02ª Parte
⚠️ Aviso de gatilho ⚠️ : Este capítulo contém descrições explícitas de abuso verbal e violência sexual.
Como se tivesse sofrido um pesadelo terrível, os olhos de Seojae se abriram de repente e ele olhou ao redor. Era definitivamente noite, mas o dia já havia clareado. Ele podia ver a luz entrando na casa.
Foi um sonho.
Seojae olhou para o lado e sentiu alívio. Ele também podia ver a criança se mexendo um pouco, prestes a acordar do sono. Claro, algo assim não poderia acontecer de jeito nenhum…
— Hyung-nim, você acordou.
Quem apareceu na direção do banheiro foi Beomjin. Seojae, que acabara de soltar um suspiro de alívio, endureceu o rosto abruptamente. A maneira como Beomjin se aproximava, mexendo nos genitais como se tivesse acabado de mijar, era semelhante ao Beomjin de suas memórias. Seojae levantou a cabeça pela metade e olhou para o rosto de Beomjin. Já não parecia mais um sonho ou coisa do tipo.
— Você se divertiu?
Beomjin, que perguntou se ele se divertiu, não estava nem com raiva nem sorrindo. Ele apenas ficou ali com aquela expressão, olhando para ele, depois foi para a área abaixo da TV, abaixou-se e sentou. Foi apenas por um momento que o som de algo quebrando, thump, foi ouvido. Seojae também fixou o olhar em Beomjin, que se virou e levantou a mão, dizendo “isto”. Ele lançou um olhar para a pequena lente na mão de Beomjin.
— Eu bati uma punheta como um louco enquanto assistia meu hyung-nim.
—…
— Bem, a vida estava indo tão bem para você, você achou que era sua própria vida para viver?
Beomjin, que jogou a pequena câmera para trás, sentou-se na borda da cama.
— Mais uma vez.
—…
— Se você fugir, saiba que todo mundo vai morrer então.
—…
— Eu não vou deixar aquele também escapar.
Para Beomjin, que fez um gesto com o queixo em direção à cama ao lado, Seojae não sabia o que dizer. Parecia que Beomjin sabia de tudo o tempo todo, mas apenas o observava como se fosse um jogo. Para Beomjin, que apontou o dedo dizendo “aquele”, Seojae apenas implorou: “Tudo bem, eu entendo, eu entendo.” Tudo bem para ele morrer, não importa quantas vezes, mas ele não queria que nem um indício de tais palavras chegasse à criança. Seojae corrigiu sua postura confortável e até se ajoelhou. À pergunta de Beomjin se ele havia feito algo errado, ele apenas repetiu as palavras “eu errei” como um cuco.
O tempo passou e, com a sugestão de Beomjin de que pegassem algo para comer, Seojae foi até a pia da cozinha e lavou as mãos primeiro. Beomjin andou pela casa, verificando as câmeras instaladas. Ele casualmente disse a Seojae que planejava colocar uma nova no roteador. Seojae não pôde dar nenhuma resposta a tais palavras. Ele apenas ligou a torneira no máximo e fez o possível para uniformizar sua respiração irregular.
Através do painel frontal da geladeira, ele podia ver o que Beomjin estava fazendo a cada instante. Em algum momento, Beomjin se inclinou contra a cabeceira da cama e estava cheirando o travesseiro. Por que ele está cheirando aquilo? Ele tentou abrir calmamente a porta do congelador para pegar camarões, mas a parte inferior totalmente inchada de Beomjin também entrou em sua visão. A parte de trás de sua cabeça doía como se estivesse zunindo. Ele não fazia ideia de quão forte a parte de trás de sua cabeça tinha sido agarrada ao amanhecer. Ele não tinha sido atingido, mas não parecia que isso fosse um alívio… Seojae balançou a cabeça e tirou os camarões da geladeira.
O que aconteceu com aquele homem que só tinha feito uma refeição com ele uma vez? Seojae sabia que ele provavelmente não estava bem, mas mesmo assim rezou para que estivesse. Uma pessoa inocente. Tal coisa tinha acontecido só porque ele por acaso gostava de alguém tão estranho como ele. Ele esperava sinceramente que ele estivesse bem. Ele não sabia o que deveria dizer a Hyeyoon. Não, primeiro a diretora. O que ele diria sobre sua falta injustificada ao trabalho hoje? A mão de Seojae, que estava cortando as caudas dos camarões com uma faca pequena, escorregou de vez em quando.
— Ah.
No final, ele cortou o dedo. Não era um corte profundo, mas o sangue estava escorrendo lentamente pela fenda diagonal.
— Seu maldito idiota.
Seojae encolheu os ombros. Beomjin, que tinha chegado ao seu lado enquanto isso, disse como se fosse bater nele enquanto olhava para seu dedo.
— De que adianta ter olhos? Quando você não faz nada direito.
—…
Seojae não sentiu absolutamente nada. Seu coração apenas afundou com Beomjin, que apareceu de repente e começou uma briga. Ele tinha um pecado que cometeu, e já que disseram que era um pecado, ele simplesmente aceitou.
— Eles são inúteis de qualquer jeito, devo arrancar esses olhos fora, porra?
Beomjin fez um movimento de arrancar os olhos. Uma mão grande se aproximou de seus olhos e depois se afastou.
— O que você está olhando, seu filho da puta?
Com a ação de Beomjin de franzir os olhos e levantar a mão, os olhos de Seojae se fecharam reflexivamente.
— Tão irritante.
Quando ele abriu os olhos cautelosamente novamente e olhou, o rosto de Beomjin estava vermelho e azul. Ele se irrita em um instante, e ri em um instante. O sangue estava desenhando uma forma de névoa na tábua de madeira. Seojae, que tinha estado olhando fixamente para seu dedo, ligou a torneira e lavou o sangue.
— Ha, porra.
Beomjin, que praguejou com um sotaque tão forte que parecia que sua saliva ia voar, continuou parado ao lado dele. Seojae, que ouviu a maldição, mas não virou a cabeça, primeiro fechou a torneira. Felizmente, o sangue não tinha escorrido para o lado com os camarões. Seojae inclinou a tábua para molhá-la e pegou a faca novamente.
Enquanto ele trazia os camarões que havia reunido de um lado de volta para o centro da tábua, Beomjin bateu o punho no armário acima.
—…Por que…?
Seojae, que se encolheu com o som, respondeu com uma voz quase inaudível.
— Mas por que você fugiu?
—…
Depois de todos esses meses. Não ao amanhecer de ontem, quando todo aquele caos aconteceu, mas agora, Beomjin estava perguntando. Seojae pensou que nunca seria capaz de expressar a Beomjin o sentimento de desesperança que sentira em Taebaek.
— Vamos ouvir da sua boca.
—…
— Se eu fosse você, hyung-nim, acho que teria ficado com muito medo para fazer isso.
—…
— Só porque eu te dei um tapa uma vez.
—…
Ele tinha se esforçado para esquecer, mas Beomjin o lembrou. Quem teria fugido só porque levou um tapa? Seojae não queria pensar novamente no futuro sem esperança que sentira naquele dia. Ele veio para Seul sem nada, mas era melhor do que estar em Taebaek. Não, o lugar era o problema? Ele mal tinha conseguido escapar, mas este lugar tinha se tornado o inferno novamente. Os olhos de Seojae se fecharam e abriram levemente.
— Se fosse alguma outra vadia, eu teria batido até a morte.
—…
— Fugir, pelo amor de Deus, sério, não faça isso.
—…
— Você não vai responder?
—…Eu entendo.
— Você tem que olhar para este lado e dizer.
— Eu enten—.
Enquanto ele virava ligeiramente a cabeça para a direita, de onde vinha o som, seus lábios foram abruptamente pressionados juntos. Sua cabeça foi empurrada para trás, e a parte de trás da cabeça tocou o braço esquerdo de Beomjin. Era um ângulo em que seus narizes mal se roçavam. A boca de Seojae foi forçada a abrir, e ele recebeu arduamente a língua de Beomjin que deslizou como uma serpente.
Beomjin interrompê-lo para beijá-lo era ao mesmo tempo estranho e familiar. Acontecia frequentemente quando estavam em Taebaek, mas agora um tempo considerável havia passado. O beijo desta madrugada, ele estava tão fora de si que mal se lembrava. Seojae pensou que já havia durado o suficiente e puxou o rosto de volta discretamente. Ele estava sem fôlego, e o ar escapou por seus lábios com um phew. Seojae, levantando a mão molhada, empurrou o estômago firme de Beomjin.
Ele ouviu um som ameaçador, “onde você pensa que vai”, em seu ouvido. Beomjin pressionou seu corpo mais perto na mesma proporção em que foi empurrado e o beijou. Seus dentes e o interior de sua boca estavam todos sendo envolvidos pela língua de Beomjin. Quando seu pé foi pisado com força, os cantos de seus olhos caíram. Ele não estava apenas pisando, mas pisando como se quisesse segurá-lo firmemente, então a dor era intensa.
A coisa mais odiosa era o pau pressionando com força contra seu estômago. Estava tocando desde o início, mas à medida que continuava a inchar, parecia que seu estômago estava sendo esmagado. Por favor, pare. Pare. Ele sabia que não estava em posição de dizer tais coisas, mas se pudesse, queria gritar essas palavras em seu ouvido várias vezes. Ele não sabia o que Beomjin queria fazer com isso. Era tão divertido, ver sua vida ser arruinada a esse ponto?
Enquanto ele tentava mover seu braço firmemente segurado, Beomjin falou em uma voz baixa e profunda.
— Porra… fica quieto…
—…
— Porque estou segurando toda essa merda.
Beomjin parou de beijar e baixou o olhar, seu rosto se tornando feroz. Seojae, que estava recuperando o fôlego com a testa franzida, teve seus olhos pousando na cicatriz da bochecha de Beomjin. Mesmo sendo dia, porque a luz da cozinha não estava acesa, a cicatriz parecia mais escura e mais profundamente afundada. Por causa da expressão ameaçadora, Seojae não pôde mais olhar para Beomjin.
—…O quê…!
Foi um toque repentino. Seojae se virou rapidamente quando suas calças foram puxadas de repente para baixo. Ele viu Beomjin, que tinha pressionado seu corpo contra ele, olhando para ele como se dissesse: o que você pode fazer.
— Curve-se.
Seojae, que estava prestes a puxar suas calças que haviam sido abaixadas até logo abaixo das nádegas, se encolheu com a voz que mandou curvar-se novamente. Ele não conseguia nem entender o que o havia irritado. Vendo o rosto de Beomjin com veias saltando, Seojae estava até sob a ilusão de que a culpa era exclusivamente sua.
—…
— Baek Joonhee vai acordar.
Com essas palavras, todos os seus nervos amortecidos se arrepiaram. Seojae, franzindo a testa, olhou fixamente para a frente e mordeu o lábio.
— Tire sua cueca você mesmo, hyung-nim.
Beomjin disse com indiferença e pressionou as costas de Seojae. Seojae, que estava lentamente curvando a parte superior do corpo, estava quase deitado sobre a pia, então se virou e murmurou como se fosse injusto.
—…Termine logo.
— Certo.
Seojae puxou a cueca para baixo com o pensamento de acabar logo com isso. Contrariamente ao seu coração resoluto, a cena era gráfica. O olhar de Beomjin mudou quando as nádegas brancas e carnudas, como a polpa de um pêssego, foram reveladas. As mãos de Seojae se enroscaram enquanto ele puxava a cueca para baixo, deixando apenas metade de suas nádegas expostas. Beomjin olhou fixamente para aquela massa redonda de carne, depois trouxe sua própria mão e puxou a cueca corretamente para baixo.
— Ah…!
— Se você oferecer isso a outro desgraçado, vou matar todo mundo, de verdade.
Beomjin imediatamente começou a amassar as nádegas de Seojae. Ele apertou as duas bochechas com força e soltou, depois repetiu apertar e soltar. Seojae, que finalmente estendeu uma mão para trás, implorou baixinho.
— Ah, eu entendi, então, só… um pouco…
Seria um desastre se Junhee acordasse. A criança parecia estar quase acordada há pouco. Ele tinha medo de mostrar tal cena. Seojae apenas olhou para o porta-utensílios à sua frente e trouxe as mãos, que estavam atrás dele, de volta para a frente. Seus lábios, inchados pelo longo beijo, ainda tinham um brilho. Seojae, que mordeu esses lábios com força, apertou os olhos ao som de alguém cuspindo, ptui.
A borda da mão de Beomjin, molhada de saliva, separou as nádegas de Seojae. Por causa do longo beijo, havia uma reação física inevitável, mas ele não estava molhado o suficiente para permitir a penetração. Beomjin, que levantou os dedos e misturou o pouco de fluido com sua saliva, esfregou a área para cima e para baixo como se fosse inseri-los no buraco.
— Hyung-nim.
—…Por que… por que…?
— Você segura e abre. Eu preciso tirar meu pau.
Desgraçado. Desgraçado cruel. Filho da puta. Ele estava esperando que Beomjin inserisse rapidamente e terminasse, mas Beomjin não permitiu isso facilmente. Com o rosto que tinha ficado vermelho em um instante, Seojae se virou e olhou para o rosto de Beomjin. Por que ele estava indo tão longe?
— Você acabou de me encarar agora?
—…
Seojae, que rapidamente baixou o olhar, respirou fundo algumas vezes e olhou para frente novamente. Com o toque da mão de Beomjin dando um tapa leve em suas nádegas com um smack, seu rosto ficou completamente vermelho. Seojae, que tinha cerrado os punhos inconscientemente, abriu-os e os trouxe para trás, rangeu os dentes e abriu as nádegas como se as puxasse, mostrando o buraco escancarado entre elas para Beomjin.
—…Para outro desgraçado.
Se você fizer isso, vou te matar de novo, Beomjin disse. Ele falou sozinho e ficou com raiva sozinho. Ele tinha ficado ainda mais louco nesse meio tempo? Seojae estava colocando força nas mãos que seguravam suas nádegas até que as pontas dos dedos ficassem brancas. Era porque ele sabia muito bem que, se soltasse sem motivo, esse sofrimento também seria em vão. Dada a personalidade cruel de Beomjin, se ele soltasse, ele poderia ter que ficar assim por ainda mais tempo.
Beomjin, que estava olhando para as pontas dos dedos pálidas e brancas, empurrou seu pau ereto bem na frente do buraco de Seojae.
Era um pau que tinha começado a inchar como um balão depois de olhar para o rosto de Seojae e até cheirar o cheiro na cama.
Segurando a haste do pau e empurrando-o para dentro do buraco, ele podia vê-lo entrando suavemente, começando pela cabeça. Era fácil entrar porque ele tinha aplicado saliva entre as nádegas um tanto secas. Com a sensação das paredes internas agarrando seu pau por todos os lados, Beomjin disse “porra” e agarrou as nádegas de Seojae como se fosse beliscá-las.
Os órgãos úmidos e contorcidos, o interior daquele buraco tão diferente daquele rosto, Beomjin se sentiu bem e ao mesmo tempo ressentido. Ele começou a mover os quadris enquanto pressionava com força os ombros de Seojae. Cada vez que seu pau penetrava, thump, thump, as costas de Seojae se arqueavam em um círculo e depois caíam, repetindo. Beomjin virou completamente o pijama que estava subindo desde o início. As costas lisas, sem uma única cicatriz, estremecia a cada vez que seu pau era inserido. Beomjin olhou fixamente para a cabeça redonda e enfiou o pau com força.
— Ugh, heuk.
Com o movimento selvagem, um som escapou até mesmo de Seojae, que mantinha a boca firmemente fechada.
— Tentando acordar a criança?
Beomjin murmurou em voz baixa, pressionando seu ombro com o pau enterrado profundamente. Um rosto que parecia estar segurando emoções também era vagamente visível em Beomjin. Naquele momento, Beomjin puxou ligeiramente o pau para fora e o enfiou com força, depois pressionou o rosto de Seojae novamente e o observou.
— Heuk…
Incapaz de conter o som, Seojae soluçou.
— Um pou… heuk, ngh, um pouco, só um pouco mais suave…
Seojae, que abriu a boca como se murmurasse, virou levemente a cabeça em direção a Beomjin, que havia pausado momentaneamente seus movimentos.
— Por que eu deveria. Porra. Você me ouviu?
Assim que ouviu essas palavras, Beomjin começou a mover os quadris violentamente, como se estivesse com raiva.
— Ah, ahh, heuk, mph.
Porque seu corpo estava sendo empurrado para frente e penetrado com tanta brutalidade, o pau de Seojae estava sendo esmagado e esfregado contra o armário. Era tão doloroso que lágrimas brotaram em seus olhos. Não importa quanta força ele usasse, Beomjin não recuava nem um pouco. Seojae finalmente desabou em soluços silenciosos e balançou a cabeça.
— Dói… Dói… É muito, oo-heuk… heuk…
Mesmo quando os movimentos de Beomjin diminuíram gradualmente, Seojae apenas continuou soluçando enquanto estava curvado.
— Ha, sua vadia, sério… onde dói.
Seu pau doía, mas também seus ossos do quadril, que tinham batido continuamente na superfície dura, estavam ficando vermelhos brilhantes. Era claro que se continuasse a ser fodido assim, ele ficaria com um hematoma. Beomjin, que olhou rapidamente na direção de onde vinha o som, colocou ambas as mãos sob a cintura de Seojae para que as costas de suas próprias mãos tocassem a pia.
— Sua vadia, você nem sabe que está sendo punido, faz isso, faz aquilo, sua, phew.
— Heu-eu, heu…
— Para de chorar, porra.
As mãos de Beomjin, que envolveram os ossos salientes de Seojae em um tom totalmente irritado, bateram alto contra a pia cada vez que ele aplicava força. Os movimentos brutos continuaram como se ele não se importasse com o que acontecia com as costas de suas mãos. Beomjin só começou a penetrar lentamente depois que várias dezenas de segundos se passaram e, às vezes, ele também ficava parado. Quando ele raspou a parede interna superior, uma reação, embora lenta, veio de Seojae. Ugh… euheuk… O som de gemido intercalado com seus soluços chegou diretamente aos ouvidos de Beomjin.
— Estou te fodendo para te fazer sentir bem…?
Mesmo dizendo tais coisas, Beomjin espetou a membrana sensível de Seojae com mais força. Parecia que ele sentia uma excitação estranha com os ossos de Seojae batendo em suas mãos a cada penetração. Depois de foder por um tempo, Beomjin bateu levemente no estômago de Seojae e o puxou de volta, dando alguns passos para trás com o pau ainda dentro do buraco. Seojae também deu alguns passos desajeitados para trás com o pau enterrado dentro dele.
— Seu rosto.
Como Beomjin o havia estimulado tão implacavelmente, o pau de Seojae também estava meio ereto. Seu pau, pressionado contra o armário, tinha um tom mais avermelhado do que o normal e apontava para cima. Seojae, que virou a cabeça em direção a Beomjin que disse “seu rosto”, sem saber abriu a boca quando seus lábios se encontraram.
Cada vez que Beomjin puxava a parte inferior do corpo para trás e penetrava novamente, o pau de Seojae se movia para cima e para baixo. Como Beomjin beliscava seu mamilo com força sempre que seus rostos estavam ligeiramente separados, Seojae mantinha desesperadamente o rosto virado para trás e oferecia sua boca. Cada vez que o pau de Beomjin entrava e saía, parecia que a membrana ao redor da entrada do buraco se movia de forma hedionda. Seojae olhou para Beomjin com o rosto ruborizado, os olhos cheios de lágrimas. A testa de Beomjin, enquanto ele olhava fixamente como se estivesse encarando Seojae que oferecia sua boca e seu buraco, se franzia sem piedade. Beomjin, que o havia beijado sem som e apenas fodido, apertou as nádegas de Seojae com força. Depois de um longo tempo, a quantidade de sêmen que jorrou da ponta do pau foi enorme. Beomjin moveu os quadris mais fundo para cobrir as paredes internas com seu gozo. Seojae, que sentiu dor com o movimento, tremeu na ponta dos pés e curvou o corpo para a frente. Ainda assim, ele e Beomjin estavam impotentemente pressionados juntos.
Assim que o pau de Beomjin saiu, Seojae desabou ali mesmo e não conseguiu se levantar por um tempo. Beomjin, que estava praguejando e balançando o braço, realmente não parecia considerar a posição da outra pessoa. Seojae foi forçado a se levantar por aquela força bruta. Seu corpo inteiro doía como se tivesse sido espancado com um porrete. Ele apertou os olhos com a dor aguda que sentiu entre as nádegas.
Seojae, que foi meio que forçado a se levantar, terminou de cortar os camarões que estava cortando nesse estado, adicionou-os ao arroz e fritou. Ele pensou que pretendia fazer outra coisa no início, mas não conseguia se lembrar. Ele tirou o arroz para o arroz frito de Junhee e conseguiu cozinhá-lo de alguma forma. Ele não tinha adicionado sal, então certamente ficaria sem graça, mas ele não conseguia pensar em como ficaria o sabor.
Beomjin sentou-se em uma cadeira da sala de jantar com as pernas bem abertas. Parecia que aquele homem simplesmente satisfazia todos os seus desejos com ele e, uma vez satisfeitos, ele pensava que era isso. Seojae, que estava transferindo o arroz frito para um prato largo e côncavo, mordeu secretamente o lábio inferior. Ele sabia muito bem o que era que estava escorrendo de suas nádegas e descendo pela parte interna de sua coxa. Seojae, cujo rosto ficou vermelho vivo, mal conseguiu compor a testa trêmula. O prato estava cheio até a borda com arroz frito de camarão fofo e bem cozido.
Comer, transar e dormir. Um homem aterrorizante que agia como se fosse só isso.
— Você tem que sentar também, hyung-nim. Onde você vai.
—…
Seojae apenas ficou parado, com o corpo pressionado contra a quina da mesa de mármore, olhando para Beomjin.
— O que você está olhando?
—…
— Por quê, seu filho da puta, quer que eu te foda mais?
Ele não conseguia nem forçar um sorriso para Beomjin, que estava sorrindo e pegando uma colherada de arroz. Seojae, que simplesmente se virou e fingiu indiferença, começou a limpar a pia. Então, ele recordou o rosto de Junhee, que havia caído em um sono profundo. A dor e a humilhação eram temporárias, e depois disso, ele poderia manter um certo grau de paz. Seojae, com mãos que ainda tremiam, tirou uma tigela de arroz redonda e serviu lentamente sua porção de arroz frito de camarão.
— A razão pela qual estou parando nisso.
—…
Beomjin, que se sentou deliberadamente na quina mais saliente da mesa de jantar, baixou drasticamente a voz e abriu a boca.
— É porque eu também não estava exatamente certo naquele dia.
—…
Seojae sentou-se no banco mais próximo da parede e virou a cabeça em direção ao local onde Beomjin estava sentado.
O que ele estava parando? O “isso” que ele falou como se estivesse fazendo um favor, referia-se à extensão do que aconteceu desde o amanhecer até agora? Seojae olhou para os olhos de Beomjin e depois baixou o olhar para a mesa. Ele não sabia como responder. Algumas veias azuis se destacavam na mão de Seojae enquanto ele pegava a colher.
— Hyung-nim.
— O quê…
— Você não sentiu remorso por mim?
—…
Olhando para a expressão que parecia genuinamente querer um pedido de desculpas, Seojae ficou sem palavras.
Considerando que ele o chamou de punição durante o sexo, Beomjin parecia estar na posição de perdoá-lo o tempo todo. Seojae não conseguia entender por que ele era o errado, mas odiava desperdiçar qualquer emoção com essas coisas. Era verdade que ele tinha fugido. Em qualquer caso, ele tentou escapar das garras de Beomjin. Mesmo estando sentado em uma cadeira bem acolchoada, sua pelve e cintura continuavam latejando. Seojae, que assentiu, olhou para os olhos de Beomjin novamente.
— Desculpe…
—…Esta é a primeira e última vez. Que eu vou te deixar escapar.
—…É.
Seojae respondeu com relutância.
— Você foi quem colocou óleo no fogo.
Depois disso, os xingamentos vieram tão naturalmente quanto o ar. Seojae apenas cutucou o arroz com seus pauzinhos. O rubor em suas bochechas, o rescaldo do sexo, não diminuía em nada. Seojae sentiu que sabia exatamente o quão vermelho estava seu rosto invisível. Era porque o rosto de Beomjin estava igualmente vermelho. Talvez devido ao sexo bruto, até um homem como aquele tinha um tom avermelhado no rosto.
— Mas.
—…
Beomjin, que parecia estar comendo, bateu na mesa com a colher, thwack, e franziu o rosto.
— Por que você comeu com aquele desgraçado?
—…Uma professora que conheço me pediu.
Sua voz estava rouca, mas ele queria falar de forma breve e firme. Ele não é culpado. Ele queria adicionar palavras como essa também, mas não tinha coragem para isso. Seojae, que fechou completamente os lábios ligeiramente entreabertos, limpou a garganta.
— Qual professora você conhece. Oh Hyeyoon?
—…
Ouvindo o nome de Hyeyoon, Seojae ficou cada vez mais com medo do quanto Beomjin sabia. Seojae, estabilizando os olhos trêmulos, olhou para Beomjin.
— Por quê. Não posso saber?
Não. Seojae, que balançou a cabeça, apenas hesitou, dizendo “é só, as professoras…” Se ele apontasse Hyeyoon, ela poderia ser prejudicada. Beomjin era uma pessoa que se interessava muito em arruinar sua vida e não se importava com o que acontecia com as pessoas ao seu redor. Seojae chegou a uma conclusão autodepreciativa e pegou os camarões do arroz frito um a um para comer.
— Você tem uma cara de merda.
O hábito de iniciar brigas desnecessárias não havia mudado. Seojae decidiu que era melhor não fazer contato visual. Contanto que ele não estivesse gritando para olhar para ele, parecia melhor fingir que estava comendo.
— Você é muito próximo da Oh Hyeyoon?
Beomjin, como se tivesse tantas coisas sobre as quais estava curioso, ficava com raiva sozinho, depois perguntava algo, depois ficava com raiva novamente, depois soltava uma pergunta completamente aleatória, repetindo esse padrão.
—…Porque trabalhamos juntos.
— Você gosta de mulheres também, hyungnim?
— Não é assim.
— Duvido que seu pau seja feito para foder.
—…Eu disse que não é assim.
Seojae refutava continuamente esses tipos de declarações de Beomjin. Ele não queria colocar em perigo as pessoas ao seu redor. As coisas tinham acabado assim, e ele já não sentia nada além de arrependido em relação a Hye-yoon… Já que Beomjin continuava fazendo comentários estranhos e suspeitos, ele queria proteger os funcionários da creche falando de volta no momento certo. Com o comentário sobre seu pau, e seja lá o que mais fosse, a expressão de Seojae também se contorceu visivelmente.
— Seu rosto é interessante, seu filho da puta.
—…
— Não chegue perto daquela creche ou bordel, seja lá o que for.
Como Beomjin combinou duas palavras completamente não relacionadas, a expressão de Seojae se torceu mais uma vez.
— Por quê. Você tem algum problema com isso?
—…
— Se você tem um problema, então fuja. Seu filho da puta.
Beomjin, que disse “seu filho da puta”, inclinou o queixo para cima, tornando a atmosfera ao redor tensa. Seojae baixou a cabeça sem dizer uma palavra. Seria melhor morrer do que viver assim, mas quando pensava em Junhee dormindo tranquilamente em sua cama, ele não conseguia fazer isso. Ele absolutamente não queria deixar a criança sozinha. Ele queria que ela não se tornasse como ele, como ele mesmo que de alguma forma sobreviveu sozinho.
— Por que é que não importa o quanto eu mande você cozinhar, você nunca melhora, hyung-nim.
Depois disso, a refeição pareceu terminar tranquilamente. Exceto quando Beomjin, que já tinha comido mais da metade do arroz frito de camarão, fez esse comentário.
— De agora em diante, vamos só comer fora.
—…Eu só estava muito fora de mim hoje. Vou fazer mais gostoso amanhã.
—…Ainda assim, acho que você queria me fazer uma refeição já que fazia um tempo.
— Uh…? É.
Os cantos da boca de Seojae se levantaram sem jeito. Quem sabia o que mais poderia acontecer se comessem fora. Ele realmente odiava a ideia de comer com Beomjin perto da vizinhança enquanto segurava a criança. Ele não achava que suportaria vê-lo cuspir descaradamente em uma loja do bairro e ameaçar alguém para comprar cigarros para ele. Foi inteiramente nesse contexto que ele se ofereceu para cozinhar, mas Beomjin ouviu apenas como lhe convinha. Porque ele sempre pensava da maneira mais conveniente para ele. Seojae, com a expressão satisfeita de Beomjin, enrolou os próprios lábios e os forçou para cima.
Não era que Beomjin tivesse entrado em sua vida, mas que ele tinha entrado na vida de Beomjin. Quando acordava do sono, ele saudava a manhã com Beomjin. Porque Beomjin dormia completamente nu, ele nunca conseguia ter um sono profundo. Sabendo ou não, em dias cansados, Beomjin até roncava enquanto dormia, forçando Seojae a sentir sua presença imensa ao mesmo tempo. Seus nervos ficavam mais tensos a cada dia.
Ele se perguntava se o problema era o celular que ele tinha sido forçado a reativar para o trabalho.
Será que ele me rastreou com isso? Ele frequentemente ia ao banheiro como se fosse se aliviar e apenas olhava para aquela tela por um longo tempo.
Como ele encontrou a casa em que eu estava morando e como instalou as câmeras? Sempre que Seojae acordava mais cedo que Beomjin ou ia dormir mais tarde, ele sempre se perdia nesses pensamentos.
Beomjin, deitado no meio da cama larga, também não estava usando uma única peça de roupa hoje.
O sangue de um corpo que não recebera nenhum estímulo estava saudavelmente reunido em seu centro. Seojae ficava o mais longe possível e, quando Junhee acordava, ele subia na cama de Junhee.
Mas agora, ninguém está acordado.
Seojae olhou para o maço de dinheiro empilhado na mesa de jantar, depois seu olhar lento percorreu a cama de Junhee perto da janela e então Beomjin.
No dia em que transaram apressadamente na cozinha, Beomjin teve um ataque sozinho, dizendo que tinham que trocar a cama. Ele perguntou se hyung-nim queria escolher, depois mudou rapidamente de ideia, dizendo que ele mesmo cuidaria disso. Qual era o sentido de design de interiores numa situação dessas? Beomjin murmurou que iam se mudar em breve de qualquer jeito, mas mesmo assim, não podiam dormir juntos num lugar desses, e trouxe uma cama incrivelmente grande para dentro de casa. Ele se perguntou se sequer um dia tinha se passado. Vários entregadores de móveis vieram à casa e, por um longo período, instalaram a cama grande e foram embora. Seojae foi o único que sofreu porque Junhee desabou em lágrimas com o som da furadeira. Beomjin, independentemente de a criança estar chorando ou não, apenas ficava ao lado deles com as sobrancelhas levantadas e, quando não, ia até os entregadores e dizia coisas rudes sem motivo. As expressões nos rostos dos entregadores ainda estão vívidas.
Me desculpe. Sinto muito mesmo. Foi Seojae quem inclinou a cabeça para os técnicos de instalação depois que o trabalho foi concluído. Mesmo isso só foi possível porque Beomjin estava ao telefone, falando alto perto da janela. Se não fosse por isso, ele certamente teria feito birra, perguntando o que ele tinha feito de errado para estar pedindo desculpas.
Quanto tempo se passou desde então?
Seojae estava vivendo do dinheiro que Beomjin lhe trazia. Se algo tinha mudado, era que agora eles transavam como algo natural, e havia muito mais momentos em que tinham que ficar juntos à noite e ao amanhecer. Beomjin ainda vivia uma vida perigosa; ele era rude e uma pessoa má. Houve mais de uma ou duas vezes em que seu sangue gelou porque Beomjin chegava em casa coberto de sangue. Em momentos assim, ele sempre se preocupava com Junhee… mas parecia que ele não tratava Junhee mal, então ele não se sentia ansioso nesse aspecto.
— Ei… o que você está fazendo aí parado…?
— Eu acordei cedo…
— Quem foi que… perguntou se eu estava curioso sobre isso…?
Uma voz baixa e soturna chegou aos seus ouvidos. Beomjin era do tipo que ficava com raiva primeiro se ele não estivesse ao seu lado assim, então Seojae imediatamente moveu os pés em direção à cama. Ele podia ver Beomjin abrindo os braços e balançando a cabeça.
— O quê…?
— O quê?
— Não… quero dizer, por que você me chamou.
— Esse cara está pedindo uma surra logo de manhã.
Seojae calou a boca com essas palavras. Exceto por ter tido a cabeça agarrada no dia em que Beomjin invadiu sua casa, ele não tinha sido exposto a nenhuma outra violência em particular. Ainda assim, ele já tinha levado tapas antes, e sabendo muito bem como Beomjin tratava as pessoas, ele não podia ficar completamente à vontade. Seojae viu o gesto de Beomjin para subir e colocou os joelhos na cama primeiro.
Ele queria ignorar, mas não havia como o pau nu e ereto não chamar sua atenção.
Beomjin fez um gesto com o queixo em direção ao seu pau ereto, para Seojae.
Significava para chupá-lo.
Ele tinha chupado ontem, e anteontem também, então não havia razão para não poder fazer isso. Seojae, que olhou para Beomjin e depois rapidamente desviou o rosto, lentamente trouxe o rosto em direção ao pau escuro e avermelhado que se projetava.
Quando ele estava prestes a abrir a boca e levar a ponta do pau à boca, Beomjin agarrou as nádegas de Seojae.
— Por quê…?
— Você tem que tirar a sua também, hyung-nim.
—….
— Quer que eu as tire para você?
Não, Seojae murmurou e lentamente tirou a calça do pijama. Uma boquete teria sido suficiente, mas Beomjin queria apalpar suas coxas ou nádegas ao mesmo tempo assim. Quando ele puxou a calça para baixo até os joelhos, sua cueca branca foi revelada. Na maior parte, ele gostava de cuecas de algodão, e brancas, então as comprava de acordo com seu gosto e, como resultado, a maioria de suas cuecas era assim. Toda vez que sua cueca era exposta, Seojae pensava que deveria comprar diferentes, mas era difícil encontrar tempo por causa de Beomjin. E era constrangedor encomendá-las online. Se Beomjin por acaso visse primeiro, era óbvio que ele estenderia a cueca na frente dele e ficaria brincando. Ele odiava isso ainda mais.
— Por quê…?
Quando ele estava prestes a levar a coisa de Beomjin à boca novamente com a cueca exposta assim, Beomjin agarrou suas nádegas com força novamente.
— Sobe aqui e tenta chupar.
—…Eu estou aqui em cima.
— Porra, assim.
Com suas nádegas levantadas de repente, Seojae colocou as mãos nas coxas de Beomjin. Beomjin só pareceu satisfeito depois de ter levantado as nádegas de Seojae bem na frente de seu rosto. Seojae, que agora estava em uma posição embaraçosa, puxou as nádegas o mais para frente possível e levou o pau de Beomjin à boca.
A mão de Beomjin, que deslizou suavemente para dentro de sua cueca, estava quente. Seojae franziu a testa enquanto suas nádegas eram agarradas desordenadamente pela mão grande. Quando ele cuspiu o pau que estava em sua boca, Beomjin bateu em suas nádegas com força, perguntando por que ele não estava chupando logo. Ele não sabia quantas vezes já tinha sido atingido. Seria melhor fazê-lo gozar rápido. Com esse pensamento, Seojae empurrou rapidamente o pau ereto para dentro de sua boca. A sensação de ele cutucar levemente o fundo de sua garganta estava boa.
Ele estava prestes a se mover assim, mas,
Ele sentiu Beomjin puxar sua cueca para baixo. Seojae, que cuspiu o pau para fora da boca, levou as mãos às nádegas.
— Pooorra, o que você está fazendo…?
—…Eu faço, então me deixa colocar minha roupa.
— Ei… seu filho da puta, você não sabe de quem é isso…?
Beomjin agarrou as nádegas de Seojae com as duas mãos e as abriu.
Já era embaraçoso estar em cima do corpo de Beomjin com as nádegas empurradas para fora como um sapo, mas agora que sua cueca também foi tirada, a vergonha era indescritível. Beomjin, que parecia irritado, não parecia ter intenção de recuar. Seojae, que tinha estado olhando para trás, virou a cabeça novamente em direção ao pau de Beomjin, que se erguera rígido mais uma vez. Gastar energia de manhã era apenas uma perda para ele. Seojae, criando coragem, levou o pau à boca novamente.
— Se você tirar mais uma vez, vamos direto para a foda.
Seojae, que apertou os olhos com força, lentamente colocou o pau que segurava em sua boca até o fundo da garganta.
Ele preferia morrer a fazer sexo de manhã.
Por alguma experiência, ele tinha aprendido que, se fizessem de manhã, ele se sentiria cansado até a noite. Não que Beomjin fosse do tipo de pessoa que pulava sexo à noite ou de madrugada. Depois da vez em que ele adormeceu sem conseguir fazer o almoço de Junhee, Seojae vinha evitando sexo matinal com todo tipo de desculpa. Ele não sabia se ele se acostumaria, e também não queria se acostumar, mas em todo caso, agora, ele não tinha forças para lidar com ele assim.
A cabeça redonda de Seojae se movia para frente e para trás perto do pau.
Beomjin olhou fixamente para a cena por um momento, depois imediatamente fixou o olhar em suas nádegas.
Já que ele tinha ameaçado fodê-lo se ele cuspisse mais uma vez, ele certamente não cuspiria o pau por vontade própria.
Beomjin, que sorriu, agarrou as nádegas de Seojae com toda a sua força e as abriu. Ele já as tinha aberto bruscamente antes, mas desta vez as abriu com força de verdade. Ele sentiu um movimento que pausou, flinch, no meio da haste do pau. Beomjin deu um tapa leve nas nádegas na frente de seus olhos e acrescentou um comentário sobre não chupar direito.
Beomjin, que ainda mantinha as nádegas abertas, também enviou seu olhar para o buraco avermelhado e suas rugas. Era difícil julgar quanta experiência ele tinha pela forma ou cor. Ainda assim, se ele fizesse por alguns anos, a forma não mudaria para se ajustar ao seu pau? As paredes internas também, que eram úmidas e macias, ao contrário daquele rosto. Beomjin sentiu seu pau crescer com esse pensamento. Seojae, que estava chupando, também fazia sons diferentes dependendo do grau de ereção. Quando começava a ficar duro, virando para cima como se fosse grudar em seu estômago, Seojae não conseguia nem levá-lo até a metade direito.
Beomjin endireitou o pescoço e os ombros, fazendo Seojae levantar as nádegas e chupar seu pau. Seojae, que se debateu levemente, não conseguiu tirar o pau da boca e só fez um som como, ooeup. Beomjin, que sorriu novamente, smirk, abriu as nádegas de Seojae como se fosse rasgá-las mais uma vez. Desta vez, não apenas o buraco, mas também as paredes internas estavam prestes a ser reveladas. Beomjin, que colocou os polegares para dentro para abrir as nádegas, finalmente espiou as paredes internas úmidas perto da entrada. Um fio de fluido escorreu da membrana contorcida.
— O que você tem feito para estar vazando assim…?
Ele disse de propósito.
Beomjin, sentindo que isso também estava bom, trouxe o rosto entre as nádegas que estavam bem na sua frente. Ele esticou a língua e começou a lamber suavemente as rugas ao redor do buraco que acabara de abrir. Seojae puxou as nádegas para a frente e fez um som de choro. Pare com isso, ele gemeu com o pau ainda na boca.
Parecia que Seojae nunca tinha sido lambido em um lugar assim antes, pois parecia muito surpreso.
Beomjin, que endureceu a língua, provocou Seojae inserindo a ponta em seu buraco.
Quando o fluido escorreu devido à reação de seu corpo, Beomjin o lambeu.
Cada vez, a garganta de Seojae, que tocava a ponta do pau, se movia agradavelmente. Um som de choro estava girando lá dentro, mas sua garganta se abria junto com ele, fazendo parecer que ele estava chupando deliberadamente daquela maneira. O pau ficou duro, atingindo o palato mole de Seojae.
Seojae, que começou a chorar porque o interior de sua boca e o fundo de sua garganta doíam, continuava movendo o rosto, tentando escapar dessa situação de alguma forma. A sensação de suas nádegas serem abertas também era difícil de suportar. Com a língua que o tocava suavemente, como se fizesse cócegas, o rosto de Seojae ficou vermelho vivo e ele engoliu o pau o mais fundo que pôde.
— Se você tirar isso descuidadamente, está morto.
Beomjin deu um tapa em suas nádegas, smack, e falou com Seojae.
Ele quis dizer para não afastar as nádegas descuidadamente, mas Seojae entendeu mal como não tirar o pau da boca e disse algo mais. Com a sensação de sua garganta se contraindo, Beomjin soltou uma respiração de satisfação, pheww. Quando sentia que a chupada estava um pouco fraca, ele abria as nádegas de Seojae novamente e enfiava a língua. Ele lambia as rugas bem dobradas com a língua e empurrava a ponta dura de sua língua para dentro do buraco que parecia pronto para ser fodido a qualquer momento. Então sua garganta se contraía novamente, flinch, e envolvia a ponta do pau. Pensando que deveria falar com ele assim da próxima vez, Beomjin chupou o buraco de Seojae como se fosse terminar. Olhando para as paredes internas carnudas e inchadas da entrada, o rosto limpo de Seojae naturalmente veio à mente. Também era impressionante que o buraco liberasse fluido sem falhar toda vez que se abria no tamanho de uma unha do dedo mindinho. Beomjin estava agora à beira de gozar. Beomjin, que trouxe uma mão em direção ao buraco de Seojae, empurrou lentamente um dedo entre as rugas. Como esperado. Ele podia sentir a garganta de Seojae se apertando sem piedade. Beomjin inseriu o dedo indicador até o fundo e depois o puxou rapidamente. Depois de olhar para seu dedo brilhante, ele inseriu o dedo naquele buraco novamente. Ele fez devagar no início, mas gradualmente aumentou o ritmo. Então, a garganta de Seojae, que tocava a ponta do pau, também começou a se contrair rapidamente. O pau de Beomjin se preparou para jorrar gozo dentro da boca de Seojae, que fazia sons como, ooeu, oowook. Beomjin sentiu isso também e moveu o dedo que estava preso nas nádegas de Seojae ainda mais rápido. No fundo da garganta de Seojae, que tinha estado abrindo e fechando, um líquido pegajoso se espalhou com um splat. Beomjin também nunca gozava em jatos curtos. Só depois de sentir a sensação de jorrar várias vezes Seojae conseguiu puxar a boca. Seojae, que puxou a cabeça para trás com um oowook, simultaneamente puxou o dedo de Beomjin que estava preso em suas nádegas.
Seojae limpou o gozo espalhado ao redor de sua boca de costas para Beomjin.
Metade do sêmen que tinha sido ejaculado no fundo de sua boca tinha sido engolido, e metade tinha saído de sua boca.
Ele ficou assim por apenas um momento antes de Beomjin puxar o braço de Seojae com força.
— Eu disse pra você não desviar o olhar, porra.
—…Ooeu….
Seojae não sabia até que ponto ele tinha que seguir as palavras de Beomjin, que mandava ele chorar na frente dele também.
Ele tinha que fazer se fosse mandado, mas era uma coisa incrivelmente humilhante.
Beomjin agia como se absolutamente precisasse vê-lo chorando com as calças e a cueca abaixadas até os joelhos.
Por enquanto, qualquer resistência era inútil.
Seojae confiou seu corpo a Beomjin enquanto era abraçado. Com o toque de Beomjin levantando seu queixo, ele ergueu o rosto sem forças, e não conseguiu vestir as calças nem a cueca. Ele chorou por um longo tempo naquele estado vergonhoso.
Waaah…
Ultimamente, a criança tinha chorado assim com mais frequência.
O horário também era semelhante. Ele acordava bem de manhã, mas entre 11h e 13h, ele desatava a chorar sem falta.
Seojae, que ouviu o choro, levantou-se da cama e foi até o lado da criança que brincava sozinha.
Perto da cama da criança, uma área semelhante a uma sala de brinquedos foi montada em um círculo. Caso Beomjin tivesse algum tipo de influência sobre ele, ele vinha comprando ainda mais brinquedos e livros desde que começaram a viver com Beomjin. Só ontem, ele recebeu uma entrega completa de brinquedos, e parecia que ele havia gastado mais de 1 milhão de wons apenas com essas despesas. Ele não tinha contado, mas não seria por volta disso? Beomjin não se intrometia no que ele comprava, então Seojae também usava o dinheiro confortavelmente. Se havia uma coisa que era conveniente, seria esse ponto.
A criança que chorava parou de chorar assim que Seojae se aproximou.
Ele bateu no pequeno piano de brinquedo na sua frente e, junto com isso, disse algo que soava como palavras.
— Por que o Junhee está chorando…?
Enquanto dizia isso, ele viu o rosto da criança prestes a chorar novamente.
Seojae, pensando que tinha dito a coisa errada, pegou o boneco de leão que estava na sua frente.
—…Quer brincar com o leão e seus amigos?
—…Siiim.
Ele sentiu pena da criança que o olhava com olhos marejados. Ele realmente gostava da creche, mas como de repente não podia mais ir, ele tinha começado a chorar com mais frequência mesmo enquanto brincava bem. Seojae, com a intenção de fazer o papel de professor para ele, sentou-se ao lado dele e pegou o boneco de gato que estava ao lado do boneco de leão. Quando ele perguntou qual ele gostava mais, a criança caiu em profunda reflexão. Seu rosto vermelho e molhado mostrava um indício de hesitação.
—…Parece que você gosta dos dois.
— Siiim…
Apenas alguns meses atrás, ele mal conseguia responder bem, mas agora, ele responde facilmente sim, siiim.
Seojae estava falando bem baixinho, caso Beomjin acordasse. Logo depois de alimentar a criança mais cedo, ele tinha ouvido o chamado de Beomjin para vir aqui, e tinha ficado deitado com os olhos abertos em seus braços por cerca de 30 minutos.
Ele poderia acordar novamente e mandá-lo ir até lá.
Seojae falou quase em um sussurro para brincar com a criança o máximo de tempo possível.
— O Junhee quer ir para a creche?
—…
Para a criança que inclinou a cabeça, Seojae pensou em outras palavras e as disse em voz alta.
— Sua professora e seus amigos. Youngjoon e Yua.
Só então os olhos da criança brilharam.
— Você sente falta deles?
—…Siiim.
Ele entendeu?
O rosto da criança, enquanto ele assentia e respondia sim, parecia triste por algum motivo.
Seojae abraçou a criança e acariciou seu cabelo macio por um longo tempo.
— É hora da soneca do Junhee…
Ele tinha o hábito de dormir, então mesmo enquanto brincava feliz, se fosse segurado, ele cochilava. Seojae acalmou suavemente a criança em seus braços até que Junhee lentamente abrisse os olhos. Será que a creche, com muitos amigos da sua idade, era definitivamente melhor do que ficar em casa? Seojae sentiu pena da criança que tinha que ficar em casa por causa dele.
— Ei… seu filho da pu, de novo.
A voz irritada de Beomjin foi ouvida, como se ele tivesse notado que ele não estava ao seu lado.
Seojae, que se levantou segurando a criança, caminhou em direção à cama onde Beomjin estava.
— Por que…
—…Fica comigo quando eu estou dormindo.
— O bebê estava chorando, então por um momento,
— Tsk, ele é tão sem noção quanto a mãe.
— Não fale assim. Ele está assim… porque não pode ir para a creche.
Seojae, que levantou a criança em seus braços como se para acalmá-la, olhou para Beomjin com uma expressão de desagrado.
— Creche?
—…Sim.
— Aquela onde você trabalhava?
Beomjin, que se sentou, estalou o pescoço com um crack, crack.
Ele podia sentir a força saindo gradualmente do corpo pequeno em seus braços, como se ele estivesse prestes a adormecer. Seojae, que fixou o olhar inteiramente no lado da criança, não respondeu a essa pergunta.
— O lugar onde você trabalha não presta…
Mesmo quando ele abria e fechava a mão, um som de crack, crack era feito.
Parecia ser um hábito de Beomjin. Recordando o dia em que esta casa se tornou uma bagunça, Seojae esperou pelas próximas palavras de Beomjin.
— Mande ele para outro lugar.
—…
— Se você mandar, vai ser bom para mim ficar com você.
Ele não tinha pensado tão longe.
Emoções misturadas se fundiram em seu rosto sem expressão.
Porra, olha essa cara, Beomjin, que se levantou, agarrou o nariz de Seojae com a mão e o puxou.
Seojae, que estava segurando a criança, deu um passo para trás e franziu a testa.
— Não.
— Eu não ia fazer isso.
Porque ele tinha recuado de repente, a criança também moveu os braços e as pernas. Assim, ele acabou acordando-a. Beomjin soltou as palavras como se para provocá-lo e foi até a cozinha beber água. Mesmo tendo acabado de acordar, ele bebeu de um gole só a água fria que tinha enchido em um copo grande.
Seojae, que virou a cabeça, foi até a janela segurando a criança.
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Continua….
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✦ Tradução, revisão e Raws: Faby& Othello