⋆。˚ ◉ Capítulo 107
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CAPÍTULO 107
[Capítulo 6: Os “mensageiros”]
Na sala, a televisão continuava transmitindo notícias sobre o desaparecimento dos Mansaengjong e sobre os mutantes. Depois do sumiço dos Mansaengjong na Indonésia, o governo sul-coreano decidiu enviar um grande contingente para avaliar a situação. No entanto, a opinião pública na Indonésia em relação aos Mansaengjong era extremamente negativa, e essa hostilidade se voltava também contra o governo sul-coreano.
A maioria dos manifestantes no aeroporto de Sulawesi que bloqueavam o acesso do pessoal do centro de controle eram pessoas que tinham perdido suas casas por causa das pragas de gafanhotos mutantes. Mesmo sem entender indonésio, dava para intuir isso facilmente pelas imagens do noticiário.
Cahaya, que tinha acabado de dar banho no menino, desligou a televisão com certo atraso.
Cahaya colocou o menino que carregava no colo no centro da mesa para seis pessoas. Três pratos sobre a mesa estavam abarrotados de arroz frito com abacaxi.
Seowoon, que tinha preparado a refeição e estava esperando por eles, empurrou o monte maior de arroz frito para Cahaya e o menor para o menino.
— O do menino é com ovos mexidos, e o seu tem um ovo mole e um ovo cozido.
Seowoon misturou os ovos que tinha preparado ao arroz frito. Enquanto colocava a própria porção na mesa, o menino estendeu a mão para pegar uma colher. Enquanto isso, Seowoon, já familiarizado com a disposição da cozinha, tirou facilmente três colheres e as colocou em cada prato.
O molho doce e o abacaxi deixaram o arroz frito ainda mais doce do que o esperado. Enquanto Cahaya e o menino comiam sem reclamar, Seowoon deu apenas algumas garfadas antes de parar.
— O que foi?
Cahaya perguntou por que ele não estava comendo mais. Durante toda a refeição, Cahaya manteve o olhar fixo em Seowoon, o que dificultou que ele comesse direito.
— Nada, come logo.
Seowoon voltou a pegar a colher. Enquanto mastigava o arroz, sentiu o olhar de Cahaya cravado em sua bochecha, então tomou um gole de água.
— Você… Sabia ao menos que ficou sumido uma semana inteira?
Ele não teve coragem de perguntar se tinha havido algo triste o bastante para fazê-lo chorar.
— Quando eu desapareci, você pelo menos teve a chance de me procurar por toda parte. Mas eu tive que ficar aqui, esperando, sem poder fazer nada…
Com os olhos vermelhos e os lábios apertados, Seowoon ficou em silêncio.
— Desculpa.
— Eu não estou querendo um pedido de desculpas. Só quero que não aconteça de novo.
— De agora em diante, vamos andar de mãos dadas até quando formos ao banheiro.
Seowoon ficou sem palavras. A verdade é que ele tinha a intenção de insistir em andarem de mãos dadas onde quer que estivessem, fosse no muro negro ou no Portão, ainda que banheiros não fizessem parte dos planos.
— Onde diabos… Você estava?
— Eu gosto de abacaxi. Eu gosto de arroz frito. Muito gostoso!
O menino encarava fixamente a porção de arroz frito de Seowoon, intocada havia muito tempo.
— Garoto, se está gostoso, come logo.
— Mas dizem que fica mais gostoso quando todo mundo come junto.
O menino o incentivou com olhos brilhantes, claramente preocupado por Seowoon não estar comendo. Seowoon pegou a colher de novo e, dessa vez, começou a pegar um pouco de arroz.
— Cha Byeonjong.
— Sim!
— O Cha Seowoon é muito enjoado para comer. Se você forçar, ele passa mal. Então tenta ter um pouco mais de paciência com ele.
— Não, eu gosto de arroz frito com abacaxi.
Quando Seowoon checou a geladeira antes, o único ingrediente disponível para o arroz frito era abacaxi, então não tinha outras opções.
Ele não desgostava de abacaxi propriamente, mas não gostava dele nem com arroz nem em pizza. Não queria mostrar seu lado enjoado na frente do menino, então cortou o farto arroz frito e comeu.
O menino, que já oferecia a Seowoon uma colherada de arroz frito, não soube o que fazer quando Seowoon rapidamente pegou uma garfada da própria colher.
Em vez disso, Cahaya se meteu e comeu da colher do menino com um “hmm”.
— Gostoso?
Com os olhos brilhando, o menino perguntou a Seowoon, e não a Cahaya.
— Sim, está uma delícia.
O menino, que se parecia tanto com Seowoon quanto com Cahaya, sorriu como se tivesse o mundo inteiro.
“Como algo tão pequeno pode deixá-lo tão feliz?”
Seowoon sentiu sua determinação de não se apegar emocionalmente, fraquejar. Se o menino não estivesse ali quando Cahaya desapareceu, ele poderia ter tomado uma medida extrema. Poderia até ter provocado uma tragédia de proporções internacionais, já que não sabia se Cahaya voltaria são e salvo.
— Cahaya.
— Está me pedindo para comer o seu abacaxi?
— Quem disse isso?
Normalmente, Cahaya já teria falado abertamente sobre o desaparecimento de uma semana, mas agora não parecia ter nenhuma intenção de abrir a boca, fosse pela vergonha de ter chorado, fosse por ter vivido algo sobre o que não conseguia falar.
Ele parecia ter mencionado algo sobre um corpo desaparecido pouco antes de desmaiar, mas Seowoon não podia ter certeza se aquilo não era apenas efeito da desorientação.
— Eu não vou te pressionar, então me conta quando tiver organizado as ideias.
Seowoon queria dar tempo a Cahaya, sabendo que podia haver razões pelas quais ele não conseguia falar de imediato. Ele também não tinha contado a Cahaya sobre o Mensageiro. Ainda assim, estava decidido a falar sobre isso cedo ou tarde, não importava quando.
— Continuo sem entender nada, como sempre.
Seowoon franziu o cenho.
— Por que você está procurando briga?
Ele engoliu as palavras: “Eu estou fazendo isso porque me importo com você.”
— Você é bondoso de um jeito idiota. Como é que alguém como você veio parar neste mundo?
Ainda que as palavras de Cahaya fossem duras, os olhos dele transbordavam afeto. Ele não conseguia desviar o olhar de Seowoon, como se estivesse vendo um amante que não via havia anos, e não havia uma semana.
— Sim, claro. Como eu sou tão bondoso, vou te dar todo o meu abacaxi.
Tentando esconder as bochechas coradas, Seowoon foi entregando pedaço por pedaço do seu abacaxi para Cahaya.
— Cha Seowoon.
Cahaya pegou um pedaço de abacaxi com o garfo e comeu.
— Não se preocupe com nada, nem agora nem no futuro. Eu vou salvar a Terra, porra.
— Do que você está falando?
— Nem que venha um asteroide, eu faço ele em pedaços.
— Isso, o Cha Byeonjong também gosta de hyungs fortes e grandes.
O menino levantou as mãos acima da cabeça formando um círculo.
O menino parecia completamente alheio ao fato de que poderia ser a chave para a destruição da Terra. Mas por que, justamente, a Terra enfrentaria o seu fim quando os últimos sobreviventes de outros planetas se reunissem ali?
O Mensageiro tinha dito a Seowoon que dois sobreviventes já estavam lá, e esse pensamento não parava de rondar sua cabeça. Na verdade, o Mensageiro não tinha aparecido desde que disse que ia sair para caçar.
“O Mensageiro disse que me daria um presente se eu ficasse calado…”
— Comida feliz, hora feliz de comer, o abacaxi é bem docinho~
O menino fez uma pausa no meio da refeição para cantarolar uma música que tinha acabado de inventar.
Seowoon, que estava perdido em pensamentos, sorriu de leve e apoiou o queixo na mão. Cahaya observou Seowoon com atenção.
— É muito bom porque a gente está comendo junto. Isso deixa mais gostoso ainda.
A alegria do menino era palpável, e o entusiasmo o fazia se remexer na cadeira.
Um menino, enviado pelo Seowoon do futuro.
Ao ver o carinho no olhar de Seowoon para o menino, Cahaya fechou os olhos, que ardiam, antes de abri-los de novo. Observou mais uma vez cada detalhe da presença de Seowoon.
“Cahaya, você sabe o que eu quero dizer, né? Se o passado mudar, o futuro pode ser reescrito. A gente está sempre… esperando por uma chance de mudar as coisas.”
A mensagem que Seowoon enviou ao Cahaya do futuro foi recebida pelo seu eu do presente.
Seowoon, transbordando uma vitalidade tão encantadora, merecia um futuro de vida, não de morte.
No instante em que o viu frio e inerte, sentiu uma dor insuportável, como se cada célula do seu corpo estivesse a estilhaçar. Sentiu-se como um lixo irrecuperável. Não só tinha falhado com o amigo, como também tinha causado a morte de Seowoon, de todo o seu universo.
“Mas se o planeta no futuro fosse aniquilado, o futuro de Seowoon também não mudaria?”
Cahaya tinha sido arrastado para dentro do muro negro sem conseguir resgatar Seowoon de Cellus, mas a última coisa que vira era um deserto árido.
No início, tinha descartado aquilo como alucinação, mas, pouco antes de entrar no muro negro, não havia nenhum sinal de Matahari, nem do gravador, nem de Seowoon.
Mas o maior problema ali era o cadáver do “Ouroboros” que Seowoon supostamente tinha matado.
Ouroboros não estava lá desde o momento em que Cahaya chegou.
“Hyung comeu todo o tesouro do monstro da colina.”
Se o mutante lendário do Planeta Cellus fosse o Ouroboros, ele teria as características do minério ju, e não do minério wu.
— Come mais.
Seowoon colocou metade do seu arroz no prato de Cahaya.
“E se o meu eu do futuro quisesse fazer alguma coisa com o minério do cadáver do Ouroboros…?”
Não era exagero nenhum. Se fosse ele, com certeza faria o que fosse preciso para recuperar Seowoon.
— Cahaya?
Seowoon agitou a mão diante de Cahaya, que o encarava fixamente. A preocupação era evidente no rosto de Seowoon, como se perguntasse o que estava acontecendo. Cahaya pegou um pouco de arroz com naturalidade, como se nada tivesse acontecido.
— Líder da guilda, que tal a gente mudar o nome da guilda?
— Que coisa aleatória. Por quê?
Até a carinha de bico de Seowoon era muito bonitinha. Cahaya sabia que cada momento em que Seowoon falava e respirava era um momento de maravilhamento.
— Que tal “Guardiões da Terra”? Ou quem sabe “Protetores da Terra”? Se a gente vai impedir a destruição da Terra, o nome da nossa guilda tem que soar irado, né?
— Ha.
Seowoon riu, incrédulo, como se nunca tivesse franzido a testa antes.
— Mas já não tem gente usando esses dois nomes?
— Então vamos matar todos eles e ficar com o nome!
— Isso! Mata todo mundo e fica com o nome!
O menino gritou empolgado, o que fez Seowoon parecer alarmado e gritar “Ei!” para Cahaya.
— Cha Byeonjong-ah.
— Sim.
— De agora em diante, não siga o meu exemplo, siga o do Cha Seowoon.
O menino inclinou a cabeça, confuso, mas depois assentiu com entusiasmo.
— Ei! — o menino gritou para Cahaya.
— Cha Byeonjong, isso não vai dar certo.
Cahaya tentou dar um peteleco na testa do menino com a colher, mas Seowoon o impediu.
— Dizem que criança tem ouvido grande. [1]
— Por quê? As crianças podem crescer muito bem mesmo que os pais sejam uns tremendos desgraçados. A prova está bem aqui.
Cahaya apontou para Seowoon com a colher.
— Minha mãe não é terrível.
Seowoon murmurou consigo mesmo, embora aquilo o incomodasse um pouco.
Apesar de a notícia sobre o desaparecimento dos Mansaengjong ter se espalhado, ninguém além do Centro de Controle o tinha ligado. Também não houve ligações da mãe dele, ao contrário do dia 1º de janeiro. A mãe com certeza esperava que ele não atendesse mesmo que ela ligasse, mas conhecer aquele julgamento racional só o fazia se sentir mais magoado. Ele desejava pelo menos uma ligação da mãe.
Seowoon tirou as migalhas de arroz que tinham grudado no peito do menino. O menino abriu a boca para comê-las, mas Seowoon as embrulhou num guardanapo.
— Que desperdício. Mas tudo bem. Tem coisa ainda mais gostosa.
O menino até dançava alegremente, segurando um pedaço de abacaxi no garfo. O deleite dele com o abacaxi, dizendo o quanto estava delicioso, fez Seowoon sorrir.
Se uma criança que nem é sua pode ser tão fofa, imagine o quanto o seu próprio filho deve ser adorável.
— Ei, sinceramente, eu nunca entendi direito essa coisa de “salvar o mundo pelo futuro”.
— É uma questão de geração.
disse Seowoon enquanto observava o menino, que rebolava alegremente.
— Mas não é errado deixar que algo tão fofo acabe com o rosto destruído?
Ele voltou o olhar para Cahaya, imitando até o tom de voz dele.
— Certo?
No entanto, o olhar de Cahaya não estava fixo no menino, e sim em Seowoon.
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Cahaya também não insistiu em voltar a Naraka pelo muro negro. Enquanto eles pensavam em ideias para chegar ao Colégio Seongsang, o tio se reuniu com um advogado da Tacheon. Essa reunião ocorreu no centro da cidade, bem longe dali.
Já tinham se passado oito dias desde que os Mansaengjong desapareceram.
Seowoon e Cahaya estavam sentados no chão de madeira da sala. Entre eles havia um pedaço de papel com o esboço de um mapa de Naraka.
— O Portão da Interseção deve estar fechado, né?
Seowoon marcou um X no centro da Interseção.
— O mais provável é que, se estivesse aberto, os Mansaengjong já tivessem saído de Naraka.
— Então o Portão de retorno no Colégio Seongsang também deve estar fechado.
— Portão de retorno? Cha Seowoon, Naraka nem é a sua terra natal.
Cahaya repreendeu Seowoon pela escolha das palavras. Não estava incorreta, mas Seowoon não conseguiu pensar num termo melhor.
— Musaranho-elefante.
— Esse é mesmo o momento para piadas?
Cahaya apenas riu baixinho, dizendo que o estava chamando sem motivo algum. De repente, se inclinou mais para perto.
— Quem te deu esse nome?
— …Ninguém me ensinou. Simplesmente me ocorreu na época.
Seowoon tinha dito a Cahaya que se tornara um “Buscador”, mas disse aos membros da guilda Tacheon que tinha “despertado” como um musaranho-elefante. Como resultado, desde então o chamavam carinhosamente de “musaranho”.
— Você sabia que existem musaranhos em Sulawesi?
— Sério?
Os olhos de Seowoon se arregalaram de surpresa ao ver que ele segurava um lápis em vez de giz.
— São minúsculos, do tamanho de um dedo, e horrivelmente feios. Mas os musaranhos-elefante são fofinhos.
— Você julga os animais pela aparência, é?
— Você também odeia baratas.
— Você acha que animais e pragas são a mesma coisa? Caralho, como é que a gente volta para Naraka?!
O que importava agora não era a aparência dos musaranhos, mas encontrar o caminho de volta para Naraka.
Seowoon pressionou a ponta do lápis contra a testa, criando uma marca redonda que Cahaya tocou com o dedo.
— Sidarta Cha Seowoon.
Cahaya zombou de Seowoon, chamando-o de Sidarta ao ver a marca vermelha como um ponto, assim como tinha feito quando o chamou de Tutancâmon.
E não parou por aí. Ainda murmurou maldosamente:
— Seowoon-amitabha.
Apesar de Cahaya ainda não ter revelado o que tinha acontecido antes, Seowoon estava sendo alvo de piadas e ficava cada vez mais irritado. Dessa vez, não conseguiu se conter e se jogou em cima de Cahaya.
Cahaya não resistiu e acabou caindo para trás. Com Seowoon agora montado na parte inferior do corpo dele, ele o agarrou pelo pescoço e tentou não ter consciência dos corpos.
Cahaya segurou com firmeza a cintura de Seowoon.
— O que é isso? Solta!
— Se você soltar primeiro, Cha Seowoon.
— Eu não vou soltar até você soltar.
— Ah, então acho que eu também não posso soltar.
Seowoon levantou o quadril, afastando os joelhos. Sentiu uma sensação estranha ao estar sentado sobre a parte inferior do corpo de Cahaya.
— Nossa, Cha Seowoon. O que é que te preocupa?
— O quê?!
Ele apertou com mais força o pescoço de Cahaya.
— Por que o seu traseiro está flutuando no ar?
— Você está louco? Como assim, meu traseiro flutuando no ar?
— Você está me tratando assim porque o Cha Byeonjong está dormindo agora, né? Quer que eu acorde ele?
Seowoon cobriu rapidamente os lábios de Cahaya com a mão. A curva do sorriso de Cahaya roçou sua palma, e o olhar dele se suavizou, fazendo Seowoon sentir calor no pescoço.
De repente, Cahaya passou o braço em volta de Seowoon. Puxou-o para os próprios braços, com os lábios agora a um sopro de distância, com uma mão entre eles.
— …O quê? Por que você está fazendo isso?
— Cha Seowoon.
A respiração de Cahaya se espalhou contra a palma de Seowoon ao chamar seu nome.
Incapaz de suportar a sensação de cócegas, Seowoon retirou a mão bruscamente, aproximando ainda mais os lábios dos dele. Seowoon se apoiou nos braços, tentando afastar o máximo possível a parte superior do corpo. Mas isso só fez com que os corpos se pressionassem com ainda mais intensidade.
— Me solta.
Mas Cahaya apertou o aperto em volta da cintura de Seowoon, impedindo-o de se soltar.
— Se você continuar se esfregando em mim, meu pau vai ficar maior.
— Você é completamente louco!
Seowoon deu um tapa na testa de Cahaya. O golpe foi tão forte que Seowoon imediatamente esfregou a própria testa.
— Está doendo? Por que diabos você fez isso…
Ignorando a dor, Cahaya puxou a cabeça de Seowoon para o próprio peito, abraçando-o com força. Enquanto mordiscava os fios de cabelo de Seowoon que roçavam seus lábios, Cahaya sussurrou em seu ouvido.
— Cha Seowoon, eu virei um lixo completo.
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Nota:
[1] Criança tem ouvido grande: significa mais ou menos que crianças pequenas costumam ouvir coisas que não deveriam, então os pais não devem falar palavrão na frente dos filhos. A expressão original em coreano significa literalmente “Você não pode nem beber água fria na frente das crianças”.
· ⋆ · ─ ✦ ─ · ⋆ · Continua
☪ Tradução, revisão e Raws: Belladonna & Othello