↫─Capítulo ⚝ 125
↫─Things That Deserve To Die ⚝ 125
— Hyung, você disse para ele fazer isso?
Ja-kyung olhou para um Wang Lun exultante com uma expressão confusa. Ele tinha se perguntado por que Kang Il-hyeon, inesperadamente, havia feito depilação, mas Wang Lun afirmou que ele foi encorajado pelo amor. Dizem que o amor vem com sacrifício e custo. O que no mundo… Era estranho que Wang Lun o tivesse encorajado, mas ainda mais estranho que, dada a personalidade de Kang Il-hyeon, ele tivesse ouvido e colocado em prática.
— Quando você está apaixonado, seu julgamento fica nublado. Se eu dissesse para ele raspar a cabeça, o CEO Kang teria feito.
Diante disso, Wang Han ficou furioso. Não toque no cabelo dele. Ele reclamou que seu cabelo recentemente transplantado estava caindo e que ele estava deprimido. Então, entregou uma taça de vinho para Ja-kyung.
— De qualquer forma, parabéns pelo seu retorno. Mesmo que tenha sido apenas uma fuga de dois dias.
Ja-kyung sorriu de forma charmosa enquanto levantava sua taça de suco e brindava suavemente. Depois de voltar para casa, tomar um banho e ter um jantar farto preparado pelo chef da casa, ele percebeu o quão tolo foi ter fugido para a ilha. Ele até fez a promessa de que, se algum dia tivesse que fugir de novo, iria para um resort de primeira classe.
— O CEO Kang foi para a empresa?
Ja-kyung assentiu à pergunta de Wang Lun. Ele deixou Ja-kyung em casa e foi direto para o escritório. Disse que poderia se atrasar porque tinha muito trabalho a fazer, e que eles se encontrariam mais tarde.
Ja-kyung sentiu um pouco de pena por ele ter passado a noite sentado em frente ao portão e, quando viu a marca de picada de mosquito em sua bochecha, achou um pouco engraçado. Você também é humano, hein? Ver a picada de mosquito o fez pensar isso.
— Oh, Wei. Tenho algo para te contar.
Wang Han falou enquanto servia bebida em um copo vazio. Ja-kyung, que estava comendo uma melancia, olhou para ele. Ele hesitou um pouco, fez contato visual com Wang Lun por um momento e então foi direto ao ponto.
— Lun e eu vamos embora daqui.
— O que você quer dizer?
— Acho que não podemos ficar aqui para sempre. Ficar em um lugar por muito tempo não é da nossa natureza. Você também sabe disso.
Ja-kyung perguntou ansiosamente: — Então, e quanto a mim? — Han sorriu calorosamente.
— Seu idiota. Você acha que o CEO Kang vai deixar você ir?
Han não disse mais nada. Ja-kyung olhou para Lun. Vendo a expressão de quem tinha muito a dizer, ele gesticulou para que ele fosse em frente e expressasse seus pensamentos.
— Hyung acha que podemos ser um estorvo para você. Agora que você tem um bom irmão mais velho, ter pessoas como nós por perto pode dificultar sua situação. Então…
— Lun.
Han alertou com os olhos para que parasse, e Lun manteve a boca fechada. Ja-kyung perguntou com uma expressão confusa:
— Como você pôde pensar dessa maneira?
— Lun estava exagerando. Nós já tínhamos planejado partir antes.
Lun fez beicinho. Mentira. Era mentira. Embora Han tivesse alertado, Lun não era do tipo que ouvia. Ja-kyung olhou de Han para Lun. Ele entendia os sentimentos deles, mas ainda assim era doloroso.
— Não façam isso. Somos família. Não importa o que digam, vocês são minha família.
— Eu sei. Eu nunca pensei em você como um estranho também. Mas…
— Vocês me criaram. São meus pais e irmãos.
— Wei…
Ja-kyung falou firmemente para os dois:
— Se eu pudesse morrer por alguém, seria pelos meus irmãos. Então, por favor, não pensem nisso.
Ambos ficaram em silêncio. Então, de repente, Lun encarou o teto. Han virou o rosto e limpou os olhos com a parte de trás do braço. Ja-kyung perguntou com um olhar preocupado: — Vocês estão chorando agora? — Quando Han olhou de volta, seus olhos estavam vermelhos. — Não, é só que o álcool é muito forte.
—
Ja-kyung não conseguia dormir. Virando-se de um lado para o outro, ele checou o relógio e eram 2 da manhã. Ele deveria se encontrar com Jang Tae-ho amanhã para um novo exame. Kang Il-hyeon disse que os resultados não mudariam muito. Ele se sentia estranho. Não sabia que tipo de expressão deveria fazer quando encontrasse Jang Tae-ho. Era estranho que ele não tivesse sentimentos por ele, mesmo sendo seu irmão de sangue.
Ele adormeceu depois de um tempo, mas ouviu a porta abrir e o som fraco de passos. A cama afundou antes que ele acordasse e olhasse para trás, e a temperatura do corpo de alguém tocou suas costas primeiro. O perfume fresco era algo que Kang Il-hyeon costumava usar.
— Você chegou tarde do trabalho.
Il-hyeon beijou a nuca de Ja-kyung enquanto este resmungava durante o sono.
— Desculpe. Eu deveria ter deixado você dormir, mas senti tanto a sua falta que não resisti.
Quando Ja-kyung tentou se virar, Il-hyeon envolveu seus braços firmes em volta da cintura de Ja-kyung e pressionou seu corpo contra o dele.
— Boa noite.
Estava tudo silencioso. Ja-kyung pensou que ele faria outra coisa, mas como ele dormia tranquilamente, era um tanto suspeito. Mas, ao contrário da saudação de boa noite, o pau dele não conseguia dormir e cutucava sua bunda com força. Além disso, ele já esperava por isso. Irritado, Ja-kyung puxou as costas para frente, mas Il-hyeon o puxou de volta.
— Você quer fazer ou não?
— Não se importe. Meu pau tem vontade própria.
— Não brinque, faça se quiser.
Ja-kyung mal tinha terminado de falar quando Il-hyeon o virou e subiu direto no topo. Tac, Ja-kyung acendeu a luz de cabeceira e finalmente pôde ver seu rosto direito. Ja-kyung semicerrou os olhos e então riu ao notar a marca da picada de mosquito na bochecha de Il-hyeon.
Ja-kyung pressionou-a com a ponta dos dedos, e Il-hyeon agarrou sua mão e então a lambeu com a língua. A língua de Il-hyeon subiu pelo seu pulso e lambeu seu queixo e bochechas como se estivesse pintando com um pincel. Il-hyeon mirou o ponto sensível no pescoço de Ja-kyung enquanto este se contorcia com a sensação de cócegas. Então, movendo-se para os lábios, ele beijou e acariciou com pequenos selinhos.
Quando seus lábios se separaram, a mão de Il-hyeon entrou por baixo da camisa de Ja-kyung e tocou seu peito. Ja-kyung mordeu o lábio inferior e engoliu um gemido enquanto Il-hyeon pressionava e esfregava seu mamilo. Desta vez, Il-hyeon o beliscou e o torceu entre os dedos. Capturando as expressões em constante mudança no rosto de Ja-kyung com seu olhar, Il-hyeon ordenou: — Sorria.
Quando Ja-kyung franziu a testa em vez de sorrir, Il-hyeon enterrou o rosto na curvatura de seu pescoço e esfregou o nariz ali. — Me dê um sorriso. Sorria para mim. — Agora, ele se abaixou ainda mais, enfiando o rosto no peito de Ja-kyung coberto pela camisa, mordiscando e sugando seu peito. Eventualmente, voltou sua atenção para os mamilos, fazendo Ja-kyung arquear-se levemente. A cabeça de Il-hyeon saiu de dentro da camisa, com o cabelo bagunçado. Seus olhos estavam escurecidos pela luxúria.
Ja-kyung levantou a parte superior do corpo.
— Vou te pagar um boquete.
Il-hyeon ergueu uma sobrancelha.
— Bebê, você é péssimo em boquete.
Ja-kyung alertou:
— Mais uma palavra e eu te coloco para fora.
Il-hyeon rapidamente ajustou sua expressão e se deitou. Ja-kyung sentou em seu estômago e puxou a camisa pela cabeça. Il-hyeon deslizou as mãos pelos músculos do corpo de Ja-kyung.
Seus músculos bem definidos pareciam impressionantes. O peito que ele estivera mordendo e sugando há pouco já estava avermelhado. Seguindo os mamilos pálidos, ele explorou cada canto e fresta de seu corpo. Não havia nenhum ponto feio no corpo de Ja-kyung. Enquanto sua mão descia do peito, acariciando seu abdômen e flancos, Ja-kyung moveu-se para baixo, removendo a calça de Il-hyeon. O pau tenso e ereto saltou, projetando-se em direção à sua barriga.
Ja-kyung soltou um suspiro. O pau de Il-hyeon parecia maior porque ele não tinha pelos pubianos. As veias azuis vívidas pareciam se destacar ainda mais hoje. Ele estremeceu quando a ponta do dedo dele roçou levemente nele. Il-hyeon empilhou dois travesseiros ao seu lado e os escorou atrás da cabeça, observando Ja-kyung.
Ja-kyung estendeu a língua e começou a lamber, começando pela base e traçando lentamente o pau. Sua língua pressionou contra a parte superior do pau como Il-hyeon fizera com ele; ele podia ouvir a respiração de Il-hyeon tornar-se mais pesada.
— Nada mal.
Ja-kyung riu de sua voz rouca. Ele lambeu algumas vezes antes de separar os lábios e engolir o pau. Movendo a cabeça para cima e para baixo, tentou levá-lo mais fundo, como Il-hyeon o instruíra. No entanto, ainda era um pouco desafiador passá-lo pelo fundo da garganta. Após algumas tentativas seguindo a orientação de Il-hyeon, ele desistiu e usou a mão para segurar o pau, esfregando-o para cima e para baixo.
— Uma escolha sábia.
Ja-kyung aplicou mais pressão enquanto Il-hyeon o provocava. Il-hyeon franziu a testa e removeu a mão dele. Então, de uma vez, ele jogou Ja-kyung de volta na cama e subiu nele enquanto pressionava seu corpo. De repente, a posição mudou. Ele tirou a calça e a cueca de Ja-kyung, jogou-as de lado e enterrou o rosto entre as pernas de Ja-kyung.
Em um instante, o pau de Ja-kyung desapareceu na boca de Il-hyeon.
— Ah.
Ja-kyung podia ver o topo da cabeça de Il-hyeon entre suas pernas. A cada movimento de sua cabeça, ondas de prazer o lavavam. A sensação de tocar a pele delicada com saliva, dentes e língua era distinta. Cuspindo o pau que estivera em sua boca, Il-hyeon sorriu como se estivesse prestes a derreter.
— Isso é realmente tão difícil?
Ele deu um chute brincalhão com o pé, mas suas pernas foram capturadas. Ele pensou que Il-hyeon ia penetrá-lo enquanto Il-hyeon abria bem suas pernas. Ja-kyung esticou o braço para procurar o lubrificante, mas, ao contrário de suas expectativas, Il-hyeon rapidamente rolou, pressionando seu corpo sobre o de Ja-kyung. Enquanto moviam suas cinturas juntos, seus paus foram pressionados entre seus torsos e esfregados um contra o outro.
Era uma sensação diferente. Sua promessa anterior de que seria incrível não era inteiramente mentira. Os quadris de Il-hyeon moviam-se ritmicamente, assim como quando ele estocava dentro de Ja-kyung. A cabeça de Il-hyeon quase batia na cabeceira da cama conforme seu corpo se movia. Ele envolveu seus braços em volta da cabeça de Il-hyeon, olhando-o nos olhos. A mão acariciando sua bochecha era suave e afetuosa.
Ja-kyung não conseguia desviar o olhar de seus olhos cheios de luxúria. Il-hyeon baixou os lábios. Enquanto a língua de Il-hyeon entrava em sua boca e um beijo profundo e apaixonado se seguia, ele sentiu como se estivesse sendo penetrado, embora não estivesse. Ja-kyung abraçou seu pescoço e envolveu suas pernas em volta da cintura dele. Os lábios que beijavam se soltaram e pousaram no ombro de Ja-kyung.
— Haa… Haa.
O ritmo de seus movimentos ficava cada vez mais rápido. Il-hyeon inclinou-se com mais força sobre ele com os braços que seguravam sua cabeça e corpo próximos. Mordendo seu ombro antes de passar para o lóbulo da orelha, ele sussurrou rouco: — Eu te amo. — Il-hyeon era uma pessoa que não hesitava em dizer todo tipo de coisas embaraçosas para ele, mas Ja-kyung gostava especialmente daquelas palavras. É por isso que aquelas palavras sempre tocavam seu coração.
Continua…
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✦ Tradução, revisão e Raws: Faby&Belladonna