Episódio 35
Yeonwoo se aproximou obediente e se sentou no colo de Chahyun como lhe foi dito. A textura áspera do terno roçou sua pele nua, enviando arrepios pela sua espinha.
O olhar de Yeonwoo foi para as persianas da janela, que estavam abaixadas mais da metade. Não parecia que alguém poderia ver de fora, mas ainda havia um medo estranho que o lugar lhe dava. Seus ombros se encolheram involuntariamente por causa do ar frio.
— Abre o zíper e tira meu pênis. Você sabe como, né?
Não deveria ser sua primeira vez, mas Chahyun falou de forma quase apaziguadora porque Yeonwoo tremia tanto. Sua voz estava tingida de expectativa profunda.
Yeonwoo assentiu e abaixou a mão para abrir o zíper da calça de Chahyun.
Seus feromônios gradualmente se espalharam por toda a sala. Era uma sensação familiar. Além da tensão e da vergonha, Yeonwoo não pôde deixar de se excitar com facilidade. Seu corpo já havia sido treinado para isso.
Chahyun afagou as costas e a cintura de Yeonwoo, que não conseguia tirar os olhos desde antes. Então, enterrou o rosto em seu pescoço e seus ombros.
— Deixa mais duro. Você deve ter feito isso bastante.
Yeonwoo agarrou o membro de Chahyun, que ele havia tirado. Ele afagou a haste grossa da base até a glânde, movendo a mão para cima e para baixo, e podia sentir a haste ficando mais firme e maior.
— Haa.
Um gemido quente escapou dos lábios de Chahyun. Yeonwoo podia perceber pelos feromônios dele que ele estava ficando cada vez mais excitado.
E Yeonwoo também instintivamente inalou profundamente os feromônios Alfa. Ele queria se apoiar na familiaridade e empurrar todas as emoções complicadas de lado. Se ele se agarrasse a Chahyun sem pensar, essa confusão desapareceria.
Os feromônios que entraram no corpo de Yeonwoo rapidamente estimulam os nervos por todo o seu corpo. A sensação de seus sentidos despertando fez sua espinha formigar.
— Eu vou entrar.
Chahyun anunciou de forma seca conforme seu membro ficou completamente ereto.
— Es-Espera… Ah.
Ele agarrou seu membro e o levou entre as nádegas de Yeonwoo, que estava sentado sobre ele. Yeonwoo remexeu a cintura às pressas.
— Eu preciso relaxar mais…
Era a primeira vez que ele dizia que ia inserir de imediato, então ele ficou desnorteado. Yeonwoo se remexeu ansioso, mas Chahyun não parecia querer relaxá-lo. Ele estava concentrado em satisfazer seus desejos imediatos.
Apesar de seus tímidos protestos, Yeonwoo engoliu em seco conforme sentiu a glande tocar a entrada.
— Não está entrando. Relaxa.
Chahyun instruiu num tom que sugeria que ele achava a entrada bem fechada incômoda. Yeonwoo sacudiu a cabeça.
— Eu não consigo assim.
— Você está todo molhado, do que você está falando?
— Não, não é isso.
Como se para provar que ele estava dizendo a verdade, Chahyun esfregou a glânde contra a entrada, e um som molhado vergonhoso ecoou.
— Viu? Você está molhado.
Chahyun pressionou a glande com firmeza contra o buraco fechado de novo. Então, agarrou a cintura de Yeonwoo e o abaixou.
— Heu-ut.
Yeonwoo tremeu conforme recuperava o ar. Logo, ele achou difícil se equilibrar e enlaçou os braços em volta do pescoço de Chahyun.
A ponta da glande abriu a entrada e invadiu. No entanto, a parede interna ainda rígida continuava tentando empurrar o objeto estranho para fora, fazendo-o se sobressaltar.
— Ah, apertado do caramba.
A voz de Chahyun fervia de excitação. Ele sentiu a glande inteira entrar e agarrou as nádegas de Yeonwoo com força. Então, colocou mais força para empurrá-lo para baixo.
— Heuk, Ah!
Os olhos de Yeonwoo se arregalaram conforme seu membro entrou até a metade. Lágrimas se acumularam em seus olhos por causa da dor surda.
Mas, antes que ele pudesse se ajustar, Chahyun o pressionou, erguendo os quadris primeiro. Como se lhe dissesse para se mover rápido.
Yeonwoo apertou os olhos fechados e colocou força no baixo-ventre. Ele ergueu a cintura de leve e a abaixou de novo, e desta vez seu membro cavou mais fundo.
A dor de suas entranhas serem alargadas à força continuou. Seria bom se lhe fosse dado tempo para se ajustar, mas Chahyun agarrava a pelve de Yeonwoo e o abaixava diretamente ou movia a cintura para impulsionar sempre que os movimentos de Yeonwoo paravam.
— Ah, dói…
Ele remexeu a cintura como Chahyun exigia, mas seu corpo se retesou com o medo de que suas entranhas se rasgassem. Ele queria relaxar a parte inferior do corpo, mas não podia deixar de se tensionar.
O pau de Chahyun sempre foi tão grande? Sempre foi avassalador, mas hoje parecia tão sem esperança que ele não conseguia dar conta.
— Eut, heu-eup. Ah.
Não importava quanto tentasse segurar, gemidos de dor escapavam por seus lábios cada vez que o membro esmagava e moía sua parede interna.
— Mais rápido.
Chahyun estava furioso, como se os movimentos de quadril pela metade não fossem suficientes. Yeonwoo tremeu, com medo de que ele agarrasse sua cintura e o penetrasse sem piedade, e moveu as nádegas às pressas.
Conforme os dois homens se moviam com violência em cima, a cadeira, não importava quão caro fosse o couro, fez um som de rangido antinatural.
Conforme o tempo passou e a parede interna ficou uniformemente úmida com fluido corporal, o movimento ficou muito mais fácil. E a sensação da pele delicada se atritando contra o pau grosso ficou menos avassaladora. A glânde dura revolveu os pontos sensíveis de Yeonwoo, raspando toda a sua parede interna com força.
— Eueung…!
Yeonwoo soltou um gemido febril conforme o membro de Chahyun chegou fundo dentro dele. Ele percebeu com atraso que aquele era o escritório e tentou cobrir a boca, mas foi inútil.
— Aaa!
— Ha.
Chahyun, que vinha murmurando xingamentos numa voz rosnada, de repente se levantou do lugar. Ele deitou Yeonwoo sobre a mesa do escritório, ainda conectado.
Naquele estado, ele começou a impulsionar com brutalidade dentro de Yeonwoo.
— Espera, heuk…. As, as costas, eut, dói…!
Deitado na mesa dura, o material de escritório roçava sua pele, deixando-o incômodo.
Yeonwoo ofegou e reclamou do desconforto, mas Chahyun o ignorou. Ao contrário, como se para se exibir ainda mais, ele espalhou Yeonwoo no centro da mesa e o empurrou todo até a raiz de uma vez. De forma tão violenta que fez um som de pluc!
— Eueung!
Os dedos dos pés de Yeonwoo se curvaram conforme ele recebeu a haste fundo em sua parede interna. Chahyun ergueu os quadris com violência sem lhe dar chance de absorver a sensação que chegava.
Nesse meio-tempo, a parede interna macia, que havia ficado constantemente úmida, se agarrou com força à haste grossa. Ela maximizava a satisfação apertando sem nenhuma fresta, como se implorasse por mais. Chahyun tinha que cerrar os dentes e suportar a chegada precoce da ejaculação.
— Hueu…. Hueu.
Com o abdômen sólido retesado, ele revolveu as entranhas de Yeonwoo à vontade.
Cada vez que o som de carne batendo ressoava de forma explícita, o corpo de Yeonwoo era empurrado para cima na mesa junto com seus gemidos.
A adrenalina disparou conforme Yeonwoo estava deitado com as pernas abertas sobre a mesa, que sempre estava cheia de documentos entediantes. Era doloroso retardar a ejaculação enquanto olhava Yeonwoo, que recebia seu membro com o rosto ruborizado.
O estímulo dado pelo corpo nu branco diante dele era indescritivelmente intenso, tanto que os órgãos sensoriais que aceitavam a visão formigavam.
— Ha, eung… Eut! Euh-heuk.
— Merda, porra.
Chahyun xingou conforme viu lágrimas se acumulando nos olhos de Yeonwoo. Cada vez que ele balançava a glande no fim da entrada num grau precário e então a enfiava com força, prazer se acrescentava às suas pupilas úmidas.
Chahyun logo lambeu as lágrimas que escorriam pelas têmporas de Yeonwoo. A respiração, o suor e as lágrimas de Yeonwoo, que o dominavam e ele não sabia o que fazer com isso. Tudo era doce.
— As costas… Doem. Heuek.
— Hueu, merda.
— Ah, de, devagar… Eung. Só um pouco.
— Se você disser que gosta, ha. Eu mudo sua posição.
Chahyun sussurrou, afagando as coxas macias de Yeonwoo com sua mão grande. Seus olhos, cheios de lágrimas, piscaram sem expressão por um instante. Logo, Yeonwoo assentiu.
— Eu, eu gosto. Ah….
Yeonwoo tremia enquanto dizia isso cada vez que seu estômago era preenchido com a coisa de Chahyun.
— Eu gosto tanto…. Heuk.
— O quê?
Chahyun sorriu e empurrou de volta seu membro levemente retirado. O baixo-ventre encovado de Yeonwoo podia ser visto se abaulando de leve.
— I-Isso.
— O que é isso? Meu pau?
— Eung… Eung!
— Ah, você fica louco cada vez que recebe meu pau?
Chahyun pluc! empurrou e pressionou.
— É. Eu, eu sinto que vou morrer porque eu gosto… Heuk, eu acho.
— Hueu.
Estimulado pelas palavras suplicantes de Yeonwoo, Chahyun o pressionou de forma ainda mais feroz.
— Dói… Ah. Aí, eu-heup.
Yeonwoo sacudiu a cabeça conforme seu corpo era erguido bastante cada vez que Chahyun cavava. O interior de seu estômago pulsava e queimava. Sua cabeça estava quente de excitação, e suas costas, que haviam sido atritadas contra a mesa dura, ardiam. O estímulo que se despejava era desenfreado e difícil de suportar.
— Chahyunaa….
Conforme Yeonwoo agitava as pernas e empurrava Chahyun, Chahyun finalmente parou de impulsionar os quadris e retirou seu membro.
Conforme o membro que estava enterrado dentro foi retirado, a barriga cheia se esvaziou num instante.
Chahyun beijou o peito de Yeonwoo e afagou seu membro com as mãos. O buraco de Yeonwoo era de cor clara e de forma bonita, como o de um menino que acabava de começar as características sexuais secundárias. Era impossível vê-lo como mais velho que ele mesmo.
— Eueung, ha. Aaa….
Chahyun, que vinha afagando seu membro sem pressa, naturalmente tentou agarrar o tornozelo direito de Yeonwoo, mas de repente sua mão parou. Seu corpo se retesou por conta própria, como se um som de alerta estivesse soando: “Não.”
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Continua….
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✦ Tradução, revisão e Raws: Faby&Belladonna