Capítulo 42
Deep Pivot Side Story — Capítulo 42
Sentindo algo ameaçador, Yeonwoo franziu as sobrancelhas com uma expressão afetada.
— Você vai me fazer fazer algo estranho de novo, não é?
Seojoon caiu na gargalhada e o beijou descaradamente. — Quem você pensa que eu sou? —, provocou, enquanto a fivela do cinto de Yeonwoo se abria com um clique suave.
— Eu só… eu realmente gosto de fazer as coisas do jeito que sempre fiz com você, Yeonwoo.
Ele sussurrou as palavras contra os lábios de Yeonwoo com uma voz cheia de amor. Os longos cílios prateados de Yeonwoo tremeram. Uma mancha escura já havia se formado na cueca, aparecendo por baixo da calça aberta.
O molhado Yeonwoo. O impaciente Yeonwoo. O sensível Yeonwoo… Os lábios de Seojoon se curvaram silenciosamente. Ele era amável demais para ser descrito em palavras.
— …
Quando Seojoon deslizou a mão no tecido úmido, um gemido baixo escapou de seus lábios. Ofegante, Yeonwoo agarrou a barra da camisa de Seojoon com força.
— Que tal darmos um passo à frente… e irmos para a cama?
Seojoon sussurrou enquanto acariciava o pênis exposto de Yeonwoo para cima e para baixo. — S-Sim… —, Yeonwoo respondeu com a voz atordoada, deixando escapar um jato repentino de pré-sêmen. O véu que estivera frouxamente sobre sua cabeça escorregou.
O tule fino cobria a ponta da glande. Segurando a haste envolta em um véu como se fosse um presente, Seojoon fixou o olhar no rosto de Yeonwoo e o beijou suavemente.
— Haa, mm… O véu—mm—vai ficar sujo.
— E daí se isso acontecer?
— Hm? — Beijo, beijo. Beijos leves choveram por seus lábios e mandíbula enquanto Seojoon mordiscava suavemente a pele sensível do pescoço de Yeonwoo e sussurrava baixinho:
— Vou comprar um ainda mais bonito para você.
Então ele passou a mão lentamente ao longo do eixo, puxando o véu para baixo deliberadamente.
— Haa… mngh… Tenente… ah, ngh…
— Dói?
O véu era fino o suficiente para mostrar até mesmo a leve curvatura da fenda uretral, e o atrito contra a pele delicada fez Yeonwoo se contorcer desamparadamente.
— Dói, Yeonwoo?
Seojoon perguntou novamente, arrastando as palavras lentamente enquanto encarava seu amante ofegante. O movimento repetido — esfregando a borda da fenda e relaxando — fazia o abdômen tenso de Yeonwoo se contrair a cada ciclo.
Não… ah… sim… haah… mm… não… demais… mmngh… Sua voz oscilava como uma palma retorcida, dependendo do aperto dele. Observando suas reações, Seojoon o beijou repetidamente em breves rajadas.
— Ah… Tenente… mmm… ah…
Através do véu transparente esticado em volta do seu pênis, um fluido transparente vazou de repente. Lágrimas brotaram nos olhos de Yeonwoo, contorcendo-se de dor. Quando Seojoon esfregou a curva da fenda com a ponta do dedo, o corpo de Yeonwoo estremeceu com força.
— Mmngh… dói, Tenente… dói… haah… ngh…
O véu, que estava preso até o fundo da fenda, desprendeu-se lentamente. Yeonwoo tremeu, enterrando o rosto na curva do pescoço de Seojoon. Ele ofegava enquanto esfregava a testa febril contra o corpo. O sorriso de Seojoon se estendia de orelha a orelha.
— Yeonwoo, acho que você acabou de… gozar. Tem certeza de que dói? Devo parar?
Ainda com a testa apoiada no ombro de Seojoon, Yeonwoo balançou a cabeça. Da curva da orelha ao couro cabeludo, ele estava completamente vermelho. — Só… só me faça gozar… rápido —, sussurrou, movendo os quadris por conta própria para evitar o estímulo avassalador.
Seojoon se inclinou e sussurrou bem perto do ouvido dele que ardia.
— Yeonwoo… você quer gozar rápido?
— Sim… sim, Querido… mm… ha…
Enquanto acariciava delicadamente o pênis de Yeonwoo com uma maciez satisfatória, Seojoon o acalmou brevemente e então se sentou ereto. Abriu as pernas e montou no colo de Yeonwoo.
Os olhos azuis e turvos de Yeonwoo tremeram. O véu, esticado sob os braços de Seojoon, grudava-se úmido na curva da fenda. De repente, a cabeça de Yeonwoo caiu para trás.
— Ah…!
Seu pênis encharcado pressionou firmemente a entrada apertada. Seojoon agarrou seus pulsos e os prendeu no sofá, abaixando seus quadris.
— Mm… não… não… ngh…
O eixo rosa, ainda velado, afundou na abertura solta com um som úmido. — Ah… —, Seojoon gemeu baixinho, erguendo-se ligeiramente e, em seguida, empurrando-o mais para baixo. O eixo, confortavelmente enterrado nas paredes apertadas, se contraiu enquanto o véu esfregava e arrastava contra a fenda. Fios úmidos se agarravam e se descolavam repetidamente.
— Ah! Mmh—ha—não—pare—pare—ah—haaah…
Os quadris de Yeonwoo se contraíram. Seojoon, debruçando-se sobre ele, engoliu seus gritos. Os gemidos que escapavam dos lábios firmemente unidos de Yeonwoo eram abafados e indistintos em sua proximidade. Suas paredes internas ficaram escorregadias enquanto o prazer lânguido o preenchia.
Seu abdômen contraído subia e descia em ondas. Uma lágrima solitária rolou do canto do olho de Yeonwoo enquanto ele gemia na boca de Seojoon.
Ejaculações quentes encharcavam o véu por dentro, grudado nas paredes. A cada pulsação e liberação, seu corpo tremia com a onda de prazer.
— Mm—mgh—Tenente—ah—ah—espere… tire isso—tire isso—ah, mmph…
— Haa… bebê…
Esperando até que os tremores do clímax de Yeonwoo se acalmassem, Seojoon sentou-se lentamente. Liso… liso… Ele moveu os quadris suavemente, sons molhados ecoando sob eles enquanto olhava para o amante abaixo dele.
— Preparei tudo pensando que seria nossa primeira noite. Não foi… bom?
Yeonwoo, com as sobrancelhas franzidas, sentou-se de repente. Envolvendo os braços firmemente em volta da cintura de Seojoon, ele o impediu de empurrar mais fundo. Seojoon inclinou a cabeça e o beijou. Então, os lábios de Yeonwoo percorreram seu pescoço e… morderam-no com força no ombro.
— Não existe isso de “não ser bom” com você.
— Você devia ter me pedido para tirar. — Um murmúrio suave de reclamação veio do ombro onde ele havia sido mordido. Sua voz estava cheia de ressentimento. Seojoon, com os braços em volta do pescoço de Yeonwoo e a cintura erguida, movia-se lentamente para cima e para baixo, gemendo.
— Ahh… Eu queria experimentar isso assim que vi o véu de noiva.
A sensação áspera do tecido fino do véu estimulando suas paredes internas encharcadas lhe trouxe um prazer estranho. Talvez seja por isso que existem preservativos texturizados. Mas ainda mais emocionante foi a reação de Cha Yeonwoo — sua sensibilidade se intensificou, ofegando como se pudesse desmaiar ao menor movimento.
Em dado momento, o corpo de Seojoon caiu para trás. Seu pênis, que quase havia escorregado para fora, mergulhou de volta profundamente. Yeonwoo gemeu, jogando a cabeça para trás.
Várias camadas de véu macio e fofo estavam presas entre seus corpos, dando a impressão de que estavam se esfregando com uma saia ainda vestida. Através do véu que cobria a parte inferior do corpo de Seojoon, Yeonwoo estendeu a mão e agarrou seu pênis.
— Isso… hngh… você sabe o quão estranho isso é?
— Você também deveria sofrer um pouquinho, Tenente. — Seu aperto em volta do pênis de Seojoon aumentou. O eixo, envolto no fino véu, pulsava rapidamente em sua mão. Cada vez que ele o acariciava até a ponta e depois até o fundo, os fios ultrafinos raspavam cada pedacinho da pele sensível ao redor da glande com uma precisão eletrizante.
— Ah…! Haa, argh!
Dominado pela forte fricção interna e externa, o corpo de Seojoon se contraiu incontrolavelmente. A sensação da parte interna da uretra sendo levemente raspada o fez tremer por inteiro. Era como a vontade de fazer xixi, só que mais intensa — batendo constantemente na ponta do pênis. — Isso não é justo… Isso não é justo, Cha Yeonwoo.
As sobrancelhas de Yeonwoo franziram quando ele parou de se mover de repente, a tensão interior apertando tanto que parecia que poderia esmagá-lo.
— Ugh, hngh… Tenente, Tenente, dói, seu aperto, ah… afrouxe, ah…
Um gemido escapou por entre os dentes cerrados. Estava apertado demais, e a fricção do véu piorava a situação. Por mais que Seojoon tentasse se soltar, não conseguia se mexer; apenas seu corpo balançava indefeso enquanto ele permanecia preso ali dentro.
Yeonwoo tremia sob o estímulo implacável dos fios do véu raspando sua carne macia, incapaz de penetrar ou desvencilhar-se. Os músculos de seu antebraço, que o sustentavam ao lado da cabeça de Seojoon, estavam tensos. Baque, esguicho — cada vez que uma onda de fluido atingia suas paredes internas, o corpo de Seojoon se sacudia em resposta.
O som úmido e mole ficou mais alto à medida que o espaço entre eles finalmente começou a se mover novamente. Fluidos que não conseguiam mais ser contidos vazaram. Seojoon gemeu, sentindo suas entranhas incharem com o acúmulo intenso.
Então, sem aviso, Yeonwoo se retirou. Uma torrente de fluidos jorrou junto com o véu encharcado. Ele jogou o tecido encharcado no chão.
— Meu véu…
Enquanto ele murmurava frustrado, seu pênis macio empurrou de volta para dentro. O contraste entre a carne macia e as paredes internas que haviam se acostumado com a textura do véu criou uma sensação escorregadia e surreal.
✦Continua…
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✦ Tradução, revisão e Raws: Yuki& Belladonna