Spin Off 01.2
❀ 7 Minutes Of Heaven 1 – Parte 2
Spin Off – Jealous Type
— Por quê? Eu pareço bêbado? Meu rosto está vermelho?
— Na verdade, não.
— Toque aqui. Meu rosto está quente. Hein?
Chase inclinou o rosto e começou a se esfregar contra Jeong-in.
Dos dois, Jeong-in era quem mais gostava de beber. Jeong-in sempre ficava bêbado primeiro, e Chase cuidava dele, então Jeong-in nunca tinha visto Chase realmente bêbado.
Agir de forma fofa e dengosa parecia ser o hábito de bebida desse homem grande. Até seu jeito de ficar embriagado era adorável.
— Suspiro, tão fofo…
— Sério? Eu sou fofo?
Justin balançou a cabeça, observando os dois. Então, ele ajudou Sebastian, que estava debruçado sobre a mesa, e se levantou.
— Jay, leve a personificação do ciúme lá para dentro. Eu cuido das coisas por aqui.
— Obrigado, Justin.
Chase, que se levantara seguindo Jeong-in, olhou mais uma vez para o adormecido Sebastian.
— Apenas… jogue esse cara no mar. Em algum lugar por onde eu o encontrei mais cedo. Mande-o para Atlântica! Que tal?
Jeong-in balançou a cabeça como se achasse aquilo patético e puxou a mão de Chase.
— O que você quer dizer com “que tal”? Você também está bêbado. Venha aqui, Chay.
— Quer saber? Jeong-in, você fica tão sexy quando me dá ordens.
— Cale a boca e me siga.
Chase fez um movimento de fechar um zíper sobre os lábios com a mão e deu uma risadinha.
A pronúncia levemente arrastada a cada palavra, a tontura evidente em seu andar, sua expressão desarmada e seu comportamento afetuoso… embora o repreendesse com palavras, os lábios de Jeong-in não conseguiam esconder o sorriso.
Enquanto entravam no prédio do resort e atravessavam o saguão, Chase olhava para Jeong-in como um retriever cheio de lama que tivesse pulado no barro contra a vontade do dono.
— Jeong-in… você está bravo?
— Não. Por quê?
— Eu bebi como eu quis. Fiquei com medo de você estar com raiva.
Com essas palavras, Jeong-in parou de caminhar. Ele se virou lentamente e olhou para Chase. Era estranhamente excitante ouvir um homem tão grande e forte dizer que estava com medo.
— Você tem medo de mim?
— Não é isso…
— Eu gosto que você tenha medo de mim.
Chase piscou algumas vezes com os olhos anuviados pelo álcool e disse:
— …Estou com tanto medo que acho que posso desmaiar.
Com um som de notificação, o elevador chegou. Felizmente, não havia mais ninguém no elevador tarde da noite.
Assim que as portas se abriram, os olhos de Chase escanearam agudamente a localização das câmeras. Ele apontou para um ponto cego, então imediatamente puxou Jeong-in para um canto e, antes mesmo que as costas dele tocassem a parede, seus lábios se encontraram.
Um som úmido explodiu entre seus lábios, e uma língua quente e molhada invadiu sua boca.
Uma massa latejante de carne rodopiava freneticamente dentro da boca de Jeong-in, explorando as membranas mucosas macias e as gengivas por dentro de suas bochechas.
Suas salivas se misturavam. O mesmo acontecia com o forte aroma de álcool que pairava no ar.
A presença dele preenchia a boca de Jeong-in a ponto de causar fadiga na mandíbula, forçando-a a se abrir totalmente. Enquanto sua cabeça se inclinava naturalmente para trás, a mão grande de Chase acunhava a nuca dele e a segurava com firmeza.
Preocupado que o elevador pudesse parar no meio do caminho, os olhos de Jeong-in continuavam dardejando em direção à porta. Na fronteira entre a mistura súbita de tensão e excitação, seu coração batia como louco.
No momento em que seus lábios se separaram, Jeong-in respirou curto e empurrou o ombro de Chase com a palma da mão.
— Hup… Chay. Nada mais do que isso.
Então, Chase enterrou o rosto no pescoço de Jeong-in em vez de seus lábios e inalou profundamente. O calor que se imprimia onde quer que a bochecha e os lábios de Chase tocavam espalhou-se rapidamente por todo o corpo de Jeong-in.
O elevador parecia estar subindo lentamente, como se deliberadamente ganhasse tempo para eles.
— Você tem um cheiro muito sexy, sabia?
A voz dele ecoou perto do lóbulo da orelha de Jeong-in. Uma voz baixa e rouca, próxima de um sussurro.
Como se para provar suas palavras, a área abaixo deles estava rígida. Como ambos usavam shorts finos, o volume era ainda mais gritante. De fato, olhando de relance para baixo, o centro dele havia crescido tanto que parecia perfurar os shorts, deslocando-se em direção à coxa.
Chase pressionou a virilha firmemente contra Jeong-in e esfregou-se sugestivamente, depois recuou um pouco antes de empurrar para frente. Um solavanco como uma corrente elétrica percorreu todo o seu corpo. As mãos de Chase, que estavam envolvidas em sua cintura, desceram para apertar as nádegas de Jeong-in. Uma voz viscosa fluiu pelos contornos de sua orelha.
— Haa… Eu quero colocar logo.
Bem nesse momento, as portas do elevador se abriram, e Jeong-in empurrou Chase rapidamente. Ele viu o rosto de Chase, encharcado tanto de embriaguez quanto de luxúria.
Chase imediatamente agarrou o pulso de Jeong-in e caminhou a passos largos pelo corredor. Jeong-in o seguiu, com as pernas tremendo.
A caminhada até a suíte de canto na extremidade oposta do corredor pareceu excessivamente longa. A excitação anterior os impulsionava para frente. Seus peitos subiam e desciam com o esforço.
Assim que a porta do quarto se abriu, os dois tombaram para dentro.
Antes mesmo que a porta pudesse fechar, seus lábios se encontraram ferozmente. Chase puxou Jeong-in para um abraço e o empurrou contra a parede.
Um impacto surdo espalhou-se quando suas costas atingiram a parede. Na lacuna criada quando Jeong-in soltou um gemido curto, “Ah”, a língua de Chase entrou rapidamente. Sua língua, tendo conquistado o interior da boca, explorava cada canto com movimentos suaves, porém brutos.
A mão de Chase agarrou a fina camisa xadrez que Jeong-in estava vestindo e a puxou para baixo. Ouviu-se um som como se o tecido tivesse rasgado.
Ele não conseguiu resistir à força da investida de Chase. Cambaleando para trás, Jeong-in perdeu o equilíbrio. Thump, suas costas bateram na parede novamente. Mas ele sequer sentiu a dor.
Desta vez, Jeong-in despiu Chase. Ele deslizou a mão sob as costas largas de Chase, agarrou a bainha de sua camiseta e a puxou direto para cima. Até o breve momento em que seus lábios se separaram para remover a camisa pareceu lamentável.
O beijo continuou enquanto eles batiam contra a parede. Os corações dos dois pressionados um contra o outro batiam como loucos. Parecia que haviam se tornado um só corpo.
Jeong-in levantou uma perna e a envolveu ao redor do corpo de Chase, e Chase, como se estivesse esperando, apoiou firmemente as nádegas de Jeong-in por baixo e o levantou. Eles estavam desesperados para pressionar seus corpos perfeitamente unidos ainda mais perto.
As roupas que haviam descartado estavam espalhadas pelo chão como migalhas de pão ao longo do caminho que percorreram.
Os dedos dos pés de Jeong-in arrastavam-se pelo chão enquanto ele era conduzido em direção ao quarto. Finalmente, seus corpos entrelaçados desabaram sobre a cama.
Um suspiro quente escapou de entre os lábios de Jeong-in enquanto ele deitava no colchão que balançava.
— Haah…
Chase subiu sobre Jeong-in como uma fera. Sua grande sombra engoliu Jeong-in.
Embora fosse tarde, todas as luzes estavam acesas, tornando o quarto claro o suficiente para ver até a menor mudança na expressão um do outro.
O olhar de Jeong-in caiu sobre o corpo nu de Chase. Ao observar seus ombros, as diferenças étnicas eram marcantes.
Ocidentais muitas vezes possuem clavículas geneticamente mais longas e caixas torácicas mais amplas, resultando em ombros largos e angulares. Como se para provar isso, os ombros dele não eram do tipo que se constrói apenas com exercícios. Não apenas os músculos eram grandes e firmes, mas a estrutura óssea que os sustentava era inerentemente robusta. Ver o corpo dele costumava evocar uma sensação de admiração misturada a um certo desamparo.
Era estranho como seus braços, coxas e torso eram grossos, mas não pareciam desajeitados. Era ainda mais incrível como ele conseguia parecer esguio ao vestir algo como um terno.
Como uma fera cavando em busca de uma presa enterrada, Chase estendeu a mão com urgência. Os shorts e a cueca de Jeong-in foram arrancados de uma só vez, e a camiseta que ele usava por baixo foi enrolada até o peito.
Chase nunca esquecia de ser atencioso. Ele podia ser impulsivo, mas nunca desrespeitoso. Nunca fora bruto, nem impusera as coisas de forma unilateral.
Mas agora, ele estava tão bêbado que o cheiro de álcool era forte a cada respiração que exalava.
Imaginando como ele agiria, que rosto mostraria nesse estado de inibições soltas, Jeong-in sentiu seu coração bater estranhamente rápido. A curiosidade superava o medo, e uma antecipação secreta superava a cautela.
Quando a camiseta foi completamente removida, o cabelo de Jeong-in ficou desalinhado. Chase, como se estivesse em transe, acariciou os fios pretos que fluíam suavemente sobre o lençol.
Sua mão moveu-se do cabelo de Jeong-in para o lóbulo da orelha, então acunhou gentilmente a bochecha de Jeong-in e deslizou para baixo, acariciando seu pescoço.
O olhar que ele lançava sobre Jeong-in era mais do que apenas observar. Era obsessivo e intenso, como se estivesse lambendo e engolindo-o com os olhos. Jeong-in aprendeu através de Chase que olhos azuis podiam se tornar tão quentes assim.
— Haa… Eu não sei de quem você é namorado, mas você é realmente lindo.
Em resposta ao sussurro de Chase, Jeong-in semicerrou os olhos e deu um sorriso sugestivo, como se entrasse no jogo.
— Vou manter os eventos de hoje em segredo do meu namorado.
— Ha…
— Coisas que acontecem nas férias devem ficar aqui, certo? Não é assim?
Chase desabou sobre Jeong-in.
— Eu vou deixar marcas. Para que o seu namorado possa vê-las.
E, imediatamente, ele enterrou os lábios no pescoço de Jeong-in.
Chase mordeu e sugou suavemente a área do pescoço ao ombro, então moveu uma mão para baixo para remover suas próprias calças e cueca. Depois, pressionou-se firmemente entre as pernas de Jeong-in.
Jeong-in estremeceu levemente. Ele podia sentir a virilha quente de Chase contra suas coxas nuas.
Chase esfregou a bochecha e os lábios no pescoço, ombros e peito de Jeong-in. Abaixo, ele esfregava impacientemente seu pau ereto contra as coxas de Jeong-in, empurrando os quadris.
— Hngg…
Onde quer que seus lábios e mãos tocassem, uma sensação formigante e de cócegas se espalhava, e Jeong-in se contorcia incontrolavelmente.
— Você é tão macio. Como a pele de um bebê. Quando te toco, quero te lamber, e quando te lambo, quero te morder.
Com suspiros de admiração, as mãos de Chase, que acariciavam seu corpo, envolveram a caixa torácica de Jeong-in. Seus polegares empurravam os mamilos eretos de baixo para cima.
— Haa…
Chase girou gentilmente os polegares ao redor dos mamilos, então apertou o peito dele como se tentasse extrair algo. Toda a aréola projetava-se nitidamente em sua mão.
Baixando a cabeça, ele colocou os lábios na ponta do mamilo e balançou a cabeça. A pele seca dos lábios e o mamilo se esfregaram, criando um senso de urgência. O desejo de que ele o colocasse na boca e sugasse com força fez os quadris de Jeong-in arquearem sozinhos.
Jeong-in puxou a cabeça de Chase contra o peito e o trouxe para baixo, enterrando-o contra si. Ele sentiu o nariz afilado de Chase roçar nele, então seus lábios quentes envolveram a aréola, esmagando-a. A sensação pela qual ele tanto ansiara finalmente chegou.
— Heuuk…
Chase sugou o peito de Jeong-in com um beijo fervoroso, girando a língua. As mãos de Jeong-in embrenharam-se freneticamente em seu cabelo loiro.
Seus lábios, que o atormentavam sugando tão forte que as bochechas ficavam encovadas e raspando a pequena protuberância com os dentes, moveram-se do centro do peito, seguindo a linha cavada, até o umbigo.
— Este lugar é realmente lindo.
O ponto onde os lábios de Chase chegaram era o que comumente se chama de crista ilíaca, ou osso do quadril.
Seus corpos eram bem diferentes. A pélvis de Jeong-in projetava-se como ossos de asas abaixo de sua cintura delgada. Em contraste, os músculos desenvolvidos de Chase faziam sua pélvis, que formava um “V” abaixo de seu abdômen firme, parecer recuar para dentro.
Chase, que costumava gostar de deslizar a mão sob a camiseta de Jeong-in para brincar com seus “ossos de asa”, também adorava os contornos proeminentes da pélvis de Jeong-in. Ele sempre os beijava e mordia, deixando marcas vermelhas.
— Ah… Chay…
Chase não escondia seu desejo de devorar Jeong-in e o sugava avidamente. A respiração quente e áspera que escapava de suas narinas aquecia toda a virilha de Jeong-in. Jeong-in respondia apaixonadamente, acariciando o cabelo que adorava e os ombros de brilho suave.
Depois de um tempo, Jeong-in soltou um gemido, frustrado por Chase estar apenas rondando sua virilha sem dar estimulação direta.
— Hngg… Pare com isso.
Jeong-in agarrou o rosto de Chase e o puxou para cima. Então, envolveu seus braços ao redor do corpo de Chase e o rolou com força.
Conseguindo deixar Chase por baixo de si, Jeong-in montou nele.
Jeong-in sentou-se precisamente sobre a virilha de Chase, alinhando-se com o pau ereto que estava colado ao seu umbigo. Ele sentiu os testículos frios tocarem a fenda de suas nádegas. O corpo cilíndrico estendia-se longamente desde o buraco de Jeong-in, passando pelo períneo e abaixo do escroto.
— Haa…
Com um suspiro lânguido, Jeong-in apoiou as palmas das mãos no abdômen de Chase e balançou os quadris para frente e para trás como uma serra. O calor subia de sua parte inferior enquanto ela se esfregava contra o membro quente. Sua cabeça involuntariamente inclinou-se para trás. Ele sentiu os músculos abdominais de Chase endurecerem sob suas palmas.
Chase agarrou a cintura de Jeong-in com ambas as mãos, como se para ajudar seu movimento. Ele levantava a própria pélvis para empurrar os quadris de Jeong-in para trás e baixava os quadris para trazer Jeong-in para frente. Conforme a fricção se intensificava, ambos gemeram ao mesmo tempo.
— Ah…
— Hngg…
Chase puxou a cintura de Jeong-in, que ele estava segurando, para cima.
— Suba aqui.
A glande de Chase, com sua borda distinta, escorregou de trás da fenda de suas nádegas, e Jeong-in estava agora sentado ao nível do peito de Chase. Ainda não satisfeito, Chase puxou Jeong-in ainda mais.
— Suba um pouco mais.
Os joelhos de Jeong-in passaram por cada lado da cabeça de Chase. O pau ereto de Jeong-in estava prestes a tocar o queixo de Chase. Jeong-in pensou que Chase provavelmente pretendia dar-lhe prazer com a boca.
— Mais um pouco.
Dizendo isso, Chase removeu o travesseiro em que apoiava a cabeça e o jogou no chão.
— O quão mais alto você quer que eu suba?
— Você pode sentar no meu rosto?
Os olhos de Jeong-in se arregalaram.
— …O quê?
— Sente no meu rosto. Eu quero lamber o seu buraco.
Ele havia acariciado o espaço entre suas nádegas com a boca e a língua inúmeras vezes, mas nunca pedira por isso. Chase massageou levemente as nádegas confusas de Jeong-in e o incentivou.
— Depressa. Hmm?
Com um rosto que implorava como uma criança faminta, Jeong-in, com uma expressão aturdida, moveu os joelhos. Seus dois joelhos repousavam mais alto que a cabeça de Chase, e agora a cabeceira estofada da cama estava diante dos olhos de Jeong-in.
Ainda sem coragem, Jeong-in segurou na cabeceira e dobrou os joelhos. O rosto de Chase, prensado entre as pernas de Jeong-in, estava cheio de antecipação.
— Sente-se devagar.
As mãos de Chase, alcançando de baixo, agarraram a cintura de Jeong-in e o puxaram para baixo. Reflexivamente, Jeong-in teseu a retaguarda, e seu buraco contraiu-se e apertou.
— Você parece assustado. Está ficando tenso. Haa, tão fofo.
— O-o que você está dizendo!
Jeong-in eriçou-se e tentou levantar as nádegas, que haviam baixado um pouco, mas Chase segurou sua cintura firmemente, impedindo-o.
— Você sabe por que eu gosto de fazer isso pela manhã? Porque seu buraco tem uma cor e uma forma tão lindas. Seria um desperdício não ver.
— Você está l-louco? Dizer essas coisas tão naturalmente…
Mas Chase, ignorando as palavras de Jeong-in, afastou uma de suas nádegas e tomou seu tempo admirando a abertura rosa-claro.
Jeong-in finalmente entendeu como Chase mudava quando estava bêbado. Ele sempre fora expressivo, mas talvez estivesse segurando até mesmo isso.
Ele cutucou gentilmente as pregas com o dedo indicador e disse:
— É como uma flor. Uma flor que tenta a borboleta a vir e beber seu néctar.
— Nngh.
— A borboleta sente o cheiro do doce, pousa e então é devorada… Este lugar é tão doce e profundo…
Ele continuou a sussurrar palavras de elogio. Enquanto falava bem em frente ao seu buraco, o hálito quente fazia toda a fenda de sua bunda formigar.
Conforme suas coxas perdiam a força e ele afundava levemente, o nariz de Chase cutucou seu escroto. Sobressaltado, Jeong-in tentou levantar as nádegas bruscamente, mas as duas mãos de Chase, envolvendo-o de ambos os lados, agarraram as coxas de Jeong-in e as puxaram para baixo.
Um calor úmido pareceu tocar a entrada, e imediatamente lábios molhados roçaram as pregas.
— Haaah…
Ele podia sentir os contornos do rosto dele contra a parte mais sensível de seu corpo. O aperto de Jeong-in na cabeceira da cama aumentou.
O nariz alto e reto de Chase estava completamente enterrado em seu escroto, e uma massa de carne quente e úmida esfregava-se contra seu buraco. Ele lambeu as pregas firmemente franzidas com extrema delicadeza. Parecia uma criatura com tentáculos agarrando-se e rastejando lentamente sobre ele.
— Ah! Augh… Heuk…
Quando as pernas de Jeong-in cederam e ele afundou involuntariamente, Chase, como se estivesse esperando, abriu bem a boca, abocanhou o buraco inteiro e sugou com força. Então, quando Jeong-in levantou a bunda como se para escapar da estimulação excessiva, Chase traçou a entrada com a língua, espalhando saliva como pinceladas.
Não havia para onde escapar. Seu corpo movia-se por conta própria, e gemidos escapavam sem resistência. Gradualmente, o instinto assumiu a precedência sobre a vergonha, sobrecarregado pelo prazer que se agitava dentro dele. Seu buraco já estava tremendo de antecipação.
— Aheuk… Eung…
Jeong-in, sentado no rosto dele, começou a cavalgar para cima e para baixo como se estivesse em um cavalo. Um som úmido de sucção vinha de baixo. Era um som voraz, como um cachorro grande bebendo água de uma tigela.
Chase, segurando as nádegas de Jeong-in afastadas com ambas as mãos, começou a enfiar a língua profundamente no buraco que cedia.
— Haak! Chay… Chay! Ah, hngh…
Cada vez que ele movia a língua até o fundo, uma sensação de formigamento espalhava-se por suas entranhas. Ele desejava que Chase simplesmente alcançasse lá dentro e coçasse vigorosamente. Até o roçar do cabelo contra a pele sensível na parte inferior de suas coxas era transmutado em sensação erógena.
— Tente mover os quadris.
Uma voz abafada, atingindo a carne, veio de baixo.
Jeong-in agarrou a cabeceira como se fosse esmagá-la, colocou força nos joelhos plantados na cama e moveu os quadris para frente e para trás. Enquanto balançava os quadris, o corpo de Jeong-in traçava uma curva graciosa.
— Haa… Heuk….
Ele não conseguia parar de mover os quadris enquanto estava sentado no rosto de Chase. Não havia espaço para embaraço ou vergonha.
Os quadris de Jeong-in tremiam, e ele encostou a testa na cabeceira. Mesmo assim, ele rebolava as nádegas, esfregando a parte inferior do corpo contra o rosto de Chase.
O pensamento de si mesmo, esmagando o rosto bonito de Chase Prescott e perdendo a cabeça em cima dele, fazia seu cérebro parecer que estava superaquecendo. A sensação de euforia subiu ao limite e levou direto ao desejo de gozar.
— Haak… Eu, eu acho que vou gozar……
Com essas palavras, sua cintura foi agarrada e sua bunda deslizou para baixo do queixo de Chase. Chase imediatamente colocou o pau de Jeong-in na boca.
— Haa…!
A posição era com a cabeça de Chase entre suas pernas e seu pau na boca de Chase. Com o pau de Jeong-in na boca, Chase girava a língua ao redor da glande, como se rolasse um doce na boca. Jeong-in soltava suspiros sufocados, como alguém sendo estrangulado.
Uma das mãos de Chase, que estivera segurando seus quadris, deslizou por entre as nádegas de Jeong-in. Ele levou os dedos ao buraco, lubrificado por sua própria saliva. Dois dedos deslizaram para dentro da abertura, que havia amolecido com as carícias recentes.
— Heup…
Um gemido desesperado escapou dos lábios de Jeong-in. Mas não era de dor.
Devido à sua altura, ele tinha mãos grandes. Seus dedos longos e grossos, grandes o suficiente para levantar uma bola de basquete com uma só mão, circulavam as paredes internas, pressionando e sondando cuidadosamente para abrir espaço.
Chase sempre tomava seu tempo, relaxando-o, e esperava até que o corpo de Jeong-in pudesse aceitá-lo totalmente. Ele acreditava que o sexo deveria ser um jogo para dois, não para um.
Sua paciência, esperando com uma ereção latejante, era notável. Sendo homem também, Jeong-in sabia melhor do que ninguém o quão insuportável aquilo devia ser.
Quando Chase lambeu a fenda da glande com a ponta da língua, Jeong-in não conseguiu mais se conter e empurrou os quadris para frente e para trás, como se tentasse se inserir na boca de Chase. Naturalmente, tornou-se uma situação em que ele estava sendo penetrado por trás pelos dedos de Chase.
— Ah! Heup, eu vou gozar…
Jeong-in mordeu os lábios com força para segurar o clímax. O sexo com Chase costumava durar horas e, se ele gozasse rápido demais na primeira vez, se cansaria na mesma velocidade. Para durar mais, em um estado mais “humano”, ele tinha que adiar o máximo possível.
No entanto, Chase gostava de fazer Jeong-in chegar ao clímax primeiro. Ele fazia isso porque parecia fazer o corpo inteiro de Jeong-in relaxar e ficar maleável, permitindo que ele penetrasse com mais facilidade.
— Haa… O que eu faço.
Sua razão começou a esvair-se. Apesar de sua resolução de se conter, o corpo de Jeong-in quicava descontroladamente em cima de Chase. Ele estava empurrando o pau na boca de Chase pela frente e sendo penetrado por dedos por trás, correndo em direção ao ápice.
— Ah! Aangh… Heup…
Finalmente, Jeong-in atingiu o clímax na boca de Chase. O sêmen jorrando desceu pela garganta de Chase como poeira sugada por um aspirador. A sucção, que parecia que seu pau estava sendo arrancado, fez a base do membro formigar. Mesmo enquanto engolia o fluido pegajoso, Chase não parava de sondar entre as nádegas de Jeong-in.
O corpo de Jeong-in ficou mole com a exaustão pós-clímax. Encostando a testa na cabeceira, ele fechou os olhos e seu corpo foi puxado para baixo.
Ele acabou naturalmente em uma posição deitado de bruços sobre o corpo de Chase. Com o corpo de Chase entre suas pernas, ele se prostrou como se fizesse uma reverência profunda, arquejando pesadamente.
— Haa… Haa…
Suas peles, começando a suar, grudavam uma na outra, encaixando-se perfeitamente. Cada ponto de contato parecia que ia derreter como cera quente.
Uma série de beijos lambidos choveu sobre a orelha de Jeong-in. Chase mordiscava cuidadosamente a pele macia ao redor da têmpora de Jeong-in com os lábios, então, incapaz de resistir, mordia com força o lóbulo da orelha.
Os lábios com som úmido se separaram e sussurraram baixo em seu ouvido:
— Vamos fazer isso a noite toda. Ok?
O braço firme e longo de Chase enganchou-se nas costas de Jeong-in, agarrando seu ombro como uma garra. Chase prendeu firmemente o corpo de Jeong-in para evitar que ele escorregasse para cima, então pegou sua outra mão e segurou o próprio pau.
Mirando a ponta romba de seu membro no buraco, ele colocou força na parte inferior das costas e nas nádegas e levantou lentamente a pélvis.
— Mmm…
Um gemido baixo ecoou do fundo da garganta de Chase.
A glande, do tamanho de um punho e dura como pedra, pressionou firmemente, esmagando a pele, e então começou a afastar as paredes internas úmidas. O volume pesado alargava sua pélvis, preenchendo gradualmente o interior.
— Nngh…
Tão longo quanto as preliminares haviam sido, a penetração foi suave. A mucosa altamente excitada sugou o pau massivo como se estivesse aderindo a ele.
Chase penetrava agonizantemente devagar e, quando estava a cerca de um terço do caminho, parou brevemente, fazendo pequenos movimentos de estocada como se abrisse caminho. Um som úmido ecoou. Até mesmo aquele som de esmagamento, semelhante a apertar uma geleia, parecia um tipo de preliminar.
— Haa… Tão bom…
Chase fechou os olhos e soltou um suspiro que parecia um arquejo. Sentindo que as paredes internas haviam se alargado ainda mais, ele empurrou o pau um pouco mais fundo. Então, parou a penetração novamente e moveu os quadris de forma rasa naquela posição.
— Eung… Chay…
Gemidos doces, inteiramente desprovidos de dor, escaparam dos lábios de Jeong-in. Através de Chase, Jeong-in estava aprendendo pela primeira vez que o sexo, o mais selvagem dos atos, também podia ser terno.
Mesmo que ele estivesse completamente relaxado, Chase ainda levava seu tempo. Seus movimentos lentos pareciam como se ele estivesse tentando medir a forma do interior de Jeong-in. Ao colocar esse tanto de esforço no início, toda a abertura e as paredes internas ficariam macias, e Jeong-in não sentiria dor mesmo quando Chase investisse contra ele agressivamente mais tarde.
O objetivo de Chase não era apenas alargar a abertura para si mesmo. Ele amava os momentos de vivenciar plenamente Jeong-in. Ele gostava de saborear cada sensação lentamente, sem pressa, como se bebesse um vinho fino.
A mão grande de Chase puxou as nádegas de Jeong-in, alargando o buraco. Então, ele penetrou e retirou-se muito lentamente, como se raspasse contra cada prega.
— Nnngh…
O interior estava tão apertado que ele podia sentir tudo o que entrava e saía. Fechando os olhos, ele conseguia sentir vividamente a textura das veias que circundavam o pau de Chase.
— Primeiro, você me expulsa, e depois me suga para dentro. Como uma criança faminta mamando.
— Hngh, Chay…
— Está quente e úmido. Haa… tão bom.
Jeong-in estava cativado pela excitação de Chase. Ele continuou a despejar sussurros úmidos, empurrando o resto de seu pau para dentro.
— Haak…!
Por um momento, pareceu que tinta havia sido despejada em seus olhos, e sua visão ficou preta. Até a parte onde as paredes internas se curvavam e estreitavam esticou-se tensa, e sua barriga parecia completamente cheia.
A mão áspera de Chase acariciou as nádegas de Jeong-in, massageou-as suavemente e depois deslizou para a fenda. Seu dedo indicador traçou levemente a entrada que se alargava.
— Haa, i-isso faz cócegas…
Não era onde ele tocava que fazia cócegas, mas suas entranhas. A sensação de formigamento parecia uma leve dor de estômago. Jeong-in teseu o abdômen, deixando-o cavado. Naturalmente, seu buraco apertou, e as pregas densas de suas paredes internas espremeram o pau de Chase.
— Mmph… Jeong-in, por que você é tão bom nisso?
Honestamente, tudo o que Jeong-in fazia durante o sexo era ser jogado de um lado para o outro pelas mãos dele, mas Chase frequentemente dizia isso. Não era para encorajar Jeong-in ou algo assim; seu tom era bastante sincero. Ele não conseguia admitir para si mesmo, mas não era de forma alguma algo desagradável de se ouvir.
Chase puxou Jeong-in, que estava deitado em cima dele, para perto e começou a mover os quadris ritmicamente.
— Haaah… Ngh, unh…
— Haaah… Jeong-in…
Cada vez que os gemidos baixos de Chase atingiam seus ouvidos, um prazer emocionante fazia os pelos de Jeong-in ficarem em pé.
Quando Chase estocava profundamente, preenchendo-o completamente, ele sentia uma imensa sensação de plenitude, e quando ele puxava para fora, raspando contra seu ponto G, os dedos dos seus pés se contraíam involuntariamente de prazer.
Os olhos de Jeong-in se fecharam lentamente. Ele gostava quando Chase se movia rápido e forte, fazendo seu cérebro girar, mas também gostava quando Chase aumentava lentamente a profundidade, preenchendo-o. Ele não conseguia acreditar que não doía nada enquanto Chase enfiava e retirava aquela coisa grossa e longa de seu corpo.
— 〈Bom…〉
O que escapou dos lábios de Jeong-in como um suspiro foi coreano. Mas Jeong-in nem percebeu que estava dizendo isso. Se alguém falasse com ele em inglês agora, ele poderia não ser capaz de formar frases complexas. Todas as suas outras faculdades haviam evaporado, deixando apenas seus instintos mais básicos.
Os lábios de Chase curvaram-se para cima. Ele repetiu as palavras de Jeong-in em uma voz suave, elevando o final para transformar em uma pergunta.
— 〈Bom?〉
— 〈Hngh… Sim… Bom…〉
— Você gosta tanto assim?
Desta vez, Chase perguntou em inglês, e os olhos de Jeong-in se abriram abruptamente. Só então ele percebeu o que havia dito.
— O-o quê…?
— Você diz muito isso enquanto estamos fazendo. Você não sabia?
Mesmo enquanto perguntava, ele ainda movia os quadris muito lentamente.
— Hngh… Eung…
O rosto de Jeong-in corou ainda mais, sentindo como se tivesse visto seu próprio eu desprotegido.
— Essa frase, soa tão bem e bonita. Continue dizendo.
— …Não.
— Está tudo bem. Você vai fazer isso logo de qualquer maneira.
Jeong-in fez um biquinho e reclamou.
— Hn, não beba o suficiente para ficar bêbado nunca mais. Eu acho que, hngh, você fica cafona quando está bêbado.
— Você pode aguentar isso hoje. É tudo culpa sua, de qualquer maneira.
— Heuk…, o que foi que eu fiz?
— Por que você não apareceu na minha frente no ensino fundamental?
— Você, hngh, nem sabia que eu existia.
— É por isso que estou com raiva. Estou ficando louco. Eu odeio todo mundo que te conhece melhor do que eu. Estou com tanto ciúme que poderia morrer.
Como se revelasse suas emoções agitadas, suas estocadas tornaram-se ligeiramente mais vigorosas. Enquanto ele levantava a pélvis amplamente, seu pau, que estava apenas preso na entrada, foi impulsionado até a base de uma só vez. Foi com força suficiente para erguer o corpo de Jeong-in.
As paredes internas sobressaltadas apertaram-se como um coral que retrai seus tentáculos ao ser tocado.
— Heuk…
— Heup…
Ambos gemeram simultaneamente. Um senso de unidade, sentindo a mesma sensação no mesmo momento, trouxe um prazer mental. A sensação de estarem conectados era sempre extática.
— Estamos pareados. Como Bluetooth.
Chase sussurrou com uma risadinha. Seus olhos estavam vermelhos pela bebida, tornando seu rosto ainda mais sedutor.
— Pare de dizer coisas estranhas.
Jeong-in cobriu a boca de Chase com a mão. Mas sem sucesso; a língua dele dardejou entre os dedos e os lambeu indiscriminadamente.
— Ahag…
Chase lambeu a mão de Jeong-in como um cachorro, e seus quadris moviam-se languidamente. Com o pau profundamente inserido, ele agitava-se dentro de sua barriga.
Chase estocava para cima com os quadris, levantando Jeong-in, que estava deitado em cima dele, enquanto suas mãos acariciavam continuamente as escápulas e a coluna de Jeong-in. Cada ponto era sensível e vulnerável.
— Heungh… Mas meu corpo… Você o conhece melhor do que ninguém no mundo, Chay.
— Haah…
Um arquejo como um suspiro derramou-se em seu ouvido. Chase sorriu radiante, como se tivesse recebido o elogio que mais desejava.
— Sim… Eu o conheço melhor que ninguém.
Chase tateou ao redor das escápulas de Jeong-in.
— Você tem uma sarda minúscula aqui, logo abaixo da sua escápula direita. Você sabia?
Jeong-in balançou a cabeça. Chase continuou, como uma criança exibindo seu brinquedo.
— Isso não é tudo. Eu sei tudo. Onde te tocar para te deixar excitado, onde te cutucar para te fazer gritar.
— Haa…
— E que se eu te fizer cócegas aqui, você treme e quer gozar imediatamente.
Enquanto ele continuava a penetrar, tocando levemente entre o cóccix e o buraco, o corpo inteiro de Jeong-in estremeceu.
— Hnghh…
Exatamente como ele disse, ele queria chegar ao clímax agora mesmo. Jeong-in colocou as mãos freneticamente entre suas barrigas e agarrou o próprio pau. Apenas um toque leve e ele gozaria.
Mas sua mão foi imediatamente capturada e impedida.
— Não, vamos gozar juntos. Hng, segure. Só mais um pouquinho comigo, ok?
Chase, ainda dentro dele, rolou, colocando Jeong-in por baixo. Ele acomodou as pernas de Jeong-in, que estavam dobradas ao seu lado, sobre seus próprios ombros, moveu os quadris lentamente e beijou cada ponto que tocava, dos tornozelos às panturrilhas. Sua mão deslizou pela perna nua desde o tornozelo e agarrou a cintura de Jeong-in.
— Lindo…
Chase murmurou em admiração, olhando para Jeong-in com um olhar ardente. Sua pele branca, que corava facilmente, estava vermelha até o pescoço. Seus ombros, cotovelos, joelhos e o pau. Cada protuberância pontiaguda estava manchada de um vermelho tênue, como se uma gota de tinta vermelha tivesse sido derramada.
Chase achava inacreditavelmente maravilhoso que esta pessoa, com um corpo tão delicado e macio, fosse na verdade incrivelmente forte.
Uma força que não vacilava nem em momentos de dúvida. Uma teimosia que não se curvava facilmente às opiniões alheias e a vontade de manter seus próprios padrões até o fim. E acima de tudo, uma bondade e senso de justiça que se tornavam infinitamente mais suaves diante dos vulneráveis.
Não uma força visível, mas um núcleo próprio que era mais forte por não ser revelado.
Jeong-in fazia com que Chase quisesse se tornar uma pessoa melhor a cada dia. Por esse Jeong-in, Chase se apaixonava de novo todos os dias.
— Haa, ngh… Chay…
— Sim, eu sou o seu Chay.
O corpo liso de Chase brilhava de suor. Ele continuava suas estocadas lentas, afastando as coxas de Jeong-in, e olhava para baixo, para o ponto de contato entre eles.
— É tão obsceno. Aqui… Toda vez que eu puxo para fora, o seu interior vem junto…
— Nngh… Ngh…
Seu pau exposto e o que jazia por baixo eram mais do que suficientes para ser constrangedor, mas Jeong-in, dominado pela excitação, nem percebeu.
— Haa… Bom… Eu amo tanto isso, o seu interior… Pode abrir as pernas um pouco mais?
Chase murmurava que estava bom toda vez que empurrava o membro. Ele não tinha filtro, pois estava bêbado. Sua voz era consistentemente suave e doce, mas o conteúdo era totalmente impuro.
As estocadas de Chase ganharam força e velocidade gradualmente, e os gemidos de Jeong-in aumentaram em resposta. Cada vez que Chase investia com violência suficiente para sacudir seu corpo inteiro, a sensação era a de ser atingido no estômago. Suas entranhas reviravam como se ele estivesse olhando para baixo de uma grande altura.
— Hah, euk, heup, hnnngh…
Lágrimas fisiológicas escorriam por suas têmporas. Através do olhar marejado, ele via o rosto de Chase, encarando-o intensamente.
Parecia que sua boca estava seca pela embriaguez e pelo calor do sexo. Ele colocou a língua para fora para lamber os lábios e depois os mordeu com força. Com as mãos agarrando as coxas de Jeong-in firmemente como um sinal, Chase começou a impulsionar os quadris sem restrições.
— Ah! Ah! Aagh! Ah! Haagh…
Cada vez que ele quicava sobre os joelhos, a cama rangia como se fosse quebrar. Sons que não se diferenciavam entre gemidos e gritos explodiam dos lábios de Jeong-in em fragmentos rompidos.
— Heuk, heuk, aheuk… Heuk… Por favor, heuk Chay…
Esses gemidos logo se transformaram em soluços e súplicas. Chase baixou o corpo, apoiando-se ao lado da cabeça de Jeong-in. Seus olhos azuis, agora muito mais próximos, olhavam para Jeong-in com ternura.
— Eu quero ser bom para você, mas quero te fazer chorar… Por que eu sou assim?
Ao contrário da intensidade da parte inferior de seu corpo, sua voz era mansa.
Jeong-in mal conseguiu esticar o braço e agarrar o antebraço de Chase. Os músculos claramente definidos podiam ser sentidos sob as pontas de seus dedos.
— Haa… Bom, hmmp, Jeong-in…. Me toque mais.
Chase baixou o corpo ainda mais, descansando os cotovelos no colchão enquanto movia os quadris descontroladamente. Em meio aos sons de estalos da carne se encontrando, os gritos de Jeong-in se misturavam.
— 〈Ah! Aí… Bom, hngh… Tão bom.〉
Ele não conseguia mais saber em que língua estava falando. Jeong-in agarrou-se ao pescoço de Chase como se quisesse se pendurar, puxando-o para perto em um gesto desesperado e instintivo de busca por apoio.
O movimento de estocada de seus quadris, batendo o pau para dentro e para fora, tornou-se cada vez mais poderoso. O movimento era tão bruto que a glande, presa no caminho de volta, escapou quando ele puxou os quadris totalmente para trás.
Com uma voz misturada em partes iguais de excitação e irritação, Chase murmurou:
— Escapou, porra…
Era muito raro ele usar esse tipo de palavrão. Enquanto Jeong-in estremecia de surpresa, Chase rapidamente baixou o corpo, beijou a orelha de Jeong-in e pediu desculpas.
— Me desculpa. Desculpa… Haa, me desculpa. Eu não queria… Eu estraguei tudo.
Mesmo enquanto se desculpava, seus quadris continuavam a se mover.
Será que aquela palavra ríspida estimulou algo? Ou era a visão desse homem pressionando-o que parecia tão boa? Jeong-in sentiu uma corrida súbita em direção ao clímax.
— Ah… Agora… Agora…
Seu corpo tremia incontrolavelmente, e ele não conseguia sequer recordar palavras básicas.
Chase, percebendo imediatamente o estado de Jeong-in, puxou o pau ligeiramente das profundezas de Jeong-in, então o pressionou contra a parte que Jeong-in estava sentindo e começou a mover os quadris em movimentos curtos e rápidos.
— Ah! Aagh, haa!
A mandíbula aberta de Jeong-in tremia. Seus quadris se contorciam por conta própria e seus membros, além de seu controle, convulsionavam violentamente. Faíscas brancas brilharam diante de seus olhos.
O corpo inteiro de Jeong-in ficou rígido, como se estivesse se contraindo ao máximo, e ele disparou seu sêmen em jatos. Uma sensação entorpecente de libertação o lavou.
— Hngh…
Chase estremeceu com a sensação do corpo de Jeong-in apertando seu pau com tanta força como se fosse quebrá-lo. Ele também sentiu seu próprio clímax se extraordinariamente próximo, arquejando enquanto se debatia dentro de Jeong-in.
— Eu te amo… Como posso te amar mais a cada dia que passa? O que você fez comigo?
Ele disse isso com a voz rouca de excitação, estocando os quadris como uma fera. Jeong-in, com a mente girando, lutou para responder.
— Hnngh, eu comprei um boneco loiro… haahk, e fiz, hngh… um ritual de vodu.
— Haa, eu também amo o seu humor.
Conforme seu corpo sensível, ainda cambaleante pelos tremores do clímax, era rudemente penetrado, prazer e dor se misturavam, fazendo-o perder toda a noção de si mesmo. Ele lutou, tentando empurrar os ombros de Chase, mas uma mão grande capturou a sua, entrelaçando seus dedos e prendendo-os contra o lençol.
O pau dentro dele se contorcia e latejava violentamente. Ele podia sentir vividamente a sensação do sêmen sendo expelido a cada batida pulsante.
— Haaah… Jeong-in, aagh, haa…
Ele já estava enterrado até o cabo, mas impulsionou os quadris várias vezes, pressionando com força como se tentasse ir ainda mais fundo. A cada vez, um gemido baixo e sofrido escapava acima da cabeça de Jeong-in.
— Haah… Tão bom. Eu gozei tanto dentro de você…
O Chase bêbado tornava-se mais expressivo. Ele continuava a murmurar o quanto amava aquilo, então abocanhava a orelha inteira de Jeong-in, mordendo e sugando como bem entendia.
— Jeong-in…. Eu te amo…
— Haa… Hngh…
— Está tudo bem. Eu estou aqui.
Enquanto Jeong-in tremia como se estivesse com frio devido à exaustão pós-clímax, Chase soltou suas mãos entrelaçadas e puxou Jeong-in firmemente para seu abraço.
Ele não se afastou imediatamente, mesmo depois que os tremores de Jeong-in diminuíram. Ele segurou Jeong-in, acariciando seu cabelo úmido de suor, e o mimou por um longo tempo, beijando suas têmporas, bochechas e a ponte de seu nariz.
Somente quando a respiração arquejante de Jeong-in se estabilizou completamente é que Chase retirou lentamente os quadris e se sentou. Jeong-in deu um leve calafrio com a sensação do pau espesso e ainda ereto deixando-o.
A glande grossa roçou a entrada antes de saltar para fora como uma mola, atingindo seu baixo ventre com um baque suave.
— Só um momento.
Com seu pau grande, sujo com o fluido turvo, balançando pesadamente entre as pernas, Chase dirigiu-se ao banheiro.
Ele não havia esquecido sua consideração mesmo em seu estado de embriaguez. Ligou a água em uma temperatura moderada, voltou e carregou Jeong-in para o banheiro.
Colocando Jeong-in de pé no box do chuveiro, Chase inseriu os dedos para ajudá-lo a se limpar, mas não conseguiu se conter e o penetrou mais uma vez.
Após mais uma rodada de clímax, eles se lavaram e saíram para ver o céu lá fora ficando levemente brilhante, sinalizando o amanhecer.
Deitado na cama, um calafrio o percorreu enquanto a água restante em sua pele evaporava. Jeong-in virou-se de lado e se encolheu. Chase pressionou-se logo atrás dele.
O corpo que o segurava firmemente por trás era quente. Os ombros de Jeong-in vacilaram com a sensação de algo duro pressionando entre suas nádegas. Horrorizado com o pensamento de que Chase pudesse querer ir de novo, ele olhou para trás.
Chase sorriu brincalhão, com os cantos dos olhos caídos.
— Vou apenas manter aqui dentro. Ok?
Virar a cabeça de volta para a frente e relaxar os quadris foi uma permissão de meia rendição.
Chase empurrou lentamente seu pau semi-ereto para dentro do buraco. A passagem macia e complacente aceitou o membro sem dificuldade.
— Está quentinho…. Quero dormir assim.
— Chay…
— Parece que minha forma ficará impressa dentro de você.
Beijando os ombros e o pescoço de Jeong-in, as palavras brincalhonas de Chase fizeram Jeong-in se render. Na verdade, ele também estava exausto demais para discutir.
— …Só por hoje.
Diante das palavras de Jeong-in, Chase puxou o corpo dele com força em seus braços. Com aquela pressão agradável, seus olhos se fecharam lentamente. Mas Chase ainda parecia ter algo em mente e sussurrou no ouvido de Jeong-in.
— Conte-me sobre o ensino fundamental. Cada detalhe.
Jeong-in sorriu fracamente com os olhos fechados.
— Você é ciumento demais.
— Então você não gosta?
Se ele não gostasse, isso não seria verdade.
Jeong-in sabia que a verdadeira natureza de Chase era bastante indiferente. O fato de ele se tornar infinitamente possessivo e infantil apenas com ele não era algo que Jeong-in detestasse. Pelo contrário, ele sentia que até mesmo aquele ciúme e insegurança eram apenas mais uma expressão de seu afeto por ele.
— Não. É por isso que eu gosto.
— Rápido. Me conte.
Como uma criança que não consegue dormir e implora aos pais por uma história de ninar, Chase balançou levemente o corpo de Jeong-in, incentivando-o. Embaixo, seu pau estava profundamente enterrado no corpo de Jeong-in.
Jeong-in respirou calmamente com os olhos fechados e então começou a refazer suas memórias lentamente. Ele queria contar a Chase tudo o que sua memória permitisse, por aquele Chase que queria saber de tudo.
— Meu primeiro professor responsável foi o Sr. Richardson. Talvez por eu ser asiático, fui designado para a mesma classe que Justin. Ele disse ao Justin para me mostrar a escola. E o Justin…
Sua voz foi sumindo enquanto ele continuava falando. Jeong-in logo ficou sonolento, seus pensamentos nublados, e adormeceu. Chase, que estava esperando pelas próximas palavras de Jeong-in, também logo fechou seus olhos cansados.
A indesejada luz do sol da manhã brilhava fracamente sobre as duas figuras adormecidas. Deitados entrelaçados, eles pareciam estar compartilhando o mesmo sonho de uma era que já passou.
Foi na saída, após tomarem um café da manhã muito tardio no restaurante do hotel.
Justo quando Jeong-in estava prestes a caminhar à frente, Chase subitamente envolveu sua cintura com o braço. Diante da inesperada demonstração de afeto, Jeong-in virou a cabeça levemente para olhar para Chase.
— Hm?
Para o olhar questionador de Jeong-in, Chase deu de ombros como se não fosse nada.
Mas Jeong-in logo entendeu por que ele havia agido daquela forma. Sebastian estava sentado em uma mesa perto da saída.
Sebastian usava um boné de beisebol puxado para baixo, mas não conseguia esconder sua aparência abatida. Ele podia ser visto fazendo o pedido sem ler o menu direito, largando-o como se estivesse desistindo. Sua namorada não estava em lugar nenhum; ele estava sozinho.
— Qualquer coisa gordurosa. Molho gravy extra.
O fim de suas palavras se dispersou fracamente enquanto ele terminava o pedido com uma voz rouca. A julgar pelo que estava pedindo, sua ressaca parecia bem grave. Parecia melhor apenas passar fingindo não notar, mas Chase deliberadamente limpou a garganta para chamar atenção.
Sebastian ergueu a cabeça e, quando seus olhos encontraram os de Jeong-in, fez uma expressão próxima ao desânimo. Como se estivesse envergonhado por ter seu estado deplorável visto, ele rapidamente puxou a aba do boné de beisebol ainda mais para baixo.
— Ora, ora. Ressaca ruim?
Chase disse em um tom levemente arrastado, soando presunçoso. Jeong-in mal engoliu o riso que tentava escapar. Ele se lembrou de que Chase também tinha acabado de comer um hambúrguer com três camadas extras de queijo por causa de sua ressaca.
— …Bem. Não é nada — Sebastian respondeu relutantemente.
— Jay e eu estamos partindo para a Costa Leste logo, já que hoje é nosso último dia. Acho que não nos veremos mais.
Chase prontamente estendeu a mão, oferecendo um aperto de mão. Quando Sebastian hesitou e então apertou as mãos, Chase as sacudiu vigorosamente. Foi o suficiente para fazer o corpo inteiro de Sebastian balançar. Era a pior coisa para alguém sofrendo de ressaca.
Como se seu crânio estivesse chacoalhando, Sebastian fez uma careta com uma expressão moribunda, e a expressão de Chase se iluminou de forma revigorante.
— Cuide-se. E talvez mude o nome do seu gato.
Falando com uma expressão satisfeita, Chase apertou a mão envolvida na cintura de Jeong-in. Ao lado de Chase, que o guiava para fora enquanto cantarolava, Jeong-in riu baixinho e balançou a cabeça.
Através deste incidente, ele aprendeu com certeza. Seu amante era realmente do tipo ciumento.
Continua…
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✦ Tradução, revisão e Raws: Othello&Belladonna