↫─☫ Capítulo 56
↫─Capítulo 56
Com o queixo apoiado na mão, Ko Woonha se esticou na direção de Cha Gyuwon, acariciando levemente a coxa dele antes de apertá-la.
— Eu gostaria de transformar você em um adulto, Sr. Gyuwon, do seu corpo ao seu coração.
Ko Woonha acabou deixando escapar o que quer que lhe vinha à cabeça, desnorteado pela sensação dolorosa em seu coração. “Este Homem mau”. Em suma, ele não estava dizendo que iria dispensá-lo de qualquer maneira, mas que ele deveria tentar se agarrar a ele ao menos uma vez? O rosto de Cha Gyuwon alternou entre o vermelho e o pálido. Se ele estivesse minimamente são ou fosse um pouco mais esperto, teria saído imediatamente dali dizendo: “Você não é um lixo completo?”, mas infelizmente esta era a casa de Cha Gyuwon. Sendo o dono, ele não podia ir embora, tampouco era esperto e, com ainda mais azar — não, por sorte —, ele não estava em seu juízo perfeito…
Cha Gyuwon colocou em prática, cuidadosamente, a intenção que vinha afiando.
— Então, hyung… hyung, eu posso trancar você?
— … Hã?
— Se você trabalhar de casa e ficar comigo…
— O quê?
— Não digo pra sempr. Que tal por um ano, não, meio ano, não, um mês… Só isso.
Ko Woonha encarou profundamente os olhos dele, perguntando-se se aquilo era uma piada.
Ele parecia sincero. Vendo como ele diminuía o tempo dependendo de sua expressão… Ko Woonha deu um sorriso sem jeito.
— Não. Isso não pode…
Sera que estou realmente fazendo o certo?
Cha Gyuwon confundia Ko Woonha sem parar. O tempo em que ele costumava confundir Cha Gyuwon tinha acabado. Ko Woonha estava sendo levado sem perceber. Sem que ele mesmo soubesse.
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— Hyung.
Ko Woonha não conseguia abrir os olhos por causa do sono.
— Acorde.
Embora soubesse que alguém o estava acordando, seus olhos não abriam e seu corpo não se movia, então aquele som era apenas irritante e incômodo.
— Vá embora.
Ko Woonha murmurou.
— Não posso.
Então Cha Gyuwon o persuadiu e acalmou em uma voz extremamente doce.
— Hyung, você tem que acordar agora.
— Por quê…?
— É hora de comer.
— Eu vou comer um pouco mais tarde…
— Isso não seria bom…
Ele murmurou de forma desajeitada, mas sua voz ainda continha alegria.
Ko Woonha tentou acenar com a mão, mas seu braço estava pesado demais para se mover. Também era incômodo. Será que pegou um resfriado ou dor no corpo? Por que seu corpo não se movia desse jeito? Bem quando ele estava prestes a franzir levemente a testa, o coberta rastejou e ele sentiu Cha Gyuwon subindo em cima dele. Então ele imediatamente tomou seu pênis na boca.
Ele dormiu pelado? Dormiu sem roupa íntima? Ko Woonha fez um “Mmm”. Sem esperar que ele ficasse ereto, Cha Gyuwon chupou o de Ko Woonha com toda a sua alma e coração. Sua habilidade tinha melhorado significativamente.
— Ah, é bom, mas eu to um pouco cansado agora… ah…
As palavras que ele estava prestes a dizer sobre querer dormir mais foram engolidas de volta. Foi porque Cha Gyuwon abriu a garganta e engoliu a ponta do de Ko Woonha.
A garganta dele vai se machucar por causa das esferas. Ko Woonha pensou vagamente e depois parou. Nem era um piercing de metal, então o que importava? “Quero agarrar o cabelo fofinho de Cha Gyuwon.” Ele tentou mover a mão para baixo com esse impulso, mas embora tenha se movido com determinação desta vez, ela não se mexeu. Ko Woonha ergueu a cabeça vagamente e depois entrou em pânico.
— Sr. Gyuwon. Isso, is—nh, o que é isso? Ah, argh, espere um minuto.
Cha Gyuwon não respondeu. Ko Woonha, em pânico com a corrente de ferro fixada na cabeceira da cama, tentou puxar mais algumas vezes.
— Ah, Gyuwon, Cha Gyuwon. Ah! Porra… hmmm, espere. Pare, eu disse para parar.
Ko Woonha franziu o rosto. Sua aparência, misturando prazer com um incômodo urgente, era mais erótica do que assustadora. Cha Gyuwon ergueu a cabeça, limpou os lábios e murmurou vagamente:
— Hyung… você é tão sexy.
A voz que murmurava isso era rouca e pesada.
— Não é isso, o que é isso?
— Algemas.
— Não. Eu sei disso. Por que isso em mim…
— Ah, por acaso você está sentindo dor?
Desconcertado, Cha Gyuwon estendeu o braço. Depois de deslizar o dedo para dentro da proteção de couro que envolvia o pulso de Ko Woonha, ele ficou aliviado ao confirmar que havia um espaço adequado e que a pele sintética de vison forrada por dentro estava no lugar, sem ter sido empurrada de lado.
— Está tudo bem. Quer que eu envolva as bordas também?
— Não é disso que estou falando. Estou perguntando por que estou assim.
Ko Woonha, agora completamente desperto, ergueu o pescoço e olhou para o próprio corpo.
Estava nu da cintura para baixo, vestindo apenas uma camiseta. Em suas pernas, marcas de dentes e de lábios estavam concentradas na parte interna das coxas e continuavam até o interior dos joelhos, canelas e o peito dos pés. Uma risada oca e absurda escapou dele.
— O que é isso?
— Você ainda não acordou? Hyung. É por isso, primeiro o café da manhã.
Cha Gyuwon tinha uma expressão preocupada. Parecia que não estavam se comunicando, embora estivessem claramente usando a mesma língua.
— Depois de tirar isso, hyung, coma sua refeição.
Cha Gyuwon tomou uma decisão rápida e baixou a cabeça novamente.
Ko Woonha inclinou a cabeça para trás quando seu pênis, que havia sido deixado ereto, foi envolvido pela boca de Cha Gyuwon novamente.
“Por que ele ficou tão bom nisso?”
Ele tinha claramente melhorado. Ko Woonha não gostava disso porque não parecia o Cha Gyuwon de antes, não, mais do que tudo, porque parecia que estava sendo dominado por Cha Gyuwon. Ele não gostava, mas era bom pra caralho. Parecia insanamente bom.
Ko Woonha fechou os punhos e esticou os membros de prazer, e então percebeu: o outro pulso também estava amarrado.
— Ah, por…ra.
Ko Woonha gemeu como se estivesse rangendo os dentes. Era um prazer tão intenso que parecia fazer seus cabelos ficarem de pé. O quadril de Ko Woonha começou a se mover. Ele movia o quadril como se estivesse estocando. Como não podia segurar a cabeça de Cha Gyuwon para fixá-la no lugar, ele não tinha escolha a não ser erguer o corpo como se o estivesse perseguindo a cada vez que ele puxava a cabeça para trás. Conforme as costas de Ko Woonha se arquavam e sua parte inferior do corpo ficava rígida, Cha Gyuwon ficava mais satisfeito.
Finalmente, Ko Woonha ejaculou na boca de Cha Gyuwon. Entre as nádegas de Ko Woonha, que estava afundado na cama mergulhado no êxtase posterior, Cha Gyuwon posicionou seus dedos.
— Hyung. Está molhado aqui.
Ele sussurrou com as maçãs do rosto coradas, como se estivesse feliz.
— Fui eu quem deixou molhado.
— Haah. Argh…
— Deixar o buraco do hyung vertical… Eu queria ter podido fazer isso também…
Quem é este? Ko Woonha arfava com o rosto em branco. O dedo de Cha Gyuwon traçou a entrada de Ko Woonha, e então sua cabeça desceu novamente. Suas pernas foram abertas e, desta vez, ele acabou ejaculando enquanto gemia por causa do prazer que vinha de trás.
Também foi Cha Gyuwon quem lavou Ko Woonha. Não podia ser feito se não fosse ele. Porque ele tinha preso o outro lado das algemas que prendiam o pulso de Ko Woonha ao seu próprio pulso. Com o pensamento rancoroso de ver até onde ele iria, Ko Woonha sentou-se na borda da banheira e teve o rosto lavado e os dentes escovados pelas mãos dele como uma criança. Ele também tomou um banho. Não havia mais nada que pudesse fazer de qualquer maneira, a não ser assistir.
Havia tantos tipos de algemas. Enquanto se lavavam, era um material de esmalte impermeável, mas ao saírem, mudou para um material de algodão espesso em vez do tecido felpudo usado na cama. Quantas havia afinal? Se ele ia comprar coisas assim, deveria ter comprado uma palmatória para spanking em vez disso. Sempre que Ko Woonha, que não se importava de ser atingido, mas não gostava de ser contido, erguia e baixava o pulso com um olhar relutante, um som metálico ressoava.
Cha Gyuwon estava cantarolando enquanto preparava o café da manhã para ele. Aquela música era um tema de anime que Cha Gyuwon tinha assistido várias vezes. Era absurdo que ele já estivesse se pegando memorizando a melodia.
— Hyung. Aqui.
Ko Woonha ficou um pouco surpreso ao ver a comida apresentada diante dele. Era sua salada de batata favorita. Depois de comer um pouco, o tempero estava no ponto certo. Talvez por ter feito um exercício pesado desde a manhã, seu apetite voltou, e ele terminou metade num instante. Na sua frente, Cha Gyuwon o olhava com olhos felizes.
Ko Woonha, de estômago cheio, limpou a garganta com um “Ahem” e perguntou:
— Que dia é hoje?
— É quarta-feira.
— Eu tenho que ir trabalhar.
— Hyung, você pegou uma licença.
— Eu?
Era uma notícia inacreditável. Uma licença. Ele estava dizendo que ele pegou licença médica? Como não conseguia entender, ele franziu o rosto e tentou puxar pela memória, mas ela simplesmente não voltava, como se tivesse sido cortada limpamente a partir de certo ponto. Para começar, ele nem sabia que data era, desde quando estava ali ou mesmo por que Cha Gyuwon tinha amarrado seus pulsos daquela forma.
— Quando?
Ele perguntou a Cha Gyuwon, que estava descascando uma fruta. Segurando aquela faca de fruta, ele fez um “Hum” e depois sorriu.
— Há meio ano.
— Meio ano?
— Sim. Você começou a descansar depois que eu terminei o trabalho em vídeo e ele foi colocado nos outdoors. Você tem ficado na nossa casa desde então. Não se lembra?
Ele não se lembrava de nada. Nem mesmo de como era o trabalho do BearB.
Um pedaço de melão foi empurrado em direção aos lábios do confuso Ko Woonha. Ko Woonha murmurou enquanto comia a polpa pingando suco doce:
— Minha língua está formigando.
— formigando?!
↫─☫ Continua….
ᯓ★ Nenhuma das situações apresentadas neste capítulo referem-se/ se baseiam em fatos reais.
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✦ Tradução, revisão e Raws: Lᥙ꧑ᥲ Hᥲrtzᥣᥱr