15.
Pétalas de cerejeira dançavam no ar, dispersadas pelo vento que soprava. Debaixo dos cabelos desalinhados pela brisa, seu amante sorria. Com um rosto radiante e um sussurro tímido.
Eu te amo.
A confissão de Juliet continuava a ecoar nos ouvidos de Dominic sem desaparecer. Pelo contrário, aquele eco foi aumentando gradativamente até preencher por completo toda a sua consciência.
Eu te amo.
Somente ao sentir o calor em seus braços é que Dominic finalmente se deu conta de que estava abraçando Juliet. Porém, junto com essa percepção, veio uma sensação de vazio. Só aquilo não era o suficiente. Mesmo o abraçando com toda a sua força, o corpo esbelto de Juliet parecia não preencher nem a metade do espaço dentro de seus braços.
“Dominic?” Com a cabeça apoiada no peito dele, Juliet o chamou baixinho.
Era uma voz que transparecia dúvida, surpresa ou talvez um certo constrangimento diante da reação de Dominic, mas isso só o deixou ainda mais ansioso.
Apressando-se em abraçá-lo com mais força, Dominic segurou a nuca de Juliet. Como se temesse que alguém fosse tirá-lo dele, mesmo prendendo-o firmemente em seus braços, seu coração transbordante, em vez de se acalmar, ardia de forma cada vez mais intensa.
Sentia que sufocaria até a morte se não expelisse aquele calor.
Tinha que pôr para fora antes que seu coração em chamas queimasse todo o seu corpo. Rápido, o mais rápido possível.
Ele abriu a boca, mas as palavras não saíam com facilidade. Somente após soltar várias respirações afobadas e arfantes é que aquilo finalmente se rompeu para fora de seus lábios.
“……Eu te amo.” Como quem com muito custo consegue expelir o ar preso, ele derramou com dificuldade aquela única palavra.
A mesma palavra de Juliet, a qual passou a vida inteira zombando e jurando que jamais diria.
Exatamente aquela confissão.
Juliet deu uma risada brincalhona enquanto mantinha a cabeça encostada no peito dele.
“Eu sei, Dominic.” Como se quisesse confirmar suas próprias palavras, Juliet abraçou a cintura de Dominic.
De dentro do abraço, Juliet ergueu o olhar. Quando seus olhos se cruzaram, um leve sorriso surgiu nos lábios de Dominic.
Vendo Dominic inclinar a cabeça, Juliet fechou os olhos. Naturalmente, seus lábios se selaram e seus corpos se encostaram por inteiro. Como se finalmente tivessem se tornado um só.
Diante de um beijo mais doce do que qualquer outro que já haviam repetido inúmeras vezes, seu coração disparou como o de um adolescente.
Será que aquele jovem inexperiente também havia se sentido assim quando encostou seus lábios nos de seu amante pela primeira vez?
Minha Julieta.
Dominic sussurrou enquanto entrelaçava sua língua à de Juliet. Sob as pétalas de cerejeira que rodopiavam ao redor, eles permaneceram ali, parados, sem hora para acabar.
***
Como se estivesse manuseando uma escultura extremamente frágil, Dominic deitou Juliet na cama com todo o cuidado. Até mesmo o movimento de subir sobre ele foi feito de maneira tão solene e respeitosa, em comparação com antes, que trazia uma sensação de reverência.
Juliet não recusou o toque das mãos que tiravam sua calça enquanto o beijava. Pelo contrário, chegou a erguer o quadril para ajudá-lo.
Colocando o polegar por dentro da cueca, Juliet a puxou para baixo e a jogou de qualquer jeito para o lado, toda enrolada. Dominic riu diante daquela atitude afobada, mas nem por isso se apressou.
“Juliet.” Dominic sussurrou com a voz grave.
Seus lábios se tocaram novamente e o beijo logo se aprofundou. Junto a isso, o aroma adocicado de feromônios também se intensificou, mas Juliet não percebeu. Tudo o que ele conseguia sentir eram as mãos e os lábios de Dominic, além da excitação provocada por eles.
Os lábios que sugavam seu pescoço desceram e passaram a fregar seu mamilo. Diante da sensação obscena sentida através da camisa fina, o pau de Juliet já começava a pulsar de tesão.
“Ahn……”
Juliet, que acabou soltando um gemido involuntário, mordeu os lábios às pressas para abafá-lo e direcionou o olhar para Dominic. A oportunidade de olhar de cima para um homem com mais de 2 metros de altura era rara. A visão daquele cabelo loiro-platinado tão denso, sem uma única falha, deixava seus olhos tontos.
“Ah.” Dominic fincou os dentes e mordeu o mamilo por cima da camisa.
A sensação do bico do peito preso entre os dentes dele, sendo pressionado, trazia algo completamente diferente da dor.
“Aí, se você esfregar assim…… ah.” As palavras que tentou conter acabaram se transformando em gemidos.
A língua grossa envolveu o mamilo suavemente para, em seguida, espalhar-se e roçar contra a ponta ereta. O peito plano, que jamais teria qualquer relação com a amamentação, em vez de inchar, tingiu-se de cor-de-rosa. Com o rosto corado de vergonha, Juliet disse:
“Não olha.”
Ele tentou cobrir os olhos de Dominic, mas sua mão acabou sendo capturada. Dominic soltou um riso baixo e colocou os dedos dele dentro da própria boca. Lambendo e acariciando um por um bem devagar, ele empurrou a língua pelo espaço entre os dedos dele.
“Ahn……” Juliet, que gemera encolhendo os ombros, ficou com o rosto em brasas, envergonhado com o som estranho que acabou deixando escapar.
Dominic também pareceu ouvir, pois olhou para ele com um sorriso malicioso. Sem conseguir conter o constrangimento, Juliet o repreendeu.
“Não lambe aí.”
“É mesmo?”
Dominic tirou a língua como quem dizia que tinha entendido. Juliet se aliviou, mas essa foi uma avaliação precipitada. Sem soltar a mão de Juliet, Dominic continuou descendo.
Arrepios percorreram todo o seu corpo quando o hálito quente dele tocou sua pele. Embora estivesse a uma distância tão próxima que era possível sentir sua respiração, não havia nenhum contato direto. Não lambia a pele nem dava um beijo. No entanto, Juliet sentia com sensibilidade cada movimento que ele fazia por cima do seu corpo. A cada respiração de Dominic, os pelos da região tocada estremeciam e se arrepiavam.
“Não precisa fazer tão devagar.”
“Não posso.” Juliet, que acabou se rendendo primeiro e falou, foi friamente recusado por Dominic. “Hoje eu vou te devorar por inteiro. Da cabeça aos pés, sem deixar nem as vísceras para trás.”
No entanto, ao contrário de suas palavras, todas as ações de Dominic eram puramente cuidadosas e delicadas. Como se tivesse medo de machucar Juliet.
Era uma figura completamente diferente daquela que ele costumava ver, bem longe da imagem típica de um Alfa dominante. Era surpreendente o quanto aquele homem conseguia ser carinhoso.
Ao ver o rosto de Juliet corar, Dominic percorreu o corpo dele lentamente com seus lábios. Enquanto os lábios dele desciam devagar pela sua barriga, Juliet sentiu uma pressão interna no ventre mesmo com aquele leve toque.
O beijo dele parecia prestes a alcançar seu membro a qualquer segundo, mas nunca chegava lá, fazendo subir por todo o corpo de Juliet uma cosquinha de enlouquecer.
Mesmo provocando-o dessa forma, Dominic percebeu a tensão de Juliet e disse, dando um leve sorriso:
“Não se preocupe, eu não vou te transformar.” Ele o abraçou carinhosamente, como se quisesse tranquilizá-lo.
Com extremo cuidado, como se tivesse medo de quebrá-lo. Aninhado no peito de Dominic, as batidas desordenadas do coração dele ecoavam nos ouvidos de Juliet.
Surpreso com aquele som alto e acelerado a ponto de incomodar os ouvidos, ele ergueu a cabeça, e Dominic apenas sorriu como se nada estivesse acontecendo.
Quem poderia imaginar que o coração daquele homem de semblante tão frio estivesse se agitando dessa forma?
No instante em que percebeu isso, o rosto de Juliet se contorceu de uma maneira peculiar. Diante do olhar intrigado de Dominic, Juliet abriu a boca.
“Tudo bem.” Dominic franziu as sobrancelhas, como se perguntasse o que ele queria dizer com aquilo. Juliet acrescentou com um sorriso enigmático: “Não tem problema se eu me transformar.”
“Gostei dessa declaração.” Dominic sorriu.
Ele gostou de ver Juliet desejando o prazer de forma tão ativa. Aquilo significava que ele estava disposto a arriscar a própria vida de bom grado para a satisfação de Dominic.
Seria isso um instinto ou uma mentira?
Não importava qual das opções fosse. Mesmo que fosse algo inventado, para Dominic ele era exatamente como uma criação feita sob medida para si. Dominic compreendeu. Juliet havia nascido para ele. Para fazê-lo feliz e para salvá-lo dessa indolência insuportável.
Dominic soltou um riso curto e beijou o canto dos olhos de Juliet.
“Fico curioso para saber como seria colocar meu sêmen aqui.”
Juliet pontuou com cuidado:
“Mas eu nunca vou saber como é a sensação de receber o sêmen para engravidar. Eu não sou um Ômega.”
“Não precisa saber.” A resposta de Dominic foi categórica.
Quando Juliet arregalou os olhos surpreso, Dominic selou seus lábios na pálpebra dele.
“Porque você não precisa engravidar.”
“Você não queria um filho?”
Quando ele lembrou da frase dita por ele no passado, Dominic simplesmente negou.
“Não quero mais.”
Se antes ele queria um filho, era porque precisava de um herdeiro. Mas agora isso já não era necessário. Havia algo muito mais importante do que isso.
Afinal, ter um filho apenas para dar continuidade à linhagem não era uma ideia ultrapassada?
Juliet não compreendeu direito o sentido daquelas palavras, mas, com o beijo que se seguiu, envolveu o pescoço de Dominic com os dois braços. O beijo profundo e viscoso se prolongou por um longo tempo. Deslizando a mão que acariciava a bunda dele, Dominic começou a alargar a pequena entrada de Juliet.
“Ah……” Juliet contorceu o corpo com aquele estímulo.
Aquele lugar apertado ainda estava longe de receber o membro de Dominic, sendo difícil aceitar até mesmo um dedo. Sem pressa, Dominic empurrou o dedo e raspou suavemente com a ponta da unha. Com isso, Juliet prendeu a respiração baixinho.
“Dominic……”
“Eu sei, vou fazer devagar.” Dominic disse isso, mas sua resposta ia totalmente contra o desejo de Juliet.
Na verdade, o problema era ele ser carinhoso demais.
Ao contrário das pernas de Juliet que se abriram ousadamente, a forma como ele entrava com extremo cuidado por ali o deixava ansioso, fazendo-o esquentar ainda mais.
Adicionando mais um dedo, Dominic percebeu que ele começava a sentir prazer aos poucos através do queixo trêmulo, dos olhos fechados e da respiração sutilmente desordenada de Juliet.
Abrindo os dedos como uma tesoura para dilatar a entrada, ele explorou o interior dele devagar.
Diante daquela pressão não habituada, Juliet jogou a cabeça para trás e encolheu os dedos dos pés.
Por fim, uma voz implorante saiu da boca de Juliet.
“Dominic. Rápido, prefiro que seja rápido…… Está tudo bem.”
“Tem certeza de que está tudo bem?”
“Sim, então vai logo.” Arfando, Juliet se agarrou a ele.
Quando Juliet o abraçou com força, os feromônios de Dominic, que ele mal conseguia conter, se libertaram instantaneamente.
Mesmo sabendo que não deveria fazer isso, o próprio Dominic não conseguia suportar a sensação do sangue correndo para a sua parte inferior em questão de segundos.
Com um longo suspiro, Dominic soltou a fivela da calça com mãos um pouco apressadas. Assim que ele puxou a cueca para baixo, seu membro já ereto saltou para fora.
Juliet olhou para aquilo com os olhos cheios de desejo. Era evidente que ele queria que Dominic entrasse logo nele, mas ainda faltava uma coisa.
Dominic tirou um preservativo do bolso, usou os dentes para rasgar o plástico e o vestiu em seu membro. A sensação de aperto no pênis não era das melhores, mas não podia se esquecer.
Pela vida toda a partir de agora.
Cheio de expectativa, Juliet abriu ainda mais as pernas. Por entre os joelhos abertos, o pequeno buraco de Juliet ficou visível. Segurando o membro com uma mão, Dominic usou a outra para puxar a abertura e criar espaço. Finalmente, alinhou a glande ao buraco.
Pouco antes de penetrar, Juliet subitamente envolveu a cintura dele com as pernas. Era uma sedução clara. Segurando a razão que prestes a se despedaçar, Dominic soltou um gemido contido.
“……Não quero te machucar.”
“Agora está tudo bem. É sério.”
Juliet sorriu abertamente, como se estivesse provando que suas palavras eram verdadeiras. Dominic, que ainda estava preocupado apesar do pedido, franziu levemente a testa. No entanto, após receber a permissão reiterada de Juliet, ele finalmente começou a empurrar o pau devagar para dentro dele.
O som do membro extremamente excitado de Dominic cortando a carne ressoou na sala silenciosa com uma clareza assustadora.
“Ah……”
Juliet inclinou a cabeça para trás e começou a arfar devagar. A sensação que preenchia a parte inferior do seu abdômen fez o interior de suas nádegas formigar, fazendo sua cintura se erguer sozinha.
Dominic, embora estivesse extremamente eufórico, mal manteve a razão e começou a mover a cintura lentamente. No ritmo de Juliet, bem devagar. Fazendo um som suave de fricção, a parede interna e a carne dele se roçavam.
Quando as veias salientes passaram pela parede interna macia e começaram a atingir um certo ponto, o rosto de Juliet ficou completamente corado e ele arfou. Parecia que um fogo estava se acendendo dentro do seu abdômen. O calor sutil o deixava sem ar.
“Ahr……!” Juliet soltou um gemido doce e estremeceu.
Seus lábios tremiam e seu rosto estava queimando. Olhando para ele de cima, Dominic abriu ainda mais as coxas dele. O maior mergulhou no corpo dele como se estivesse obcecado. As pupilas de Juliet, que olhavam para ele de baixo, capturaram o olhar de Dominic, impedindo-o de se mover.
Ao ver os cantos dos olhos avermelhados, surgiu o impulso de fazê-lo chorar. Que tipo de imaginação ele tinha tido até então? Não tinha tido vontade de colocar uma coleira no pescoço dele e fazê-lo ajoelhar como um cão?
“Argh!” Com a súbita expansão do membro, Juliet soltou um curto grito.
Só de imaginar Juliet deitado no chão usando uma coleira, o sêmen dele começou a ferver. O que aconteceria se ele descobrisse sobre esse desejo violento que existia dentro dele?
Este homem, que levou uma vida saudável ao contrário dele, acabaria fugindo desse persa.
Não havia escolha a não ser esconder esse desejo, mas fazê-lo chorar não teria problema.
Em algum momento, os olhos de Dominic começaram a brilhar em um tom dourado. Embora o outro não fosse um Ômega, a atração o levou a um estado de excitação extrema, como se um Rut tivesse começado.
Um corpo esbelto, uma pele limpa e, abaixo disso, aquele buraco obsceno.
Sua parte inferior, em contraste com as feições que pareciam contidas, era um paraíso preparado para Dominic. Ele iria sujar seu próprio paraíso com seu sêmen e corromper uma alma inocente. Sem hesitar mais, ele começou a mover a cintura com violência.
“Ah, ah!” A velocidade aumentou e uma penetração bruta ocorreu, como se estivesse enfiando o escroto para dentro.
Com isso, Juliet se contorcia e arfava debaixo dele.
Sem saber o que estava fazendo, o seduzia agindo de forma naturalmente provocante. Vendo-o corar fortemente nas bochechas e lacrimejar, Dominic reprimiu um impulso destrutivo, abaixou o rosto e chupou os lábios dele.
Um som doce do atrito da carne macia ressoou entre eles. Porém, o estado da parte inferior do corpo estava se tornando uma bagunça devido ao membro enorme e violento.
Toda vez que Dominic subia com força, a cabeça de Juliet parecia prestes a bater na cabeceira da cama; então Dominic puxou a cintura dele para baixo e cravou ainda mais fundo.
“Ahk, heuk, ah, Dominic!”
“Haa……”
Um curto grito escapou de Juliet, enquanto uma respiração densa saía da boca de Dominic. Junto a isso, uma grande quantidade de feromônios de Alfa foi derramada sobre Juliet, mas Juliet não conseguiu sentir absolutamente nada.
Mesmo tendo se banhado com feromônios o suficiente para sufocar outros alfas que estivessem por perto, ele, sendo um gamma, não percebia nada.
Dominic sentiu vontade de arruinar ainda mais aquele homem que, mesmo coberto por seu aroma, continuava sem se dar conta de nada.
E se eu fizer o nó? Não seria uma boa ideia?
Pensando nisso, Dominic ranger os dentes.
Não, recomponha-se.
Ele recuperou a razão imediatamente.
Juliet é um Gamma. Se fizesse o nó, aquele corpo com certeza ficaria completamente destruído.
Hesitando continuamente entre o desejo e a razão, Dominic agitou brutamente em seus braços o corpo daquele homem, muito mais frágil do que o seu.
Se o nó é impossível.
Se a marca também não pode ser feita.
Eu quero transformar este corpo em algo que só pertença a mim.
Quero deixar este corpo assim.
Apesar de ser um homem experiente, Dominic ficou completamente enlouquecido por aquele gamma que nem sequer liberava feromônios, atingindo um estado de transe.
Sem ao menos perceber o que estava fazendo, levado pelo instinto, ele investiu e estocou com violência o ponto sensível de Juliet. Perseguindo apenas as sensações, ele foi tomando conta daquele homem.
Juliet, sem conseguir suportar o prazer, finalmente começou a lacrimejar. Dominic gostou daquela névoa turva refletida em suas pupilas límpidas.
Dominic encheu as pálpebras dele de beijos, fazendo as lágrimas escorrerem pelas bochechas, e depois lambeu o seu rosto. Juliet, coberto de saliva e lágrimas, estava infinitamente belo.
Dominic envolveu a cabeça dele com os braços enquanto investia sem parar dentro da barriga dele com seu membro longo e grosso. A cada som de carne se chocando estalando repetidamente, a vibração do abdômen firme de Dominic se transmitia para a barriga de Juliet.
Juliet se contorcia em seus braços.
“Ah, ah, muito, muito…!”
É forte demais.
Dominic olhou para baixo, para aquele homem que não conseguia completar as últimas palavras, e deu um leve sorriso. No entanto, seus olhos brilhavam de desejo.
Pensando em como iria provocar aquele homem:
“Está ficando louco de tanto prazer?”
“Ah!”
Os dedos dos pés de Juliet se curvaram fortemente.
A sensação que percorria desde a parte inferior do corpo até o cérebro era um prazer estonteante, quase mortal. Qualquer sexo anterior não podia ser comparado ao de hoje.
Dominic derreteu a razão dele, fazendo-o flutuar nas alturas. Juliet derramava lágrimas enquanto sentia o membro de Dominic estocá-lo tão fortemente, como se fosse perfurar e atravessar sua barriga.
Esse homem, até esse ponto…
A parte de Dominic, que havia inchado a ponto de parecer que ia explodir, preencheu completamente o interior, cravando-se profundamente sem limites. Como se tivesse sido perfurado por um ferro em brasa, Juliet inclinou a cintura para trás e abriu a boca.
Aproveitando a brecha, a língua de Dominic dominou imediatamente a boca dele, movendo-se de forma densa e profunda.
Haah, haah…
A respiração áspera de ambos, sem que se soubesse de quem era, preencheu o quarto. Foi quando o calor emanado do corpo dos dois finalmente aqueceu o ar.
“…Ah.” Um breve gemido escapou da boca de Dominic, e Juliet também, com a cabeça inclinada para trás, acabou perdendo totalmente as forças.
Ele sentia em tempo real o membro de Dominic, que esteve preenchido a ponto de sufocar, diminuir de tamanho. Como se não suportasse a situação, Dominic o abraçou fortemente com os dois braços.
Dominic murmurou: “Quantas vezes mais você consegue aguentar?”
“O quê…?” Juliet arregalou os olhos, como se perguntasse o que ele queria dizer.
Então Dominic, como se questionasse por que ele reagia daquela forma, apenas ergueu levemente uma sobrancelha.
Naquele momento, Juliet sentiu.
O membro que claramente estava diminuindo após atingir o clímax estava ficando enrijecido novamente.