⌀ — Capítulo 3.2
↫─Capítulo 3.2
O desejo dele era que Tennessee fosse incapaz de escapar do sexo entre eles, que estivesse completamente alinhado a ele, e vice-versa.
— Hup.
Quando Amber conseguiu inserir quase até a base, com a pele de Tennessee tocando de leve em seus testículos, ele estremeceu uma vez.
— Eu vou devagar.
Se ele se movesse logo após a inserção, Tennessee se sentia desconfortável, então Amber segurou firmemente o quadril rebelde dele e o abraçou.
Mas a respiração falhada em seu ouvido era estimulante demais. Sua espinha formigou. Seu pênis estava quente e, a cada pequeno movimento, pulsava e se apertava, puramente celestial. Haah…
Limpando o suor da testa lisa de Tennessee, Amber moveu o quadril lentamente. Era mais próximo de embalar o corpo dele suavemente. Talvez por ter visto aquilo mais cedo, ele sentiu que não duraria muito. Grr. Amber mordeu o lábio e parou de se mover.
Então, de repente, seu corpo foi puxado e sua visão girou. Tennessee tinha subido em cima dele.
— T-Tennessee?
Surpreso, Amber reflexivamente segurou a cintura de Tennessee para dar apoio. Olhando de baixo para cima, Tennessee estava mais provocante do que o habitual.
Limpando os lábios molhados com as costas da mão, Tennessee sorriu perigosamente e moveu o quadril devagar. Deixando apenas a glande, ele puxou o membro inteiro para fora e se sentou de uma vez só.
— Hum!
— Ugh…!
Eles gemeram simultaneamente. A atmosfera mudou em um instante. Esfregando a parte de trás da cabeça contra os lençóis aquecidos, Amber implorou:
— Tennessee, mexa-se. Mais forte, coloque mais fundo, ngh! Ah!
Amber não conseguiu terminar as palavras. Tennessee rotacionou o quadril ao redor de onde estavam unidos. Naquele momento, Amber não conseguia nem respirar direito. “O-o que tinha sido aquilo agora?”
Arfando, Amber olhou para baixo. Acima dele, Tennessee o estimulava movendo o quadril para cima e para baixo como se fosse ele quem estivesse estocando. Os dedos dos pés de Amber se contorceram. Sem saber o que fazer quando Tennessee rodava o quadril, os braços de Amber perderam a força, e ele apenas agarrou os lençóis.
Seu corpo balançava como um barco em ondas suaves; o som dos lençóis se roçando e da pele molhada se chocando obscenamente ficava mais alto e mais suave.
Dominado pelo prazer, Amber entreabriu os lábios vermelhos sem reação. Ele sabia que seu estado excessivamente sensível estava totalmente exposto para Tennessee, mas não conseguia encontrar sua razão no meio de tanto prazer. Parecia que seu cérebro piscava, ligando e desligando.
— Amber, mexa-se.
Amber olhou para Tennessee com olhos desfocados.
Quando Tennessee beliscou seu mamilo para tirá-lo do transe do prazer crescente, Amber lambeu os lábios.
Antes que Tennessee pudesse insistir mais, Amber empurrou o quadril para cima a partir de baixo. O corpo de Tennessee balançou com as estocadas intensas. Conforme o prazer começava a queimar ferozmente, ambos continuavam a gemer.
O corpo de Tennessee engolia Amber avidamente. Tennessee mordia o lábio, arfando. O ponto profundo que não tinha sido tocado antes era impiedosamente pressionado e cutucado.
O pênis de Tennessee, inchando, estava totalmente ereto. Estimulado pelas estocadas intensas, erguia-se firme, alcançando bem acima do umbigo. Toda vez que Amber estocava fundo, um líquido transparente respingava em sua barriga.
— Hum.
Contorcendo-se e gemendo, Tennessee segurou a parte de baixo. O prazer do estímulo direto após muito tempo crescia, acolhendo a sensação. O calor se elevava. Correndo em direção ao clímax, Tennessee acolhia o estímulo constante que transbordava.
Preenchido por gemidos extasiados, Amber já não conseguia falar. Ele estava consumido pelo prazer que parecia puxá-lo para bem fundo, fazendo-o submergir e voltar. O prazer que envolvia seu pênis apenas se intensificava.
— Tennessee-
Amber, colocando a língua para fora, implorou, e Tennessee ofereceu seus lábios. Abraçando-o desesperadamente, Amber mordeu seu lábio inferior. Enquanto a saliva se esticava e seus olhos se encontravam, Amber começou a mover o quadril com força, em um ritmo que Tennessee não conseguia acompanhar.
— Hum! Am-, ugh- ah!
O corpo de Tennessee projetou-se para a frente, balançando violentamente. Suas pernas se encolheram, seus pulmões se contraíram e seu corpo inteiro se tencionou. Conforme suas entranhas se apertavam como se fossem cortar tudo, Amber estremeceu. O estímulo ficava mais forte a cada onda.
Tennessee, desabado em cima de Amber, lambeu as lágrimas acumuladas nos olhos dele. O afeto cego era bem-vindo. Quer estivessem conectados assim ou simplesmente de frente um para o outro.
— Ngh, Tennessee,agh… acho que a camisinha rasgou- hum!
O clímax de Tennessee atingiu-o de repente. Enquanto Tennessee, que movia a mão rapidamente, soltava um gemido forte, Amber gritou de dor conforme suas entranhas se apertavam. Mas era apenas uma pressão inesperada, não dor real.
As coxas de Amber tremiam enquanto ele simplesmente mantinha a boca aberta. Ele não tinha tempo para imaginar como estava sua aparência. Conforme começava a sentir uma pressão imensa, Amber deu um impulso com o quadril e gemeu. Toda vez que o líquido jorrava da glande de Tennessee, suas entranhas se contraíam, segurando Amber firmemente.
— Hum- ah, eu vou gozar, ah, ah- estou, haa!
Levou um tempo para Tennessee perceber que o som ritmado era o seu próprio coração batendo. Ele sentia suas paredes internas se contorcendo e espasmando. O sangue corria pelo seu corpo, e parecia que seus pulmões estavam sendo espremidos.
Tennessee mal conseguiu se erguer. Conforme seus corpos se separavam, o ar fresco entrou rapidamente. Tennessee limpou o que tinha deixado na barriga de Amber, recobrando o fôlego. Sua respiração custava a se estabilizar.
O que ele tinha dito mesmo? Para gozar dentro, ou algo assim? Ele não conseguia se lembrar exatamente. Parecia ter gritado qualquer coisa que lhe veio à mente, consumido pelo pico do êxtase.
Arfando com a respiração instável, Tennessee abriu os olhos com dificuldade.
Mas algo parecia errado. Amber, que claramente tinha experimentado o orgasmo com ele, estava assustadoramente quieto.
— …Amber.
Limpando o suor, Tennessee chamou novamente. Sentindo que algo estava errado, deu leve tapinhas na bochecha de Amber. Seu coração saltou ao colocar os dedos sob o nariz dele. Sentiu a exalação constante. Ele então colocou o ouvido contra o peito nu de Amber. Afora o pulso acelerado, não havia nada de errado.
— Amber. Amber? Acorde, Amber!
— …Tennessee.
Sacudindo seus ombros e batendo levemente em sua bochecha, Amber, como se estivesse sendo puxado por um sonho, lentamente abriu as pálpebras.
— …Eu gosto de você.
Com sua voz que parecia de quem fala dormindo, a expressão de Tennessee tornou-se complexa. Ajoelhando-se, Tennessee viu o membro de Amber, que tinha escorregado de dentro dele, totalmente lambuzado de fluidos.
Uma coisa dessas tinha acontecido.
Amber não tinha nenhum problema grave. Ele simplesmente tinha perdido a consciência devido ao prazer avassalador.
Observando o pênis de Amber amolecer lentamente e soltar o fluido restante, Tennessee soltou um suspiro misto de alívio e exasperação. “Ele me deu um susto.”
Amber resmungava de forma incoerente em seu transe. “Eu sei, então acorde”, Tennessee insistiu.
“Perder a consciência por causa de um orgasmo. Sério…”
Finalmente sentindo-se aliviado, Tennessee moveu-se para o lado dele. Depois de dar um susto daqueles, ele parecia tão abençoadamente feliz.
Tennessee riu baixo.
Perder a consciência por um orgasmo era algo que Amber, um iniciante, não poderia ter imaginado. Também era a primeira vez que Tennessee presenciava algo assim.
— Nós somos compatíveis a esse ponto.
— Até na cama nós somos perfeitos, não somos?
Foi o que Amber disse assim que recobrou totalmente os sentidos. Tennessee estava revirando o chão bagunçado, tentando encontrar a razão para a camisinha ter rasgado.
— É isso aqui?
Em sua mão estava uma loção claramente cheia de óleo. Quando Amber assentiu, Tennessee não escondeu seu olhar exasperado.
— Você não teve educação sexual?
— Eu tive.
— Se você usar coisas como essa, as camisinhas rasgam.
Ele teve educação sexual, mas nunca prestou atenção de fato. Na época, Amber estava passando por uma fase tumultuada da adolescência, sonhando em ter sexo com Tennessee, e até seus sonhos molhados eram cheios de culpa apenas por beijá-lo.
Ele pensava: “qual é o sentido de escutar coisas inúteis se eu não vou passar a noite com Tennessee de qualquer forma?” Ele não queria ninguém além de Tennessee como parceiro e achava que viver sem nenhuma experiência sexual era inevitável. Mal sabia ele que essa ignorância voltaria para assombrá-lo.
Amber arrependeu-se dolorosamente por dentro.
— Você disse que tinha estudado bastante.
Principalmente sobre como minimizar a dor de Tennessee e maximizar o prazer dele. Amber admitiu que negligenciou a parte da camisinha.
— Amber-
— Nada de prisão domiciliar. Você vai me manter como um cão de guarda em vez de um amante?
Amber disse urgentemente. Da última vez, Tennessee tinha deixado passar com apenas dois e quatro dias, mas ele estava determinado a não deixar acontecer de novo. Vê-lo sair sozinho enquanto o deixava em casa? Ele preferia ter a cabeça estourada por um tiro. Amber estava falando sério.
— Onde você pegou o hábito de colocar seu amante em prisão domiciliar?
Mesmo enquanto provocava, Amber pressionou seus lábios contra os de Tennessee antes que ele pudesse realmente impor a prisão domiciliar. Foi para impedi-lo de falar.
— Pensando bem, é injusto. Se eu soubesse que ficaria de castigo, teria feito muito sem camisinha naquela época.
Vendo que ele estava falando meio a sério, Tennessee ficou boquiaberto.
— Você não gosta de camisinhas?
— Não, o certo é usar, mas…
Hesitando, Amber encostou a testa no ombro de Tennessee. Como os gatos às vezes fazem, ele se pressionava e se esfregava contra o corpo dele.
— Me deixe fazer sem às vezes. Como uma recompensa.
Os olhos de Amber brilharam secretamente.
Depois disso, Amber apelava por essa recompensa toda vez que fazia algo bem feito, e algumas semanas depois, ele pôde provar o doce fruto dessa recompensa pela primeira vez.
Com a promessa de uma recompensa, Amber não saiu da cama o dia todo. Posicionado entre as pernas de Tennessee, Amber conseguiu a inserção facilmente. Agora, com movimentos naturais, ele relaxou a parte de baixo e lentamente alargou a entrada com a glande.
— Você sabe que eu entrei até o fim?
Os dois corpos irradiando calor se tocavam. Assim que inseriu totalmente até a raiz, Amber, tremendo, perguntou. Tennessee assentiu, cobrindo os olhos com as costas da mão. A respiração de Tennessee estava aquecida, mas às vezes Amber precisava de mais do que apenas essa reação. Toda vez que ele se movia ativamente, o coração de Amber se enchia.
— Olhe para cá.
Quando Tennessee baixou os olhos, ainda cobrindo-os com a mão, Amber afagou sua bochecha.
— Abaixe a mão. Olhe para mim.
Entrelaçando seus dedos com os de Tennessee, Amber se abaixou. Seus narizes se roçaram suavemente, e sua língua empurrou bem fundo. Ao mesmo tempo, Amber começou a se mover com cuidado, puxando o quadril para trás devagar.
— Viu? Eu estou entrando.
— Haa… Eu sei.
— É uma sensação incrível… Ah, o cuzinho do Tennessee está apertando.
As bochechas de Tennessee, que nunca tinham ouvido palavras como aquelas antes, começaram a corar levemente. Amber não deixou passar.
— Você está com vergonha? Hoo… Você fica com vergonha enquanto recebe meu pênis?
— Pare com isso.
— Vai me punir se eu não escutar? Vai dar umas palmadas na minha bunda?
— Pare antes que eu realmente faça isso.
Amber, que vinha esfregando o nariz no pescoço macio de Tennessee e pressionando os lábios, gradualmente acelerou o ritmo. Segurando com força as mãos entrelaçadas, Amber gemeu sem qualquer fingimento.
— Ah, ugh!
Tennessee estava da mesma forma. Quanto mais faziam, maior o prazer se tornava. Inicialmente, a sensação lá atrás era apenas desconhecida, tornando-se gradualmente cosquenta e estranha, mas agora, toda vez que o pênis massivo de Amber estocava para dentro, espremia um prazer cristalino.
— Você está sendo desobediente. Deveria ser punido. Hum? Me puna, diga como vai fazer… Ah…
Ser punido com o pênis do Tennessee seria bom também. “Toque meus mamilos. Mais forte, ah, é bom… Deveria morder? Você sente aqui também, certo? Se eu morder aqui, hum… Você sabe? O quadril do Tennessee está balançando como se você quisesse estocar em mim.”
“Eu não dou conta disso”, Tennessee pensou.
↫─☫ Continua….
ᯓ★ Nenhuma das situações apresentadas neste capítulo referem-se/ se baseiam em fatos reais.
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✦ Tradução, revisão e raws: Lᥙ꧑ᥲ Hᥲrtzᥣᥱr