↫─Capítulo 87
Capítulo 87
O gemido que irrompeu de sua boca pareceu ser sugado de volta para sua garganta. Tudo o que Cheongyeon sabia sobre Do-heon se despedaçou em pedaços.
O distante Alpha dominante a quem os outros admiravam, o temperamento que buscava a perfeição a um nível excessivo, a confiança que beirava a arrogância e a personalidade dominante. Todos eram modificadores apropriados para descrever Do-heon.
A cena de um Do-heon assim, lambendo vorazmente a parte inferior de seu corpo, era difícil de acreditar.
— Ah, ah, ah.
Como se o Moon Do-heon frio e sem emoções, em quem Cheongyeon acreditava firmemente, fosse uma mentira, ele colocou sem vergonha a boca na parte mais privada de seu corpo.
Através da respiração úmida e quente que tocava o interior de suas nádegas, ele sentia vividamente o quão excitado ele estava agora.
Quando ele não parou na lambida e sua língua cavou nas dobras, Cheongyeon debateu os membros como uma pessoa escaldada e o empurrou.
— D-Diretor! Hiss…
Como ele podia colocar a língua ali?
Cheongyeon continuou a empurrar Do-heon com o rosto pálido. Mas quanto mais ele fazia isso, mais o aperto da mão de Do-heon segurando sua pélvis se intensificava, falhando repetidamente em escapar.
A língua comprida abriu completamente as dobras e entrou, tocando cada parte da carne interna escorregadia. Um prazer insuportável fez o buraco palpitar involuntariamente.
— Heuk. Ah, não.
— Por quê?
Do-heon perguntou, enterrando o rosto ali. Cheongyeon só queria fugir para algum lugar. Não apenas estava expondo suas partes vergonhosas que nunca mostraria a ninguém, mas a língua dele as estava tocando.
Por que Do-heon estava fazendo isso? Nunca houvera um ato tão primitivo e constrangedor em seus encontros com ele.
— É sujo… Haa-euh!
Um gemido que Cheongyeon não conseguiu engolir fluiu de sua boca.
Ele definitivamente odiava aquilo como um louco, mas a parte inferior de seu corpo estava mais estimulada do que nunca e estava dura e ereta. Esse fato tornava este momento ainda mais doloroso.
— Não é sujo.
— N-Não… Não fale…
Cheongyeon balançou a cabeça e murmurou, incomodado com a respiração que continuava se espalhando em sua virilha.
Então Do-heon, que havia erguido a parte superior do corpo, olhou para o Cheongyeon soluçante.
— Esse não é o rosto de alguém que odeia.
— Apenas, se o senhor colocar…
— Você está longe de estar totalmente relaxado ainda.
Do-heon disse, esfregando suavemente a entrada de Cheongyeon com o polegar. Talvez porque ele tivesse alargado com a língua, o buraco engoliu um dedo mais facilmente do que antes, mas ainda não era o suficiente para inserir o pênis de imediato.
— Eu odeio isso…
Cheongyeon virou o corpo enquanto Do-heon afastava o rosto de sua virilha. E ele mal deu força às pernas relaxadas e engatinhou até a ponta da cama.
— Por que você continua fugindo?
— Ack, solte!
Mas Do-heon rapidamente segurou seu tornozelo e o arrastou de volta para baixo.
Do-heon deu um tapa leve nas nádegas fartas de Cheongyeon como se estivesse ressentido, depois segurou e abriu a carne grossa dos dois lados.
Cheongyeon, que de repente foi deixado em uma posição de bruços com apenas as nádegas expostas, lutou, sem saber o que fazer. Independentemente disso, Do-heon colocou os lábios de volta na entrada dentro de suas nádegas e inseriu a língua mais para dentro.
— Ah-heut… É sujo, aí… Por favor, euht, ungh! De jeito nenhum…
Do-heon pressionou o rosto para perto para colocar a língua mais fundo. Graças a isso, seu nariz afiado, que estava elegantemente erguido na fenda de suas nádegas, foi pressionado para baixo. Ele podia sentir o formato vividamente.
— Heup.
Cheongyeon quase explodiu em lágrimas. Era o mesmo que morrer e tão constrangedor quanto morrer. Cada vez que sua língua macia entrava e lambia a parede interna que se contorcia, um prazer arrepiante corria por seu corpo.
O buraco de Cheongyeon contraiu-se, repetindo o ato de apertar e afrouxar a língua como se acolhesse a substância estranha. Do-heon não se importou com o som bagunçado de sucção e inclinou a cabeça levemente como se beijasse, cavando mais para dentro. Como se estivesse brincando, ele às vezes usava os dentes para morder gentilmente e soltar a pele delicada ao redor.
Tudo o que Cheongyeon podia fazer era enterrar o rosto no lençol e soluçar. Era um tipo de prazer completamente diferente da penetração, a ponto de ele ter um medo vago de que algo realmente acontecesse.
Ele não conseguia controlar seu corpo de forma alguma por causa da sensação de cócegas e da sensação de que todas as partes que sua língua tocava estavam se derretendo. Era uma estimulação infinitamente suave e delicada, porém intensa.
— Eung, agora realmente, tudo bem… Por favor, coloque para dentro. Heuk, diretor. Sim?
Um apelo choroso foi repetido várias vezes. Eventualmente, Do-heon puxou o rosto de suas nádegas, onde estivera enterrado por um longo tempo, e reinseriu o dedo.
— Haa-euk.
— Bem melhor.
Do-heon murmurou com satisfação, verificando a parede interna amolecida com a ponta dos dedos. Em seguida, ele deitou Cheongyeon direto para baixo e se posicionou colocando a cintura entre as pernas dele.
Só então as bochechas de Cheongyeon ficaram vermelhas ao ver o rosto de Do-heon. Isso porque seus lábios, queixo e toda a ponte de seu nariz afiado estavam molhados e brilhantes.
Do-heon franziu a testa como se não pudesse mais suportar e alinhou a ponta de seu pênis com a entrada de Cheongyeon. A parte inferior do corpo, que havia se aberto de forma muito mais suave do que antes, recebeu sua glande.
— Ah…
— Cheongyeon-ah.
Ele chamou o nome de Cheongyeon em uma voz baixa enquanto inseria a haste muito lentamente. Cheongyeon contraiu os ombros porque a voz baixa parecia fazer cócegas em seus ouvidos.
— Mesmo que eu machuque você, hoo-euh.
— Euh. Euht.
A parede interna bem relaxada pareceu se abrir sem dificuldade, mas conforme o pênis entrava até a metade, gradualmente tornou-se demais. Cheongyeon mordeu o lábio inferior diante da sensação apertada.
Do-heon segurou o queixo de Cheongyeon como se dissesse para olhar para ele e o fez erguer a cabeça. Logo, ele lambeu seu lábio superior, que estava molhado com o lubrificante natural, e disse com uma voz contida.
— Eu vou curar você quando você acordar, então não se preocupe.
— …O quê?
Antes que ele pudesse compreender totalmente suas palavras, Do-heon empurrou o pênis para dentro de uma vez!
— Aaaagh!
O grito de Cheongyeon ecoou pelo quarto junto com o som de carne batendo. A parede interna aberta à força agarrou-se firmemente ao pênis dele.
— Keut.
Do-heon exclamou e parou de se mover por um tempo com ele totalmente inserido.
— Ah, diretor. Espere… Eu estou, muito…
Cheongyeon olhou para ele com uma expressão endurecida. Graças ao relaxamento com a língua, não foi tão doloroso quanto antes, mas isso não significava que não havia dor nenhuma.
Seu estômago estava dormente e quente a ponto de seus lábios tremerem. Ele não conseguia acreditar que uma coisa tão grande finalmente havia entrado até o fim.
A única coisa boa era que, ao contrário de antes, quando era apenas doloroso, um calor tênue estava subindo de dentro da parede interna.
— Haa, haa.
Do-heon, que vinha esperando Cheongyeon se adaptar, puxou a cintura para trás conforme a carne interna endurecida amoleceu novamente. Ele empurrou o pênis para dentro de novo sem lhe dar uma chance.
— Haa-eut-eung! Haa-ack…
Cheongyeon foi impotentemente sacudido pelos movimentos intensos e rápidos que avançaram em um instante. Cada vez que a haste quente e dura preenchia seu interior, um prazer insuportável surgia constantemente à medida que toda a sua carne interna era esmagada.
Como se ele nunca estivesse relaxado, sua pélvis batia implacavelmente contra o interior das coxas de Cheongyeon. O som brutal de fricção molhada grudava-se junto com os gemidos dos dois.
Cheongyeon envolveu suas pernas trêmulas ao redor da cintura de Do-heon e estendeu a mão para ele.
— Heuht, heup, ah-heuk… Aah-eung.
Ele queria pedir um beijo, mas apenas gemidos saíam de sua boca. No entanto, Do-heon entendeu o significado apenas com os gestos de Cheongyeon e se inclinou para beijá-lo.
— Uhm… Eum.
Seus lábios se encontraram de forma espessa e suas línguas se entrelaçaram de forma bagunçada. Os feromônios ricos de Do-heon agitaram todos os sentidos de Cheongyeon e elevaram sua sensibilidade ao máximo. Como se dissesse para ele não pensar em mais nada, de forma bastante violenta.
Conforme Do-heon pretendia, Cheongyeon apegou-se a ele e implorou por um beijo mais profundo e intenso. Ele primeiro mordiscou e mordeu os lábios dele, depois vasculhou sua membrana mucosa para evitar a língua que o seguia.
E ele não conseguia suportar o curto tempo em que seus lábios se separavam e o provocava ao cobrir de beijos seu queixo e ao redor de sua boca.
Diante disso, Do-heon pressionou os ombros de Cheongyeon contra a cama e ergueu a cintura.
— Ah-eut-eung…
— Você está bêbado e não tem medo.
Ele olhou ferozmente para Cheongyeon com uma expressão como se fosse devorá-lo agora mesmo.
— Não estou bêbado, não é assim… Eu queria beijar o diretor, euht.
Cheongyeon não evitou o olhar de Do-heon.
— Haa, e o senhor também não está sóbrio, diretor.
Ele próprio estava estranho, tremendo de medo dele até agora há pouco, mas agora estava impaciente porque não conseguia ser mais ativo. Fosse por causa dos feromônios ou porque estava bêbado como ele disse, ele continuava ansiando por algo.
Ele gostava de sua penetração bruta que acompanhava a dor. Embora a sensação de sua parede interna sendo esmagada ainda fosse avassaladora, aquilo era muito melhor do que os encontros dos últimos três anos, onde ele olhava para ele com olhos indiferentes e inseria por obrigação.
Embora fosse devido à influência dos feromônios do ciclo do rut, ele gostava do fato de ele estar completamente focado nele, mesmo que por um momento.
Diante da provocação de Cheongyeon, Do-heon chocou os lábios novamente. Ele pressionou a cintura por alguns segundos com o pau inserido até a raiz como se tentasse cavar mais fundo na parede interna do que antes, depois a puxou lentamente.
— Heup, ah-eung.
Cada vez que os vasos sanguíneos grossos arranhavam a parede interna fluida conforme entravam e saíam, um som nasal escapava de sua boca.
À medida que ele gradualmente se acostumava com o tamanho do pênis de Do-heon, com o qual pensava que nunca se acostumaria, a carne interna de Cheongyeon sutilmente apertava e afrouxava a haste dele em resposta à velocidade de penetração, incitando-o.
A parede interna, que já estava encharcada, afrouxava suavemente quando o pênis preenchia o interior, e mordia firmemente como se não o soltasse toda vez que saía. A carne interna vermelha seguia o pênis acidentado pouco a pouco, saindo e entrando repetidamente.
— Heo-eok, heo-eok.
Do-heon, que quase havia atingido o seu clímax, endireitou a parte superior do corpo, que havia abaixado, enquanto respirava pesadamente. Ele reuniu as pernas finas de Cheongyeon e as colocou em um de seus ombros, então começou a vasculhar seu estômago implacavelmente.
As nádegas de Cheongyeon, que estavam inchadas e vermelhas de tanto serem esfregadas contra a virilha dura e os pelos púbicos de Do-heon, contraíam-se e aceitavam o pênis dele lá dentro. Após incontáveis penetrações, a carne interna estreita abria-se facilmente a partir de certo ponto, sem qualquer resistência.
Do-heon, rangendo os dentes, ergueu rapidamente a cintura sem tirar os olhos do rosto de Cheongyeon, que estava encharcado de prazer. O lubrificante natural, que estava lá dentro e não se sabia de quem era, foi empurrado para fora, e já fazia muito tempo que as virilhas das duas pessoas estavam encharcadas. Cada vez que colidiam, faziam um som molhado e gradualmente encorajavam os limites um do outro.
Do-heon estremeceu com o prazer que subia de sua parte inferior, onde o sangue se acumulava a ponto de ficar rígido. Ele moveu a cintura violentamente com apenas o instinto de cavar mais para dentro.
— Eung, euht! Ah-heuk! …Aaaah.
No momento em que a glânde dura alcançou o fim da parede interna, Cheongyeon não aguentou e gozou primeiro. E então Do-heon alcançou o seu clímax.
— Ha, Yoo Cheongyeon. Hoo-euh…. Yoo Cheongyeon.
Ele chamou o nome de Cheongyeon em uma voz rachada que parecia ser arranhada de dentro de sua garganta como uma fera. O prazer que não podia ser controlado por sua escassa razão cobriu todo o seu corpo como uma onda, e todos os seus sentidos foram levados embora.
Ele sabia que Cheongyeon estaria sentindo dor, mas enterrou o pênis à força na parte mais profunda de sua parede interna e ejaculou. Devido à influência do ciclo do rut, o efeito posterior do clímax durou mais do que o normal.
— Diretor…? O que é isso…, a-euk!
Cheongyeon estremeceu e empurrou Do-heon diante da sensação de sua parte inferior inchando temporariamente. No entanto, o pênis, que havia inchado ao mesmo tempo que seu orgasmo, estava firmemente intertravado com sua carne interna, e ele não conseguia se mexer.
— I-Isso é estranho, ah, dói… Eup, só um momento.
— Hoo, vai acabar logo.
Do-heon esfregou a bochecha contra as pernas de Cheongyeon, que havia colocado em seu ombro. Então, incapaz de digerir a sensação crua que se espalhava por seu corpo, começou a lamber suas pernas vorazmente. Ele esperou que a ejaculação e a excitação do rut diminuíssem, sugando suas panturrilhas e tornozelos brancos e lisos como se fosse engoli-los.
Cheongyeon, que vinha enrijecendo o corpo sem saber o porquê, ocasionalmente contraía-se toda vez que o sêmen era descarregado em seu estômago.
— Hoo-euh…
Conforme o tamanho do pênis enterrado em sua parede interna gradualmente retornava ao seu estado original, Do-heon ainda abria as pernas claras de Cheongyeon enquanto ainda estava excitado. E bem quando estava prestes a mover a cintura sutilmente de novo, encontrou Cheongyeon fechando os olhos como se estivesse dormindo.
— Yoo Cheongyeon?
Não houve resposta ao chamado de Do-heon. Do-heon segurou cuidadosamente a mão de Cheongyeon e chamou seu nome novamente. Cheongyeon-ah.
Apesar disso, ainda não houve movimento. Não havia força em suas mãos unidas.
— …… .
Do-heon olhou fixamente para baixo, para Cheongyeon deitado sob ele, e percebeu isso depois de um longo tempo. Que Cheongyeon havia desmaiado.
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Continua….
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✦ Tradução, revisão e Raws: Faby&Belladonna