido, o nosso Saebyeok não teria que passar pela gravidez, não teria que suspirar dizendo que os músculos abdominais sumiram e não teria que perder o sono todas as noites.
Conhecer-me, engravidar e ter que passar até pelo parto. Disseram que era uma dor de rasgar a carne viva.
Dói mesmo quando a ponta do dedo sofre um leve corte com papel, mas rasgar a carne viva, o quanto doeria? Na verdade, Saebyeok estava normal, mas Gong Pyeonghwa choramingou tanto que, se não fossem os feromônios, teria sido expulso há muito tempo.
Saebyeok, que teve um parto seguro e sem contratempos, saiu caminhando com firmeza por conta própria duas horas depois, como se nada tivesse acontecido.
Gong Pyeonghwa ficou chorando ao lado o tempo todo e disse com a voz trêmula:
— É o nosso filho. É o nosso filho! É tão pequeno! Buá, eu realmente vou viver me esforçando, sendo bom… Snif, eu realmente serei um pai de quem nem você, nem a nossa Isul se envergonharão… Snif! Buá! Ahhhh!
Ele deveria ter gravado um vídeo daquilo naquela época. Pensando bem agora, foi uma pena.
Desta vez, com certeza deixará registrado.
— Vá ao hospital comigo na próxima semana.
— Entendi. Entendi. Que horas? Que minuto? Que segundo?
— Acho que disseram sábado às duas da tarde.
— Sim, sim! Vou deixar tudo preparado. É o hospital onde fomos daquela vez, não é? O médico está bem? Não precisamos mudar de hospital?
Saebyeok acenou com a mão dizendo que não precisava. Mudar o quê. Vamos fazer assim mesmo, que incômodo. Ele está fazendo aquilo tudo porque tem muitos pensamentos e muitas preocupações.
— Não faça preocupações desnecessárias e vamos assistir a um filme.
Diante das palavras de Saebyeok, Gong Pyeonghwa correu para dentro do trailer e terminou a preparação do filme. Aroma aromático, iluminação sentimental e, claro, pipoca.
Como você tem muitos pensamentos, o nosso Pyeonghwa tem tudo planejado.
— Vem logo.
Gong Pyeonghwa deu tapinhas ao seu lado enquanto estava meio deitado no sofá reclinável. Ah, ele vai me dar o braço para apoiar a cabeça?
Saebyeok entrou de bom grado nos braços de Gong Pyeonghwa. Sentiu o aroma agradável do feromônio e a temperatura corporal.
Isso é a felicidade. Embora a paz possa estar muito longe para alguém, a paz de Saebyeok estava bem próxima.
— 𓇼 —— 𓇼 —— 𓇼 —
Continua…
⌀ ⌀ ⌀
✦ Tradução, revisão e Raws: Faby&Belladonna