. ₊ ⊹ Capítulo 04.7
. ₊ ⊹ . ⋆ Capítulo 04 – Prova de Admissão
Pt. 07
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— Aqui, um copo de vinho quente.
— São 5 bronins. Também tenho biscoitos de gengibre, quer?
Recebendo as moedas, o vendedor ambulante serviu vinho barato e quente em um copo amassado e o entregou ao freguês.
As pessoas que vinham assistir ao evento ao ar livre, cada vez mais numerosas com o passar do tempo, lotavam os arredores do campo de treino. Vendedores ambulantes se instalaram rapidamente, e as pessoas, sem exceção, compravam vinho quente e petiscos, esperando a próxima luta.
Rensley Maelrosen, de Cornia, venceu facilmente as duas primeiras provas: esgrima e luta corporal. Os cavaleiros da ordem real, uma força de elite, foram derrotados um a um por um estrangeiro que ninguém sabia de onde tinha vindo. Era de se esperar que o orgulho dos cidadãos de Oldenland fosse ferido, mas a multidão estava entusiasmada. Ver o jovem de cabelos loiros se mover com agilidade e vencer os cavaleiros corpulentos era uma distração ainda melhor do que torcer por um lado ou outro.
A cada vitória, o jovem, com sua simpatia, se curvava e cumprimentava as pessoas, dissipando qualquer semente de ressentimento que pudesse brotar. Os únicos que bebiam com expressões insatisfeitas eram os apostadores que haviam colocado dinheiro na vitória dos cavaleiros.
Restava apenas a prova de cavalaria. Como vencer duas provas significava a aprovação, a entrada de Rensley Maelrosen já estava decidida, mas o entusiasmo da multidão não diminuía. Todos sabiam que a justa era a flor do combate dos cavaleiros e o clímax daquele espetáculo.
— Ele apareceu!
— Ren, força!
— Senhores cavaleiros, dêem o seu melhor!
Montado em um cavalo com uma mancha branca na testa, Rensley avançou calmamente, brandindo sua lança. Ao contrário das lutas anteriores, ele estava com armadura completa. Seu oponente era um cavaleiro montado em um cavalo preto.
Rensley prendeu a respiração. A energia emanada por ele era diferente dos dois anteriores. Parecia que Anton, pensando em evitar uma derrota total, havia enviado um oponente mais competente desta vez.
Rensley, que ficou tenso por um instante, logo relaxou os ombros. Como a aprovação já era certa, não precisava se preocupar com a vitória. Queria dar ao público um espetáculo mais emocionante.
— Será que devo perder de propósito para salvar a honra da ordem? Os cidadãos de Oldenland não vão querer ver sua própria ordem de cavaleiros sendo derrotada…
Enquanto hesitava, a bandeira de início foi levantada. Os cavalos, frente a frente nas extremidades do campo, partiram a todo galope um em direção ao outro, e os gritos da multidão se intensificaram.
Com um som surdo, as lanças, com as pontas embotadas, atingiram os ombros de ambos. Mesmo ponto de impacto, mesma força. Ainda não era possível decidir o vencedor. Eles continuaram correndo até o fim e, desta vez, na posição oposta, se viraram.
Rensley, que havia considerado a possibilidade de perder de propósito, já havia se esquecido completamente e se concentrava na ponta da lança. Seu oponente não era alguém com quem se pudesse pensar em perder ou ganhar. Na segunda investida, a lança do oponente atingiu Rensley logo abaixo do pescoço.
A junta da armadura entre o pescoço e o peito se estilhaçou, e os gritos da multidão se intensificaram.
Não podia continuar assim. Rensley, que voltou montado para a entrada, levantou a viseira do elmo e verificou a visão. Depois de duas investidas, já estava suado e com a visão prejudicada.
A velocidade era semelhante, mas a força do outro era superior. Se continuasse assim, ele poderia ser dominado e perder.
— O que aquele cara está fazendo?
Começando com a voz estranha de um dos espectadores, a multidão começou a se agitar. Rensley estava tirando toda a armadura, exceto a proteção do peito.
Ao contrário do combate normal, a justa usa lanças de grande poder destrutivo, por isso é obrigatório usar armadura. Mesmo com lanças embotadas, sem armadura, o pior cenário poderia ser a morte. O grão-duque, sentado na arquibancada, pareceu se inclinar ligeiramente para a frente. Talvez fosse impressão, mas Rensley sentiu que ele se preocupava com ele.
— Tudo bem! Então, por favor, não me ajude com magia ou algo assim!
Rensley gritou para ele mentalmente. Só esperava que suas palavras fossem ouvidas.
— Marilyn, confio em você.
Esta investida decidiria tudo. Ao apertar as esporas, Marilyn partiu com energia. O oponente também vinha em sua direção.
A lança atingiu Rensley com força. Mas, desta vez, a velocidade de Rensley era maior. Segurando a frente da sela, ele inclinou o corpo para o lado do flanco de Marilyn, desviando da lança, e, usando o impulso para se levantar, atacou o oponente. A lança de Rensley atingiu o peito e o ombro do oponente com precisão. Sua armadura também se quebrou.
Uau! A multidão rugiu com a habilidade quase circense. Rensley e o cavaleiro andaram lentamente, observando as brechas um do outro.
Um empate, uma vitória para cada um. Uma rodada extra foi concedida. Enquanto galopava, Rensley inclinou o corpo para o lado de Marilyn, como da última vez.
— Usar a mesma técnica novamente?
O oponente zombou enquanto apontava a lança para baixo.
No entanto, Rensley não contra-atacou desta vez. Momentos antes de ser atingido pela lança, ele se ergueu e saltou.
Marilyn parou de correr e se tornou uma plataforma para seu cavaleiro. Rensley, saltando, avançou sobre o corpo do homem que o atacara. Com o ataque corporal repentino, o cavaleiro ficou surpreso, largou as rédeas, e o cavalo, relinchando, levantou as patas dianteiras.
As pessoas, esquecendo-se de gritar, observavam a luta. Quando a situação terminou, Rensley estava montado no cavalo do cavaleiro. O cavaleiro, que havia caído e rolado ainda com a armadura, olhou para Rensley com olhos surpresos, levantou-se rapidamente e tentou montar em Marilyn.
No entanto, o cavalo de Rensley levantou as patas dianteiras várias vezes, recusando-se a carregar o homem. Rensley riu alto:
— Que pena, senhor cavaleiro. Marilyn não carrega quem ataca seu dono.
Os gritos da multidão se elevaram novamente.
A trombeta soou forte e o porta-bandeira agitou a bandeira, anunciando o fim da luta. Anton, com uma expressão de quem não tinha escolha, estava prestes a anunciar o vencedor.
— Seu sem-vergonha.
O cavaleiro derrotado tirou algo do bolso e o atirou em Rensley. As pessoas gritaram surpresas, e os olhos de Rensley se arregalaram.
Era um artefato de ataque mágico que até mesmo não-magos podiam usar, emitindo uma corrente elétrica. O artefato redondo atingiu o corpo de Rensley, e uma corrente elétrica azulada o envolveu.
— Senhor Malocen!
Quem gritou com voz surpresa foi o comandante da ordem, Anton Sorel. No entanto, quem conteve a ação repentina do cavaleiro não foi ele, mas outro.
Gizel Zibedad, na arquibancada, levantou-se e estendeu a mão. Sua expressão franzida era, ao contrário do normal, severa e fria.
A corrente elétrica que envolvia Rensley desapareceu, e o artefato que estava preso a ele caiu no chão sem força, rolando. Anton correu para verificar o estado de Rensley.
— Senhor Malocen, está bem?
— Ah, sim… Foi um susto, mas… acho que estou bem.
Talvez tivesse sido uma sorte ele ter tirado a armadura. Se tivesse sido atingido pela magia do relâmpago com a armadura de metal, poderia ter sido grelhado vivo. Aquele raio amaldiçoado. Ele realmente não gostava. Enquanto Rensley tremia, Anton deu um soco na bochecha do cavaleiro que fora seu oponente.
— Não precisamos de alguém que não entende o significado da vitória. Mancha a honra da ordem de cavaleiros.
— Comandante, estou bem. Não me machuquei.
— Peço desculpas sinceras. Ele tem um bom desempenho em justas, por isso o coloquei, mas nunca imaginei que faria algo assim… Por favor, perdoe-me.
Como a decisão final sobre a punição não era dele, o que valia seu perdão? Rensley, repetindo que estava bem, olhou para o lugar do grão-duque. Ele ainda estava de pé, olhando para baixo.
— Estou bem.
Ele disse com um gesto. Não sabia se ele havia entendido.
— A entrada de Rensley Malocen na ordem de cavaleiros está oficialmente reconhecida!
Com o grito de Anton, a trombeta soou novamente. A bandeira foi erguida, e as pessoas cantaram, celebrando o vencedor.
Rensley finalmente sorriu amplamente e correu em direção às pessoas que o torciam. Depois de acenar para todos, ele subiu a parede, onde as pessoas o esperavam de braços abertos. Rensley também abriu os braços e os abraçou calorosamente.
— Ren, parabéns! Achei que você tinha ido embora!
— Ren, você é muito bom! Que bom te ver de novo.
— Obrigado! Não sabia que viriam me ver.
No meio disso, alguns fizeram piadas:
— Depois, posso montar no seu cavalo?
— Ei, ei. Não é seu cavalo, é da ordem de cavaleiros.
Enquanto trocava parabéns e alegria com as pessoas, Rensley de repente se virou. O grão-duque, que estava no camarote, também estava descendo.
Rensley se soltou das pessoas e saltou da parede. Com a bagunça, seu cabelo estava desgrenhado; ele o alisou com a mão enquanto corria em direção ao grão-duque. Ao chegar na frente de Gizel Zibedad, Rensley curvou a cabeça e agradeceu de coração:
— Vossa Alteza, muito obrigado! Sem sua ajuda, nunca teria passado.
No entanto, quando ele levantou a cabeça para encará-lo, sua expressão era sutilmente diferente. Ele esperava que Gizel compartilhasse de sua alegria, mas seu rosto impassível carregava uma dúvida vaga, nunca antes vista.
Por algum motivo, ele manteve os braços ligeiramente abertos, mas, quando Rensley olhou para suas mãos, ele os cruzou.
— Vossa Alteza?
— Parece que as pessoas chamam o senhor Malocen de Ren.
— Ah, sim. Meu nome é Rensley. As pessoas próximas me chamam de Ren ou Rensi.
— Não sabia que você tinha tantas pessoas próximas.
Ops. Rensley baixou a cabeça ligeiramente. Ele havia dito ao grão-duque que saíra para se divertir apenas por um ou dois dias… Com isso, sua mentira deve ter sido descoberta. Rensley deu um sorriso sem graça e fez uma piada para aliviar a tensão:
— Mas nenhuma é tão próxima quanto Vossa Alteza.
A expressão do grão-duque mudou sutilmente mais uma vez. Rensley tentou adivinhar o que ele estava pensando, mas não conseguiu.
De qualquer forma, ele não parecia irritado, o que era um alívio. O grão-duque chamou o comandante que estava ao seu lado:
— Anton.
— Sim.
— Após o feriado que se aproxima, realize a cerimônia de admissão oficial do senhor Malocen. E, sobre a punição ao membro que violou as regras, certifique-se de que seja tratada e me informe.
— Entendido. Bem-vindo à ordem, senhor Malocen. Espero trabalhar bem com você. Perdoe minha falta de respeito ao duvidar de sua habilidade.
Felizmente, embora fosse rígido, ele não parecia guardar rancor. O humor de Rensley se aliviou.
— Então, acabou?
— Sim. Descanse hoje. A cerimônia de admissão, como Vossa Alteza disse, será após o feriado.
— Vossa Alteza, então agora posso sair e me divertir com as pessoas?
Gizel, que geralmente era indiferente a muitas coisas, respondeu hoje com um tom mais seco que o normal:
— Claro. Agora o senhor Malocen é livre.
— Aliás, aconteceu uma coisa incrível hoje. Disseram que a cavalariça de Laudken comprou um cavalo ontem. E esse cavalo, para minha surpresa, era o que eu montava em Cornia e que me separei no meio do caminho. Não é uma coincidência incrível? Parece que ele veio me encontrar para que eu passasse hoje.
Ele balançou a cabeça.
— Parece que sim.
— Vossa Alteza, posso dar um passeio a cavalo fora do castelo? Gostaria de ver o exterior do castelo de Laudken. Desde que cheguei a Oldenland, nunca saí do castelo, estou curioso.
Então Gizel virou a cabeça. Uma expressão de quem não entendia.
— O tempo vai esfriar em breve, e você deve estar cansado dos longos treinos. Pode sair quando quiser, melhor descansar hoje. Lá fora é muito mais frio do que aqui.
— Mas…
— Seu corpo está bem? Pode haver sequelas do ataque mágico de há pouco.
— Não. Estou perfeitamente bem. Graças a Vossa Alteza, que agiu rapidamente…
Era o dia de sua libertação do confinamento. Queria galopar a cavalo, sentindo o vento. Hoje, o frio não parecia importar. Enquanto Rensley hesitava em responder, Gizel inclinou a cabeça e mudou de ideia:
— Faça como quiser. Agora, tudo está a seu critério.
— V-Vossa Alteza, não gostaria de ir comigo?
Ele arregalou ligeiramente os olhos.
— A cavalo, fora do castelo?
— Sim.
— Por quê?
Só… porque queria.
Não podia dizer o motivo. Percebendo que havia feito uma sugestão boba, Rensley corou. Ele havia se aproximado do grão-duque, que o ajudava como um professor e treinava com ele como um amigo, e isso embaçara a distância entre eles, mas ele era o rei daquele país.
Ele não podia simplesmente sair galopando pelas ruas como se fossem verdadeiros amigos. Se ele se movesse, a ordem de cavaleiros e outras pessoas também teriam que se mover… Não havia necessidade de incomodar tanta gente por causa de um capricho seu.
— Desculpe. Falei bobagem. Vou sozinho. Ah, não, vou com aqueles caras ali. Acho que é difícil para Vossa Alteza deixar o castelo principal sem um bom motivo.
Rensley se curvou várias vezes em despedida e pegou as rédeas de Marilyn, que estava a uma certa distância. “Você se saiu muito bem hoje. Foi graças a você.” Ele sussurrou elogios enquanto a conduzia, quando ouviu uma voz familiar atrás de si:
— Está bem.
— …Hã?
— Vamos juntos. Não é ruim sair do castelo de vez em quando.
Com a resposta inesperada, Rensley ficou parado, enquanto Hans, o chefe das cavalariças, trazia o cavalo do grão-duque.
O cavalo de Gizel Zibedad era um cavalo branco de crina negra. Os atendentes trouxeram a Rensley um casaco grosso para sair, chapéu, luvas e cachecol.
— Vamos?
— S-sim!
Antes que ele mudasse de ideia, Rensley montou em Marilyn rapidamente. Quando o grão-duque começou a se mover, Anton e alguns cavaleiros o seguiram. Rensley se arrependeu de ter falado o que não devia, mas não desistiu ou recusou o pedido; seguiu atrás dele.
Quando o portão da muralha externa do castelo principal se abriu, uma longa ponte apareceu. Rensley lembrou-se da noite em que cruzou aquela ponte pela primeira vez. A lua fria e branca, a neve e o gelo que refletiam a luz azulada da lua, a floresta de coníferas escura e ameaçadora como um gigante adormecido. Hoje, em vez da lua, o sol brilhava. A neve e o gelo, ainda ali, brilhavam em branco, e a floresta verde-escura o fazia querer caminhar por ela se o tempo melhorasse.
Atravessando a ponte, a área residencial da gigantesca fortaleza de Laudken se revelou. Edifícios bem cuidados estavam alinhados, e muito mais pessoas circulavam do que dentro do castelo.
Embora o tempo estivesse frio, a praça era animada, com trabalhadores e comerciantes fazendo seus negócios. Não se viam tantos artistas, músicos ou poetas de rua, como em Cornia, o que dava um ar mais quieto, mas ainda assim transmitia o calor peculiar de um lugar habitado por pessoas trabalhadoras.
As pessoas, surpresas com a visita repentina do soberano, olhavam e se curvavam. Enquanto Rensley olhava para os lados, distraído, Gizel seguia em frente.
Depois de correr por um tempo, o portão da fortaleza apareceu. O porteiro, tendo recebido a notícia, abriu o portão sem se assustar. Era o mesmo portão pelo qual ele havia passado, envolto em roupas grossas e véu, tremendo de fome e frio.
— Ah.
Rensley soltou uma breve exclamação. Gizel tinha razão. Ao sair do portão, o vento frio, incomparavelmente mais forte do que dentro da fortaleza, cortou seu rosto. O vento uivava, o som de rasgar o ar doía nos ouvidos. Era difícil respirar, e Rensley cobriu o nariz e a boca com as mãos enluvadas.
Não pôde deixar de recordar o frio terrível que havia esquecido por ter ficado dentro do castelo aquecido. Era aquele vento cortante que lhe mostrara o que era um frio de chorar. Gizel, vestido com roupas mais grossas que o normal, o advertiu, como quem diz “eu avisei”:
— Lá fora, não há paredes para bloquear o vento, é diferente de dentro.
— Sim, realmente é.
No entanto, a paisagem que se via era completamente diferente. Não era apenas porque era noite quando chegou e agora é dia.
Naquela noite, Rensley, transportado em uma carroça puxada por burros, era uma bagagem descartada. Uma oferenda marcada com o selo de que podia morrer.
Mesmo enquanto se encolhia e tremia, chorando sob a desculpa do vento frio, nenhum dos “acompanhantes”, que na verdade eram seus vigias, lhe dirigia uma palavra. Eles sabiam que não adiantava criar laços com aquela bagagem que seria descartada, ou que em breve poderia se tornar um cadáver.
O som lento de cascos se aproximou. Rensley, que estava relembrando a primeira noite em Oldenland, virou a cabeça. O grão-duque, que se aproximara silenciosamente, o observava com seu rosto aristocrático.
— Não está com frio? Trouxe uma capa de pele, vista mais uma camada. Se pegar um resfriado, será um problema.
— Estou bem. O frio de hoje é refrescante, talvez por eu estar de bom humor.
Rensley respondeu sorrindo. Muita coisa havia mudado desde aquele dia.
Ele olhou para o horizonte. No céu do norte, onde o anoitecer chega cedo, o crepúsculo já se espalhava. À medida que o céu avermelhava, a vasta planície branca coberta de neve também começava a se tingir de vermelho.
Perto do horizonte, as árvores nuas, com flocos de neve, assumiam cores como recifes de corais, transformando-se gradualmente em sombras escuras. As ervas daninhas que resistiam na terra fria estendiam suas folhas longas e finas aqui e ali, erguendo-se na neve. Um caminho que antes parecia apenas frio e árido, que ele havia atravessado sem olhar direito, era assim.
Rensley respirou fundo.
A planície de inverno que ele reencontrou era fria e vasta, e tão bela quanto o tamanho de seu frio.
↫─✧ Continua no Volume 2.
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✦ Tradução, revisão e Raws: Yuki&Belladonna