↫─Capítulo ⚝ 151
↫─Things That Deserve To Die ⚝ 151
Ja-kyung soltou um suspiro de alívio e olhou para ele.
— Por que o senhor entra sem permissão?
Ele se sentou de um lado e encarou Ja-kyung intensamente.
— É a minha casa. Por que eu deveria pedir permissão?
Esqueça. Ja-kyung pediu para ele sair enquanto se lavava, mas Il-hyeon inclinou-se para frente, examinando cuidadosamente o peito de Ja-kyung. Atordoado, Ja-kyung perguntou o que ele estava fazendo, e ele sorriu misteriosamente.
— É realmente rosa.
Ele realmente verificou isso? Não é à toa que as pessoas o chamam de pervertido por mamilos.
— O senhor veio até aqui apenas para ver isso?
— Só de pensar em rosa no seu rosto, me senti de um certo jeito.
— De que jeito?
— Você sabe… esse tipo de coisa. Não quero entrar em detalhes.
Como ele continuava tagarelando coisas estranhas após entrar, Ja-kyung retrucou para ele sair, mas Il-hyeon aproximou-se um pouco mais.
— Tenho um favor a pedir. Posso tocar no seu mamilo uma vez?
— Eu recuso. Nem somos próximos, então por quê?
— Se eu tocar, talvez eu me lembre.
— O senhor realmente diz as coisas mais ridículas com a cara séria. Pare de ser irritante e saia. Antes que eu jogue uma faca.
Mas, em vez de sair, ele apenas ficou ali parado, encarando. Ja-kyung não queria se levantar e expor seu corpo nu, mas conter-se o fazia sentir como se estivesse fervendo por dentro. Após pensar um pouco, Ja-kyung propôs relutantemente:
— Se eu deixar o senhor tocar uma vez, o senhor vai embora?
— Sim.
Ja-kyung suspirou e assentiu. Então Il-hyeon moveu-se para a frente dele. Enquanto ele ficava parado, evitando contato visual, Il-hyeon estendeu a mão e tocou o mamilo de Ja-kyung. Seu corpo estremeceu involuntariamente e, embora não fosse a primeira vez, ele se sentiu nervoso e mordeu o lábio.
— Seus mamilos estão duros. Suponho que esteja excitado.
A mão dele moveu-se para o peito de Ja-kyung, traçando sua pele como se fizesse um desenho. Então, subiu para segurar o queixo de Ja-kyung, virando seu rosto de um lado para o outro enquanto o examinava, com o olhar escurecendo. Atordoado, Ja-kyung afastou a mão dele.
— Se já terminou de tocar, pode ir…?
Il-hyeon assentiu e levantou-se obedientemente. Vê-lo virar-se e sair sem qualquer hesitação fez Ja-kyung sentir um desejo de detê-lo. — Senhor — ele chamou, e Il-hyeon virou-se na porta. Ja-kyung hesitou, então reuniu coragem.
— Quer dormir comigo esta noite? Eu farei ser bom para você.
Il-hyeon riu como se não pudesse acreditar, e Ja-kyung se arrependeu de suas palavras impulsivas.
— Como você vai fazer ser bom para mim?
— Se estiver curioso, venha para a cama comigo.
Kang Il-hyeon lambeu o lábio inferior e sorriu, enquanto Ja-kyung levantava-se para se secar. O desejo no olhar de Kang Il-hyeon enquanto observava o corpo nu de Ja-kyung era palpável e, após vestir um roupão, Ja-kyung pegou seu braço e o guiou até a cama.
— Deite-se.
Il-hyeon ainda parecia hesitante.
— Não fique nervoso, apenas deite-se.
— Não me diga que está tentando me prender com isso?
— Não estou, então apenas cale a boca e deite-se.
— Atrevido. — Kang Il-hyeon riu incrédulo antes de deitar na cama. Ja-kyung subiu em cima dele, montando em sua cintura. O roupão abriu-se, expondo suas coxas. Enquanto ele desamarrava a faixa, seu peito foi revelado, e os olhos de Kang Il-hyeon percorreram cada centímetro de seu corpo.
— Se eu perder o interesse enquanto estivermos fazendo, vou parar imediatamente.
— Faça como desejar.
Ja-kyung inclinou-se, colocando a mão ao lado do rosto de Kang Il-hyeon. Seus lábios se encontraram enquanto se encaravam diretamente, e a língua de Ja-kyung entrou, lambendo cada canto da boca de Il-hyeon. Enquanto ele esfregava o traseiro para frente e para trás para estimular o pau de Il-hyeon, este ficou duro.
Quando seus lábios se separaram, Kang Il-hyeon sorriu suavemente.
— Nada mal.
Ja-kyung desabotoou a camisa de Il-hyeon e começou a lamber seu peito. Após lamber cuidadosamente, ele desceu, abrindo o zíper das calças e puxando o pau para fora da cueca. Enquanto ele levava o membro rígido à boca e movia a cabeça para frente e para trás, sentiu uma mão tocar a parte de trás de sua cabeça. Um som de sucção ecoou, misturado aos gemidos e risadas de Kang Il-hyeon.
— Você é realmente ruim nisso. Por que diabos eu me senti atraído?
Ja-kyung admitiu. Ele claramente não tinha talento para chupar pau. Apesar de ser terrível, um fluido transparente começou a escorrer da ponta, e Ja-kyung pressionou a língua contra aquele ponto enquanto acariciava o membro com a mão.
De repente, Kang Il-hyeon levantou o corpo e segurou a mão de Ja-kyung. Ele puxou Ja-kyung para cima e o deitou na cama, abrindo suas pernas para verificar seu buraco. Sua expressão contorceu-se em descrença enquanto olhava.
— Você realmente coloca aqui dentro?
Como se para mostrar a ele, Ja-kyung estendeu a mão e esfregou o próprio buraco. Enquanto a excitação corria por ele, começou a empurrar os quadris, e Kang Il-hyeon rangeu os dentes, removendo aquela mão e inserindo o dedo em seu lugar. Foi doloroso sem nenhum lubrificante e, quando Ja-kyung fez uma careta, Il-hyeon puxou o dedo e esfregou o pau contra o buraco.
— Você gosta de homens?
— Não.
— Então você só namorou mulheres antes?
— Sim.
— Oh, então é por isso que você olhou para Kang Yoo-jung daquele jeito.
Ja-kyung quis negar, mas desistiu. Afinal, esse cara não se importaria. Talvez descontente com essa atitude, ele empurrou o pau para dentro com força. A entrada esticou-se dolorosamente, parecendo que ia rasgar, e mesmo depois que metade estava dentro, Ja-kyung sentiu desconforto.
— Pode sair por um segundo?
— Por quê? Você disse que era bom em aguentar. Apenas tente.
Então, sem aviso, ele empurrou o restante para dentro. Ja-kyung não conseguiu nem gemer, seu corpo retorcendo-se de dor. Kang Il-hyeon abraçou Ja-kyung, seus olhos escuros brilhando antes de ele explodir em uma risada incrédula.
— Droga, isso é melhor do que eu esperava.
— C-CEO Kang, espere um momento. Não se mova.
Ignorando seus apelos, Kang Il-hyeon segurou a bochecha de Ja-kyung e a acariciou. Quando seu dedo tocou os lábios de Ja-kyung, este abriu a boca e começou a lambê-lo. Enquanto sua língua pressionava e explorava, Ja-kyung sugou ansiosamente, sentindo o pau de Kang Il-hyeon crescer ainda mais dentro dele.
— Eu… sinto que meu estômago vai rachar. Por favor, seja gentil.
Talvez tendo alguma consciência, Il-hyeon moveu os quadris lentamente como pedido. Mas isso não durou muito. Mas isso foi apenas por um momento. Conforme a velocidade aumentava, as estocadas tornavam-se mais forçadas. Ja-kyung sentiu como se seu corpo estivesse sendo partido em dois, e teve que cravar as unhas nas costas de Kang Il-hyeon pela dor. Kang Il-hyeon explorava avidamente os lábios e bochechas de Ja-kyung antes de sussurrar em seu ouvido:
— Se você sorrir para uma mulher daquele jeito de novo, eu te mato. Entendido?
Quando Ja-kyung assentiu obedientemente, Il-hyeon beijou sua bochecha, dizendo “Bom garoto”, e então começou a mover os quadris descontroladamente. Seu pau perdeu a direção, devastando o interior de Ja-kyung de forma imprudente. O prazer era ainda mais intenso do que o habitual.
— Posso gozar dentro?
Sua voz estava densa de luxúria e, assim que obteve permissão, puxou Ja-kyung para perto e liberou dentro dele. Após o sexo tempestuoso, enquanto ambos arquejavam em busca de ar, Il-hyeon moveu os quadris novamente.
Normalmente, Ja-kyung o teria xingado para parar, mas, em vez disso, envolveu as pernas na cintura dele, implorando por mais. Talvez esse tenha sido o estímulo de que ele precisava, pois o olhar de Kang Il-hyeon perdeu a razão, preenchido apenas pelo desejo.
Quando Ja-kyung finalmente abriu os olhos, viu um homem sem camisa dormindo de bruços à sua frente. Ao se sentar, um gemido escapou dele involuntariamente. Depois de fazer sexo até o amanhecer, não havia um único ponto sem hematomas em seu corpo.
Ele deitou-se novamente e estudou o rosto de Kang Il-hyeon intensamente. Mesmo que suas memórias não tivessem voltado, ele ainda queria fazer sexo com ele? Teria sido por causa do álcool? Não havia afeto algum? Era apenas luxúria baseada na curiosidade?
Temendo que Il-hyeon pudesse olhar friamente para ele de novo quando recuperasse os sentidos, Ja-kyung tentou se levantar primeiro, mas Kang Il-hyeon acabou acordando. Ele perguntou que horas eram em uma voz incrivelmente baixa. Depois que Ja-kyung lhe contou, Il-hyeon levantou-se e pressionou os lábios na bochecha de Ja-kyung.
— Dormiu bem?
Ja-kyung ficou intrigado com seu comportamento drasticamente mudado em relação a ontem. Suas emoções teriam mudado apenas porque fizeram sexo?
— Por que o senhor está me olhando assim?
— Deixa para lá, vamos descer… antes que as pessoas nos vejam.
— E daí se virem? Quem nesta casa não sabe sobre nós?
Ja-kyung não conseguiu esconder seu espanto. Ele tinha acabado de expulsá-lo e olhá-lo com desprezo, e agora estava agindo de forma diferente só porque fizeram sexo uma vez?
— O senhor é louco.
— Querido, isso é algo rude de se dizer.
— Estou chamando uma pessoa louca de louca, o que… Espere, como o senhor acabou de me chamar?
— Você é rude?
— Não, antes disso.
— O que tem?
— O senhor me chamou de querido.
Il-hyeon riu com um olhar de descrença. Ele disse que é claro que chamou Ja-kyung de “querido”, de que mais o chamaria? Ele até perguntou por que Ja-kyung estava sendo tão ríspido esta manhã e se estava chateado com alguma coisa.
Ja-kyung segurou o rosto de Il-hyeon e o examinou de perto, até levantando suas pálpebras.
— O senhor se lembra de mim? Sabe quem eu sou?
— O que foi? Teve um pesadelo?
Il-hyeon tocou a testa de Ja-kyung com uma expressão preocupada, verificando se havia febre, e examinou seu corpo. Ja-kyung mostrou-lhe o calendário e perguntou que dia era, e Kang Il-hyeon apontou para o dia exato do acidente. Então, como se estivesse se lembrando de algo, seu rosto ficou sombrio.
— Ah, certo. Houve um invasor em casa. Acho que fui atingido por algo quando saí…
Ele lutava para recordar as memórias perdidas, mas Ja-kyung não se importou e abraçou Kang Il-hyeon apertado. Enquanto caíam de volta na cama, Ja-kyung olhou para Kang Il-hyeon com os olhos vermelhos e injetados e sorriu.
Continua…
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✦ Tradução, revisão e Raws: Faby&Belladonna