My Beloved Visits My Grave - Capítulo 38
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- Capítulo 38 - Você Está Sempre Me Chamando
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Murong Yan ficou paralisado, seus olhos abertos e imóveis. Gu Lang, com urgência, mordeu os lábios dele, como um sedento encontrando a chuva que alivia.
Gu Lang…
O peito de Murong Yan ardia de calor. Segurando a nuca de seu amado, ele devolveu o beijo com intensidade feroz.
Parecia que Gu Lang ainda sentia frio, sua mão que segurava a gola da roupa não parava de se mover em direção à roupa molhada, esfregando e tocando o peito de Murong Yan de maneira desordenada. A respiração de Murong Yan apertou-se, e ele rapidamente segurou a mão que estava em seu peito, murmurando contra os lábios de Gu Lang: “O que você está fazendo?”
Gu Lang só queria se aquecer, e todo o seu corpo se atirou contra o abraço à sua frente, murmurando: “Estou com frio…” Ele libertou a mão que estava sendo segurada e mergulhou sob a roupa interior, abraçando as costas quentes de Murong Yan. “Murong… estou com frio…”
A respiração de Murong Yan tornou-se cada vez mais pesada, seus lábios entrelaçando-se com os de Gu Lang como se buscando um vício, o sangue em suas veias fluindo cada vez mais rápido. Ele pressionou Gu Lang contra a cama de bambu, seu hálito quente queimando a pessoa debaixo dele. “Gu Lang”, ele sussurrou roucamente, suas testas se tocando, “se você me soltar agora, ainda há tempo…”
“Murong”, os olhos de Gu Lang pareciam envoltos em névoa aquosa, seus braços envolvendo o pescoço de Murong, “estou com tanto frio…”
Murong Yan soltou uma leve risada, como se estivesse falando consigo mesmo: “Já é tarde demais.” Sua mão deslizou pelas costas até a cintura, enquanto a outra mão desamarrou o cinto de Gu Lang. Ele beijou o canto dos olhos levemente avermelhados de Gu Lang e murmurou: “Não se preocupe, em breve você não sentirá mais frio…”
Fora da casa, a chuva noturna caía sobre o bambu, as folhas verdes úmidas, a água da chuva serpenteando pelos caules e infiltrando-se no solo.
Dentro da casa, roupas molhadas estavam espalhadas desordenadamente pelo chão, enquanto na cama de bambu, os cobertores se moviam ao ritmo de suspiros e gemidos abafados que escapavam intermitentemente.
“Mmm…” Gu Lang inclinou o pescoço para trás, incapaz de suportar a intensidade, seus dedos longos agarrando firmemente os lençóis da cama, tremendo sob a maré avassaladora de prazer.
Murong Yan puxou a mão que estava agarrando firmemente e a prendeu ao lado do travesseiro, entrelaçando seus dedos com os de Gu Lang. Suas costas estavam marcadas por arranhões vermelhos, o suor pegajoso escorrendo sobre eles, causando uma sensação entre dor e coceira, que, como faíscas, acendiam um desejo ainda mais profundo. Ele beijou o pescoço úmido de suor de Gu Lang e perguntou suavemente: “Ainda está com frio?”
Gu Lang estava colado ao peito nu de Murong Yan, seu corpo inteiro quente e mole, encharcado de suor, até os cílios estavam úmidos.
“Murong…” Gu Lang chamou suavemente, entre suspiros, “Está… tão cheio… ah…”
Murong Yan embateu com força, mordendo levemente o queixo de Gu Lang e murmurando: “Só quando está cheio é que o frio vai embora…”
A cama de bambu rangia, misturando-se aos suspiros e gemidos baixos, tudo isso sendo engolido pelo som da chuva e dos trovões.
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No dia seguinte, as nuvens se dissiparam e a chuva parou, revelando um céu clareando ao longe. Gu Lang abriu os olhos pesadamente e viu o rosto tranquilo de Murong Yan bem próximo ao seu. Ele piscou lentamente, uma vez, e depois outra, quando de repente as cenas da noite anterior irromperam em sua mente, fazendo-o recuar abruptamente. No entanto, ele inadvertidamente tensionou uma parte sensível de seu corpo, fazendo com que seus dedos se contraíssem instantaneamente. “Hmm…”
Murong Yan foi despertado pelo movimento e abriu os olhos, ainda sonolento.
Os olhos dos dois se entreolharam.
Um sorriso surgiu nos lábios de Murong Yan, que se aproximou, colocando uma mão na cintura nua de Gu Lang e massageando suavemente. “Ainda dói?”
As orelhas de Gu Lang ficaram vermelhas, seja de vergonha ou de raiva. Ele empurrou a mão de Murong Yan e tentou se virar para sair da cama, mas foi rapidamente pressionado novamente sob o corpo do outro.
“Por que tanta pressa?” Murong Yan aproximou-se dele, o nariz tocando o nariz. “Ainda está cedo, não vai ficar para conversar comigo?”
Gu Lang virou o rosto, respondendo com rigidez: “Não há nada para dizer.”
“É mesmo?” Murong Yan sussurrou. “Mas ontem à noite você…”
“Eu não estava lúcido ontem à noite”, Gu Lang murmurou, os dedos apertando os lençóis. “Não estava lúcido… não pode ser levado a sério.”
Murong Yan respondeu com calma: “Oh, então quando você não está lúcido, pensa em mim? Você estava me chamando a noite toda…”
“Não foi isso!” Gu Lang respondeu, um tanto desconsertado. “Solte, eu…”
Mas Murong Yan se aproximou ainda mais. “Mas você estava me abraçando a noite toda”, ele sussurrou no ouvido de Gu Lang, “e me arranhou tanto as costas que ainda estão vermelhas. Quer dar uma olhada?”
“Você…” Gu Lang disse entre dentes cerrados, “Sua Alteza, o Príncipe Herdeiro, ontem à noite… foi tudo um acidente, não pode ser levado a sério, eu…”
“Você vai me usar e depois me descartar?” Murong Yan brincou com os cabelos de Gu Lang no travesseiro, com um sorriso irônico. “Depois de dormir comigo, você quer cortar todos os laços? Gu Lang, você acha que eu sou alguém saído de um bordel?”
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