⌀ — Capítulo 1.3
↫─Capítulo 1.3
O prazer se intensificava cada vez que os dedos de Amber se abriam e entrava mais fundo a parede interna. Eram apenas dedos, mas seu interior macio, já sensível, se apertava ao redor deles, sem soltar.
Será que Amber sabia que a parede interna se contorcia e se contraía a cada estocada de seus dedos? Amber lambeu os lábios. Para Tennessee, aquilo era claramente um ato de prazer.
Antes que Tennessee pudesse se concentrar mais na parte de baixo, Amber segurou seu queixo. Entrelaçando as línguas com urgência, ele lambeu seus lábios.
— Aah…
Um membro fino, porém curvado, entrou lentamente na parede interna que se afrouxava, e Tennessee exalou.
Conforme se acostumava com a estimulação, Amber, que vinha olhando para baixo ansiosamente, deu o passo seguinte. Tennessee mordeu o ombro de Amber, em parte por irritação pela sua rápida adaptação.
— Ah, aah-!
Apesar da dor repentina, o prazer crescente no final fez o corpo inteiro de Amber dar um pulo. Aquilo que vinha pressionando a entrada suavemente se retirou rapidamente.
— Mais, me morda mais.
Mesmo com um movimento simples, o prazer semelhante ao clímax floresceu de baixo.
— Ah…!
Quando ele mordeu seu ombro novamente, Amber perdeu o fôlego. Com seu pênis rígido, até a dor retornava como um prazer entorpecido. Quanto mais Tennessee aplicava pressão com os dentes, mais o pênis de Amber subia sem conhecer limites.
— Aah…! Eu quero colocar dentro, ah, Tennessee, me deixa te foder.
Enquanto ele insistia, empurrando a parte inferior do corpo como se fosse introduzir, Tennessee comprimiu os lábios. Os olhos deles se encontraram. Recobrando o fôlego, Amber buscou nos olhos azuis de Tennessee qualquer sinal de rejeição, medo ou desconforto. Como se escondesse um segredo em seus olhos azul-celeste, ele não deixou passar nenhum canto.
Sem dizer uma palavra, Tennessee pressionou os lábios contra o pescoço grosso de Amber.
— Haah!
A cintura de Amber tremeu com a sensação profunda de sucção. Ele não conseguia mais se segurar. Conforme as mãos urgentes de Amber suplicavam, Tennessee se virou. As costas, uma vez vistas, estavam cheias de cicatrizes, mas eram inflexíveis e nobres. Apenas olhar para elas fazia seu fôlego esvair.
Algo robusto tocou sua entrada, e Tennessee inspirou. Ele tentou relaxar, respirando fundo. Sabendo de seus esforços, Amber o beijava e acariciava continuamente ao longo da orelha, do lóbulo e da nuca. Acariciando suas costas lisas, ele estendeu a mão para a frente para segurar o pênis de Tennessee, que já estava ereto há um tempo.
— Aah.
Segurando-o levemente, ele moveu o braço suavemente. Junto com a água, o lubrificante de antes e o fluido pré-ejaculatório de Tennessee faziam um ruído úmido.
— …!
Sentindo a entrada suave de algo em sua, Tennessee arfou profundamente.
— Ah… Devagar, eu vou devagar, se doer, agh, se você não conseguir, me avise, ah, Tennessee. Sugue meu lábio também.
Amber, ansioso, suspirou pesadamente, colocando a língua para fora. De boa vontade, Tennessee virou a cabeça para encontrar seus lábios, sugando seu lábio inferior, e antes que percebesse, Amber moveu o quadril.
Apenas a glande havia entrado, mas a parede interna se agarrando a ele o fez abraçar um prazer extremo e a expectativa ao mesmo tempo.
— Ah, ah, me morda aqui também.
Amber levou as costas da mão ao rosto de Tennessee.
— Forte, deixe uma marca…! Ah, ah, eu não me importo se virar cicatriz.
A parede interna molhada parecia impulsioná-lo. Saboreando o prazer, Amber estocou o quadril, enterrando-se até a raiz.
— Ah…! Ah, entrou.
— Ah, entrou tudo?
— Sim, ah, até o fim… Aah, eu vou me mexer.
— Ainda não. A-ainda não.
Mesmo tremendo de excitação, Amber mal conseguia reprimir seu desejo de estocar descontroladamente.
— Tennessee, estou fundo, está quente, ah, ah…
Ao gemido semelhante a um soluço, Tennessee assentiu fracamente. Amber, sem perder a oportunidade, começou a estocar o quadril.
— Aah! Ah, ah! Amber!
Amber era implacável. Ainda inexperiente, Amber estava consumido pelo calor, focando toda a sua energia em se enterrar um pouco mais fundo.
— Haah, aah, aah,
Antes que percebesse, o quadril de Amber, segurando os ombros de Tennessee, começou a se mover descontroladamente.
— Amber… Amber…!
Mesmo em meio à busca implacável por pontos de prazer, Tennessee balançou a cabeça diante do esmagamento e das estocadas impiedosas. O prazer formigante que vinha subindo bem no fundo crescia a cada movimento selvagem de Amber.
Toda vez que aquela coisa parecida com uma arma era estocada até o talo, a sensação se expandia ao ponto de parecer que ia explodir.
— Ah, Tennessee…! Ah, Tennessee, Tennessee…!
Amber, desenhando círculos com o quadril fortemente pressionado, de repente retirou o pênis e o estocou de volta até a raiz. O pênis massivo entrou tão rápido e forte que apenas a raiz ficou visível.
— Ah, aah! Am… Amber!
Conforme a cabeça de Tennessee baixava, tremendo e gemendo a cada estocada de Amber, seu membro ereto já estava no limite, gotejando líquido transparente.
A respiração dele enganchou. Como a postura de Tennessee oscilou momentaneamente devido ao movimento bruto, Amber segurou firmemente sua cintura para apoiá-lo. Foi em grande parte para facilitar seus próprios movimentos.
— Ah, ah…! Eu gosto disso, Tennessee, eu gosto disso, ah! Sinto que vou gozar.
A mão de Amber, tateando, alcançou o pênis de Tennessee, que já se esfregava bruscamente contra a parede. Gemendo enquanto esfregava a glande avermelhada com o polegar, Amber também estava no limite.
— Posso gozar? Ah, aah… Posso gozar dentro? Não consigo segurar.
Foi quando Tennessee virou a cabeça com dificuldade e os lábios deles se encontraram.
— Ah…! Ah…!
Ao aceitar a língua quente em sua boca, Amber sentiu a sensação formigante explodir da cabeça aos pés como fogos de artifício. As batidas de seu coração ecoavam em seus ouvidos como um tambor. Seu corpo, levado ao limite, finalmente cruzou a linha, e seu corpo inteiro flutuou, e então afundou de repente em um poço sem fundo. Uma sensação como estar no espaço, desprovido de ar, barulho ou qualquer coisa. Um prazer escaldante envolveu seu corpo inteiro.
As pupilas azuis de Amber se dilataram amplamente. Amber não percebeu que estava soltando um grito alto, que seu pênis já tinha escapado de Tennessee e estava dando impulsos, espirrando líquido.
Agarrando a cintura de Tennessee, Amber gemia como se estivesse soluçando. Parecia um momento que nunca terminaria. Então um gemido fraco captou sua atenção.
— Ah… Amber, aí, mais forte.
Era Tennessee, com o rosto igualmente tomado pela excitação. O pênis, ligeiramente amolecido pelo clímax, recuperou a força instantaneamente.
— Aqui?
— Aah-!
Palavras não eram necessárias. Conforme Amber, que começou a estocar novamente, encarava intensamente como se quisesse gravar o rosto de Tennessee embriagado de prazer em sua memória.
“Ele está sentindo. Ele está gemendo com meu pau bem fundo dentro dele. Ele está me chamando. Pedindo mais forte, beijando meus lábios, me acolhendo.”
Para Amber, aquilo era o ápice do prazer mental.
Com os olhos aquecidos, Amber saboreava cada momento de Tennessee. Agora ele sentia que podia prever as reações de Tennessee. Tennessee tensionava os ombros quando estocado com força, e quando movido rapidamente, inclinava a cabeça para trás, expondo a clavícula sensualmente.
— Haah, ah…! Ah!
Na visão de Amber, movendo-se diligentemente conforme Tennessee guiava, Tennessee finalmente soltou um gemido alto. O ar aquecido inchou, tornando-se finalmente um grande calor que oxidou tudo.
— Ah…!
Com o segundo clímax, Amber descansou a testa na nuca de Tennessee. Seu corpo inteiro parecia quente, como se fosse soltar fumaça.
Se a primeira experiência pareceu ter terminado apenas pelo instinto, hoje foi um pouco diferente. Movendo-se de acordo com as preferências de Tennessee, seguindo sua orientação.
“Continue me treinando assim, continue me ensinando.”
Preso pelo prazer residual, Amber desejou sonhadoramente.
Então, Tennessee, abrindo os lábios, colocou algo sobre eles. Um líquido branco, longo e viscoso.
— Abra a boca.
Amber, como se hipnotizado, abriu os lábios. Tennessee traçou seus lábios vermelhos e depois inseriu dois dedos.
“Eu deveria sugar até limpar”. Conforme instruído, Amber se lançou ansiosamente, como se estivesse provando um banquete há muito aguardado.
“Mesmo que seja meu, e o do Amber?”
Tennessee abaixou a mão, traçando as rugas estreitas. Conforme passava os dedos pela pele ainda sensível, o líquido pegajoso se espalhou imediatamente.
— Amber.
Amber vinha assistindo a isso do começo ao fim. Mesmo quando Tennessee colocou seus dedos molhados sobre seus lábios, a reação de Amber não foi diferente. Como se estivesse disposto a suportar qualquer coisa que Tennessee desse, até mesmo veneno, sem perguntas ou reclamações, ele se lançou.
Passando a língua quente entre os dedos, sugando as unhas limpas, e finalmente lambendo a palma quente com a língua bem aberta. Enquanto apreciava sugar a mão de Tennessee, Amber estalou os lábios como uma fera saboreando sua refeição.
— Me dê mais.
Algo quente tocou a área ainda ligeiramente aberta. Era o pênis de Amber, mais uma vez inchando ominousmente.
— O quanto você quiser.
Tennessee, afastando a franja molhada de Amber, ordenou que ele estocasse devagar desta vez.
Com um olhar que dizia que ensinaria a fera que não escutava o “espere”.
── ⋆⋅☆⋅⋆ ──
Amber acariciava o cabelo de Tennessee, que dormia com os lençóis emaranhados ao redor das coxas. Observar e tocar Tennessee enquanto ele dormia era um dos passatempos favoritos de Amber.
Mas talvez ele tivesse mexido demais, pois as pálpebras finas de Tennessee se contorceram quando os dedos de Amber passearam por suas sobrancelhas grossas.
— Dormiu bem?
A clareza em seus olhos, que antes estavam sonolentos, surgiu rapidamente. Tennessee sentou-se com o rosto limpo, sem um traço de sono. Amber sorria satisfeito.
Os olhos de Tennessee se moveram para as marcas por todo o tronco e pescoço de Amber.
Ele não sabia quantas horas passaram entrelaçados na noite anterior. Movendo o pescoço ao redor, Tennessee soltou uma risada baixa. Não conseguia se lembrar de ter ejaculado daquela forma nem mesmo em sua adolescência.
Quando descobriu a masturbação ou o sexo pela primeira vez, algumas pessoas diziam que faziam até os testículos doerem ou até cinco vezes ao dia, mas Tennessee nunca fora tão obcecado por sexo.
Seria mentira dizer que não tinha experiência alguma. Ocasionalmente havia parceiros sexuais, mas uma noite como aquela era a primeira vez.
Tennessee encontrou marcas de mordidas e hematomas por todos os seus braços, torso e coxas. Como se estivesse provando que estava em seu auge, Amber deixara sua marca por toda parte.
Ele teria que usar mangas compridas e calças o tempo todo.
— Como está o seu corpo?
Diante da voz terna que parecia derreter, Tennessee balançou a cabeça. Movendo o pescoço ao redor, ele alongou os músculos que havia exercitado demais a noite toda.
— Estou bem.
Na verdade, seu corpo estava um caco. Sua cintura e coxas, e até as costas que foram persistentemente golpeadas, estavam desconfortáveis. Mas se mencionasse isso, Amber provavelmente tentaria alimentá-lo, então Tennessee ficou quieto.
— Embora seja tarde, vou fazer o café da manhã.
Algo quente tocou sua testa e depois se foi.
Amber, com o rosto cheio de felicidade, perguntou o que ele queria comer. Tennessee olhou para o próprio corpo, coberto de marcas de mordidas e parecendo ter sido atormentado por uma fera. Ele não estava se sentindo muito bem.
Seus olhos se voltaram para Amber, que, diferente dele, estava em excelente forma. Ele parecia brilhar como a areia de uma praia sob o sol escaldante do verão.
Era um momento raro para ele se sentir brincalhão.
— Você não aprendeu com a última punição, Amber. Desta vez, você está de castigo por duas semanas.
A expressão de Amber, que estava falando sobre panquecas de mirtilo, mudou lentamente. Ele abriu a boca em descrença.
— O quê?
— Eu te disse para usar camisinha.
Com o anúncio, Tennessee se levantou. Naturalmente, Amber o seguiu.
— É injusto, você não mencionou isso ontem.
— Você deveria ter feito isso por conta própria.
Na verdade, o próprio Tennessee havia esquecido, mas escondeu esse fato e sorriu secretamente. Ver Amber suplicando desesperadamente parecia acalmar sua provocação anterior.
— Duas semanas?!
— Se você não aprende com a punição, faz sentido que ela aumente.
Sem chance!
Amber gritou alto. Vendo aquilo, Tennessee naturalmente se dirigiu ao banheiro. Ele tinha que sair antes que o desesperado Amber mudasse de estratégia e começasse a lançar golpes verbais.
↫─☫ Continua….
ᯓ★ Nenhuma das situações apresentadas neste capítulo referem-se/ se baseiam em fatos reais.
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✦ Tradução, revisão e Raws: Lᥙ꧑ᥲ Hᥲrtzᥣᥱr