⋅⋆ Capítulo 11.5
Capítulo 11 – Parte 5
Ki Giyeonghan puxou a calça e a cueca de Yoon Yejun de uma vez. Não conseguiu tirá-las por completo, mas mal deu para pôr o pênis dele para fora.
— Ah……
Yoon Yejun soltou um suspiro baixo e ergueu um pouco o tronco. Não era a primeira vez, mas ficou excitado mais cedo que o normal. Enfiou a mão dentro da cueca de Ki Giyeonghan. Tateou e agarrou o membro dele. Era tão grande que não cabia todo numa mão só.
É enorme. Como não havia nenhuma chance de entrar por trás mesmo, Yoon Yejun só ficou admirando. Que alívio que pelo menos a personalidade dele é ruim. Se a personalidade também fosse boa, realmente pareceria que não lhe faltava nada. O corpo de Yoon Yejun estremeceu enquanto tateava e agarrava o membro dele e movia a mão para tirá-lo da cueca.
Ki Giyeonghan, que roçava os lábios no queixo de Yoon Yejun, ergueu o corpo devagar. Yoon Yejun, que piscava deitado no sofá, disse com cuidado, o máximo de cuidado possível, a Ki Giyeonghan, que estava de frente para ele:
— …Você fez depilação?
— Não fiz.
Depois de dizer isso, Ki Giyeonghan acrescentou tardiamente:
— Merda.
Yoon Yejun não tinha muitos pelos no corpo. Pelo contrário, tinha poucos e de cor clara. Mas, mesmo entre os namorados e amigos que já tinha visto nus até então……
— Eu nunca tinha visto um sem pelo nenhum.
— Não fala isso.
Era a primeira vez que via um pau totalmente liso.
Yoon Yejun tentou não demonstrar, mas o olhar dele não parava de descer. Um pau totalmente liso. Queria muito ver com os próprios olhos. Não era que estivesse vulgarmente atraído por um pênis sem pelos pubianos, mas nunca tinha visto um antes, então era pura curiosidade. Baixou os olhos disfarçadamente, mas teve o queixo agarrado na hora. Ki Giyeonghan, que tinha lido as intenções dele, agarrou a mandíbula de Yoon Yejun e a ergueu, com o rosto contorcido.
— ……
Ki Giyeonghan torceu o lábio inferior e endureceu o olhar. Yoon Yejun achou que as bochechas de Ki Giyeonghan, que o fuzilava com os olhos, pareciam maduras de tão vermelhas. Não sabia se a pele dele, que tinha ficado vermelho-morango, parecia assim por causa da imaginação dele, por causa do álcool ou porque Ki Giyeonghan estava envergonhado.
Ki Giyeonghan fuzilou Yoon Yejun com os olhos por um tempo antes de baixar o corpo outra vez. Então colou os lábios com firmeza e os afastou. Ki Giyeonghan baixou a cintura como se empurrasse a parte de baixo. Os membros rígidos se esfregaram por cima da cueca.
— Só……
— ……
— Vamos só fazer logo. Não se preocupa com a minha virilha.
Era o tom cortante de sempre. Bem, era verdade. Yoon Yejun moveu a mão e tirou o seu pênis e o de Ki Giyeonghan de dentro das cuecas. Então abriu bem a mão e mal conseguiu segurar os dois pênis com as duas mãos. A palma ficou rígida, como se fosse ter cãibra, segurando os dois pênis. Yoon Yejun moveu a mão devagar.
Nunca imaginou que chegaria a isso quando se conheceram. Ainda estava inseguro. Estava fazendo a coisa certa? Pôs força nos dedos e deslizou para cima, e Ki Giyeonghan soltou um suspiro suave. Continuou o beijo.
Ki Giyeonghan pôs a pontinha da língua para fora e se enfiou entre os lábios de Yoon Yejun antes de recuar. Só esfregava, como se comesse um sorvete doce. Yoon Yejun, sentindo-se provocado pela língua que lambia de brincadeira, pôs força nos lábios e engoliu a língua dele quando a língua de Ki Giyeonghan se aproximou para lamber seus lábios. Então Ki Giyeonghan começou a explorar a boca dele para valer.
Yoon Yejun estava atordoado, correspondendo ao beijo de Ki Giyeonghan e movendo a mão que segurava os pênis. Nem percebeu Ki Giyeonghan tirando a calça e a cueca dele. Isso se ao menos um dos dois estivesse em seu juízo perfeito. Os movimentos da língua de Ki Giyeonghan eram bem bruscos, e ele, sem perceber, contorcia os quadris, movendo-se fora de sincronia na mão de Yoon Yejun. Parecia estar se movendo por instinto. Nem parecia saber que estava mexendo os quadris por conta própria.
A glande grossa tentava entrar pelas frestas entre os dedos abertos, e ele recuava o corpo antes de pressionar a uretra contra a palma quente, cravando como se quisesse cutucá-la. Só isso já era avassalador o bastante, mas, se Yoon Yejun relaxasse o corpo por um instante que fosse, Ki Giyeonghan chupava a língua dele com tanta força que a raiz da língua formigava.
— Hiss… ah…
O pênis de Ki Giyeonghan, com as veias saltadas pelo atrito entre os membros, era sentido de forma crua. Yoon Yejun mordeu o lábio inferior e jogou a cabeça para trás. O calor se acumulava na palma da mão. Os cotovelos tremiam. Ele já estava excitado pelo beijo, mas, quando estimulava e esfregava diretamente embaixo, o prazer sexual que sentia depois de tanto tempo dominava seu corpo, como se fosse mastigá-lo.
Ki Giyeonghan punha força na parte de baixo continuamente, empurrando o pênis na mão de Yoon Yejun para cima, para cima. Movia os quadris como se estivesse transando, como se desenhasse uma curva fluida. Ao contrário do beijo pegajoso, a parte de baixo dele parecia se mover de forma relativamente tranquila. Yoon Yejun estava sobrecarregado e só conseguia ofegar com força, aguentando.
Plaft, plaft… a densidade do som aumentou. Yoon Yejun prendeu a respiração e enterrou a testa no ombro de Ki Giyeonghan. Hooo…. Tentou acalmar a respiração acelerada, mas de pouco adiantou. Mal tinha conseguido engolir o fôlego quando Ki Giyeonghan empurrou os quadris para cima mais uma vez. Pressionou o frênulo, logo abaixo da glande, tocando-o.
— Hiss…!
Quando o estímulo atingiu a área particularmente sensível, Yoon Yejun finalmente soltou os dois pênis que mal segurava.
— Haa… ah, só um instante…
Então, sem aguentar, agarrou o ombro de Ki Giyeonghan e o fez parar. Ki Giyeonghan agarrou o queixo de Yoon Yejun de novo e o ergueu. Ki Giyeonghan roçava os lábios sem parar e ergueu o corpo devagar. As pupilas nos olhos desfocados pareciam menores que o normal. Ele estava perdido na excitação. Os cantos dos olhos estavam vermelhos. Os lábios brilhantes e molhados estavam levemente entreabertos, revelando a língua vermelha.
Ki Giyeonghan também soltou um suspiro baixo.
— Ah…
Os movimentos de Ki Giyeonghan ficaram um pouco mais lentos. Parecia que tinha conseguido, a muito custo, fazer Ki Giyeonghan parar, mas o pênis violento indo e vindo na coxa dele ainda tocava Yoon Yejun. Lento ou não, não fazia diferença. A glande, que cutucava a carne macia da coxa, pressionava a pele como se deslizasse. Ki Giyeonghan ofegou como se prendesse a respiração. Mas Yoon Yejun fingiu não perceber.
— Eu… acho que vou gozar. Um lenço…
Mesmo segurando e sacudindo o pau de Ki Giyeonghan junto com o seu, era constrangedor gozar juntos. Ki Giyeonghan encarou fixamente o rosto de Yoon Yejun. Então baixou o olhar e olhou para o pênis de Yoon Yejun, com a glande encharcada de pré-gozo. A boca estava seca de excitação, e ele engoliu em seco.
— ……
O olhar de Yoon Yejun também se voltou para o pênis de Ki Giyeonghan. Assim como a pele de Ki Giyeonghan, o pênis dele também era claro e avermelhado. Especialmente a ponta da glande, com a cor mais intensa por causa da excitação, e brilhando graças à umidade. Parecia ainda maior porque não havia pelos pubianos. Sem falar na grossura e no comprimento. Será que um pênis tão grande não entortava? Parecia ser por causa da grossura.
As coxas de Ki Giyeonghan também eram grossas. Só então Yoon Yejun percebeu que tinha apoiado as duas pernas sobre as coxas de Ki Giyeonghan. Quão excitado estava para nem perceber isso? Era como logo antes da penetração, quando se relaxa a parte de baixo. Só então Yoon Yejun ficou envergonhado e encolheu as coxas. Apoiou-se no braço do sofá, como se erguesse o corpo para escapar do abraço de Ki Giyeonghan.
— Ah…!
Ki Giyeonghan, que encarava por um tempo o pênis pulsante dele, agarrou a glande de Yoon Yejun. A pegada quente segurou a ponta e pôs força na mão, fazendo o sangue correr para baixo. Yoon Yejun apertou os olhos. Querendo aguentar, apoiou-se no sofá com os dois braços e ergueu o corpo até a metade.
— Eu, eu acho que vou gozar mesmo, hiss, estou falando…
Ki Giyeonghan moveu a mão que segurava a glande, estimulando-a. Naturalmente, a parte de baixo dele latejou. Yoon Yejun ofegou e mal conseguiu pôr a mão na barriga de Ki Giyeonghan. Agarrou com força a barra do tricô dele. Ki Giyeonghan agarrou o membro de Yoon Yejun e deslizou a mão para baixo, depois voltou para cima e agarrou a glande com força, pressionando a uretra com o polegar. Chegou até a arranhá-la de leve com a unha, e Yoon Yejun não conseguiu mais aguentar. Acabou erguendo a parte de baixo.
— Ha, ah… não… não consigo segurar, hiss…
Antes mesmo de terminar a frase, ejaculou na mão de Ki Giyeonghan. O baixo-ventre se encheu de força por causa do pênis jorrando jatos de sêmen. Depois de ejacular, o corpo perdeu as forças e ele desabou no sofá. Haa, haa…. Respirava com força. O peito inflava e desinflava muito com a respiração acelerada. Olhou para o teto com os olhos semiabertos.
Era um prazer que não sentia havia muito tempo. Não, nenhum dos namorados que tinha tido até então tinha sido tão intenso. Yoon Yejun basicamente só tinha tido relacionamentos platônicos. Devia ter sido assim porque não sabia de nada. Apertou os olhos. Respirou fundo mais uma vez. Só então o corpo pareceu se acalmar um pouco.
A essa altura, será que Ki Giyeonghan não tem experiência com homens…?
Pensando bem, o que ele disse sobre ser nojento e tal na orientação da aula de Comunicação Performática era tudo encenação, e ele só não queria ser pego gostando de caras. Algo assim, talvez?
Yoon Yejun olhou para Ki Giyeonghan com olhos desconfiados. Ki Giyeonghan puxou um lenço da caixa sobre a mesa e limpou o sêmen da mão. Então, como se fosse se deitar de novo, abriu as pernas de Yoon Yejun e se acomodou entre elas.
Falou com calma.
— Eu ainda não gozei.
— Ah, ah…
Antes que Yoon Yejun pudesse responder, ele baixou o corpo de novo. O beijo continuou. Ki Giyeonghan esfregou o pênis na virilha dele sem um segundo de hesitação. Cravava rápido e com brusquidão, a ponto de a parte interna das coxas arder.
Ele nunca tinha feito nem entre as coxas com as pessoas que namorou. Yoon Yejun pressionou o ombro de Ki Giyeonghan, que o beijava de novo. Ao contrário dele, que só vestia uma camiseta e estava com a parte de baixo completamente exposta, Ki Giyeonghan estava bem vestido e só tinha aberto um pouco a calça. Sentia-se confuso. Claro, nem eram oficialmente um casal que tiraria a roupa e faria direito. Mas ele provavelmente nem estava prestando atenção no que vestia agora. Dava para perceber só de olhar nos olhos dele.
Ki Giyeonghan, que mordia e chupava os lábios dele sem parar, ergueu o tronco.
— Ah…
De repente, a mão que abraçava o ombro dele parou no ar e caiu, sem forças. Yoon Yejun não tinha mais onde se segurar. Para conseguir acalmar a excitação, enfiou a mão embaixo do sofá e agarrou a parte de baixo dele.
— Ugh, ah…
Conseguia recuperar o fôlego nos intervalos, mas não conseguia controlar a respiração acelerada.
Yoon Yejun sibilou e respirou curto, aceitando todas as investidas de Ki Giyeonghan empurrando o pênis sob sua virilha. Ki Giyeonghan esfregava aquilo na parte mais interna das coxas, no membro e nos pelos pubianos ralos, como se fosse deixar uma marca no corpo de Yoon Yejun. Cravava com brusquidão e se moveu por um longo tempo.
— Ah, espera… demais, hiss…
— Só mais um pouco, ugh… mais.
Por causa do estímulo, a parte de baixo de Yoon Yejun, que ainda guardava calor, ficou ereta de novo, e dessa vez ele soltava jatos de sêmen a cada movimento sem chegar ao clímax. Não era que estivesse se tocando, mas, com tudo se esfregando junto, não conseguia segurar. A parte de baixo latejante dele balançava junto com o pênis de Ki Giyeonghan.
Ki Giyeonghan agarrou os dois pulsos de Yoon Yejun, que estavam se segurando no encosto do sofá e embaixo da almofada. Então, como se estivessem mesmo transando em vez de algo parecido, puxou o corpo dele e empurrou a parte de baixo para cima. A parte interna da virilha estava tão dolorida que ardia. Dava para ouvir sons molhados vindos de baixo enquanto se chocavam, plaft, plaft.
Ki Giyeonghan empurrou aquilo contra a parte de baixo de Yoon Yejun e se sacudiu por muito tempo antes de soltar um longo “Hooo…” e jorrar sêmen nas coxas e no pênis dele. O sêmen esbranquiçado caía em gotas sobre as coxas cor de cacau de Yoon Yejun. Era como chantili pingando sobre cacau.
Ki Giyeonghan olhou para as coxas de Yoon Yejun com os olhos avermelhados. Mesmo recuperando o fôlego, sentiu vontade de lamber. Nunca tinha encostado os lábios na virilha de ninguém, mas sentia que dessa vez conseguiria. O desejo sexual pegajoso que nunca tinha sentido por mais ninguém rodopiava na cabeça dele.
Ki Giyeonghan enfiou a mão dentro da camiseta de Yoon Yejun. Estava prestes a erguê-la como se fosse tirá-la e enterrar o rosto entre as pernas dele.
— Ah… hiss… s-só um instante…
Ki Giyeonghan parou diante das palavras de contenção de Yoon Yejun. Ergueu os olhos.
Yoon Yejun ainda estava acalmando a excitação. Tinha até erguido bem o quadril quando ejaculou pela última vez. Mordeu o lábio inferior com tanta força que parecia que ia arrancá-lo. Era só dois anos mais velho, mas, fosse por ser jovem ou por ser simplesmente assim, ele era tão incrível que a palavra, que não queria usar por ser antiquada, saiu sozinha.
── ⋆⋅𖤓⋅⋆ ──
Continua….
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✦ Tradução, revisão e Raws: Faby&Belladonna