⌀ — Capítulo 12.3
↫─Capítulo 12.3
ᯓ➤ ATENÇÃO: Este capítulo contém descrições que podem causar desconforto/gatilhos. Recomenda-se cautela. Leiam por conta e risco.ⓘ
Apenas dois meses após se tornar namorado de Tennessee, já tinha havido cinco episódios até agora, e o período entre um pesadelo e outro estava encurtando gradualmente. E junto com isso…
Tic-tac…
Amber pensou ter ouvido o temporizador de uma bomba-relógio em rápida contagem regressiva.
O tempo fluía, e os episódios se tornavam mais violentos. Amber, observando do seu lado, sentia seu sangue secar com o pensamento de que não deveria esperar nada de Tennessee, acima de tudo. Por isso, ele escolheu manter a boca fechada. Não importa o que acontecesse, ele não podia deixar a situação chegar a um ponto em que seu amante sofredor tivesse que ser aquele a confortá-lo.
A frustração consumia Amber.
Eram 4 da manhã. Incapaz de dormir de forma alguma, Amber tinha acabado de sair para a sala de jantar. Ele se sentou no sofá e ligou a TV. Ele assistia apenas às legendas automáticas pretas fluindo pela tela, mantendo o som o mais baixo possível. A cena de bocas se movendo sem som parecia exatamente com ele mesmo. Gritando, mas sem nenhum choro sendo ouvido, lutando por ajuda, mas sem nenhuma linha de salvação descendo.
Seu peito parecia apertado. Com quem ele deveria conversar? Seus pais adotivos? Tennessee, que sofreria mais?
― Amber.
― Tennessee?
Assustado, Amber se levantou. Tennessee de alguma forma tinha saído para o corredor. Depois de checar o relógio, Tennessee perguntou:
― O que você está fazendo aqui?
― Não consigo dormir.
― …Eu te acordei de novo?
Ele estava falando sobre os episódios. Além dos episódios, Tennessee frequentemente mostrava sintomas de nictofobia* leve.
{*N/T:Nictofobia é um transtorno de ansiedade caracterizado pelo medo irracional, excessivo e persistente do escuro ou da noite}
Balançando a cabeça e abrindo os braços, Amber o abraçou completamente.
“Haah.”
Apenas depois de segurá-lo em seus braços Amber percebeu quão frio seu corpo tinha ficado, e ele exalou uma respiração trêmula de alívio.
“Ele está vivo. Arfando, mas ainda está respirando.” Era isso o que importava para ele. Amber superaria isso da mesma forma que fez seu caminho através do labirinto cheio de tragédia quando era jovem.
Amber só sabia que era a realidade quando Tennessee confirmava seu afeto por ele. Todo o resto era um pesadelo.
Infelizmente, eles nem sempre podiam estar juntos. Mesmo passando mais tempo juntos, durante os momentos separados, Amber enfrentava impulsos crescentes. Era o mesmo quando Tennessee ocasionalmente deixava a casa para o treinamento de reabilitação.
Como não era uma pessoa falante, a casa estava sempre silenciosa, quer Tennessee estivesse em casa ou não. No entanto, o silêncio que Amber sentia piorava quando Tennessee não estava lá. Era como se ele estivesse flutuando sozinho, sem ouvir ou sentir nada.
No silêncio, Amber pegou uma faca. No início, era apenas o desejo de fazer um buraco em um balão cada vez mais inflado. Seu peito parecia apertado. Tão insuportavelmente apertado. O mundo inteiro parecia cheio de água, e parecia que ele estava mal sobrevivendo, arfando por ar com o nariz tocando o teto.
“Eu posso fazer tudo por você, literalmente tudo o que for possível, então por que você não se apoia em mim?”
Sentado torto na borda da banheira, ele olhou para baixo em direção à sua coxa. A ferida já cicatrizada mostrava uma carne nova e branca. Uma vez que se automutilasse, Tennessee certamente descobriria. Apesar de sua natureza discreta, Tennessee tinha sentidos sensíveis e afiados. Ele era alguém que detectava imediatamente até mesmo a menor mentira… Mesmo sabendo disso, Amber não conseguiu parar.
Nem o próprio Amber sabia por que se automutilava. Para ele, não havia uma única solução clara, e seu redor era sempre incerto, então ele estava acostumado a não entender a si mesmo ou seu ambiente. Em todo caso, uma coisa que era clara era que ele sentia um impulso intenso.
E exatamente como Amber esperava, Tennessee rapidamente notou seu comportamento incomum.
― Amber.
― Sim?
Tennessee, que estava fazendo uma salada, olhou para Amber de cima a baixo. A água continuava jorrando, mas Tennessee parou o que estava fazendo. No silêncio, apenas o som alto de água corrente ecoava.
― Tire sua calça.
Quando Amber hesitou, Tennessee desligou a água.
― Deixe-me ver.
― …Eu.
Sua atitude hesitante era resposta suficiente. Uma gota de água caiu com um ping. Enxugando suas mãos molhadas, Tennessee colocou a tigela de salada no balcão.
― Você está bravo?
Tennessee silenciosamente guiou Amber até o quarto. Sua expressão era sombria, mas a mão que segurava a de Amber não tinha força alguma.
Tennessee ergueu a barra da cueca boxer de Amber, revelando a carne de sua coxa. Cascas frescas, mal secas, marcavam a pele. Os lábios de Tennessee se pressionaram em uma linha apertada. Ele comparou as cicatrizes velhas e desbotadas com as feridas frescas. As recentes eram piores – mais profundas, maiores.
― …Deveríamos procurar aconselhamento?
Diante das palavras calmas de Tennessee, Amber inclinou ligeiramente a cabeça.
― Você sabe que eu odeio essas coisas.
Antes de terminar com Tennessee, não muito tempo depois de se reencontrar com Hurston, Amber tinha recebido aconselhamento. Foi bom no começo. A famosa conselheira recomendada pelo colega de Elizabeth era gentil e às vezes oferecia perspectivas que Amber não tinha considerado.
Mas quanto tempo durou? Não muito depois de o aconselhamento começar, o desconforto de Amber cresceu cada vez mais. Sempre que Tennessee era mencionado, ou quando tópicos sobre Hurston ou memórias que constituíam suas partes essenciais vinham à tona, Amber enfrentava um desconforto insuportável. Ele mentia para Elizabeth para faltar às sessões, até mesmo explodia.
Seguir a sugestão de Elizabeth de tentar diferentes lugares também não funcionou. Depois de cada sessão, ele apenas se culpava mais. Sua mente nunca parecia mais clara.
“Por que alguém não vem e me diz a resposta? Por que me sinto assim? De todas aquelas crianças, por que eu? Por que ele teve que fazer aquilo? Por que não posso simplesmente me encaixar em uma vida normal?” Ele pensava sobre esse tipo de coisa.
Parecia que alguém estava mexendo em sua cabeça, forçando a abertura de uma caixa que ele tinha escondido lá no fundo. Para alguém como Amber, que lutava para confiar e sempre mantinha distância, a terapia não era diferente de beber suco oferecido por um estranho. Ninguém sabia se continha veneno, remédio, ou se era apenas suco comum. Normalmente, ele teria derrubado o copo imediatamente.
Amber empurrou a mão de Tennessee para longe. Foi uma rejeição gentil, porém firme.
― E você?
Tennessee fechou seus lábios ligeiramente entreabertos ao descobrir a contradição em suas palavras.
― Você também está sofrendo.
― Eu não quero.
― Então você não deveria me forçar também.
― …Certo.
A resposta de Tennessee foi breve, mas ambos reconheceram a emoção desconfortável por trás dela.
― Não diga dessa forma. Você poderia pelo menos tentar.
Embora soasse como uma súplica, a voz não pôde deixar de subir o tom.
― Você não pode fazer um esforço apenas uma vez? Apenas por um mês, que seja.
― Não.
Aquela resposta saiu desnecessariamente firme. Ele se manteve firme como uma parede.
― Por quê?
“Por que você não faz isso?”
Tennessee começou a duvidar se Amber estava ao menos pensando antes de falar. A emoção lentamente começou a congelar sua voz que tinha estado calma o tempo todo.
― Não pergunte sobre o que é óbvio.
― Como isso é óbvio? Não seja assim, apenas por um mês comigo-
― Não precisa se preocupar com isso. Sobre os seus problemas… vamos procurar outras soluções.
― Você não precisa que eu me preocupe…?
A essa altura, tanto Amber quanto Tennessee já tinham se levado de pé.
Amber tentou abaixar a voz, mas não estava funcionando. Mesmo quando ele perdia a compostura, a expressão de Tennessee permanecia assustadoramente inalterada. Para Amber, aquela calma parecia inumana. As emoções eram naturais, no entanto Tennessee parecia determinado a arrancá-las, como se acreditasse que elas voltariam como um bumerangue e o esfaqueariam na garganta.
― Se você fosse eu, você apenas confiaria em mim e deixaria para lá? Com a mentalidade de ‘ele vai se resolver sozinho’ ou algo assim?
― Eu não estava te dizendo para ignorar.
Amber lutou para manter a voz estável. Mas Tennessee continuava tirando sua raiva, querendo ou não.
― Se está ficando demais, pode ser bom voltar para Michigan por um tempo. Eu te dou a chave desta casa…
Amber mordeu o lábio, forçando para conter a onda de emoção. Depois de uma respiração profunda, ele conseguiu falar uniformemente.
― Não há nenhuma opção para resolvermos os problemas juntos na sua mente?
A sombra de frustrações passadas cresceu. Algo enorme, vasto o suficiente para cobrir as planícies, ergueu-se. Um monstro. Um que Amber já tinha enfrentado antes.
― É assim que você sempre lidou com os problemas? Passando eles adiante e os abandonando? Acreditando que eles voltarão bem assim que ficarem fora de vista por um tempo?
― Eu disse isso pelo seu-
― Tennessee.
Amber chamou por ele, recorrendo ao máximo de sua paciência.
― Você já pensou em me consertar?
Mesmo enquanto a frustração e o amargor rodopiavam dentro dele, Amber lutou para permanecer composto. Ele não podia exigir emoções e soluções de Tennessee unilateralmente.
― Se você acha que estou quebrado, você pensou uma única vez em me consertar? Não pensou, não é? Porque você sempre adiou isso… Sempre me deixando com a Megan, com a Elizabeth e o David, sempre apenas me deixando com alguém. Sempre que há um problema, você o passa para algum lugar, e quando eu retorno temporariamente remendado, você me usa até que eu me quebre de novo.
Pela primeira vez, o rosto de Tennessee perdeu a compostura.
― Você tem que falar dessa forma? Aquela foi a melhor escolha na época.
― …A melhor? Foi para mim também?
― Te consertar?
A voz de Tennessee subiu. Amber nunca o tinha visto perder a compostura antes, mas ele não estava nem um pouco assustado.
― Olhe para mim! Olhe quão quebrado eu fico todas as noites! Você acha que eu tenho o luxo de consertar alguém?!
Tennessee não entendia a raiva de Amber. Era a própria forma de Tennessee ser atencioso. Pelo menos ele pensava que Amber poderia se machucar menos se não tivesse que vê-lo neste estado.
Nas primeiras horas da alvorada, quando ele acordava com o som de seus próprios ganidos inconscientes, Amber tinha uma expressão tão calma e gentil quanto o céu noturno. Mesmo que os cantos de sua boca se contorcessem como se ele pudesse desabar a qualquer momento, ainda havia um esforço visível para permanecer firme, como um pilar inabalável.
Por isso, paradoxalmente, Tennessee temia cada dia. Temia que algum dia Amber olhasse para ele com um rosto obviamente cansado e sorrisse, que ele se encostasse nele em busca de calor enquanto murmurasse que está tudo bem, e então soltasse um suspiro exausto. Com medo de que ele se cansasse. E se ele ficasse cansado o suficiente, um dia…
Tennessee nunca tinha sentido tal culpa e sensação de dívida antes.
Como ele poderia se apoiar nele enquanto o fazia carregar tal fardo?
Tennessee rapidamente recuperou sua racionalidade. Sua voz bruta ficou calma depois de algumas respirações profundas.
― Volte para Michigan por um tempo. Tirar uma pausa em casa seria melhor do que aqui de qualquer forma.
― Por favor!
Amber estava tão frustrado que mal conseguia respirar.
― Pare de me mandar embora! Pare de tentar me jogar fora como se eu fosse bagagem!
― Você acha que estou te mandando embora sem sentir nada?
Amber tentou entender o desconforto e o orgulho de Tennessee. No entanto, Amber sabia o que havia por baixo, além do espelho, abaixo da superfície ondulante.
― Amber, eu estou tentando também, mas-
― Tentando? Você não está tentando de forma alguma. Nem um pouco.
Ele sabia que nunca poderia entendê-lo totalmente. Era presunçoso, mas Amber não conseguia parar. A verdade que ele esteve observando o tempo todo, mas nunca se atreveu a puxar para fora, agora tomava forma.
― Você acha que não merece ser feliz.
Tennessee acreditava que não merecia. Que tinha cometido pecados grandes demais, que até o arrependimento estava além do seu alcance. Por isso ele queria fugir.
Tennessee esfregou a testa brutalmente.
― Eu sei que você não é nenhum herói ou santo. Se necessário, você mataria sem hesitação… Mas por que você é tão cruel consigo mesmo?
― Não fale bobagem.
― Se ignorar isso faz você se sentir melhor, vá em frente. Você sempre fugiu de qualquer forma.
Amber não segurou a língua.
― Corra, corra, corra. Sempre foi assim.
― Cuidado com a boca.
― Refute se eu estiver errado.
Tennessee abriu os lábios para cuspir palavras duras. E quando a voz subiu até sua garganta-
― …
Tennessee não conseguiu falar.
Antes de conhecer Amber, os padrões de vida de Tennessee tinham sido sempre subjetivos. Ele se julgava apenas até o ponto em que isso não o levasse à ruína. Mas depois de conhecer Amber, aqueles padrões flexíveis abruptamente se tornaram rígidos, não deixando espaço para erros. A lacuna entre como Amber o via e como ele se via se alargava, ficando mais insuportável a cada dia.
― Você passou a vida inteira correndo, mas quando realmente importou, você não conseguiu. Você é um covarde que não conseguiu nem fugir, então em vez disso, se afogou em culpa. Você sempre encontra desculpas. Eu nunca conheci um mentiroso tão cruel quanto você.
Apesar das palavras afiadas, o tom de Amber era surpreendentemente calmo. Tennessee sentiu que ele esteve esperando por este momento, o momento de expor toda essa humilhação e vergonha diante dele. Era um beco sem saída.
― Porra, isso é por sua causa.
Tennessee finalmente cuspiu como se mastigasse as palavras. Mesmo ouvindo diretamente o ressentimento de Tennessee, Amber não se machucou nem um pouco. A razão pela qual Tennessee o ressentia não era porque ele tinha feito algo errado, mas porque o tinha feito reconhecer a verdade.
― Eu nunca fui assim antes. Nunca tive pensamentos tão estúpidos antes! Eu sabia que era uma pessoa ruim, mas nunca me odiei tanto. Entende? Eu não era assim nem quando era jovem.
Tennessee tinha passado por muita coisa. Ele tinha vivenciado todo tipo de coisa, contudo só se permitia sentir emoções dentro de limites estritos. Sua vida sempre tinha sido controlada. Mas de repente, ouvir o som do jovem Amber correndo em sua direção, ver aquele sorriso debochado e o cabelo preto bagunçado pelo vento… algo se agitou dentro dele.
Culpa.
Ele nunca tinha sido feliz, então nunca teve que pensar sobre felicidade.
― É por isso que você está sofrendo tanto?
Diante da pergunta de Amber, Tennessee balançou a cabeça firmemente. Então ele ansiosamente esfregou a testa e suspirou. Amber esperou pacientemente.
E depois que alguns minutos se passaram. Finalmente, ele acenou com a cabeça levemente.
― Sim.
― Doía mais quanto mais feliz você estival comigo? Porque você sentia que não merecia?
― …Sim.
― …Eu te faço infeliz?
― …Não.
Ele só tinha querido se tornar completamente um só. Mesmo que não lhe fosse permitido.
Ele se lembrou dos cartazes, folhetos e livros que Amber tinha trazido quando confessou querer deixá-lo incapacitado. Com quais lutas Amber teve que lidar para resistir?
― Não há requisitos necessários para se poder ser feliz, Tennessee.
― Olhe para mim. Eu sou um bom exemplo de alguém não qualificado.
Se a frustração de Amber vinha de uma impotência profundamente enraizada, a de Tennessee vinha de uma culpa profundamente enraizada. Não era algo que pudesse ser magicamente consertado em um instante. Mas Amber não desistia facilmente.
Tanto quanto sua vida tinha sido uma série de desgraças, tinha sido também uma série de desafios contra essas desgraças.
― Então, será que eu mereço?
Tennessee acenou com a cabeça para Amber, que estava colocando a mão em seu peito. Ele não sabia a quem era dado o direito à felicidade, mas Tennessee acreditava que Amber, mais do que qualquer outro, tinha o direito de ser feliz.
― Se você tem pecados, eu não posso levá-los embora?
― …Amber.
― Eu vou me tornar uma pessoa melhor. Eu vou tentar mais. Nós não podemos ser felizes juntos?
Amber falou em uma voz baixa e afundada.
― Não se preocupe com a minha dor. Eu não sou uma criança. Eu não vou desabar se você se apoiar em mim.
E como quem se aproxima de uma fera selvagem, Amber cuidadosamente estendeu a mão. Quando Tennessee não evitou, as pontas dos dedos de Amber, sua palma, e logo seu corpo inteiro fizeram contato. Era um abraço onde as almas se entrelaçavam. Tennessee fechou os olhos.
“Eu quero viver.”
Tennessee pensou.
Mesmo se ele fosse um ser que não pudesse se orgulhar diante de Deus, ele queria viver direito. Ele queria viver a vida que não tinha se atrevido a esperar.
― Se você vai sentir dor, sinta dor na minha frente. Por favor me aceite. Eu não sou mais uma criança.
Dada a pura audácia da bronca de Amber hoje, Tennessee pensou ironicamente que não, ele definitivamente não era uma criança. Por um momento, as palavras o tinham irritado, mas não doeram.
O véu final, fino porém escuro, finalmente se rasgou, e a luz do sol brilhante jorrou através da casca quebrada.
― …É, você está certo.
Tennessee finalmente admitiu que parecia tão desajeitado com relacionamentos quanto Amber não estava familiarizado em ser um amante. Ele estava certo. Em vez de mandá-lo embora para Michigan como esteve esperando para fazer, eles tinham que encontrar um caminho a seguir juntos.
― Peça desculpas para mim.
― …Me desculpe.
― Eu aceito suas desculpas.
Mas Amber avisou em uma voz baixa que, se ele tentasse mandá-lo para Michigan de novo, ele não sabia o que faria. Tennessee soltou uma risada rouca. No entanto, ele acenou com a cabeça firmemente.
↫─☫ Continua…
ᯓ★ Nenhuma das situações apresentadas neste capítulo referem-se/ se baseiam em fatos reais.
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✦ Tradução, revisão e Raws: Lᥙ꧑ᥲ Hᥲrtzᥣᥱr