Querido Benjamin - Capítulo 00
Sua respiração trouxe nuvens brancas.
O suor escorre do queixo do homem correndo no escuro. A camisa que ele está vestindo está completamente molhada nas axilas, no pescoço, no peito… Mas ele não queria parar. Não pôde parar.
Bam!
Houve um rugido à distância.
Este lugar estava completamente deserto, de modo que pudesse ser ouvido o som de tudo o que ele fazia: quando se virou, quando andava e quando pulou para entrar em um novo quarto.
Ele estava com pressa, queria sair… Droga!
Merda!
MERDA!!
Os lábios secos do homem desesperado xingava duras maldições. Ele estava com febre por todo o seu corpo. Uma febre intensa que nunca havia experimentara em todos os seus vinte anos de vida!
O homem correu no escuro e rapidamente se dirigiu a um prédio distante… Era um antigo armazém, a certa distância, parecia abandonado como o resto das estruturas que havia passado anteriormente. Ele sabia perfeitamente que não era seguro estar lá, sozinho e em sua condição, mas não tinha outra escolha.
Estava morrendo de cansaço, mas ainda chutou a porta com toda a força que tinha. Era tão intenso que se preocupou que a pequena janela ou maçaneta estivesse quebrada, mas felizmente a porta de metal conseguiu ficar em boa forma. Assim que conseguiu entrar, fechou com força e olhou em volta.
— Obrigado, ah… Obrigado.
O armazém estava vazio.
Havia causado um alvoroço tremendo lá fora, mas agora ele estava sentado lá no fundo, absolutamente em paz. A tontura parecia irrelevante. O homem levantou-se, respirou fundo e caminhou cuidadosamente pelo armazém congelado.
Ele anda devagar, muito devagar… Uma velocidade constante. O armazém tinha pilhas de feno, máquinas agrícolas e todo o tipo de itens para trabalhar com a terra. Então se escondeu às pressas entre o feno fresco e os sacos de terra para a colheita… A luz da lua estava embaçada. As janelas, como as portas, são antigas, nubladas e até razoavelmente quebradas. Enquanto o perseguiam, pensou que seria definitivamente muito fácil alguém quebrar o vidro e entrar furtivamente como um gato… No entanto, se escondeu debaixo dela porque pensou que, assim como alguém poderia entrar, ele poderia fugir correndo.
Havia várias pílulas na palma da mão. Ele estava tremendo o suficiente, então teve que pegá-las do chão várias vezes antes de tentar analisar a situação. Eram todos inibidores. Infelizmente, a luz turva da lua dificultava que ele soubesse qual era a ação imediata e quais eram as de uso diário… O homem começou a hiperventilar. Seus olhos nublaram com a febre incontrolável e finalmente desistiu da luta para separar o remédio e engoliu a primeira cápsula que encontrou.
Sua condição física não melhora. Em vez disso, o calor que flui pelo seu corpo se torna mais intenso.
— Ah … Ah! Droga! Aah! Puta merdaaa!
Uma palavra muito mais forte saiu de sua boca. Estava claro que o inibidor que tomara não era o que precisava. Pegou outro e outro e outro e nenhum deles o ajudaram. Sua saliva estava vazando, sua respiração é imensamente quente… Ele era um Beta, até recentemente era um homem Beta! Viveu como um toda a sua vida até agora, na idade adulta, manifestou-se como um Ômega absolutamente fraco.
O mundo parecia desmoronar e explodir naquele instante.
Seus feromônios eram constantes no começo. Tomava uma pílula uma vez por mês e ninguém sabia que ele era um Ômega… Embora estivesse cercado por Alfas, nunca foi afetado pelos feromônios de ninguém.
Nunca. Nem uma só vez.
Claro, ele também não sabia sobre o ciclo do calor… Foi um ciclo que começou em um momento muito importante e perigoso! Sempre carregava vários tipos diferentes de inibidores em caso de emergência, mas agora o havia antecipado e o deixou completamente desamparado e desprotegido.
O homem, que havia roubado as pílulas de um armário aberto, se agachou com um terrível gemido no calor das engrenagens de um velho trator. Não podia acreditar: esse era o pior cenário possível! Engatinhou e rapidamente desabotoou os botões da calça com a mão trêmula. Estava preocupado que um dos caras Alfa correndo atrás dele pudesse sentir seu cheiro e notar sua presença, mas não conseguia suportar o calor de seu corpo inteiro. Se jogou de costas, abaixou a calça, a cueca e colocou as mãos tocando e notando a presença dele entre as coxas.
— Bendito Deus…!
Simplesmente envolvendo o pênis com as palmas frias e ásperas das mãos… Parecia a melhor e a mais gratificante experiência de sua vida.
Enquanto cuspia outra palavra rude, o homem rapidamente moveu a mão para cima e para baixo.
— Oh! Ohh! Droga, oh droga. Droga, droga, droga AAH!
Esfregou seu órgão genital mais rápido. Sua respiração estava quente e presa na garganta enquanto se masturbava com as mãos se arrastando pelo chão e pelo feno. Os gemidos que escapavam de sua garganta eram altos, o som de sua mão contra a pélvis dele também era alto… Com o passar do tempo, sua cabeça se tornou uma névoa de água fervente e se derramou. Para o fundo. O homem abriu a boca e apertou a mão rapidamente no eixo de seu membro rígido ejaculou com força.
A explosão de sêmen umedeceu seus dedos.
— Mais! Eu preciso de mais! Eu quero de mais!!
Infelizmente, não bastava, não estava satisfeito e seu calor não se apagava. Os sucos aquosos começam a derramar no interior de suas nádegas e saem para formar uma bagunça nas pernas… Para ser sincero, o que ele realmente queria agora era que alguém o penetrasse. Embora nunca tivesse estado com um homem em sua vida, estava com fome de um maldito homem! Ele queria um pênis grande e grosso que o penetrasse e metesse até o fundo. Muito fundo, onde estava a parte que continuava piscando sem parar. Ele viveu sua vida como um Beta, mas no final, é como um Ômega.
Quando percebeu a realidade, quão carente já estava, um sentimento terrível tomou conta dele que o fez tremer.
O que é isso?
É assim que se sente ao ter um ciclo de calor “normal”?
É por isso que os Ômegas que não tem inibidores se lançam nos braços de um Alfa?
Enquanto os palavrões saem de seus lábios, ao mesmo tempo achava que fazia todo sentido. Desejava alguém que pudesse ajudá-lo, era como um corpo que começou a implorar por prazer. Ele estava irritado e com raiva de sua má sorte, precisava tanto que não teve outra escolha a não ser colocar a mão na bunda.
Já estava no abismo. Como isso poderia piorar?
O homem ficou deitado de bruços até ficar confortável, flexionou as pernas e estendeu os quadris o máximo que pôde. Nunca tinha usado essa posição antes, então foi um pouco difícil para ele no começo: seu ânus latejava… Era um buraco estreito, mas era escorregadio, de modo que não doía nada quando meteu um dedo lá. O problema era que isso também não parecia satisfatório. Não importa quantos dedos meta ou dobrá-los, nunca poderia ficar satisfeito ou se acalmar. O homem respirou fundo e esfregou as bochechas contra o chão áspero. Colocou os dedos no ânus, mas começou a chorar… A luxúria que não podia ser resolvida estava fazendo dele um completo desastre.
— Quer ajuda? — Foi apenas um momento, mas seus olhos brilharam. — Você está me tentando o suficiente.
Em algum lugar uma voz lenta e profunda soou… O homem levantou os olhos e balançou a cabeça como se quisesse capturar a imagem de um fantasma. Estava nervoso devido ao repentino ciclo de calor, mas agora está curioso sobre essa voz que saio do nada.
Estava assustado e também bastante envergonhado.
Como se um balde de água fria tivesse sido jogado contra ele, o homem congela e tira a mão. Não sabia que tinha notado, mas a loja de departamentos era uma estrutura de dois andares… E no parapeito do segundo andar, escuro e irreconhecível, alguém se inclinou para frente com os braços:
— Mas antes de aceitar, eu gostaria de ver mais…
Foi uma oração rápida, mas, ao mesmo tempo, os feromônios alfa sacudiram seu corpo como se estivesse morrendo congelado. De repente, o perfume irrita seu nariz e o faz sentir um tremor sem precedentes. É tão forte que o fez entrar em pânico.
Maldição.
Ele está absolutamente fodido.
O homem, encostado no parapeito do segundo andar, riu ridiculamente usando a voz mais alta que conseguiu. Mas o homem no chão não conseguia rir como ele… Nunca havia detectado um feromônio alfa tão intenso que não conseguia respirar devido ao grande choque. Bebia inibidores o tempo todo, raramente sentindo seus próprios feromônios e raramente sentindo os feromônios de outras pessoas. Sempre levava isso de ânimo leve, tinha todo o controle de sua vida perfeitamente alinhado na palma da mão. Nunca conheceu esse perfume e não o faria se não fosse tão descuidado e estúpido.
Suspira.
Por que… O que esse homem está fazendo aí?
É um aroma que pressiona todo o seu corpo, de modo que não conseguia nem mover as pontas dos dedos… O homem agachou-se no chão, seu corpo tremendo mais do que antes. Seu desejo até agora não era nada comparado ao momento em que ele notou o Alfa. Diante de seus olhos, tudo ficou preto. Sua mandíbula tremia e a parte inferior do abdômen estava apertada. O calor estava se espalhando e parecia queimar seu corpo inteiro, feromônios alfa engrossavam quando o ar girava em torno dele e fazia seus cabelos dançarem. Era incenso e pesado e ele não podia simplesmente apertar os ombros ou prender a respiração.
O homem não podia suportar mais. Nem um minuto mais. E se deixou levar…
— Ha… Ahh…! Não consigo resistir! Não posso resistir…!!
O esperma se derramou até a ponta do seu pênis, que parecia ter sido beijado pelos feromônios que o embebiam da cabeça aos pés. Os olhos dele rolam. Atrás de sua bunda, um líquido espesso fluía, de maneira que fazia linhas nas pernas e corria até que se perdia no chão… Era uma loucura. Lágrimas e gemidos escorreram de seus lábios antes que gritasse:
— ME AJUDE!
— Que resposta deliciosa… Porra, quem teria pensado que eu encontraria um Ômega neste lugar?
O Alfa murmurou, observando o homem se contorcer de desejo desde sua posição no parapeito. Então ele pulou. Realmente pulou do segundo andar e caiu em cima do trator. Graças ao golpe de seus pés, o som pesado de seu corpo ressoou por toda parte, até que a poeira espirrou e o feno saiu do lugar… O homem, que ofegava e respirava o ar quente, com os dedos pressionando a terra, atraiu terrivelmente sua atenção.
O rosto do Alfa estava sombrio, mas o Ômega podia ver os sapatos que ele estava usando. Eram botas militares… A poeira que causou se fundiu nas fivelas, embora não parassem de brilhar. O Alfa se aproximou lentamente do homem da frente, ensopado de sêmen, a perna tremendo e o ânus exposto piscando.
— Por que você está aqui, querido? Em um lugar tão perigoso…
À luz fraca da lua, revela o rosto do Alfa. Seu cabelo loiro brilha no escuro, seus olhos azuis parecem selvagens. A expressão do homem, distraída pela emoção, endurece brevemente e no momento seguinte volta a ficar pacífica.
— Você pode me ver, vá em frente. Não seja tímido e vire aqui. — Ao mesmo tempo em que o Alfa disse isso, os pesados feromônios caíram de volta no Ômega como chuva torrencial. O homem desmoronou brevemente e tremeu de desejo. Seu pênis vomita sêmen apesar de ter ejaculado duas vezes antes… O Alfa caminha lentamente, se abaixa e agarra seu queixo suavemente: — Você ainda não vai ser capaz de me reconhecer quando isso acabar.
Quando ele esfregou sua bochecha, rosnou como um animal.
— Diga-me que você me deseja…
Como se suas palavras fossem a chave para uma porta estranha, o Ômega engole em seco… Seu corpo está tremendo, seu pênis está duro, seus testículos pesados e seu ânus não param de pedir misericórdia. O homem não podia resistir à tentação dele, qualquer um, poderia ser qualquer um, desde que acalmasse seu corpo quente! Mesmo que o Alfa na frente dele seja um estranho.
O homem assentiu:
— Desejo você…
O Alfa puxou as calças e as cuecas do homem até que fossem completamente removidas… Assim que as costas da mão tocaram suas nádegas encharcadas, o som da respiração do Ômega se tornou em um completo caos. Ele gritou novamente:
— DEPRESSA!
A risada abafada do Alfa foi à única coisa ouvida.
— Um ciclo de calor complicado? É surpreendente que você tenha tantos feromônios.
— Aqui, está aqui… — O homem, que não aguentava mais, agarrou suas nádegas para abri-las. Levantou os quadris. — Preencha-me, por favor…
Sua voz ansiosa era terrivelmente forte… Sedutora ao ponto em que já o dominara por completo.
O Alfa, que só queria zombar dele, mordeu o lábio no instante em que levantou a bunda. Foi um sentimento embaraçoso por um tempo, quando o tocou e o acariciou e logo depois colocou a palma da mão inteira em seu ânus.
— Aguente bem firme e então… Hoje farei de você minha puta.
***
A boca aberta do homem estava gritando. Havia respirações quentes e úmidas que fluíam constantemente como saliva que continuavam escorrendo pelo queixo até que caíam no chão.
Não estava mais sendo sensato.
Não era mais ele.
Esfregando a testa no chão sujo, o homem soltou algumas palavras incoerentes. Xingamentos… Sua bunda derreteu em secreções pegajosas e devorou a enorme bagunça que o Alfa estava fazendo dentro dele. Ele não conseguia nem contar exatamente quantas vezes havia gozado em apenas alguns minutos, mas definitivamente tinha sido suficiente. O Alfa o fez derramar tanto que a terra abaixo dele parecia lama… O som da pele molhada entrelaçada com a dele era incrivelmente sensual e poderoso.
Além da situação turbulenta e o quão estranha era e o quão inadequado tudo se tornara, nunca veio à mente. Ele nem pensou que estava errado… Como amantes antigos, seu interior parecia ter feito um caminho perfeito para o pênis do Alfa. Suas paredes de carne se apertaram, envolvendo-o.
Ele precisava tanto disso.
— Oh, mais… Eu preciso… Eu preciso de mais.
Balançando a bunda, o homem implorou ansiosamente.
Quando o Alfa respirou fundo e tentou ser amável e não se mexer muito, descobriu que a ansiedade que lhe causava era terrível e também descobriu que definitivamente não podia suportar. Segurando o quadril e esfregando o pênis do Ômega com uma mão enluvada, o que constantemente formigava e cuspia sêmen como uma torneira quebrada, ele se impulsionou com a ajuda das pontas dos pés e ficou lá… Bem no fundo das entranhas quentes e molhadas.
— Caralho… Incrível. Isso é real? Eu já tinha ouvido falar que Ômegas no cio são complicados, mas… Deus! Eu não sabia que era assim!
— Ah, ah… Eu não posso…
— Merda! Eu também não posso controlar isso por mais tempo!
O Alfa, que pegou a bunda do garoto no ar, começou a atraí-lo para mais perto de seu corpo, como se de repente ficasse terrivelmente louco como ele. Grunhia e ofegava… Estava respirando com tanta força, tão forte que os olhos do homem Ômega se encheram de um tremendo medo. Toda vez que o Alfa atinge sua parede interna, um som alto ecoa pelo armazém e faz todo o seu corpo tremer como geleia.
Paaa! Pah! Paaah!
E os dedos dos pés se enrolam como se tivessem sofrido um choque elétrico, bate, bate, e com mais uma batida, houve apenas um estranho grito sibilando de sua boca.
O Alfa se empurrou repetidamente, como se ainda houvesse muito espaço para seu pênis faminto… Naquele momento, insatisfeito, o homem se afastou e o jogou no chão. Ele jogou fora, não se importando com a poeira ou o feno, o sêmen ou o quão sujo a terra se tornara quando ele estava tão molhado.
— É uma loucura — pensou — estou sendo estúpido.
Mas ele já estava vagando pelo torso…
Os cabelos dourados do Alfa picaram seu nariz quando começou a chupar o mamilo já ereto. Ele lambe-o, morde-o, beijo-o no meio e fecha os olhos para sentir por um momento que esse estupendo calor e aquele aroma maravilhoso lhe pertencem completamente.
Seu batimento cardíaco.
Sua pele…
Ele o morde e depois o buraco contrai como se quisesse manter o pênis. Parece palpitar.
Um ânus com vida própria…
— Ah, querido… Onde você aprendeu a fazer isso?
O Alfa estava encantado, rolou sua língua sobre o mamilo esquerdo e o beijou antes de passar a fazer o mesmo com o direito. Uma voz fraca foi ouvida:
— Estou com medo… — E então o Alfa agarrou suas coxas apertadas e riu alto.
— Que bobagem você está dizendo? Por que você está com medo? Nada vai acontecer com você enquanto estiver comigo.
Está negro, tudo à sua frente é escuro…
— Vou te foder com força toda vez que você sentir febre, doçura… Vou te foder o tempo todo e sempre que você precisar sentir um pau grande e grosso dentro de você.
Mas o Ômega, que estava funcionando a noite toda, subitamente se sentiu terrivelmente exausto… O homem não ouviu nada do que ele lhe disse. Não conseguia ouvir. Todos os seus nervos estavam concentrados no movimento do Alfa, movendo o quadril de trás para frente, no pênis que pressionava o seu buraco traseiro. Nos fluidos e no próprio sêmen. A intensa estimulação que lhe foi dada pela primeira vez, sentir-se verdadeiramente insuportável por um momento.
É um prazer confuso.
Toda vez que avidamente balançava os quadris com avidez, o sêmen explodia e se agarrava à sua pele e à pele do Alfa. Balançava por toda parte, como uma mangueira pressurizada… Diante de seus olhos, o homem balançava e balançava e, ocasionalmente, com dificuldade, segurava sua mão para que ele pudesse respirar calmamente. Ele não se masturbava mais, porém continuava a jogar fluidos que já pareciam água.
Estava lá, seu corpo todo nu e molhado. Deitado no chão com os testículos sempre cheios. O homem alfa balançou a cabeça.
— Como você está?
Silêncio.
— Você gosta?
— Sim…
— Você quer que a gente faça uma pausa?
— Não… Não, por favor, não pare, continue… Não me deixe!
E chorou tanto que o Alfa olhou para ele, perdendo a cabeça novamente… E rindo de novo.
Um poder forte caiu sobre o Alfa, que agarrar suas coxas. Enquanto devorava o homem e subia em seus lábios, o corpo do Alfa, cuja cintura é espremida por pernas grossas, parecia tornar-se incontrolavelmente quente.
O homem espremeu a cintura para dentro:
— Porra, porra, oh, porraaa! É tão bom… — O Alfa, claramente enlouquecido, agarrou-o, sentando-o e arrastou a boca para chupar a parte de trás do pescoço dele. O som dessa sucção era mais obsceno do que o som de um buraco molhado. — Eu quero fazer você ser meu… Caralho… Eu quero fazer você ser meu agora!
Percebendo o que estava acontecendo, o homem instintivamente levantou a perna, esticou os braços e envolveu a cintura do Alfa junto com o pescoço. O abraçou… Contraiu seu interior, porque amava demais o quê aquele pênis enorme fazia com ele.
Não se deu conta do que estava fazendo, é claro…
Ele só podia gemer alto porque o corpo do Alfa o fazia se sentir insuportável.
Ao mesmo tempo, sentiu uma surpreendente sensação de calor.
Algo estava queimando dentro dele.
— Ah!
Seu sêmen está dentro e ele estava obedientemente absorvendo tudo. Sua barriga estava apertada e havia uma emoção impressionante subindo ao peito. O homem dá um gemido que soa mais como um grito e imediatamente abraça as costas do Alfa.
Encrava suas unhas.
Meu Deus…
— Oh meu Deus…!
O Alfa gozou tantas vezes dentro dele que não deveria se assustar mais, porém desta vez sentiu-se diferente porque seu interior é tão quente e latejante.
Terrível.
O homem enterrou o rosto no ombro do Alfa. Não tinha feito isso de propósito, é só que estava sem fôlego e não podia mais continuar em pé… Mas foi então que seu pênis começou a inchar e a inchar e inchar enquanto sua boca se encaixava na nuca.
O Alfa mastigava sua pele com dentes pequenos, mas terrivelmente afiados.
— Ah! O que você é…? Pare! Por… Ah, Ah!
Os gritos explodiram completamente quando o pênis se encheu ao máximo e atingiu seu volume máximo. Sua barriga se expandiu, ele se sentiu inchado… Uma pequena curva. A parede interna que estava apertando seu pênis pareceu rasgar de repente, assim o homem não pôde esconder seu rosto distorcido.
Era como os cachorros.
Ele sabia que era normal que o pênis se expandisse para que o sêmen não saísse de seu ânus, mas nem sabia que era tão real…! Cuspindo a respiração até que a saliva desceu pelo queixo, olhou para o Alfa uma última vez:
— Isso foi bom, não foi…?
Percebendo que, enquanto ele murmurava, sorria e apertava com os dedos manchados de sujeira, o Alfa também sorria.
Esta é sua primeira vez com um Ômega. E esta é definitivamente a primeira vez para este homem bonito com um Alfa.
Quanto tempo eles têm para ficarem assim?
Quando o nó pode ser desfeito?
Seus membros tremeram com a dor repentina que se seguiu ao prazer terrível, e até o suor frio começou a escorrer. Ele queria dizer alguma coisa, mas não conseguiu falar… No final, quando a consciência o alcançou novamente e se deu conta da gravidade de suas ações, lágrimas caíram de seus olhos abertos e confusos. Parecia tão triste que o Alfa sem fôlego levantou a mão e limpou o rosto molhado com infinita ternura. Seu rosto choroso é pressionado com força contra as palmas das mãos, revelando parcialmente uma pele jovem e perfeita.
Uma luz estranha fluiu sobre a pupila do Alfa. Ele queria vê-lo com mais detalhes, beber sua imagem, mas certamente não podia.
— Eu me pergunto se seu rosto é como a sua pele… Eu gostaria de saber qual expressão meu parceiro faz quando ele começa a chorar de uma maneira tão desesperada…
O Alfa beijou seus cílios, mas o homem ainda não conseguia ouvir nada. Ele estava apenas chorando, chorando e gritando com a cabeça inclinada para trás devido à dor e à visão momentânea de que estava fazendo algo errado. Era como se não apenas seu estômago estivesse explodindo, como também o chão.
Continua…