⌀ — Capítulo 12.1
↫─Capítulo 12.1 – Mentiroso Cruel
Embora Tennessee tivesse dito claramente que seria apenas por hoje, Amber arrumou a cama meticulosamente, como se aquele fosse se tornar o lugar deles de agora em diante. Ele até perguntou de que lado deveria se deitar.
― Não importa.
― Tenho certeza de que importa.
― …
Tennessee simplesmente ignorou a implicação daquelas palavras.
― Ah, você está com muito sono?
Tennessee, que tinha terminado perfeitamente de se preparar para dormir, incluindo escovar os dentes, respondeu como o cão de Pavlov a partir do momento em que Amber entrou no quarto. Seus olhos, que carregavam um brilho peculiar, piscaram. Quando Tennessee se deitou, Amber o abraçou cuidadosamente por trás.
No início, foi um abraço leve, mas logo o peito de Amber se pressionou contra as costas de Tennessee. Quando Tennessee estava prestes a adormecer, Amber já estava com um braço ao redor de sua cintura e o outro encaixado sob sua nuca, segurando-o profundamente contra o peito.
Ele estava claramente em seus braços, contudo se sentia tão ansioso. Seu coração esfriou. “Alguém poderia sentir medo por estar feliz demais? Isso era normal?”
Ninguém lhe ensinou o que era o amor ou explicou o que significava a plenitude. Alguns lhe ofereceram imitações, enquanto outros apresentaram versões mal remendadas. Talvez algumas fossem coisas genuínas que pareciam falsas. Mas Amber não tinha como saber se eram imitações ou genuínas. Independentemente da autenticidade dessa plenitude, ele não queria receber nada, a menos que viesse de Tennessee.
Assim, Amber não questionou sua ansiedade natural. Nada se encaixa por conta própria. Sempre se tinha que trabalhar duro e merecer o direito a algo. Por isso, Amber pensou que era natural que, para ser feliz a esse ponto, ele tivesse que conviver com esse nível de ansiedade e frio como pagamento.
― Amber.
Amber percebeu tardiamente que tinha enterrado os lábios na nuca de Tennessee e, não satisfeito apenas com isso, tinha mordido, lambido e sugado até deixar três marcas escuras.
Quão flagrante deve ter sido para Tennessee, que geralmente não acordava fácil quando dormiam juntos, emergir de seu sono profundo.
― Me desculpe, eu não queria te acordar.
― O que houve?
― Não é nada, volte a dormir.
― Amber.
Ao chamado repetido, Amber ajustou a forma como segurava Tennessee. Ele não sabia o que dizer.
― Por que você não consegue dormir?
Tennessee se lembrou de como Amber vinha ficando acordado até tarde especialmente nestes dias. Tinha sido assim desde o primeiro dia deles como amantes.
― Não é nada.
― Quer dar uma volta?
― A esta hora?
Ele não fazia promessas vazias. Enquanto Amber se levantava tonto de sono, Tennessee já tinha deixado a cama e vestido um moletom.
― Quer dar um passeio de carro por aí?
― Eu gostaria.
Qualquer coisa estaria bem. Fosse um desvio momentâneo ou uma longa jornada. Onde quer que o destino fosse, contanto que estivessem juntos.
── ⋆⋅☆⋅⋆ ──
Tennessee estava indo naturalmente para o banco do motorista, mas pensou por um momento e entregou as chaves do carro. Quando Amber as recebeu, Tennessee apontou na direção do assento do motorista.
― Você vai ficar com sono depois de dirigir por um tempo.
― Boa ideia.
― E você pode ver a vista noturna de que gosta.
― Você sabia?
― Claro, você ainda fica aéreo olhando para ela às vezes. Ainda mais que no começo, na primeira vez que veio para chicago.
No estúdio com a vista noturna, o jovem Amber passava longos períodos, sem nunca se cansar, olhando para lá embaixo. Às vezes observando cuidadosamente, como se examinasse cada vida individual que passava sob seus pés, e outras vezes olhando para as estradas com um olhar contemplativo, de queixo apoiado.
“O que tinha capturado tanto o seu coração?” Na época, Tennessee tinha escolhido não perguntar.
Amber abriu a porta do lado do motorista com um sorriso.
Assim que ele afivelou o cinto de segurança, o carro saiu suavemente. Assim como tinham feito antes, eles dirigiram sob as luzes amarelas dos postes com todas as janelas totalmente abertas, deixando o ar fresco entrar. O vento bagunçou o cabelo deles completamente. Embora estivesse frio, trazia uma sensação igualmente libertadora que limpava suas mentes.
― Acho que estou mais acordado porque estou me sentindo bem.
Amber disse com um sorriso revigorante enquanto encarava o vento.
― É?
A mão de Tennessee de repente se estendeu. Passando o volante, passando o peito de Amber, ele se inclinou perto o suficiente para que seus aromas se misturassem. Logo as janelas foram se fechando uma a uma.
Depois que todas as janelas, incluindo o teto solar, foram fechadas e o vento parou, Amber pensou levemente que talvez ele quisesse que fossem fechadas, mas a mão de Tennessee, em vez de retornar ao seu lugar, parou em algum ponto. Era um local ambíguo que não podia ser chamado exatamente nem de joelho nem de coxa.
“Humm”. Amber olhou para Tennessee, que estava olhando direto para a frente, e depois se concentrou em dirigir. Embora fosse uma cidade sem sono, não havia muitos carros devido à hora tardia. Ocasionalmente, carros passavam por ambos os lados, iluminando brevemente as sobrancelhas elegantes de Tennessee antes de desaparecerem.
“Humm.”
Olhando agora, a mão de Tennessee tinha subido um pouco mais. Ele podia sentir a palma da mão dele em sua coxa. Embora fosse apenas uma mão, seu peso era tudo menos leve.
“Está quente.”
Amber sentiu sua garganta queimar e tentou ligar o ar-condicionado. Quando ele se moveu ligeiramente para apertar o botão, a mão de Tennessee deslizou para perto de sua virilha.
As pontas dos dedos dele estavam tocando a parte interna da coxa. Amber umedeceu a língua, sentindo uma resposta vindo. Ele olhou para Tennessee, mas não conseguiu ler sua expressão exata, pois ele estava olhando pela janela.
― Deveríamos dar mais uma volta?
Sem responder, Tennessee apontou para um local. Além da hora tardia, era um acostamento isolado onde as pessoas normalmente não viriam.
― Tudo bem parar aqui?
― Você pode parar em qualquer lugar.
As mesmas palavras, mas com significados claramente diferentes. Amber umedeceu a língua. Era um sinal óbvio que qualquer um, menos um tolo, notaria. Seu corpo, que esteve esperando por uma oportunidade o tempo todo, inflou instantaneamente após o sinal de Tennessee.
Embora a calça de moletom pudesse esconder, ela não conseguia ocultar um pênis ereto. O contorno da ereção massiva aparecia claramente.
― Isso foi rápido.
― Hnngh.
Amber respirou fundo quando seu pau foi agarrado através do algodão da calça de moletom. Tennessee brincalhonamente o acariciou para cima e para baixo. O membro, que já estava crescendo, ficou ainda mais impressionante.
Incapaz de se segurar, Amber empurrou o banco do motorista para trás.
― Venha aqui para cima.
― O quê?
― Tennessee, por favor.
As palavras de Amber sempre tomavam a forma de pedidos. Mas no sentido de que Tennessee não podia recusá-las, as palavras de Amber eram mais como ordens do que súplicas.
Montando em Amber com as pernas abertas, Tennessee acariciou sua testa.
― Olhe para isso.
Ele deu um leve toque na bochecha de Amber, dizendo para ele olhar para baixo. Amber teve que assistir enquanto dois membros eretos colidiram através de suas roupas, fazendo sons molhados, enquanto se esfregavam, e depois se pressionavam com força um contra o outro.
Quando Amber jogou a cabeça para trás de prazer, Tennessee mordeu seus lábios que pareciam prestes a secar.
― Hnng…
Amber gemeu entre os dentes enquanto os membros deles se pressionavam com força um contra o outro. Foi uma sorte ele estar reclinado contra o encosto. Caso contrário, ele certamente teria desabado.
“Onde eu deveria colocar minhas mãos… Ah”.
Ele nem conseguia completar seus pensamentos direito. Tennessee começou a fazer movimentos lentos de quadril. Com sua mente ficando turva de prazer, Amber apressadamente envolveu os braços ao redor da cintura de Tennessee.
Passando a cintura firme, porém sensualmente masculina, suas mãos alcançaram as nádegas bem desenhadas. Ele as segurou completamente com ambas as mãos. Com olhos aquecidos, Amber observou enquanto Tennessee, longe de mostrar qualquer descontentamento, ostentava um leve sorriso.
― Boca, haah―
Beijar enquanto se movia era um hábito de Tennessee, e seguir sua liderança tinha se tornado um hábito de Amber também.
Beijando apressadamente, Amber segurou as nádegas firmemente em suas mãos. As ereções deles se esfregavam uma contra a outra.
― Haah, ah, tão gostoso.
― Hnh, você gosta?
― Sim, mais forte, mais…
Parecia que sua parte inferior estava queimando. Abaixo dos joelhos, ele sentia como se fosse simplesmente derreter.
Se fosse ele, ele poderia ter apenas se movido para a frente e para trás sem técnica. Amber pensou confuso que Tennessee parecia ter um talento para cativar completamente a alma de alguém. Ou talvez fosse bom apenas porque era Tennessee, ou talvez ambos.
― Não está prestando atenção? Foco Amber!
― Ugh.
Amber estremeceu quando seu mamilo foi beliscado.
Ele era alguém que realmente não esteve ciente da existência de seus mamilos até conhecer Tennessee. Mas com o passar do tempo, ele percebeu que, quando excitado, seus mamilos ficavam eretos como seu pênis, ficavam mais vermelhos, e o prazer se intensificava quanto mais eles eram amassados com a língua, ou quanto mais ele mordia e sugava os mamilos de Tennessee entre os dentes.
Empurrando brutalmente a camiseta de Tennessee para cima até a clavícula, Amber esticou o pescoço para morder profundamente o mamilo dele até que os sons molhados enchessem suas orelhas. Ele segurou o mamilo com os lábios e sugou forte, depois o soltou com um estalo para admirar a cor mais profunda. Então amassou o centro do mamilo com a ponta da língua e o circulou.
Conforme a respiração de Tennessee ficava mais bruta, a frente de Amber ficava mais molhada. Amber esperava que Tennessee vazasse mais fluidos até que ele encharcasse completamente seu membro.
― Amber…
― Si―, haah, sim?
O movimento, que tinha sido regular e lânguido como um balanço, começou a se intensificar. Conforme Tennessee colocava mais força em seus movimentos de quadril, tanto a respiração deles quanto os sons de fricção ficavam mais altos.
Encarando sem parar os lábios molhados de Tennessee, Amber não conseguiu se segurar quando Tennessee lambeu os próprios lábios.
― Hngh…!
Vendo a expressão de Amber arrebatada pelo prazer, Tennessee também alcançou seu limite.
“Ah, está vazando”.
Enquanto respirações reprimidas explodiam, Amber tremeu finamente, sentindo o orgasmo de Tennessee. Parecia que uma tempestade tinha passado. Seu corpo inteiro estava quente, e especialmente a parte de baixo estava uma bagunça com suor e fluidos. O prazer se acumulou entre suas coxas, parecendo estagnado em vez de fluir.
Enquanto Amber segurava Tennessee e tomava fôlego, este puxou o ombro para trás. Então uma mão de repente foi para a virilha dele.
― Ficou sujo.
Logo os dedos que emergiram de fora da calça estavam brancos e molhados.
― Nós deveríamos limpar isso, Amber. É o que os bons garotos fazem.
― Sim.
O que quer que Tennessee lhe desse. Amber de bom grado colocou a língua para fora. Os dedos, ainda mantendo o calor, tocaram sua língua. Amber moveu a língua sem nenhuma hesitação. E olhando para cima, ele confirmou que o prazer tinha se acumulado nos olhos de Tennessee também.
Amber não era de ficar parado. Depois de lamber os dedos com sons de sucção, Amber exibiu um sorriso revigorante. Antes que Tennessee pudesse notar e tentar se afastar, ele o segurou firmemente e beijou seus lábios.
Embora Tennessee tenha esticado o pescoço para longe, quando Amber seguiu seu movimento, Tennessee graciosamente concedeu a derrota. Ele abriu os lábios e estendeu a língua para recebê-lo.
Amber arfava por um prazer de um tipo diferente, não físico. Era porque apenas o entrelaçar das línguas criava uma ilusão de suas almas estarem juntas.
― De agora em diante, me diga antes de gozar.
Tennessee disse entre respirações arfantes.
― Se você abrir as pernas toda vez que eu estiver prestes a gozar, eu digo.
“Haha”. Com uma risada curta, Tennessee admitiu limpamente a derrota.
Já era tarde quando eles deixaram a cama. Depois de dirigir pela cidade e do ato travesso deles, era natural que o dia estivesse amanhecendo.
Fosse por ter suado ou por ter ficado acordado quase a noite toda, no momento em que chegaram em casa, os olhos de Amber estavam meio fechados.
Ao retornar para casa, Amber naturalmente se deitou na cama de Tennessee, como se fosse seu lugar designado. Embora ele tivesse dito claramente que seria apenas por hoje, seu gesto descarado sugeria o contrário.
― Por que você está deitado aqui?
Tennessee protestou fracamente, mas
― O dia de hoje ainda não acabou.
Com aquelas palavras, Amber instantaneamente quebrou suas defesas. Ainda parado junto à porta, Tennessee observou enquanto Amber, deitado de lado, estendia um braço. Ele endireitou brutalmente a roupa de cama ao lado da sua e deu umedecidas nela. Significava: ‘venha se deitar’.
― Você está sendo petulante de novo.
Apesar de sua reclamação, Tennessee se deitou ao lado de Amber.
Bocejando, Amber enterrou o nariz na nuca de Tennessee. O aroma de Tennessee era sempre fraco. Ele só conseguia cheirá-lo quando o segurava firmemente em seus braços, ou assim, enterrando o nariz em sua pele. Sempre que sentia esse aroma, Amber sentia seu coração se acalmar. Isso deixava as pessoas loucas enquanto, simultaneamente, as tornava pacíficas.
Amber exalou satisfeito, e o cabelo curto de Tennessee balançou com sua respiração. E assim Amber virou as páginas do tempo indefinidamente, perdido em pensamentos.
Ao contrário de Amber, que estava profundo em contemplação enquanto segurava Tennessee, Tennessee já tinha caído em um sono profundo há muito tempo.
― Já dormiu?
Apenas uma respiração constante podia ser ouvida. Amber olhou para a janela, que estava gradualmente ficando mais clara. Era um momento mais adequado para o início da manhã do que para a alvorada.
Tanto tempo já se passou. Eu deveria dormir pelo menos um pouco. Justo quando Amber pensou isso e estava prestes a fechar os olhos.
― Saia de perto.
― …Tennessee?
Seus olhos sonolentos se abriram de golpe. Amber rapidamente ergueu a parte superior do corpo. Não era a voz habitual de Tennessee.
― Tennessee.
Tennessee, que até pouco antes estava dormindo pacificamente de lado, agora tinha o rosto contorcido e coberto com as palmas das mãos.
― Caia na real.
As pontas dos dedos de Amber roçaram levemente no ombro de Tennessee, mas Tennessee se assustou como se fosse granizo atingindo-o. Ao solavanco repentino de seu corpo, Amber puxou a mão de volta. Tennessee, que esteve balançando a cabeça, estava gradualmente se encolhendo sobre si mesmo.
― Tennessee.
Amber o chamou em uma voz baixa. Tennessee arfou. Respirações brutas ondularam, e suas pontas dos dedos se tensionaram com força teimosa.
― Não faça isso, você está se machucando, Tennessee, não faça.
Longas linhas vermelhas apareceram na pele de Tennessee por causa de suas unhas firmemente fincadas. Seus braços e pernas, cheios de tensão, tremiam finamente.
Tennessee encolheu o corpo. Naquela cena, Amber viu tanto dor quanto resignação. A resignação e a aceitação que aparecem nos olhos de alguém quando o céu fica totalmente preto e o mundo caminha para o seu fim. As convulsões de Tennessee, assim, estimulavam todas as emoções de Amber.
― Tennessee.
Ele o chamou com uma voz trêmula. Ele nem conseguia tocá-lo. Exceto pelos estágios iniciais da crise, ele não reagia sensivelmente aos carinhos de Amber ou aos toques reconfortantes. Como se se lembrasse de um toque familiar. No entanto, agora ele estava agudamente alerta até mesmo à respiração de Amber.
Com uma voz cada vez mais rouca, Tennessee disse através de seus gemidos:
― Por favor.
Era uma súplica.
― Me deixe em paz.
Era também uma rejeição cruel. Arfando, Amber abaixou a cabeça. Embora seu corpo estivesse sem ferimentos, sangue estava fluindo em algum lugar. Ele podia se sentir ficando encharcado no sangue acumulado.
― Por favor, me deixe em paz.
Conforme as palavras de Tennessee continuavam, Amber engoliu suas lágrimas. No sangue acumulado, algo escuro se ergueu. Era uma dor massiva, tristeza e ansiedade, tudo de uma vez. Era a soma de todos os pesadelos e medos que Amber possuía. Com um corpo gigantesco e um rugido de leão, aquilo agarrou a garganta de Amber.
― …Você quer que eu te deixe em paz?
Com os pulsos atados por pura dor, Amber se levantou. Depois de encarar Tennessee por um longo tempo, ele deixou a cama. Os gemidos cheios de dor de Tennessee cortavam seus lóbulos da orelha como pontas de flecha.
Amber foi para a cozinha e ligou a máquina de café. Era para pegar água quente. Depois de um episódio, Tennessee frequentemente terminava com feridas por todo o corpo e a garganta rouca. Ele planejava preparar um chá para ele.
Ele pegou xícaras de chá, folhas de chá, ataduras e pomadas. Olhando para aquilo disposto no balcão da cozinha, Amber de repente mordeu o lábio.
Que aquilo era tudo o que ele podia fazer por alguém com tanta dor. Tornou-se insuportável.
Lágrimas se acumularam. Limpando a garganta que estava ficando sufocada com lágrimas, Amber moveu suas mãos trêmulas. Então Amber finalmente derramou lágrimas ao cair na real.
Mesmo depois de passar a vida diária com ele e se tornarem amantes, Amber sempre sofria de uma ansiedade vaga de que algo não tinha acabado. Um medo sem forma de que uma crise espreitando em algum lugar, esperando por sua chance, atacaria a qualquer momento.
Até agora, Tennessee tinha sido alguém que nunca se esquecia de tomar de volta a felicidade que tinha dado, e a vida de Amber tinha sido uma coleção de tais momentos. E a tragédia não tinha se esquecido de bater à sua porta. Finalmente, o momento de terror tinha chegado.
Quando percebeu que este era aquele exato momento, Amber, familiarizado com a ansiedade, paradoxalmente sentiu alívio.
Ah, então é isso. Esta deve ter sido a causa dos meus medos e ansiedades.
Tal era a sua frustração e o seu alívio.
── ⋆⋅☆⋅⋆ ──
Quando era mais jovem, Amber temia a dor, mas não a morte. Não, ele mal se lembrava de ter pensado sobre vida e morte em primeiro lugar. Cada dia passava rápido, mas não deixava memórias, e ele estava ocupado apenas sobrevivendo a cada dia, arfando por ar.
Naquela época, ele temia o amanhã que viria. Ele pensava que seria apenas outro dia doloroso, e talvez por causa dessa mentalidade, até mesmo pequenas dificuldades frequentemente apareciam como barreiras intransponíveis.
No entanto, depois de conhecer Tennessee, sua vida mudou dramaticamente. Cada dia era tão brilhante que Amber, pela primeira vez, começou a temer a morte.
↫─☫ Continua…
★Nenhuma das situações apresentadas neste capítulo referem-se/ se baseiam em fatos reais.★
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✦ Tradução, revisão e Raws: Lᥙ꧑ᥲ Hᥲrtzᥣᥱr