Capítulo 11
A respiração de ambos se chocava. A língua dele, que havia percorrido o interior de sua boca, pareceu lamber o lóbulo de sua orelha antes de voltar aos lábios, entregando-se a um beijo árduo e intenso.
Com a boca dominada, Juliet arfava sob o corpo dele.
As mãos de Dominic tateavam sua pele sem hesitação. Ele colocou na boca o mamilo que fisgou entre os dedos.
“……Ngh.” O gemido baixo soou como um sinal.
Podia-se sentir o tesão dele, que há pouco roçava com força entre as pernas de Juliet.
E Juliet não estava diferente.
Em meio a uma onda intensa de excitação, assim como acontecia com Dominic, um fluido transparente também escorria da ponta do membro do menor.
Mãos apressadas desceram pela pele, tateando os músculos do abdômen. Sentindo o calor se concentrar na parte inferior do corpo, Juliet mordeu os lábios. Dominic, então, acariciou seus lábios, fazendo-o abri-los.
“……Juliet.” Sua voz baixa, quase como um gemido, vinha misturada a uma respiração afogada.
Em vez de impedi-lo de se morder, ele sugou os lábios de Juliet repetidas vezes.
Refletindo sua ansiedade, não havia suavidade alguma; era puro apressamento e bruteza. E, no momento em que seu membro, que esfregava a parte inferior, estava prestes a entrar…
“……O quê?” Uma exclamação de pura perplexidade escapou da boca de Dominic.
Ele parou, congelado, olhando para baixo. Seu olhar estava fixo exatamente na entrada onde pretendia se introduzir.
O local, teimosamente fechado, não estava nem um pouco lubrificado.
Ele tentou abrir com os dedos, mas a entrada resistia rigidamente, sem dar qualquer brecha. Juliet também percebeu a reação de Dominic, que havia travado diante de uma situação inédita.
“Ah, ah……” Soltando um suspiro lânguido, Juliet deu uma risadinha provococante.
“E aí, como é o novo mundo?” Deitado no chão com as pernas abertas, ele zombava com audácia do homem que estava entre suas coxas. “Teve uma vida bem fácil até agora, não é? Era só soltar feromônios que qualquer um abria as pernas babando.”
Ele riu baixinho mais uma vez, como se a situação estivesse incrivelmente divertida.
Dominic franziu a testa, visivelmente irritado. Em seguida, seus olhos roxos ganharam uma tonalidade dourada. Um denso aroma de feromônio se espalhou pelo ambiente, mas nada mudou. O homem deitado sobre o tapete, olhando para ele, não sentia absolutamente nada.
“……Droga.” Dominic praguejou em voz baixa.
Mudando de ideia no momento seguinte, ele virou o corpo de Juliet brutalmente de lado e empurrou uma de suas pernas para cima. Assim que a entrada firmemente fechada surgiu em seu campo de visão, ele investiu seu membro direto contra ela.
“Agh…… ngh.” Juliet gemeu com o rosto contorcido.
O tempo em que ele pôde debochear não durou muito. Dominic começou a forçar a entrada que teimava em não ceder. Como esperado, a pressão sufocante do membro que tentava abrir caminho travou a respiração de Juliet.
Parecia que sua cintura iria se partir ao meio.
A mão de Juliet tateou o tapete antes de se agitar no ar. Dominic, que havia parado por um instante, inclinou o tronco com força e empurrou o pau para dentro novamente; Juliet estendeu os braços junto a uma respiração descontrolada. Ele agarrou os ombros de Dominic, fincando os dedos. As unhas de Juliet começaram a deixar marcas vermelhas bem nítidas nos ombros de Dominic.
“Ah…… ah!” Juliet não conseguiu segurar o grito.
A pressão era insuportável.
Aproveitando a brecha em que Dominic pausou por um segundo, ele falou entre baforadas de ar: “Já que os feromônios não funcionam, o jeito é ser assim, né?”
Dominic selou a boca dele novamente com a sua própria, como se mandasse calar a boca.
A língua dele, que entrou com uma força avassaladora, forçou a abertura dos lábios e agitou a cavidade bucal. Era um beijo tão feroz e violento que parecia que iria engoli-lo inteiro.
Juliet chegou a pensar, por um instante, que seria devorado. Não tinha como morder a língua dele para resistir; como a língua de Dominic havia invadido sua boca e se enroscado com a sua, conseguir puxar o ar já era o máximo que podia fazer.
Enquanto isso, Dominic continuava abrindo a pequena entrada e empurrando firmemente seu membro até a base. Para ele, que sempre lidou apenas com ômegas, ter que lidar com uma entrada tão estreita e rigidamente fechada era algo inédito. Mesmo derramando feromônios, não havia efeito algum; como Juliet dissera, aquela experiência para Dominic beirava o choque.
Além disso, o que Juliet disse não estava errado.
Dominic sentia-se tão excitado que parecia haver faíscas em cada uma de suas células cerebrais. Embora não houvesse aroma algum, o que sentia vindo dele era apenas um cheiro de pele extremamente tênue, mas esse simples cheiro o deixava mais louco do que qualquer feromônio.
O problema, porém, era que a entrada dele era estreita demais. Mesmo tentando forçar para dentro, não conseguia mover-se como queria.
A ansiedade o consumia.
Pela primeira vez, ele entendeu o que era aquele sentimento.
“……Maldito seja.” Dominic soltou um xingamento e puxou o pau para fora.
Seu membro, que deveria estar molhado de fluido lubrificante, não tinha nada. Apenas a glande brilhava ligeiramente com o próprio líquido pré-seminal.
“Esse ‘novo mundo’ de que falou é uma coisa assim tão irritante?” Dominic passou a mão pelos cabelos que caíam no rosto, desdenhoso.
Sua respiração estava pesada, talvez pela raiva. Juliet deu uma risadinha provocativa, exibindo um rosto pálido.
“As pessoas chamam isso de ‘esforço’, Sr. Miller.” Juliet, que o provocara com um tom de voz propositalmente polido e cortês, levantou a parte superior do corpo.
Abrindo bem os joelhos diante dos olhos de Dominic, ele colocou as pernas em formato de M. Apoiou uma das mãos no chão para sustentar o corpo e levou a outra mão entre as pernas.
Em seguida, olhou nos olhos roxos de Dominic com um olhar marcadamente provocativo, como se quisesse desafiá-lo abertamente.
“Olhe bem.” Dois dedos longos começaram a empurrar lentamente para dentro da entrada, a partir da ponta das unhas.
A entrada dele era diferente da de um ômega e não tinha tanta elasticidade. Embora ainda houvesse dor pelo fato de Dominic tê-la forçado a se abrir, o fato de ele ter feito isso deixou a sensação nítida de que o acesso estava um pouco mais relaxado.
A ponta da unha, em formato de meia-lua, era engolida pela entrada e voltava a sair repetidamente. A entrada parecia um par de lábios: quando colocava a quantidade justa, ela se fechava suavemente, e ao puxar os dedos, a carne interna acompanhava levemente o movimento para fora.
Mas o importante não era isso. Juliet não parecia ter vergonha alguma de se masturbar e não tirou os olhos de Dominic nem por um segundo.
Durante o processo, os quadris entre as pernas abertas começaram a se erguer ligeiramente. Sentindo a parede interna abraçar seus dois dedos, Juliet os abriu como uma tesoura, sentindo a linha da espinha ereta de sobressalto. Mesmo com a resistência do próprio corpo, no momento em que ele não parou e raspou a carne interior, um som doce acabou escapando de sua boca sem que percebesse.
“Ah……”
“…….”
Suas coxas se encolheram por um instante. Como se houvesse fios de marionete controlando seu corpo, o estímulo vindo do centro fez suas pernas abertas tremerem. Uma sensação estranha, como se alguém o estivesse puxando, espalhou-se até os nervos periféricos, fazendo tremer até mesmo os braços de Juliet, que sustentavam seu tronco.
O tremor se espalhou por todo o corpo e, vendo Dominic aos poucos despertar interesse, voltou a escanear o corpo de Juliet de forma explícita. Ao perceber que Dominic estava compenetrado nele, Juliet curvou os cantos da boca em um sorriso.
“Ficou curioso de novo sobre o novo mundo?” Dominic encarou Juliet novamente e deu uma risada desdenhosa, como se achasse aquilo ridículo.
“Está aí todo arrogante enquanto mal consegue dar conta de alguns dedos.”
“E daí?” Sabendo que estava com uma expressão profundamente sedutora, Juliet o provocou mais uma vez. “Vai dizer que não quer aproveitar isso?”
“Ha.” Dominic soltou uma risada seca e ordenou: “Tire a mão.”
Juliet tirou a mão assim como ele mandou. Dominic, naturalmente, segurou uma das coxas dele para abri-la e olhou para a entrada, que estava um pouco mais relaxada do que antes.
Embora se visse um pouco mais aberta do que antes, ainda parecia tão estreita que dava dúvidas se caberia tudo. Mesmo assim, Dominic segurou a mão que há pouco se masturbava e empurrou Juliet para baixo, derrubando-o.
*
Os corpos de ambos caíram sobre a cama. A segunda tentativa de Dominic tampouco foi fácil. Como quem encaixa as peças de um quebra-cabeça, ele foi empurrando aos poucos a partir da glande.
“Ngh……” O que saiu da boca de Juliet ainda foi um gemido que demonstrava mais dificuldades do que expectativa.
Dominic, porém, desta vez não recuou e empurrou o quadril para a frente. O processo de introduzir o membro devagar, levando seu tempo, também fez sair de Juliet um gemido contido pelo esforço.
“Ha……” Um gemido até então contido escapou em um suspiro longo.
As paredes internas de Juliet se contorceram, apertando com força o membro de Dominic. Dominic também sentiu a pressão avassaladora. Diante de um aperto que beirava a dor, seu rosto acabou se contorcendo.
“Relaxa um pouco. Tá querendo me matar?”
Ao ouvir o tom rosnado, Juliet ficou visivelmente desnorteado. Toda aquela confiança com que zombava de Dominic há pouco tinha desaparecido; ele respondeu com dificuldade, exibindo um rosto igualmente em sofrimento.
“É porque você… é grande demais……” Com o membro introduzido até a metade, a entrada estava completamente dilatada.
Suas pernas tremiam descontroladamente como varas verdes. Dominic parou por um momento, mas esse tempo pareceu servir apenas para ele apreciar os tremores que vinham de Juliet. Uma respiração quente voltou a escapar da boca de Dominic, enquanto Juliet arfava a cada investida que empurrava suas paredes internas para cima.
“Isso… isso não tá certo. Eu… eu também vou morrer……” Juliet parecia nem saber o que estava dizendo.
Balançando a cabeça em negação, lágrimas se acumularam nos cantos de seus olhos. Dominic, que o observava fixamente, franziu o cenho, passou o braço por trás dos joelhos de Juliet e ergueu suas pernas. Garantindo um pouco mais de espaço dessa forma, ele puxou suavemente o membro que estava inserido até a metade e estocou com violência logo em seguida.
“Ngh, ah!” A boca de Juliet se escancarou.
O membro que avançou de repente invadiu seu corpo em um piscar de olhos, preenchendo todo o seu interior. Atingindo a região logo abaixo do umbigo, Miller investia com tanta força que parecia querer se compensar por tudo até aquele momento.
O membro, com veias sobressaltadas a ponto de parecer assustador, era engolido pela entrada de Juliet, recuando e avançando repetidamente enquanto fazia um som úmido e viscoso. No entanto, como se o que achava ter entrado antes fosse uma ilusão, a cada nova estocada ele penetrava ainda mais fundo.
Por fim, o som dos quadris se chocando ressoava alto como palmas, e o corpo de Juliet começou a ser chacoalhado sem controle.
“Ah-ah, ah!”
Quanto mais brutais ficavam as investidas de Dominic, mais força ele imprimia nas mãos que seguravam as de Juliet. A respiração pesada de Dominic ressoava mexendo com os ouvidos e a mente de Juliet.
Ainda assim, dava para sentir que Dominic também estava se entregando cada vez mais àquele sexo difícil. Aos poucos, o fluido pré-seminal que escorria de seu membro se acumulava, agindo como lubrificante, e um som úmido começou a ecoar da parte inferior.
Contudo, sentindo que as paredes internas ainda estavam tensas, Dominic avisou mais uma vez:
“Relaxa.”
“A-ah, eu tô tentando…… ngh!” Enquanto Juliet falava entre arfadas, ouviu-se um estalo seco no meio do caminho.
Dominic tinha dado um tapa na bunda de Juliet. No mesmo instante, as paredes internas se encolheram assustadas, apertando o membro de Dominic ainda mais forte.
“Ha……” Um suspiro denso escapou novamente da boca de Dominic.
Porém, o relaxamento que veio em seguida estimulou o prazer. Sentindo uma tontura tomar conta da sua cabeça, o ritmo de seus quadris também foi se acelerando.
Não era a entrada de um ômega e estava completamente seca, mas a carne interna se agarrava a ele como se o espremesse. Acompanhando seus movimentos de ir e vir, a entrada de Juliet aumentava a sensibilidade a cada estocada, seduzindo Dominic mesmo sem feromônios.
O prazer, que começava no baixo ventre e reverberava por todo o seu abdômen, ganhou ainda mais força. Quando Dominic abaixou completamente o corpo e abraçou o homem que estava sob ele, os corpos dos dois balançaram juntos.
“Ah, tá… tá forte demais……!”
A cada estocada dada com um movimento firme de quadril, o corpo de Juliet tremia e saltava, algo transmitido diretamente pelo contato de pele com pele. Seus pulsos presos também tremiam de forma quase lastimável. Dominic, porém, contestou a fala de Juliet mesmo enquanto puxava o ar com esforço.
“Não tá forte nada.”
A cama, que no início parecia macia, claramente não suportava o ato feroz de Dominic e emitia um ranger estridente e incômodo de molas.
Entretanto, esse barulho acabou encoberto pelo som dos corpos se chocando. O quarto virou uma completa bagunça. A visão de Juliet também balançava loucamente, provocando-lhe até tontura.
“Ah, ah!”
Subindo cada vez mais fundo, o membro de Dominic expandia seu domínio como se quisesse tomar conta de seu interior — ou melhor, de seu corpo inteiro. Dominic estocava com tanta força que Juliet chegou a duvidar se sua barriga não iria rasgar. De fato, além do abdômen revirando por dentro, o membro de Dominic deixava clara sua presença bem na junção das barrigas coladas.
Completamente entregue, Juliet passou a mover os quadris por instinto, acompanhando as investidas de Dominic. Como se tivesse um talento natural, no momento em que se ajustou ao ritmo do sexo, Dominic soltou um longo gemido de satisfação. Ele demonstrava um prazer absoluto; a oscilação em seu pomo de adão era visível até para Juliet, que já estava sem forças.
Dominic puxou a cintura de Juliet para mais perto e perguntou:
“O que você é?”
“Por quê… tá bom demais……?”
Diante da provocação feita com uma voz entrecortada pela respiração, Dominic, em vez de responder, abaixou o rosto e mordeu a orelha dele. Era um ato que parecia uma marcação, mas não surtia efeito algum em Juliet, que era um gamma.
A língua de Dominic penetrou fundo na orelha quente de Juliet, acompanhada por uma respiração escaldante. O arfar acelerado, no mesmo ritmo das estocadas, podia ser sentido nitidamente.
Dominic murmurou com uma voz levemente rouca.
“Você é um devasso, sabia?”
E começou a estocar e o puxar com ainda mais ferocidade do que antes.
“Ah, ahn, ah! Ah!” Juliet achava que ele não conseguiria entrar mais fundo, mas estava enganado.
A cada nova estocada, Dominic atingia um ponto ainda mais profundo. Ele até puxava o corpo de Juliet para baixo, tentando alcançar um lugar que parecia absurdo.
Parecia literalmente que sua cabeça estava sendo revirada por dentro.
Juliet chegou a um ponto em que não conseguia mais ter um pensamento racional. A partir de certo momento, ele arranhava as costas de Dominic deixando marcas compridas sem sequer se dar conta do que fazia.
Dominic, longe de se importar, parecia até gostar de ver Juliet fincar as unhas e ferir seu corpo, empenhando-se ao máximo para fazer o gamma sob seus olhos gemer. Ele o pressionou até que o contorno dos olhos de Juliet ficasse vermelho e lágrimas finalmente transbordassem.
Juliet gemia nos braços dele sem perceber que apertava a própria entrada por conta própria.
Os olhos roxos de Dominic vacilaram ao olhar para Juliet.
Juliet era definitivamente diferente.
Seu membro, que até então só havia experimentado gozar de forma mecânica enquanto alguém o chupava com empenho, estava agora em um estado de extrema excitação, prestes a enlouquecer.
Ele jamais havia experimentado esse tipo de tesão antes.
Havia um paraíso dentro daquela entrada que tornara seu domínio. Havia a novidade que desejava, algo capaz de quebrar seu tédio.
Era, como Juliet disse, um “novo mundo”.
Dominic percebeu instintivamente. Assim como uma criança que prova chocolate pela primeira vez não consegue mais largá-lo, o mesmo aconteceria com ele.
Mas Dominic não conseguia parar. E sentiu que seu próprio abdômen também estava molhado. A essa altura, o pênis de Juliet também estava completamente ereto, vazando não apenas fluido pré-seminal, mas gozando aos poucos.
Percebendo os sinais claros, Dominic enterrou tudo o que tinha na entrada de Juliet, e Juliet curvou o corpo para trás, apertando a entrada com força.
Os gemidos altos de ambos se cruzando traduziam o ápice dos dois.
* * *
Atingindo o ápice simultaneamente, Juliet usou até a última gota de suas forças e largou o corpo sobre o colchão. Dominic, deitando a cabeça ao lado do homem que exibia um olhar satisfeito, virou o rosto de lado e contemplou o rosto de Juliet, corado pelo sexo intenso, como se estivesse fascinado.
Era a primeira vez que transava com alguém imune aos seus feromônios.
Nunca tinha imaginado que algo assim aconteceria, mas pensava vagamente que só haveria dor para ambos; jamais esperava sentir esse nível de satisfação.
Momentos depois, Juliet, um pouco mais calmo, virou o corpo na direção de Dominic e murmurou: “Acho que não vou conseguir usar a parte de baixo por um tempo.”
Diante daquela cena que parecia uma birra manhosa, Dominic deu uma risadinha debochada.
“Aí temos um problema, porque a sua entrada é bem útil.”
“E eu deveria me orgulhar disso?” Juliet rebateu com o rosto emburrado diante do tom provocativo.
A atitude formal e polida de antes deu lugar a um tom naturalmente relaxado e informal. No entanto, nada disso afetou Dominic; o envolvimento com Juliet lhe trouxe um sentimento puro de plenitude.
“É uma pena que um gamma tenha uma entrada dessas.”
Conforme conversavam, a sede parecia voltar a se acender. Sentindo a boca secar, Dominic deslizou a mão suavemente sobre a cintura de Juliet.
Seja porque a provocação de Dominic funcionou ou porque ainda estava tomado pela excitação, Juliet fez uma expressão sensual. Em seguida, como se estivesse pegando fogo por conta própria, levantou o corpo e subiu devagar sobre o tronco de Dominic. Apoiando o queixo nas mãos juntas, Juliet encarou o rosto dele fixamente e abriu a boca.
“Quer ir mais uma rodada? Acho que ainda dá para usar mais algumas vezes.”
A expressão sedutora era extremamente provocante. Diante dessa provocação direta, Dominic não disse uma só palavra; apenas puxou o corpo de Juliet, trazendo-o completamente para cima de si.