⌀ — Capítulo 6.3
↫─Capítulo 6.3
Tennessee os havia apresentado porque achava que civis megeras eram melhores do que pessoas como Megan, que havia deixado uma má influência sobre Amber, ou outros que ainda trabalhavam nas sombras.
Quando Amber mencionou pela primeira vez “apresentações”, a mente de Tennessee passou pelos rostos de pessoas que ele conhecia há muito tempo, e cada uma recebeu um grande X. Nenhuma era adequada para ser apresentada a Amber. Convenientemente, as pessoas no mesmo andar, que estavam muito interessadas nele, pareciam o menor dos males.
— Nesta sexta-feira em um pub que eu conheço…
— Não.
Pa!
Ele bateu a porta na cara deles, mas eles não desanimaram. “Irritante.”
Tennessee se encostou na cadeira, perplexo. Seu celular vibrou, e ele viu uma mensagem de Amber.
[Tennessee, há alguma papelada que eu deva levar da próxima vez?]
Uma pergunta boba.
Tennessee, imaginando Amber criando uma papelada inexistente para levar, deu uma risadinha.
— Sexo no escritório.
…Bobagem.
Tennessee estava pensando quando outra mensagem de Amber chegou.
[Tennessee, esqueci as chaves do meu carro.]
[É longe demais para ir a pé até o campus.]
[Estou subindo agora.]
[Não vá a lugar nenhum, fique aí.]
— …Você. Seja honesto.
— Ahn, sim?
Amber, que estava beijando cada cicatriz nas costas de Tennessee, olhou para cima.
— Você as deixou de propósito, não foi?
— Há-há.
Amber nem se deu ao trabalho de mentir. Ter Tennessee curvado sobre sua mesa, deixando uma marca profunda de mordida em sua nuca e desafivelando seu cinto era mais excitante do que imaginara.
— Levante o quadril.
Mesmo havendo espaço suficiente para suas mãos, Amber sussurrou. Simplesmente porque fazer Tennessee levantar o quadril na sua frente era excitante.
Tennessee, que nunca soube como recuar, soltou um suspiro quente e se virou para Amber. Então ele se sentou na mesa, desafivelou o cinto e abriu o zíper da calça.
— Você está ficando mais descarado.
— Você gosta disso em mim.
Amber sussurrou rapidamente, puxando o quadril de Tennessee para mais perto com ambas as mãos. Enquanto seus paus duros roçavam um no outro, Tennessee segurou a nuca de Amber.
— Ha, eu não consigo.
— O quê?
Amber, já ruborizado, olhou para baixo. Seus paus, eretos ferozmente sob as calças, roçavam perfeitamente. Era tão bom que ele poderia gozar só de roçar assim, mas isso não contaria como sexo no escritório.
— Estou ficando louco porque amo isso. Ha, roçar também é bom.
— E?
— Colocar para dentro e gozar, mas o melhor é ver a cara do Tennessee quando ele chega lá.
Amber, com uma voz lastimável, arranhou levemente o pescoço de Tennessee com os dentes. O pescoço de Tennessee tremeu ligeiramente enquanto seus lábios se moviam gradualmente para baixo.
— Tire a camisa.
Tennessee desabotoou rapidamente a camisa com uma das mãos. Seu abdômen bem definido e suas linhas sensuais foram revelados, e Amber lambeu os lábios. Não importava com que frequência visse aquilo, ele nunca se cansava.
Como costumava fazer, ao abaixar os lábios, Tennessee segurou o queixo de Amber. Então ele alcançou o zíper meio aberto. Quando seu pau, já inchado, emergiu da calça, Amber abriu a boca até a metade como um cão treinado.
— Amber.
Cílios espessos se agitaram para cima.
Tennessee deliberadamente passou os olhos de cima para baixo em seu próprio pau ereto. Não era apenas grande, mas impressionantemente grosso. Quando totalmente ereto, era quase demais para caber em sua boca, mas Tennessee gostava especialmente da sensação do céu da boca de Amber raspando contra sua glande cada vez que o empurrava na garganta dele.
E quando Amber, prendendo a respiração, o empurrou até o fundo da garganta, Tennessee soltou um suspiro cheio de prazer. Conhecendo aquele deleite, seria injusto não deixá-lo chupar.
Enquanto os dedos de Amber acariciavam sua mandíbula, Tennessee segurou suavemente o cabelo dele e começou a acariciar seu próprio membro com a outra mão. O pau ereto fazia sons molhados enquanto se movia. Os músculos de seu braço se tensionaram, e as veias se saltaram. A respiração de Tennessee ficou pesada. Suas bochechas coraram ligeiramente com a respiração. Amber queria mecar a respiração que fluía dos lábios de Tennessee.
— Amber…
Uma boca ligeiramente aberta. Respiração trabalhosa. Um espaço onde apenas os sons lascivos, seus gemidos e seu batimento cardíaco podiam ser ouvidos.
Incapaz de se conter, Amber desfez o cós da calça.
— Está vazando.
Já tão molhado, Amber tentou limpar a glande, mas Tennessee segurou seu pulso.
— Coloque molhado mesmo.
— Agora?
Os olhos de Tennessee se franziram em desconforto.
— Não há preservativos aqui.
Assim que Tennessee terminou de falar, Amber tirou algo do bolso. Um preservativo. Ele estava determinado. Com olhos que diziam que não queria mais ser proibido de sair, Amber resmungou.
— Abra as pernas pra mim.
O terno liso deslizou por suas coxas. A calça pendurada em seus pés caiu. Sentado na mesa, Tennessee abriu as pernas, e Amber, segurando suas coxas, as abriu bem.
Ele queria lamber.
Assim que o pensamento cruzou sua mente, Amber se ajoelhou. Puxando-o para a beirada da mesa, ele imediatamente pressionou os lábios contra ele.
— Ha…!
Amber, estimulado pelo gemido que brotou de cima, enterrou ansiosamente o nariz e os lábios. Os dedos dos pés de Tennessee se curvaram e descurvaram repetidamente. Até torcer a cintura era erótico. Bem, esse homem conseguia fazer a leitura de um jornal ser excitante.
— Ha, ah… aí.
“Aqui?”
— Aí, mais fundo, Amber, ha, faça com mais força.
Ignorando a umidade ao redor da boca, Amber mergulhou. Ele alternava entre chupar com força com os lábios e beliscar a carne macia ao redor. Quando ele estendeu a língua e a inseriu, a cintura de Tennessee deu um tranco.
Tennessee, inclinando a cabeça para trás, passou a mão pelo cabelo frustrado e empurrou Amber.
— Não é o suficiente, coloque o seu pau.
— Ha, se você diz isso…
— Não consegue segurar?
O membro de Amber, já tocado quando ele se ajoelhou, estava encapado com o preservativo. Após anos explorando o corpo de Tennessee, Amber agora conseguia colocar um preservativo sem olhar.
Segurando seu membro, a respiração de Amber tremeu enquanto ele o pressionava para dentro.
— Você sabe?
O pau de Amber começou a entrar lentamente. Observando os lábios fechados de Tennessee, Amber, beijando calmamente sua bochecha e mandíbula, soltou uma respiração áspera.
— De agora em diante, sempre que estiver sozinho no escritório, você vai pensar em mim.
Amber queria que ele pensasse apenas nele. Enquanto estivesse trabalhando, quando estivesse sozinho, lembrando deste momento em que mal desabotoaram as calças no escritório vazio.
— Ha… bom.
Como se para preencher a vida de Tennessee e ir além, Amber empurrou obstinadamente seu pau para dentro. Pouco depois, quando estava enterrado até a raiz, Amber segurou as coxas trêmulas de Tennessee.
Embora o tivesse puxado para perto, Tennessee tinha sido empurrado de alguma forma para o centro da mesa. Puxando-o de volta com força, Tennessee soltou um gemido alto.
— Shh… as pessoas vão ouvir.
Amber não tinha como saber o quão à prova de som o quarto era.
Com um tom deliberadamente suave, um sorriso perigoso se espalhou pelos lábios de Amber.
— Se as pessoas vierem, se nos virem fazendo isso, elas vão ficar menos interessadas no Tennessee?
— Por que as pessoas, ugh! Ha! Ah! Amber, você!
Amber sincronizou suas estocadas com as palavras de Tennessee, esfregando a bochecha dele para acalmá-lo.
— Shh… e se ouvirem?
— Falando, ah! Ha! Amber!
Percebendo a intenção de Amber tarde demais, Tennessee cravou as unhas nos dedos que o puxavam para mais perto.
— Ah, arranhe mais forte, assim… ah, bom. Tão bom. Por que as cicatrizes não ficam?
Amber, segurando firmemente as nádegas de Tennessee, começou a se mover rapidamente. A mesa rangeu e deslizou sob a força.
Quando Tennessee mordeu a mão dele para evitar cair no truque, houve duas batidas na porta.
— Sr. Hartson?
Um chamado cauteloso.
— Você…!
Tennessee rosnou entre os dentes, tentando empurrar Amber, mas ele não se mexia. Em vez disso, ele girou suavemente o quadril, movendo-se superficialmente para que apenas a raiz ficasse visível.
— A porta está trancada.
Ele sussurrou suavemente, mas suas ações eram ferozes.
— Sr. Hartson, o senhor está bem?
— Ora puxa, eles estão muito interessados nos negócios dos outros.
— Ugh, tire, Amber, ha, tire.
— Não, apenas mande eles irem embora.
Amber, agindo de forma mimada, prendeu-o em seu abraço e balançou a cabeça. No entanto, ele não parou embaixo. Ele estava perto. Enquanto Tennessee fechava as pálpebras, Amber beijou suas sobrancelhas.
— Já que este é o espaço do Tennessee, ha, é meu espaço também. Mande eles irem embora, hum?
Sentindo a hesitação do lado de fora, Tennessee não conseguiu falar. Se fizesse um som, um gemido alto escaparia. O pau de Amber, empurrando de forma diferente do habitual, parecia não familiar. Amber, que sempre acompanhava seu ritmo, observando-o, parecia ter esquecido todos os seus hábitos e estava empurrando do seu próprio jeito. Era o limite. Movendo-se com urgência, Amber cobriu rapidamente a boca de Tennessee.
— Mm…
Respirando pesadamente sob a mão dele, Tennessee engoliu seu gemido.
— Ah… estou gozando, estou indo. Gozando muito… Fundo ha, ugh…!
Seus corpos fortemente conectados tremeram ligeiramente. O tronco de Tennessee desabou sobre a mesa, e Amber caiu por cima dele.
Sem resposta do lado de dentro, a pessoa do lado de fora hesitou antes de se afastar. Só então Tennessee respirou pesadamente. Respiradas ásperas saíam espremidas de seus pulmões.
— Ha…
Amber, recobrando os sentidos, ergueu-se lentamente. Lambendo o suor que escorria pela clavícula de Tennessee, Amber retirou seu pau, ainda profundamente inserido. Com um som molhado, ele emergiu.
— Se não tivéssemos usado um preservativo, teria feito a maior bagunça.
Tennessee teve que tentar conscientemente mais do que nunca para falar normalmente.
— Amber.
— Sim, estou ouvindo.
Sua voz era obediente.
Antes de virar Amber e dar uma surra nele, Tennessee queria confirmar uma coisa.
— Você não está com ciúmes dos colegas de trabalho, está?
— Há-há, não. Por que estaria?
Se Tennessee tivesse sido legal com eles, talvez, mas ele construiu uma parede duas vezes mais espessa do que a que tinha com Amber, então não havia tempo para ciúmes. Ele já tinha causado uma impressão nas pessoas, e elas não conheciam Tennessee de verdade, então um ciúme desajeitado não era necessário.
Sério, não.
Amber reafirmou.
— Aqui, só eu conheço você. Você entende?
Tennessee assentiu. Ele acariciou a testa suada de Amber, ajoelhando-se para verificar se ele tinha hematomas ou se a pele estava assada.
— Não apenas aqui. Só eu conheço você.
Amber, de pé, pressionou os lábios profundamente no pescoço de Tennessee. Tennessee inclinou a cabeça com o toque cosquento, mas Amber seguiu persistentemente, mordendo sua pele.
— Só eu.
— Sim.
E Tennessee pensava que ele era o único que conhecia Amber.
Além do comportamento amigável, além da atitude acessível, ele era o único que conhecia a falta e a obsessão.
— Esteja você aqui ou não, estou sempre pensando em você. Quero que faça o mesmo, Tennessee.
— Você acha que eu não faço?
— Você nem diz que me ama.
— O que isso importa?
— É verdade.
Tennessee estava sempre certo. Mesmo que pressionasse os lábios como se essa fosse a resposta, sua gentileza desajeitada deixava a intenção clara, e Amber adorava isso.
— Se eu fosse um pouco menos perspicaz, você teria me deixado louco.
Com certeza teria.
— Que bom que você é perspicaz.
— Certo.
Concordando, Amber abotoou a camisa de Tennessee uma a uma. Segurá-lo em seus braços e abotoar sua camisa na mesa dele era outra felicidade.
— Espero que façamos isso de novo da próxima vez.
— …
Desta vez, Tennessee empurrou Amber com sucesso.
↫─☫ Continua….
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✦ Tradução, revisão e Raws: Lᥙ꧑ᥲ Hᥲrtzᥣᥱr