↫─☫ Capítulo 61
↫─Capítulo 61
Amassando a carne em sua mão, Cha Gyuwon falou com uma voz resmungona. Vendo o quão emburrado ele parecia, parecia que ele realmente queria fazer aquilo sozinho. Embora fosse fofo, Ko Woonha se sentia impaciente, seu coração acelerado com uma empolgação que parecia uma pilha de tarefas acumuladas conforme o cansaço se dissipava. Fazer aquilo uma vez ontem não tinha sido nem de longe o suficiente. Na verdade, eles nem sequer tinham terminado, tinham? Não passou de derramar uma gotinha de água de um copo transbordando. Além disso, depois de adormecer ao lado de Cha Gyuwon como se tivesse desmaiado e acordar, sua força física estava totalmente restaurada, deixando-o ainda mais agitado. Literamente, seu corpo estava implorando por aquilo.
— Na próxima vez. Vamos fazer isso na próxima vez.
Ko Woonha entrelaçou seus dedos com os de Cha Gyuwon e os empurrou para dentro de si mesmo. Como a entrada que ele não tocava há um tempo estava escorregadia, úmida e quente, uma veia saltou na testa de Cha Gyuwon. Com um gemido entrecortado, o fluido pré-ejaculatório espirrou da ponta do pênis de aparência bonita de Cha Gyuwon.
— Na próxima vez…?
Gyuwon perguntou de volta em voz baixa, com os olhos desfocados.
— O senhor gosta mesmo da palavra “na próxima vez”.
Rebolando o quadril para empurrar os dedos mais fundo, Ko Woonha soltou um gemido satisfeito enquanto relaxava o corpo. Olhando para Cha Gyuwon, ele podia sentir os olhos do homem ficarem nublados de desejo.
— Fofo.
A palavra escapou de sua boca sem perceber.
— Eu?
Cha Gyuwon ergueu o corpo mais um pouco e perguntou novamente.
— Eu sou fofo?
Para ser esse o caso, o corpo dele era… grande demais, o que era o que o tornava verdadeiramente fofo. Ko Woonha assentiu sem muita vontade e puxou a cabeça de Cha Gyuwon em sua direção.
— Faça de novo como ontem.
— Como ontem…?
— Hum-hum. morda meu peito… puxe. Mastigue.
— O senhor vai se machucar, hyung. Já está inchado e vermelho desse jeito até agora…
— Haah… não tire. O hyung está com pressa.
Ko Woonha o apressou.
— Eu posso só colocar um curativo. Rápido.
O corpo de Cha Gyuwon enrijeceu com o sussurro quente derramado em seu ouvido.
— Gyuwon. Você não vai escutar o hyung?
Ele tinha que escutar. É claro que tinha. Parecia que ele escutaria cada palavra. Cha Gyuwon fica com uma cara de choro quando está excitado. Adicionando mais dois dedos à entrada de Ko Woonha para um total de três, ele os enterrou com um baque.
— Ugh…! T-tão de repente?
— O senhor aguenta, hyung.
Cha Gyuwon disse, arfando. Ko Woonha ficava mais excitado quando ele passava do estágio de choro e seus olhos ficavam escuros e sombrios desse jeito.
— Já que você se rebolou até o ponto do hyung ficar na vertical…
“De onde diabos um cara como esse tinha saído? Aprendendo a dizer palavras tão maravilhosamente insultuosas por conta própria…” Ko Woonha realmente achou Cha Gyuwon tão admirável que deu vontade de dar um tapinha na bunda dele.
No entanto, na maioria das vezes, ele queria ser o atingido. Ko Woonha lambeu os lábios e assentiu.
— Se você sabe, então faça com mais força. E vamos mais rápido. Eu estou realmente morrendo aqui.
Cha Gyuwon fechou os olhos com força com a sensação de que poderia ejacular. Ele poderia ter gozado apenas com as palavras dele e, na verdade, quase gozou. Mas agora que ele tinha desenvolvido algo chamado orgulho, não queria mostrar aquele lado patético.
Com pulsos que eram excessivamente firmes para alguém que segurava um mouse de computador por tanto tempo, Cha Gyuwon fez o trabalho com os dedos até o interior de Ko Woonha ficar inchado e vermelho.
— A-agora, só faça logo.
Ko Woonha agiu com impaciência. Mas Cha Gyuwon também estava no seu limite.
Ele se moveu submissamente conforme Ko Woonha o guiava. Era porque estava preocupado que, se tomasse a iniciativa sem motivo, poderia acabar machucando-o. Ko Woonha era excessivamente habilidoso, e esse fato muitas vezes deixava Cha Gyuwon tristonho, mas ele sempre se beneficiava disso de qualquer forma.
O prazer de se espremer na entrada era enorme. Conforme o interior de Ko Woonha envolvia gentilmente seu corpo quente e apropriadamente preguiçoso que tinha acabado de acordar, ele se sentia como se fosse derreter.
— Haah… que gostoso…
Ko Woonha murmurou.
Ver aquele rosto dele vindo de baixo era tão erótico que Cha Gyuwon perdeu não apenas a cabeça, mas a própria alma.
Ko Woonha colocou as mãos no peito de Cha Gyuwon.
— Você está bem, certo? Eu vou me mover.
Antes que Cha Gyuwon pudesse sequer assentir, Ko Woonha começou a se mover. Conforme ele rebolava, seu pênis batia contra a barriga de Cha Gyuwon. A parte saliente onde as bolinhas foram inseridas batia em seu corpo. Cha Gyuwon segurou o de Ko Woonha e o esfregou.
— Aí, na ponta. Isso, ha, aí, aaah, mmp…!
Talvez porque tenha sido empurrado para cima em um ritmo desalinhado e atingido um ponto dolorido, Ko Woonha ergueu o queixo e soltou um gemido.
— Ha, me desculpe. M-machucou?
Cha Gyuwon perguntou, com a cintura dando impulsos. Era engraçado vê-lo perguntar quando nem conseguia controlar o próprio corpo de tão excitado. Ko Woonha olhou para baixo e riu.
— Você não sabe que eu quase gozei agora mesmo? Continua.
Ko Woonha não conseguia entender o que exatamente era diferente, ou qual parte se encaixava tão bem, para que o ato com Cha Gyuwon estivesse ficando cada vez melhor. Costumava ser em um nível onde ele só precisava ficar razoavelmente satisfeito, mas agora ia além disso, ao ponto de seus cabelos ficarem em pé. Havia momentos em que ele sentia como se tivesse perdido a consciência por um tempo. Não é como se Cha Gyuwon fosse absurdamente bom nisso. Ele estava cheio de respostas erradas, mas porque só havia respostas erradas, era como uma nota dez. Assim como você precisa saber todas as respostas para tirar zero.
— Uu, uugh, nnh, ah, aí. Heuh, fundo demais… arf.
Ko Woonha se inclinou para a frente. A parte de trás de seus joelhos fraquejou, e sua bunda se ergueu por conta própria. Incapaz de segurar, Cha Gyuwon segurou a cintura de Ko Woonha e o empurrou para baixo com força. Seu corpo caiu para a frente com o impacto.
— Espera. Ah, Gyuwon, eugh, espera um segundo. Heuh, dev- nnh, fode se, eu estou com pressa. Porr… ah!
Xingamentos escaparam por conta própria. No entanto, seus gemidos eram mais urgentes do que isso. Ko Woonha era sacudido loucamente. Os travesseiros e cobertores foram varridos por seus movimentos. Era um exercício excessivo para uma sessão matinal.
Ko Woonha segurou o travesseiro de Cha Gyuwon e engoliu seus xingamentos internamente, tentando com força fechar os olhos que estavam prestes a virar para trás. Para alguém que tinha uma vida de linguagem bastante decente e exemplar, independentemente de sua vida privada bagunçada, aquilo era uma ocorrência rara.
“Ah, porra. Eu vou morrer.”
A força da cintura de Cha Gyuwon era ao ponto de ser ignorante. Ko Woonha sentia como se a ponta do seu pênis esfregando contra a barriga do homem estivesse prestes a ficar assada. Ardia e estava dolorido. Acima de tudo, a parte onde as bolinhas foram inseridas tinha uma pele particularmente fina e sensível, então arrepios surgiam toda vez que havia fricção. Nunca tinha sido tão sensível nem mesmo quando usava em outros, mas pensar que parecia tão bom apenas sendo esfregado contra uma barriga.
— Porra.
Ko Woonha cuspiu um xingamento enquanto arfava. Cha Gyuwon tomou um susto em seu estado atordoado.
— Senhor Cha Gyuwon. Porra, se você não fizer comigo, arf, ah, sério, isso.
Ko Woonha estava falando besteiras.
— Se você não vai fazer comigo, huff, se você não vai usar comigo, é melhor você simplesmente cortar fora.
“Ele queria dizer para não usar em outros desgraçados e usar apenas nele? Isso era um pedido de casamento? Isso era uma confissão?”
Cha Gyuwon ficou tão surpreso e emocionado que cresceu ainda mais, apesar de já estar magnificamente ereto.
— Sim. S-sim.
Com o rosto febril, Cha Gyuwon respondeu repetidamente em êxtase.
— Eu só vou usar no senhor, hyung.
Seu rosto sombrio se iluminou. Isso não significava que ele se tornou como um sol, mas era pelo menos como uma estrela que brilha no escuro no teto no meio da escuridão.
— Ha, eu gosto tanto. O interior do hyung é tão gostoso. É macio, heuh, e me tira o fôlego…
— Aqui.
Ko Woonha mal ergueu a parte superior do corpo e segurou o rosto de Cha Gyuwon.
— Rápido, abra a boca.
Ele ordenou urgentemente, e Cha Gyuwon obedientemente abriu a boca. Ko Woonha estava prestes a beijá-lo, mas hesitou por um momento e impulsivamente deixou sua saliva pingar na boca do homem. Até mesmo aquilo era bom para Cha Gyuwon, que de boa vontade aceitou e implorou.
— A sua língua também. Sim, a língua…
Sua voz murmurada não era diferente da de uma pessoa bêbada.
Ko Woonha disse: — Que adorável… — e avançou sobre Cha Gyuwon.
Juntando seus lábios, ele segurou o peito de Cha Gyuwon. Cha Gyuwon sentiu ciúmes do toque que o amassava. Como se soubesse de seus pensamentos íntimos, embora não houvesse como saber, Ko Woonha dessa vez pegou a mão de Cha Gyuwon e o fez tocar seu próprio peito. Seguindo essa orientação, Cha Gyuwon tocou o peito firme de Ko Woonha, traçou suas escápulas e passou por suas costas para baixar a mão mais ainda.
Agora ele se movia como bem entendia, mesmo sem o ensino de Ko Woonha. Ele audaciosamente moveu a mão para a entrada onde seu pênis estava inserido, tateou ao redor e lentamente empurrou um dedo para dentro.
— Haeu, ah!
O gemido de Ko Woonha explodiu alto. Sua voz rouca era tão áspera quanto lixa. Àquele som metálico, Cha Gyuwon empurrou o dedo ainda mais fundo.
— Hyung, eu vou fazer o trabalho de duas pessoas…
— Heueu, está apertado, ah. Sinto como se estivesse indo rasgar…
— Se o senhor quiser um ménage, ahg. Eu… vou fazer tudo.
↫─☫ Continua….
ᯓ★ Nenhuma das situações apresentadas neste capítulo referem-se/ se baseiam em fatos reais.
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✦ Tradução, revisão e Raws: Lᥙ꧑ᥲ Hᥲrtzᥣᥱr