↫─Capítulo ⚝ 112
↫─Things That Deserve To Die ⚝ 112
O olhar nos olhos dele mudou. Ele estava p*to? Ou ele tinha gostado? Ja-kyung esperava pela segunda opção, mas Kang Il-hyeon começou a desabotoar a camisa, um botão de cada vez. Seus movimentos eram lânguidos e sem pressa.
— Você não teria feito isso sozinho, onde você fez?
Ele parecia ter gostado, mas estava estranhamente frio.
— No salão onde o Lun hyung me levou… eu recebi o serviço lá.
— Uma mulher? Ou um homem?
Só então Ja-kyung percebeu sobre o que era a pergunta. A pessoa que fez a depilação era a dona do salão, mas, inesperadamente, era uma mulher. Ja-kyung ficou envergonhado no início ao receber uma depilação brasileira de uma mulher com as pernas bem abertas. Mas ela fez um excelente trabalho. Ele foi orientado a evitar relações sexuais por cerca de 2 a 3 dias após a conclusão do procedimento.
— Eu não me lembro.
— Você está se referindo a mim?
Os olhos de Il-hyeon se estreitaram. Ja-kyung reforçou o ponto mais uma vez.
— Você já sabe. A única coisa na minha cabeça é o grande CEO Kang Il-hyeon.
M*rda. Ele não conseguia acreditar que era um humano tão patético. Mas o que ele pode fazer? Um homem com muitos pecados deve se curvar e aceitar. Aparentemente satisfeito com a resposta, os lábios firmemente fechados de Il-hyeon se relaxaram.
Ele desabotoou o último botão, revelando um peito firme esculpido como por uma faca de escultor. Traços claros de feridas adornavam o abdômen. Ja-kyung levantou o olhar para encontrar os olhos dele novamente. Quando Il-hyeon tentou tirar as calças, Ja-kyung estendeu a mão e o parou.
— Eu faço isso.
Ja-kyung baixou as calças e a cueca até as coxas. Ja-kyung abriu as pernas para que Il-hyeon pudesse ver melhor. Depois de estarem juntos por quase um ano, não havia nada de embaraçoso em tais coisas.
As pontas dos dedos de Il-hyeon tocaram a área depilada enquanto ele olhava para baixo entre as pernas dele.
— Está vermelho.
Agora que a mão dele realmente tocava a área, a sensação era estranha. Ja-kyung franziu a testa enquanto ele aplicava pressão com força.
— Dói?
— Só um pouco de formigamento.
Il-hyeon sorriu silenciosamente e se aproximou, abrindo as pernas de Ja-kyung e ocupando seu lugar. Logo, sua língua tocou a área depilada. A sensação de sua língua úmida era vívida. Ele passou a língua sobre a área como se estivesse cuidando de um filhote de animal ferido. No entanto, Ja-kyung percebeu em um instante que, se doesse, lamber com a língua não ajudaria, e ele precisaria ir ao hospital.
— Ah!
Il-hyeon levantou a cabeça lentamente enquanto solta um gemido de dor.
— Dói?
Quando ele perguntou novamente, Ja-kyung assentiu com uma expressão piedosa. Dói mais do que o esperado. Pode parecer trivial comparado a armas e facas, mas ainda era doloroso.
— Aguente. É melhor do que quebrar sua perna.
Se for esse o caso, por que você se deu ao trabalho de perguntar, seu bastardo? Ja-kyung acabou virando a cabeça depois de lhe dar um olhar de desaprovação e encará-lo. Il-hyeon cuspiu naquele local e, enquanto a saliva pegajosa escorria, ele a lambeu com a língua, saboreando como se fosse uma refeição. Olhando para baixo, era possível ver os cantos de sua boca se curvando. Ele deve estar realmente gostando.
Como resultado, ele pensou que foi bom ouvir as palavras de Wang Lun. Pelo menos quando voltasse para a Coreia, ele seria capaz de caminhar com seus próprios pés. O som de sucção e lambidas ecoava pelo quarto do hotel. O ventilador de teto girava vertiginosamente no campo de visão que se desvanecia.
Gradualmente, a sensação aumentou, e a cintura de Ja-kyung continuava a dar solavancos devido à excitação. Il-hyeon fez um boquete nele e moveu a cabeça para frente e para trás. Suas bochechas se encovavam. Ja-kyung trouxe outro travesseiro de lado e o apoiou atrás da cabeça, apreciando a cena.
O prazer de Kang Il-hyeon chupando seu pau estava além de sua imaginação. Apesar do fato de ser um amante e um companheiro homem, ele também é superior em físico, força e poder. A visão dele ajoelhado e o chupando o deixava emocionado toda vez que o via.
As pálpebras de Ja-kyung continuam a cair de excitação. Ele lambeu os lábios e abriu as pernas um pouco mais para os lados. A bunda de Ja-kyung se contrai toda vez que Kang Il-hyeon chupava seu pau como se estivesse apertando com força em sua boca.
A mão de Il-hyeon tocou seu buraco traseiro enquanto ele chupava seu pau. Ele abriu o buraco com os dedos e tentou inseri-los, mas não era fácil abrir. Ja-kyung estendeu a mão e pegou o pote redondo de creme que havia colocado perto de sua cabeça.
— CEO Kang Il-hyeon.
Il-hyeon levantou a cabeça e olhou para Ja-kyung. Quem diria que chupar um pau poderia deixá-lo tão sexy? Ja-kyung quase deixou escapar exatamente isso. Quando Il-hyeon soltou seu pau e se levantou, Ja-kyung jogou o pote de creme para ele. Ele abriu a tampa do pote que recebeu, cheirou e sorriu.
— Pêssego?
Originalmente, era para ser aplicado na área depilada. Mas Il-hyeon o virou e o despejou sobre o corpo de Ja-kyung.
— Aí não…
— Eu sei.
O creme que escorria pelo peito e abdômen de Ja-kyung o fazia parecer coberto de sêmen. Il-hyeon sentiu seu pau dolorosamente inchado dentro das calças. Ele espalhou o creme como se estivesse pintando um quadro.
Ja-kyung respirou fundo. O aroma de pêssego permeia a ponta de seu nariz. Cada lugar que ele tocava estava quente como se estivesse pegando fogo. Desta vez, ele tocou os mamilos. Ja-kyung deu um solavanco e seu corpo tremeu ligeiramente quando ele os beliscou.
Ah… Sem querer, Ja-kyung soltou um gemido e mordeu o lábio inferior. Os movimentos pausados que estavam acontecendo de repente alcançaram a área depilada. Ele despejou o restante do creme ali e massageou suavemente, olhando para Ja-kyung com seu olhar ardente.
— Obrigado pelo presente.
Seu sorriso de lado parecia perverso, mas sexy. Ja-kyung sentiu a força exercida no pau que Il-hyeon estivera chupando há pouco. Ele é bonito, perturbadoramente bonito. Por um momento, ele olhou distraidamente enquanto Il-hyeon pegava o creme restante e o espalhava em sua mão, movendo-a para trás de sua bunda.
Ja-kyung fez uma careta com o creme frio. Talvez por causa do creme, um dedo deslizou sem esforço para dentro. Enquanto seu dedo se movia lá dentro, o pau que Il-hyeon tinha levado à boca estremeceu e expeliu um fino jato de líquido.
O som úmido aumentou a excitação. Il-hyeon aumentou para dois ou três dedos e esfregou suavemente as pregas da parede interna e dobrou os dedos para estimulá-lo. Ja-kyung cobriu o rosto com as costas do braço e rangeu os dentes. Os dedos de Il-hyeon deslizaram para fora e ele abriu as pernas de Ja-kyung e subiu em cima dele. O colchão, que vinha sustentando seu corpo, afundou.
— Por que você está cobrindo seu rosto bonito?
Depois de remover o braço que cobria seus olhos, Il-hyeon engoliu os lábios de Ja-kyung em um fôlego só. Seus lábios se abriram e sua língua empurrou para dentro. Ele baixou uma mão e abriu o zíper de suas próprias calças, puxando seu pau ereto. Segurando seu pau, ele o levou ao buraco de Ja-kyung e pressionou contra ele.
Embora ele tivesse sido relaxado com os dedos, ainda parecia apertado ao tentar inserir o pau. O aroma de pêssego subia vertiginosamente. Il-hyeon acariciou a bochecha avermelhada de Ja-kyung e beijou continuamente seus lábios. Enquanto isso, iniciando pela glande, ele lentamente começou a penetrar. Conforme o buraco apertado se abria, Ja-kyung recuou de dor. O gemido suprimido, junto com a saliva, foi sugado para dentro da boca de Kang Il-hyeon.
Quando seu pau estava na metade, seus lábios se separaram por um momento e Il-hyeon acariciou suavemente os olhos avermelhados de Ja-kyung com a mão.
— De agora em diante, eu mesmo farei isso. Não mostre seu pau para mais ninguém.
Ja-kyung, cujos olhos estavam abertos, arquejou em busca de ar e respondeu sem pensar.
— Era uma mulher, não um homem—
Ah, percebendo o deslize, Ja-kyung tentou fechar a boca, mas era tarde demais. O olhar de Il-hyeon tornou-se ferozmente ameaçador.
— Você disse que não conseguia se lembrar.
Ele subitamente caiu em si. Ja-kyung tentou apressadamente retificar a situação.
— O que foi que eu disse?
Assim que Ja-kyung se fingiu de inocente, um canto da boca de Il-hyeon se elevou. Oh, baby. Eu me sinto mal. Depois disso, ele estende o braço sobre a cabeça de Ja-kyung e o envolve gentilmente. Suas ações eram muito cavalheirescas, mas seu olhar era selvagem.
— É um mal-entendido. Eu não me lembro.
Ja-kyung tentou dar uma desculpa tardiamente, mas já era tarde demais. Ele empurrou o pau que estava pela metade até o fim de uma vez só. Thrust! Houve um som e seu corpo tremeu com o choque. Então ele começa a estocar implacavelmente, criando um som repetitivo de impacto.
— Ah, espera, espera!
Il-hyeon empurrava com tanta força que parecia que seu corpo estava se partindo ao meio. Ja-kyung empurrou o ombro dele, mas Il-hyeon não se mexeu. Em vez disso, ele morde os lábios de Ja-kyung e o restringe quando ele tenta virar a cabeça.
Ja-kyung finalmente conseguiu afastar o lábio, e sua boca agora tem gosto de ferro. Ele não percebeu que seus lábios estavam rachados até que os lambeu com a língua. Mesmo isso não foi suficiente; desta vez Il-hyeon mordeu temerariamente o lóbulo de sua orelha e seu pescoço. A sensação de queimação se intensificou enquanto seu pau e a área depilada esfregavam contra o abdômen de Kang Il-hyeon.
O rosto de Ja-kyung parece que ele está prestes a chorar enquanto implora.
— Ugh, espere um momento!
— Não tire suas roupas em nenhum outro lugar.
— Só um momento! Ah, pare! M*rda, chega!
Mesmo que ele o xingasse em frustração, Il-hyeon não parou. Enquanto seu corpo se contorcia, ele podia ouvir a voz rouca de Kang em seu ouvido.
— Estou te avisando, se você fizer isso de novo, seu pau será exibido no meu quarto.
Ele diz isso ameaçadoramente enquanto estoca cada vez mais fundo. Isso envia calafrios pela espinha de Ja-kyung. Ele se lembrou do globo ocular de Takeya Jun, que foi colocado no escritório de Il-hyeon. Quando Il-hyeon passou pela unidade de terapia intensiva, Park Tae-soo pessoalmente removeu o globo ocular restante dele e o preservou em formalina. Depois de recuperar a consciência, Il-hyeon ficou muito satisfeito com aquilo.
Ja-kyung ficou sem palavras. Enquanto isso, o prazer continua a atingir sua cabeça. Ele removeu apressadamente os lábios de Kang Il-hyeon de seu pescoço e o beijou primeiro, segurando sua bochecha.
— Eu não vou fazer, então faça gentilmente… ok?
Implorar era mais eficaz do que orgulho ou xingamentos em situações como esta. O movimento da cintura de Il-hyeon parou, e Ja-kyung o acalmou passando suavemente as mãos para cima e para baixo em seus ombros e costas. Ja-kyung então monta em sua cintura, envolvendo as pernas ao redor dela e movendo a bunda para cima e para baixo.
— Gentilmente… ok? CEO Kang Il-hyeon…
Ja-kyung abraçou o pescoço dele e pressionou a parte superior de seu corpo contra o dele. A respiração pesada gradualmente desacelerou. No momento em que pensou que estava tudo bem, Il-hyeon tirou o braço de Ja-kyung e olhou para baixo.
Ja-kyung trabalhou incansavelmente para remover a arrogância de seus olhos. Parecendo um cordeiro gentil, ele encontrou a expressão de arrependimento dele.
— Desculpe, querido.
— …
Logo, ele sorri de forma fria, mas afetuosa.
— Acho que você terá que rastejar até a Coreia.
Continua…
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✦ Tradução, revisão e Raws: Faby&Belladonna